The Kings Desire

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Resumo

Com apenas 24 anos, o Rei Alaric — conhecido por todos como King Ace — governa o reino mais poderoso do mundo. Com 1,93 m de altura, porte musculoso e intensos olhos cor de avelã, ele impõe respeito por onde passa. Mas, ao conhecer a fascinante Arora, a princesa de 19 anos de um reino menor, seu poder é testado de maneiras que ele jamais imaginou. Com sua cintura fina, curvas exuberantes e longos cabelos castanhos em cascata, Arora desperta em Alaric uma fome à qual ele não consegue resistir. O casamento deles é uma união de reinos, mas, a portas fechadas, é uma colisão de corpos e desejo. Arora se torna a rainha de quem ele não se cansa — sua pele macia, seus lábios, a maneira como ela se curva para ele. Suas noites são consumidas por uma paixão crua e desenfreada, e cada toque os deixa ansiando por mais. Mas, à medida que o peso da coroa afasta Alaric, Arora fica a desejar o homem que antes a arrebatava tão completamente. Nos corredores sombrios do castelo, eles roubam momentos de luxúria febril — sussurros no escuro, toques acalorados que os deixam sem fôlego e encontros secretos que incendeiam seu sangue. O amor deles é uma tempestade de paixão e poder, com cada encontro sendo mais intenso que o anterior. Enquanto a paixão ferve sob a superfície, será que eles encontrarão uma maneira de manter as chamas de seu amor vivas em meio às responsabilidades do trono?

Gênero
Erotica/Romance
Autor
Amara
Status
Completo
Capítulos
41
Classificação
4.7 19 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

Copyright © [2024] [Amara].

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Capítulo 1: O Peso da Coroa

O peso da coroa nunca pareceu tão grande para o Rei Alaric — conhecido por seu povo como Rei Ace. O grande salão do castelo, com suas paredes de pedra imponentes e tapeçarias cintilantes, ecoava com o som de passos apressados e sussurros urgentes. Seu reino, Valtoria, estendia-se por toda parte, com sua influência alcançando além das montanhas e mares. Mas o poder tinha um preço. Desde sua coroação, há poucos meses, o Rei Ace se via soterrado por reuniões diplomáticas, estratégias militares e a criação de alianças.

O Rei Ace sentava-se em sua grande mesa de carvalho, com papéis espalhados à sua frente. Ele os analisava rapidamente, com a mente já correndo para a próxima tarefa. Seus ombros largos tensionavam-se sob a túnica real enquanto ele lia mais uma proposta de tratado, com os olhos passando por cada palavra com precisão. A imensa responsabilidade de governar o reino pesava sobre ele, mas sua determinação permanecia inabalável.

James, seu conselheiro e assistente de confiança, entrou silenciosamente no recinto, com seus passos leves sobre o piso de mármore. Ele era um companheiro leal, sempre ao lado do rei desde a infância. Embora não fosse de origem nobre, James subiu na vida graças à sua lealdade e inteligência.

“Majestade”, começou James, baixando levemente a cabeça. “O tratado da aliança do norte foi revisado pelo conselho. Só falta a sua aprovação.”

Ace suspirou, colocando os papéis sobre a mesa com um baque surdo. “Outra aliança. Se formarmos mais alguma, estaremos de mãos dadas com metade do continente.”

James permitiu-se um breve sorriso antes de retornar ao seu comportamento contido. “Acredito que isso fortalece nossa posição, Vossa Majestade. Especialmente com a agitação no leste.”

Ace assentiu, com seus olhos cor de avelã focados. “Você tem razão, James. Como sempre. Agora, para amanhã, quero que prepare os homens e os cavalos. Partiremos ao amanhecer. Levará quatro dias para chegar a Castillon, mas faremos uma parada de dois dias no reino de Armandale. O rei de Armandale nos convidou, e fica no caminho. Seria falta de educação não aceitar.”

“Farei os preparativos imediatamente, majestade”, respondeu James com uma reverência, já recuando para sair do cômodo.

“James”, chamou Ace, interrompendo sua saída. “Certifique-se de que tudo esteja em ordem. Não quero atrasos.”

“Claro, Vossa Majestade.”

Assim que James saiu, a porta se abriu novamente, e o suave farfalhar de um vestido familiar anunciou a presença de alguém que Ace estimava muito: sua mãe, a Rainha Helena. Ela entrou no salão com elegância, sua presença impondo respeito sem precisar dizer uma palavra. Embora não reinasse mais, a Rainha Helena ainda carregava a autoridade real de uma rainha, e seu olhar penetrante recaiu sobre o filho.

