A Noite Sem Fim

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Resumo

O grupo Stray Kids decide tirar uma folga e aluga uma cabana isolada nas montanhas, longe do alcance dos fãs e da mídia. Ao chegar, o clima é de descontração, e eles aproveitam a noite contando histórias de terror e rindo das próprias brincadeiras. Porém, quando Felix desaparece misteriosamente, a atmosfera muda: o que era para ser um descanso se torna uma luta desesperada pela sobrevivência. A cada hora que passa, outro integrante desaparece, e a cabana, antes acolhedora, se revela cheia de segredos e armadilhas. Lee Know e Han, que mantêm um relacionamento secreto, se veem cada vez mais envolvidos em uma trama de medo e desconfiança. Unidos por um vínculo forte, eles tentam proteger um ao outro enquanto desvendam o mistério que os cerca. Contudo, eles começam a perceber que o perigo não é apenas físico: algo sombrio na cabana parece querer devorar seu amor e sua esperança. O local era usado para rituais antigos, alimentando uma entidade que exige sacrifícios e se fortalece com o medo e a dor dos visitantes. Forçados a enfrentar seus piores medos e com seus companheiros sendo tragados pela escuridão, Lee Know e Han terão que escolher entre fugir e deixar seus amigos para trás ou confrontar a entidade, arriscando suas próprias vidas. Unidos até o fim, eles enfrentam uma escolha impossível: sobreviver, mas perder tudo que amam, ou sacrificar-se na tentativa de acabar com a mal

Status
Em Andamento
Capítulos
2
Classificação
n/a
Classificação Etária
16+

A chegada

O silêncio das montanhas parecia engolir tudo. Após horas de viagem, o grupo finalmente chegou à cabana isolada que alugara para o final de semana. Quando o carro estacionou em frente à construção antiga e imponente, todos ficaram em silêncio, admirando a estrutura rústica e cercada por uma floresta densa.


“Finalmente,” suspirou Bang Chan, o líder do grupo, com um sorriso aliviado. “Eu já não aguentava mais aquela estrada cheia de curvas.”


“Isso aqui parece mesmo o cenário de um filme de terror,” brincou Changbin, levantando uma sobrancelha ao observar a cabana. “Vocês têm certeza que essa é uma boa ideia?”


"Medroso,” provocou Hyunjin, rindo enquanto pegava suas malas. “É só uma cabana. Vamos relaxar e curtir.”


Lee Know observava tudo com um olhar atento, como se analisasse cada detalhe do lugar. Ao lado dele, Han o cutucou de leve. “Sério que você já está desconfiado? Achei que a ideia de ‘descanso isolado’ fosse animadora.”


“Não é isso,” Lee Know respondeu, segurando o olhar de Han por um instante. “Só... tenho um mau pressentimento. Mas você me conhece, sempre vejo problema em tudo.”


Han deu um leve sorriso e balançou a cabeça, quase como se tentasse tranquilizar o namorado sem dizer uma palavra. Aquilo era um segredo entre os dois, mantido bem escondido dos outros, mas agora, nessa cabana isolada, parecia que finalmente teriam algum tempo para ficarem juntos sem medo de serem descobertos.


Assim que entraram, foram recebidos por um ambiente que misturava o rústico com o sombrio. A cabana era espaçosa, com madeiras velhas que rangiam a cada passo. Havia uma grande sala com uma lareira que dominava o espaço, e as paredes eram decoradas com quadros antigos, cujas figuras pareciam observá-los. Seungmin franziu o cenho ao notar um retrato em particular – uma figura solitária com olhos fundos e sombrios, encarando-o de uma forma quase realista.“Esses quadros... são um tanto... perturbadores, não acham?” perguntou, a voz baixa.


Felix passou por ele e deu de ombros. “É só decoração, Seungmin. Bem que você disse que sempre repara em detalhes estranhos. Relaxa.” Ele se jogou no sofá grande no centro da sala, parecendo alheio à inquietação dos outros.


