Toque-me | 18+ | #1 na série Bestfriend

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Resumo

Anteriormente conhecido como "My Brother's Bestfriend" Ele é proibido. Intocável. O melhor amigo do meu irmão. Mas algumas regras não foram feitas apenas para serem quebradas; elas foram feitas para serem estilhaçadas. Ao voltar da faculdade, eu nunca esperei que Jace Walker ainda estivesse por aqui. Ele não está apenas mais atraente; ele é uma força bruta e perigosa, cada centímetro dele exala tentação. Ele costumava bagunçar o meu cabelo; agora, o olhar dele queima a minha pele, deixando um rastro de fogo. O garoto de ouro do meu irmão, sim, mas para mim, ele é uma obsessão proibida, a fantasia sombria da qual não consigo me livrar. Eu deveria fugir. Meu corpo, no entanto, anseia pela caçada. ***** "Ava..." As mãos dele deslizaram para a minha cintura, agarrando a bainha da minha blusa. "Posso?" Sussurrei um sim, e ele a levantou lentamente, expondo-me centímetro a centímetro. "Você é linda. Não se esconda de mim." Ele se inclinou, capturando um dos meus mamilos com a boca, sugando levemente. "Goze para mim primeiro", ele instigou, com a voz baixa e autoritária. "Deixe-me sentir você contrair ao redor dos meus dedos." ***** **𝙡𝙞𝙣𝙜𝙪𝙖𝙟𝙚𝙢 𝙥𝙖𝙧𝙖 𝙥ú𝙗𝙡𝙞𝙘𝙤 𝙖𝙙𝙪𝙡𝙩𝙤 𝙚 𝙘𝙤𝙣𝙩𝙚ú𝙙𝙤 𝙨𝙚𝙭𝙪𝙖𝙡**

Status
Completo
Capítulos
50
Classificação
4.6 11 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1: Problemas com Toalha & Testosterona

POV da Ava

O lance de voltar para casa depois de um ano na faculdade é que, bem, tudo parece menor. A cozinha. O meu quarto. A minha paciência.

Especialmente quando ele ainda está aqui.

Bato a porta da frente com mais força do que o necessário, jogando minha mala no chão com a elegância de uma cabra morrendo. Está calor, estou mal-humorada e passei as últimas seis horas num ônibus com cheiro de chulé e sonhos destruídos.

Tudo o que eu quero é um banho e, possivelmente, lançar uma maldição em qualquer um que tenha dito: “Não há lugar como a nossa casa”.

“Ava?”

A voz do meu irmão vem lá de cima, alta, incrédula e 100% inútil.

“É, sou eu. Tenta não chorar.”

Ele ri, e passos pesados descem as escadas. Mason aparece, braços abertos, com aquela vibe de irmão orgulhoso e muito desodorante.

“Você parece… viva.”

“Nossa, valeu. Você parece alguém que ainda come cereal no jantar.”

Ele me puxa para um abraço de um braço só e bagunça meu cabelo como se eu tivesse doze anos. Spoiler: eu não tenho.

Enquanto a gente troca insultos falsos como sempre faz, um som me faz congelar.

Uma risada baixa e grave.

Eu conheço essa risada.

E, simplesmente assim, ele entra. Sem camisa. Uma toalha molhada em volta do quadril. Cabelo pingando. O abdômen brilhando como se fosse um daqueles tipos de conteúdo sexy do Instagram, invocado pelo próprio Satanás.

Jace, porra, Walker.

Claro. É óbvio que ele está aqui.

Eu encaro.

Ele encara de volta.

E puta que pariu, karma, ele ficou mais gostoso.

“Oi, princesa”, ele diz com preguiça, totalmente nem aí para o fato de que está quase pelado e eu estou praticamente tendo um curto-circuito.

“Não me chama assim”, eu disparo, embora saia com a voz meio ofegante. Pulmões estúpidos.

Ele dá um sorriso de lado. Aquele sorriso irritante e torto que ele costumava dar para os professores antes de sair impune de qualquer merda. “Não sabia que você ia voltar hoje.”

“Claramente.” Faço um gesto vago para a água pingando no peito dele. “E estou radiante por ser recebida por… isso.”

“Por ‘isso’ você quer dizer quase dois metros de pura massa muscular e charme?”

Eu solto um muxoxo. “Por ‘isso’ eu quero dizer a encarnação humana de um perigo ambulante.”

Ele só pisca e vai embora, como se a toalha dele não estivesse a um puxão de distância de destruir o meu último neurônio funcional.

Mason ou não percebeu ou já está acostumado com o caos, porque apenas diz: “Ele vai ficar aqui por algumas semanas. Foi expulso do apartamento”.

Claro que foi.

Porque o universo me odeia.



Mais tarde naquela noite, tento fingir que não ouço Jace assobiando no chuveiro como se estivesse fazendo um teste para um comercial de xampu. Digo para mim mesma que está tudo bem. Vou evitá-lo. Fácil.

Então, abro a porta do banheiro para pegar meu sabonete facial e dou de cara com ele de novo.

Dessa vez?

Sem. Toalha.

Apenas...

“Meu Deus”, eu sibilo, cobrindo os olhos como uma donzela vitoriana prestes a desmaiar.

Jace não se move. “Bom ver você também, Ava.”

“Veste uma calça, seu selvagem!”

Ele ri de novo, e algo no meu estômago dá um nó. Não é aquele tipo ruim. É o tipo “ah não, estou ferrada”.

Bato a porta e me encosto nela, com o coração batendo forte e o rosto em chamas.

Então.

É.

Este verão?

Estamos completamente fodidos.