“Alaric”, começou ela, usando o nome pelo qual apenas ela podia chamá-lo. “Você comeu alguma coisa hoje?”

Ele levantou o olhar do trabalho, surpreso com a aparição repentina dela. “Não, mãe, estive ocupado. Há muito o que resolver antes da viagem de amanhã.”

Helena balançou a cabeça, com os olhos suavizando-se à medida que se aproximava. “Você precisa se cuidar, meu filho. Você é o rei agora, sim, mas ainda é um homem. Pular refeições não manterá este reino funcionando.”

“Eu sei, mas—”

“Sem desculpas”, interrompeu ela, colocando uma mão gentil em seu ombro. “E há outro assunto.”

Ace suspirou, já prevendo para onde a conversa se encaminhava. “Se for sobre eu me casar—”

“É sobre isso”, confirmou ela, sentando-se na cadeira oposta à mesa dele. “Você é o rei agora. O povo espera um herdeiro, uma rainha ao seu lado. E eu... bem, eu gostaria de vê-lo estabilizado, Alaric. Você tem estado tão consumido por seus deveres que nem pensou nisso.”

Ace passou a mão pelo cabelo escuro, exasperado. “Estou atolado de trabalho, mãe. Não consigo me concentrar em procurar uma esposa agora.”

“Governar sempre exigirá seu tempo”, rebateu Helena suavemente. “Mas você precisa de alguém que possa estar ao seu lado, que possa suportar o peso desta coroa com você.”

“Vou pensar a respeito”, disse Ace, não querendo se prolongar no assunto. Ele respeitava os desejos da mãe, mas a ideia de se acomodar parecia apenas mais uma responsabilidade para a qual ele não estava pronto.

Helena deu-lhe um sorriso cúmplice, levantando-se novamente. “Pense nisso, meu filho. A coroa pode ser pesada, mas você não precisa carregá-la sozinho.”

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POV da Arora

O perfume de terra fresca e flores desabrochando preenchia o jardim, um refúgio tranquilo contra a agitação do castelo. Arora ajoelhou-se perto de um canteiro de rosas, com as mãos delicadas cobertas de lama enquanto cuidava das flores. Seu vestido, antes impecável e elegante, agora estava sujo de terra, mas ela não se importava. Aquele era seu santuário.

“Sua Majestade!”, chamou uma voz familiar atrás dela, levemente ofegante. Era sua dama de companhia, Mairi. “Por favor, a senhora não deveria estar fazendo isso! Temos jardineiros para essas tarefas.”

Arora virou-se, oferecendo um sorriso apesar do óbvio desânimo de Mairi. “Eu sei, Mairi. Mas isso me traz paz. Eu preciso disso.”

“Mas, Alteza”, insistiu Mairi, torcendo as mãos nervosamente. “E se alguém vir? Princesas não deveriam ser vistas nos jardins assim. É... impróprio.”

“Não estou preocupada com convenções”, respondeu Arora, levantando-se e sacudindo a saia, embora tenha adiantado pouco. “Às vezes, uma princesa precisa de um momento de paz.”

Mairi mordeu o lábio, olhando em volta antes de hesitar. “Seu banho está pronto, Alteza. Gostaria de... se refrescar?”

Arora riu baixinho. “Sim, suponho que devo me limpar antes que o papai me veja assim. Vamos lá.”

Após um banho relaxante, Arora vestiu um vestido fluido, deixando seu longo cabelo castanho em um estilo meio preso, caindo pelas costas. Sentindo-se renovada, ela caminhou até os aposentos ao ar livre de seus pais, onde seu pai e seu irmão costumavam discutir os assuntos do reino.

Ao chegar, seu pai, o Rei Edmund, sorriu calorosamente. “Ah, Arora, venha sentar-se conosco.”

Seu irmão, que estava sentado ao lado do pai, deu-lhe um cutucão brincalhão enquanto ela se sentava. “Soube que teremos um convidado importante chegando amanhã”, disse ele.

Arora arqueou uma sobrancelha. “Ah é? Quem seria?”

“O Rei de Valtoria”, respondeu seu pai. “Rei Ace. Ele fará uma parada a caminho de Castillon.”

O coração de Arora disparou. Ela ouvira histórias sobre o Rei Ace — seu poder, seu exército implacável e, acima de tudo, sua presença marcante. Muitos falavam de seu charme, sua força masculina e como as mulheres frequentemente se sentiam cativadas por ele.

A curiosidade preencheu sua mente enquanto ela tentava imaginar como ele seria. As histórias o pintavam como um rei diferente de qualquer outro. Ela se perguntava se a realidade faria jus à lenda.

“Bem”, disse ela suavemente, com a mente divagando. “Suponho que veremos em breve.”

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