“E se cada um escolhesse seu quarto?” sugeriu I.N, com um sorriso esperançoso. “Assim evitamos briga, né?”


A ideia foi aceita com entusiasmo. Eles subiram as escadas estreitas que levavam aos quartos. Bang Chan e Changbin logo se instalaram no andar de cima, enquanto Lee Know e Han escolheram o quarto mais afastado no final do corredor. Seungmin, que continuava a olhar desconfiado para os detalhes da cabana, escolheu o menor dos quartos, dizendo que preferia um lugar “menos exposto”. Felix, que era sempre o mais despreocupado, pegou o quarto ao lado da escada, e Hyunjin se acomodou no quarto próximo ao dele.


Quando a noite caiu, eles se reuniram na sala de estar. Bang Chan acendeu a lareira, e as chamas iluminavam o ambiente com um brilho alaranjado que projetava sombras nas paredes. O clima estava perfeito para algo que Felix vinha sugerindo desde a viagem: contar histórias de terror.


“Quem quer começar?” perguntou ele, com um sorriso travesso, fitando os amigos ao redor.Changbin deu uma risada meio forçada. “Acho que já é assustador o suficiente estar aqui. Não precisamos exagerar.”


“Ah, para, Changbin!” respondeu Hyunjin, rolando os olhos. “Vai me dizer que tem medo?”Changbin se remexeu no sofá, cruzando os braços. “Não é medo, só não vejo graça nisso.”“Eu começo,” disse Seungmin, com um olhar sério que fez os outros se calarem. “Essa história não é inventada, ouvi de um amigo meu que passou um final de semana em um lugar como este...”


Ele começou a contar sobre uma casa abandonada onde, dizem, um espírito ainda vagava pelos corredores em busca de vingança. Conforme Seungmin narrava a história, a tensão na sala crescia, e os rostos dos amigos se tornavam sérios. A história parecia tocar algo profundo, algo assustadoramente familiar na atmosfera da cabana.


Enquanto Seungmin contava, Han começou a sentir um frio incomum percorrer sua espinha. Era como se algo invisível estivesse assistindo a eles. Ele olhou para Lee Know ao seu lado, que, mesmo tentando manter a expressão inabalável, parecia ligeiramente inquieto. Han estendeu a mão para pegar a de Lee Know discretamente, procurando conforto.


Quando a história terminou, houve um breve silêncio na sala, quebrado apenas pelo som crepitante da lareira.


“Ok, ok, já chega de histórias de terror,” disse Bang Chan, tentando quebrar o clima pesado. “Viemos aqui para relaxar, certo?”


“Concordo,” disse Lee Know, com uma voz firme. “Vamos dormir. Amanhã exploramos a floresta e aproveitamos mais o dia.”


Os amigos concordaram, e logo cada um foi para seu quarto, em silêncio, sem perceberem que cada um carregava uma sombra de inquietação. Han e Lee Know foram os últimos a subir as escadas, e quando fecharam a porta do quarto, Han suspirou, aliviado por estarem longe dos outros.


“Eu estou com uma sensação estranha,” ele admitiu, encostando-se à porta. “Como se algo estivesse errado.”


“Eu também,” Lee Know respondeu, segurando o rosto de Han entre as mãos, olhando-o nos olhos. “Mas estamos juntos. Não precisa se preocupar. Eu cuido de você.”


Han assentiu, tentando acreditar nas palavras de Lee Know. Ele se aproximou e o abraçou, sentindo o calor reconfortante de seu corpo. Durante alguns segundos, tudo parecia normal, mas então um som estranho os interrompeu – passos pesados vindo do corredor.


Eles se entreolharam, congelados, enquanto os passos pararam bem em frente à porta do quarto. Han prendeu a respiração, e Lee Know apertou sua mão com força.


“Alguém aí?” sussurrou Han, mas a resposta foi apenas silêncio.


Eles esperaram alguns minutos, mas os passos não retornaram. Lee Know abriu a porta com cautela e olhou para o corredor vazio. Nada estava fora do lugar, mas o ar parecia carregado, como se alguém ou algo tivesse acabado de passar por ali.


