1. Renzo
O quarto estava na escuridão total, eu não conseguia nem ver minha mão na minha frente. A perda de um sentido aguçou minha audição e respirei fundo ao ouvir passos ao meu lado. Dei um leve sobressalto quando senti a mão dela no meu rosto, descendo lentamente até o meu peito.
"Essa é a minha garota", sussurrei, encostando a cabeça na cabeceira da cama.
"Quem disse que você podia falar?", ela perguntou.
"Ah, desculpa", disse eu, empolgado, tentando segurar o sorriso. Meus olhos se fecharam enquanto as mãos dela percorriam todo o meu corpo nu; meu coração começou a acelerar. A cama parecia pesada quando Aria se moveu ao meu lado e eu deslizei minhas mãos pelas coxas dela. Não conseguir vê-la tornava tudo ainda mais sexy, e eu estava muito animado com aquilo. Ela era a minha perdição e eu amava cada minuto dessa porra.
"Amor", ela disse suavemente, com uma mão no meu rosto enquanto montava em cima de mim. "Eu quero te ver", ela bufou, e eu ri baixinho, abrindo os olhos para a escuridão.
"Acende a luz então, bellissima", sorri. Meus olhos se ajustaram quando ela ligou o abajur, e um sorriso enorme surgiu no meu rosto ao olhá-la. Puta que pariu, como ela era linda; seu rosto estava perfeito, com aquele sorriso estampado. Ela tinha uma aura tão diferente agora que estava livre, e eu rezava a Deus todos os dias para que ela se sentisse amada por mim, não como quando estava com ele. "Porra, olha para você", suspirei, com os olhos percorrendo o corpo dela. Ela estava sexy para caralho e eu agarrei seus quadris, empurrando-a contra o meu pau ereto.
"Renzo", ela gemeu, jogando a cabeça para trás. Mordi o lábio inferior enquanto minhas mãos viajavam para os seios dela, que estavam durinhos pra cacete, e puxei seus mamilos com firmeza, sentindo-a
se contorcer em cima de mim.
"Recua", ela sorriu, baixando a cabeça novamente. Fiz o que ela pediu, com os braços esticados para os lados. Ela tinha me feito prometer que me deixaria trepá-la, e meu pau latejava só de pensar. Uma parte de mim só queria enfiar meu pau nela com força e fazê-la gritar, mas uma promessa é uma promessa.
"Sou todo seu, bellissima", falei com um tom ousado, e ela deu uma risadinha no meu ouvido, encostando a bochecha na minha. Isso não ajudou em nada; Aria tinha a risada mais sexy do mundo. Era uma risada suja, que soava safada toda vez. Meus olhos se semicerraram quando sua mão desceu até o meu pau, agarrando a base. Observei ela se sentar um pouco e descer sobre mim bem devagar. A buceta dela estava ensopada, e eu mal a tinha tocado. O pensamento de que eu causava esse efeito nela fazia meu
corpo inteiro formigar.
"Hmm", Aria murmurou no meu ouvido enquanto começava a cavalgar lentamente, com os quadris indo para frente e para trás. Não era o jeito normal dela ficar por cima, mas, novamente, uma promessa é uma promessa. Eu certamente podia viver com isso, e agarrei as coxas dela com força; era a única coisa que eu tinha permissão de fazer.
Meu pau entrava e saía dela, e eu a agarrei ainda mais forte; a buceta dela se contraiu. As mãos de Aria foram para o meu rosto e ela me beijou gentilmente, afastando-se logo em seguida.
"É só isso que eu ganho?", perguntei, com um sorriso de lado.
"Não consigo me concentrar em te beijar, seu pau é bom demais", ela soltou o ar, e eu me inclinei para frente, lambendo sua saboneteira. Uma das minhas mãos foi para a nuca dela, e minha língua se moveu para o seu pescoço. A buceta dela estava enlouquecendo, contraindo-se contra mim, e seus
dedos estavam cravados nos meus ombros.
"Porra!", Aria gritou, movendo-se para frente e mantendo meu pau bem fundo dentro dela. Olhei para o rosto dela, com a boca bem aberta. Meus braços envolveram sua cintura e eu rapidamente empurrei meus quadris para cima, escondendo o rosto no peito dela. "Não", ela gemeu, e eu ri, mordendo-a com força. Eu adorava quando ela ficava com marcas, feitas por mim.
"Quer que eu pare?", perguntei, batendo meus quadris com mais rapidez a cada vez.
"Não, continua", ela sussurrou. Eu estaria feliz de qualquer jeito, mas agora eu precisava mesmo satisfazê-la. Aria envolveu minha cabeça com os braços, empurrando-me ainda mais para dentro de seus seios. Eu lambi e mordisquei sua pele macia enquanto enfiava meu pau nela, com suas pernas tremendo ao meu redor.
"Estou gozando, goza comigo", ela disse baixinho, e respirei fundo, segurando-a com mais força. Ela gemeu no meu ouvido enquanto eu
apertava os dentes, despejando meu gozo dentro dela.
"Puta merda", ela riu, e eu olhei para cima, vendo seu rosto suado.
"É, isso foi-"
"Renzo!"