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I WANT YOU [BESSROWETHING- WATTPAD]

Summary

Pan Shu & Zhong Qiu Jie de Here U Are encontram uma maneira de compreender um ao outro, já que palavras não estavam funcionando.

Genre:
Erotica / Romance
Author:
Kai_Kuran
Status:
Complete
Chapters:
4
Rating:
n/a
Age Rating:
18+

ONE SHOT (+18)

Zhong Qiu Jie

Recebi 5 mensagens de ex namoradas esta semana. Estive de castigo por causar confusão em um bar, o que é ridículo, pois eu já sou adulto. Mas tanto faz. Não fiz nada, nem respondi nenhuma mensagem.

Garotas eram estressantes e sem sentido. Era fácil conquistá-las pelo dinheiro, mas depois elas acabam querendo coisas além disso. Enche o saco! Eu só quero me divertir.

Ou era o que eu achava que queria até conhecer o Tio Pan. Cada vez que minha mente lembrava daquele beijo eu grunhia, até fazer eco pela casa. Sempre vazia.

Minha psicóloga disse que faço isso para recompensar sei lá o que de afeição que eu não obtive dos meus pais. Pode ser verdade, mas porque eu preciso ter uma razão para fazer as coisas que eu faço? Nesse caso, Pan Shu deve ter uma boa razão para me deixar tão confuso.

Não sou gay, apenas curioso. Posso citar vários otários assim que eu conheço. Homens são mais fáceis, não tem o requisito da frescura. Em uma das discussões com Yu Yang, ele berrou que se eu estava curioso, poderia ser qualquer um.

Soquei a mesa de vidro, ela rachou.

- Tsk.

Eu não estou brincando com os sentimentos de ninguém, é ele quem...

É ele quem...

Droga Zhong Qiu Jie, você acaba de admitir que sente algo por ele, não é? Bobagem, é curiosidade. A curiosidade que eu não consigo parar de pensar, seu rosto, sorriso, sotaque, maturidade. Sinto sua falta, merda. Por que não me liga?

Seria ridículo eu continuar a persegui-lo desse jeito. Apenas decidi que tem que ser ele, e eu consigo tudo que eu quero. É isso.

- Que se fodam, vou pegar o carro. - Digo para mim mesmo.

•••

Pan Shu


O bar estava silencioso, outra vez. Era final da tarde, haviam alguns Gays mais velhos que apreciavam o bom e velho conhaque e nada além disso. Olhei meu reflexo em uma das colheres enquanto lavava, e passei a mão pela minha barba rala.

Não estou tão mal assim.

Logo ouço o sino da porta e reconheço os jovens que sempre aparecem por alí.

- E aí Tio!

- Oi Tio Pan.

Devolvo um sorriso e começo a preparar as bebidas que sempre pedem nessas ocasiões. Eu pessoalmente não gostava mais tanto de farra, mas posso dizer que estou em uma boa posição. Não preciso fazer muito, fora tirar todos de problemas e administrar.

Falando em problemas, Zhong Qiu Jie vem em minha mente de repente. Incomum, mas aproveito a oportunidade para refletir sobre algumas coisas que eu havia esquecido. Aquela confissão repentina.

Pude ver que ele estava sendo sincero, mas não fazia ideia de onde estava se metendo. Típico jovem adulto, o que tornava tudo mais interessante. Pensei em brincar um pouco com ele, fazê-lo se arrepender de suas palavras, mas nessas últimas semanas ele desapareceu. De certa forma era um alívio, ninguém teria que lidar com sua face alcoólatra e sem juízo. Rio baixo com as memórias.

Vejo Yu Yang se aproximar com Li Huan, se sentam rente à bancada.

- Oi Tio! Lembra do Li?

- Claro. - Sorrio para o rapaz, pegando uma garrafa de vinho. - Vão me acompanhar?

Seguimos conversando casualmente. Yu Yang possuía a capacidade de ser sociável por natureza, então não era um incômodo, já que nos conhecíamos a tempos.

▪︎▪︎▪︎

A porta se abre com um estrondo, então penso ser algum bêbado descuidado. Vejo quem é e solto um suspiro curto ao vislubrar Zhong Qiu Jie com sua expressão raivosa. Parecia uma criança, se me perguntasse. Decido o ignorar, mas deixo escapar um sorriso prévio.

Ele empurra Yu Yang, que reclama, mas decide apenas trocar os lugares. Percebo o sinal que me manda, irritado, mas eu dou de ombros.

- Pan Shu, escuta!

Ele me chamou pelo nome?

O encaro, sereno, porém curioso com o que teria a me dizer após tantos dias.

- Eu tenho uma coisa séria pra perguntar. - Ele diz, inclinando o corpo em minha direção. Levanto as sobrancelhas, como se fosse uma permissão para continuar, e não me afasto, mas sim me aproximo. Como esperado, seu rosto esrubeceu. - Eu...

Me afasto.

- Se vai demorar assim, vou atender outros clientes. - Ele segura meu braço.

- Não!

- Não há necessidade de gritar, criança.

- Se eu sou criança porque me beijou aquele dia, merda?! - Seu tom aumentou consideravelmente, chamando atenção de boa parte do bar. Seus olhos apimentados me encaravam, esperando uma resposta. Fecho a expressão por alguns segundos, seguro de que não queria boatos de estranhos por aí. Yu Yang faz menção de me ajudar, mas eu indico que não era necessário.

- Eu fiquei com vontade. - Falei, simples. Ele pareceu surpreso.

- Como... você...

- Não diga que achou que eu estava apaixonado por você? Ora, Zhong Qiu. - Acaricio seu rosto, brincando com suas expressões, maliciosamente risonho.

Me surpreendi quando puxou a gola de minha camisa social, ficando a milímetros de distância do meu rosto.

- Eu não estou fazendo uma maldita brincadeira! Eu apenas gosto de você, não sou gay, porra! Por que não pode ser você? Está velho demais que seu pau não sobe? Está com medo de broxar para o cara mais dispultado da universidade?!

Meu corpo esquentou. Eram raras as vezes que eu me irritava, e essa criança fazia eu me sentir inconsequente outra vez. Eu podia aceitar uma provocação, mas essa perseguição era desgastante.

Ele parece perceber que gritou tudo aquilo para o bar todo ouvir, mas agora era tarde. Quando larga minha gola, vou calmamente até seu lado do balcão. Ele apenas me encara, sendo naturalmente um pouco menor que eu.

Empurro sua cabeça com força no balcão, até ouvir sua bochecha colidir com a madeira. Aquilo com certeza havia doído bastante.

- Acha que aqui é bagunça, moleque? - Digo, tão alto quanto ele pronunciou da outra vez. - Teve seu palco para fazer o show, agora as consequências vem junto. - Me aproximo para poder sussurrar. - As consequências comigo. Vou matar sua curiosidade, playboy.

Ele não ousou dizer uma palavra. Yu Yang estava boquiaberto, em pé. Faço um sinal com a cabeça para o outro garçom, ele cuidaria de tudo enquanto eu estiver fora.

Deixo meus impulsos controlarem minhas ações depois de muitos anos, e isso fugia dos meus hábitos. Quem é esse cara que consegue a façanha de me tirar do sério?















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