Ele fechou a porta, voltando para Han, que ainda parecia abalado. “Deve ter sido um dos meninos. Eles querem nos assustar, só pode,” disse Lee Know, tentando tranquilizá-lo.


“Será que todos estão bem?” murmurou Han, ainda abraçado a ele.


“Devem estar. Vamos descansar,” respondeu Lee Know, mas, mesmo quando tentaram dormir, o sentimento de perigo não os deixava em paz.


Naquela noite, enquanto o sono finalmente vinha, um grito abafado ecoou pela cabana.


Han e Lee Know se levantaram de imediato, trocando um olhar tenso. Ambos sabiam que aquele grito não fazia parte de nenhuma brincadeira. Han tentou abrir a porta com pressa, mas suas mãos tremiam, tornando o gesto desajeitado. Lee Know, percebendo o nervosismo do namorado, segurou o ombro dele com firmeza, tentando transmitir segurança.

“Respira, Han,” ele sussurrou, embora ele próprio estivesse visivelmente abalado. “Vamos com calma.”

Ao abrirem a porta, encontraram o corredor escuro e silencioso, como se nada tivesse acontecido. O grito parecia vir do andar de baixo, mas o silêncio que se seguiu era opressivo. Sentindo um calafrio, os dois desceram as escadas, prontos para qualquer coisa.

Ao chegar na sala, encontraram Felix sentado no chão, respirando com dificuldade. O rosto dele estava pálido, e ele olhava fixamente para algo no canto da sala, como se estivesse paralisado.

“Felix!” exclamou Han, correndo até o amigo. “O que aconteceu?”

Felix engoliu em seco, os olhos ainda arregalados. “Eu... eu vi... alguém...” Ele apontou para o canto da sala, onde uma sombra dançava na parede devido às chamas da lareira. “Tinha uma mulher... bem ali... Ela me olhou e depois desapareceu...”

Lee Know se aproximou, tentando avaliar a situação com calma. “Felix, pode ter sido sua imaginação. Você sabe que essas histórias podem nos assustar mais do que queremos admitir.”

Felix balançou a cabeça com força. “Não era imaginação. Eu sei o que vi.” Ele tremia levemente, ainda em choque.

Nesse momento, Bang Chan, Changbin, Hyunjin, Seungmin e I.N chegaram, todos parecendo confusos e assustados, provavelmente atraídos pelo grito. Bang Chan olhou ao redor, tentando entender o que estava acontecendo. “Alguém vai me explicar o que está acontecendo aqui?”

Lee Know respirou fundo, cruzando os braços enquanto tentava manter a calma. “Felix disse que viu uma mulher aqui, na sala.”

Seungmin, que sempre tentava manter o ceticismo, olhou para Felix com uma expressão séria. “Você deve ter se assustado com as sombras da lareira, Felix. Essas cabanas antigas sempre têm um jeito de nos pregar peças.”

“Eu vi, Seungmin!” Felix insistiu, a voz saindo mais alta do que ele pretendia. “Ela estava olhando para mim. Não era minha imaginação!”

Hyunjin, que costumava manter a pose de desdém diante dessas situações, desta vez parecia genuinamente desconfortável. “Talvez seja melhor irmos embora,” ele sugeriu, para surpresa de todos. “Eu sabia que esse lugar era estranho. Não quero ficar aqui nem mais um segundo.”

Bang Chan levantou as mãos, tentando acalmar os amigos. “Pessoal, estamos todos nervosos. Talvez seja só o cansaço. Vamos tentar dormir e pensar nisso amanhã, com a cabeça mais fria.”

Relutantemente, todos concordaram. Subiram novamente para os quartos, cada um carregando um misto de medo e descrença. No entanto, quando as luzes foram apagadas e o silêncio da noite tomou conta, nenhum deles conseguiu relaxar.

Han ficou deitado ao lado de Lee Know, que passava os dedos em seus cabelos na tentativa de acalmá-lo. Mas a verdade era que nem ele conseguia relaxar. O que Felix tinha visto? Era apenas uma alucinação causada pelo cansaço e pelas histórias de terror, ou havia algo naquela cabana que eles não compreendiam?

“Lee Know, você acha que ele realmente viu alguma coisa?” Han sussurrou, tentando não soar tão assustado.

Lee Know hesitou, então respondeu em voz baixa. “Eu não sei. Mas vamos ficar juntos e enfrentar o que quer que seja. Não vou deixar nada te machucar.”

Naquele instante, ouviram uma risada baixa e distorcida ecoar pelo corredor.

A risada era fraca, mas sinistra, ressoando pelos corredores vazios como uma brisa fria. Lee Know imediatamente se levantou, olhando para a porta, enquanto Han segurava o braço dele com força, sem disfarçar o medo que o tomava.

“Você ouviu isso?” Han sussurrou, sentindo o coração acelerar.

“Sim,” respondeu Lee Know, tentando manter a compostura, mas os olhos traiam a tensão. “Fique aqui. Eu vou ver o que está acontecendo.”

“Não!” Han apertou a mão dele. “Eu... eu vou com você. Não quero ficar sozinho aqui.”

Lee Know assentiu, e os dois saíram cautelosamente para o corredor. Ao chegarem lá, notaram que as portas dos outros quartos também estavam entreabertas, indicando que os outros haviam ouvido o som.

Bang Chan foi o primeiro a sair, parecendo determinado a resolver a situação, seguido de Changbin e Seungmin, que estavam inquietos, mas tentavam esconder o nervosismo. Felix, ainda visivelmente abalado, juntou-se ao grupo junto com Hyunjin e I.N, que mantinham expressões desconfiadas e apáticas.

“Tem alguém pregando uma peça?” Changbin perguntou, tentando forçar um tom de confiança. “Isso não é engraçado.”

“Eu... eu juro que não fiz nada,” Felix disse, olhando ao redor. “Eu não inventaria isso, Changbin.”

Bang Chan respirou fundo, reunindo coragem. “Certo, vamos até a sala todos juntos. Quem sabe descobrimos alguma coisa?”

Com passos cautelosos, o grupo desceu a escada, tentando ignorar o som de seus próprios corações batendo acelerados. A cabana parecia ainda mais sombria à noite, como se as paredes de madeira absorvessem a luz das velas, criando sombras inquietantes em cada canto.

Ao entrarem na sala, a primeira coisa que notaram foi que o retrato perturbador que Seungmin havia observado mais cedo parecia ligeiramente diferente. A figura na pintura, antes parada e inexpressiva, agora parecia ter um sorriso sutil – algo que ninguém lembrava de ter visto antes.

“Isso... estava assim antes?” perguntou Seungmin, com a voz baixa, hesitante.

Ninguém respondeu. O silêncio era denso, opressivo, e de repente todos sentiram uma presença estranha, uma sensação de serem observados. Foi então que Hyunjin apontou para o canto da sala.

“Havia algo ali,” ele murmurou. “Algo passou rápido.”

Os olhares se voltaram para onde Hyunjin apontava, mas não havia nada além da escuridão. No entanto, o ar parecia mais pesado, carregado de algo inexplicável.

“Isso não está certo,” sussurrou I.N, começando a tremer. “Esse lugar... não é normal.”

Antes que alguém pudesse responder, uma forte batida soou do andar de cima, como se algo pesado tivesse sido derrubado. O som reverberou pela cabana, e o grupo se entreolhou, alarmado.

Bang Chan, tentando manter a liderança, fez um sinal para que todos permanecessem calmos. “Vamos juntos. Seja o que for, precisamos entender o que está acontecendo.”

Relutantemente, o grupo subiu novamente, dessa vez ainda mais em alerta. Os passos ecoavam nos degraus de madeira, e cada ranger do chão fazia com que seus corações pulassem. Quando chegaram ao corredor, notaram que a porta de um dos quartos estava entreaberta, balançando levemente, como se tivesse acabado de ser tocada.

Lee Know deu um passo à frente, o olhar determinado, mas o aperto em sua mão revelava a tensão crescente. Ao lado dele, Han respirava fundo, lutando para manter a calma.

“Vou abrir,” sussurrou Lee Know, tentando parecer corajoso.

Ele empurrou a porta devagar, e a escuridão do quarto pareceu se estender para o corredor. Nada parecia fora do lugar... até que eles viram marcas no chão, como arranhões, desenhando padrões estranhos que formavam algo que parecia um símbolo.

“O que é isso?” perguntou Changbin, a voz trêmula.

“Eu não sei,” respondeu Bang Chan. “Mas acho que... devemos sair daqui.”

Todos concordaram, o medo estampado em seus rostos. Mas, ao tentarem se mover, perceberam que estavam presos. A porta da cabana estava trancada e as janelas não se moviam, como se uma força invisível estivesse impedindo sua fuga.

“Alguém... está brincando conosco,” murmurou Han, o rosto pálido.

Felix, com a voz baixa e trêmula, completou: “Ou talvez... algo.”

O grupo se viu preso, com a presença assustadora daquela figura misteriosa em cada canto, sentindo-se observados. O que eles pensavam ser uma noite tranquila na cabana se transformou em um pesadelo, e, no fundo, todos se perguntavam:seriam capazes de sair vivos dali?

A risada fantasmagórica ecoou novamente, e desta vez, estava mais próxima.

Os olhares se encontraram em um misto de pânico e desespero. Cada um deles percebeu que, mesmo se quisessem manter a calma, aquela atmosfera era opressiva demais para permitir. O som parecia vir de todas as direções, envolvendo-os como um manto pesado de escuridão.

“Isso não faz sentido,” murmurou Hyunjin, abraçando a si mesmo, como se tentasse se proteger de um frio que não estava ali.

“Precisamos sair,” Bang Chan declarou, tentando soar firme, mas a tensão era evidente em sua voz. “Vamos para a porta, agora.”

Eles correram em direção à saída, mas, ao chegarem lá, a porta estava firmemente trancada. Lee Know, determinado a manter Han seguro, tentou forçar a maçaneta, mas era inútil. Ele olhou para os outros, buscando apoio, mas os rostos ao seu redor refletiam o mesmo terror impotente.

“Isso só pode ser uma piada,” Changbin insistiu, mas sua voz soava vazia, como se nem ele mesmo acreditasse.

Foi então que as luzes começaram a piscar, lançando sombras inquietantes pelas paredes. Cada piscar criava formas distorcidas nas paredes e no teto, como se figuras invisíveis os observassem, prontas para atacar.

De repente, uma batida ressoou novamente, desta vez soando como se algo – ou alguém – estivesse tentando entrar. Os olhos de todos se voltaram para a direção do som, paralisados, como presas diante de um predador invisível.

“E se for... alguém?” Han sussurrou, a voz quase inaudível, mas seus pensamentos eram claros. Ele segurou a mão de Lee Know com força, como se fosse sua âncora na realidade.

“Se for, então estamos presos com ele... ou com isso,” Felix respondeu, sua voz tingida de um terror que ninguém jamais ouvira antes.

A batida tornou-se mais forte, quase como uma martelada incessante, e então, do nada, cessou, deixando a cabana em um silêncio absoluto, mas repleto de tensão. O grupo ficou em completo silêncio, mal ousando respirar.

Foi então que uma voz sussurrante, rouca e ameaçadora, rompeu o silêncio, reverberando por cada canto da cabana:

“Vocês não deveriam estar aqui...”

Ao ouvirem aquelas palavras, cada um deles sentiu o coração parar por um instante. Han olhou para Lee Know, os olhos repletos de terror e perguntas não ditas. No fundo, ele sabia que aquela noite seria inesquecível – mas a dúvida persistia:eles sobreviveriam para contá-la?