A VADIA GOSTOSA

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Resumo

Sara é uma vadia safada que gosta de foder

Status
Completo
Capítulos
16
Classificação
5.0 5 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

Brian Matthews estava perto do bar, observando sua esposa de dez anos, Sara, flertar com um homem alto e bonito. Conseguia ver o sorriso no rosto dela do outro lado da sala. Ela estava perto do desconhecido, os quadris quase se tocando. Uma posição que deixaria a maioria dos maridos com ciúmes. Brian enfiou a mão no bolso e sentiu a calcinha ainda morna que ela estivera usando. Sara não tinha reclamado quando ele disse que ela precisava tirá-la. Ele falou que dava para ver o contorno por baixo do vestido. Embora o vestido bege de coquetel fosse bem justo, os dois sabiam que a calcinha não apareceria, já que o pedaço de pano era minúsculo. Na verdade, agora que ela estava sem calcinha, se ficasse na luz certa, o vestido ficava quase transparente. Se não tivesse depilado os pelos pubianos, com certeza apareceriam.


Brian soltou um suspiro ao observar a esposa linda. Ela estava tão em forma e sexy quanto no dia em que a conheceu. Os seios ainda eram firmes o suficiente para dispensar sutiã na maioria das vezes, e os quadris continuavam finos, ficando bem em qualquer roupa justa.

Fazia quase doze anos desde que um amigo em comum os apresentou na faculdade. Brian estava em uma festa da fraternidade com seu melhor amigo, Patrick. Era o começo do segundo ano, e eles se preparavam para o novo semestre. O que, claro, significava encher a cara. Brian tinha feito papel de bobo tentando chamar a atenção de Sara. Estava bêbado o suficiente para ser ousado. Era uma festa na piscina, e ele resolveu mostrar a todos como conseguia se equilibrar em um pé na ponta do trampolim sem derramar a cerveja. Não deu certo. Ele e a cerveja caíram na piscina, roupa e tudo. Por sorte, Sara achou a cena engraçada.

Para Brian, foi amor à primeira vista.

Mas era óbvio que Sara não estava tão encantada quanto ele. Na verdade, ele descobriu depois que ela queria curtir a vida e não tinha interesse em ficar presa a um único cara. Foram dois anos até Brian convencê-la a namorar só com ele. Esse foi o segundo melhor dia da vida dele. O primeiro foi quando ela aceitou se casar com ele.


Brian percebia que Sara estava nervosa e excitada ao lado do desconhecido alto. Sabia que o líquido dela já começava a escorrer pelas coxas. Era uma das coisas que mais amava nela. A vagina dela pingava como uma torneira quando ficava excitada. Dava para ver que ela trocava o peso de um pé para o outro, tentando conter o fluxo. Ele a observou se inclinar e sussurrar algo no ouvido do novo amigo. Um sorriso cruzou seu rosto quando ela olhou ao redor e o homem assentiu. Um segundo depois, os dois saíam sorrateiramente pela porta de correr dos fundos.

De repente, Brian sentiu um aperto no peito ao vê-los sair. O pânico não era porque Sara estava indo para fora com um desconhecido, mas porque perderia os dois de vista. Olhou ao redor da casa vitoriana do chefe e viu uma escada em espiral que levava ao andar de cima. Deixou o drinque na mesa e correu para as escadas. Porém, antes que chegasse aos degraus, seu chefe o interceptou.

— Aí está você, Brian. Queria falar com você sobre um projeto de reengenharia que estou pensando em implementar.

— Sim, senhor — disse Brian, tentando não deixar a irritação transparecer na voz.


— Bom, eu queria colocar você no comando e explicar para onde pretendo levar isso.

— Obrigado, senhor. Fico muito grato pela oportunidade. Era um elogio e tanto, o chefe pensar nele para o projeto. Mas não era o melhor momento para conversar. Brian sabia que não tinha como se desculpar sem ser grosseiro, então tentou ouvir com paciência enquanto o chefe explicava cada detalhe do projeto.

Finalmente, o chefe fez uma pausa e perguntou: — E então, o que acha?

— Hum, parece ótimo — gaguejou Brian. Mal tinha ouvido uma palavra do que o homem dissera. Sua mente estava ocupada com o que acontecia lá fora naquele momento.

Brian ficou aliviado quando a esposa do chefe se aproximou e pediu para roubá-lo por um minuto. Contendo um suspiro de alívio, viu o chefe se afastar. Olhou para o relógio. Dez minutos já tinham passado. Subiu as escadas correndo. Quando chegou ao corredor do andar de cima, abriu a primeira porta que viu, achando que era um quarto. Infelizmente, era o banheiro. Tentou outra porta e encontrou a suíte principal. Atravessou o cômodo às pressas até as portas francesas que davam para a sacada. Girou a maçaneta com cuidado e saiu em silêncio.

Era uma noite quente de verão, com uma lua brilhante no céu limpo. O barulho dos insetos noturnos era quase ensurdecedor enquanto Brian se aproximava devagar do parapeito coberto de hera e espiava por cima, torcendo para estar no lugar certo.

Um arquejo escapou de seus lábios quando viu a esposa beijando o desconhecido com paixão. Os corpos estavam colados um no outro. A cabeça de Brian começou a girar, como sempre acontecia nesses momentos, e uma onda de excitação o percorreu ao ver Sara e o homem se esfregando.


Não era a primeira vez que Brian via uma cena assim. Nos últimos seis meses, tinha visto Sara nos braços de vários homens diferentes.

Tudo começou na noite do casamento da sobrinha dele. Era uma daquelas festas de família chatas, e Brian queria ir embora o mais rápido possível. Mas eles precisavam aparecer na recepção, pelo menos. Sara, por outro lado, adorava casamentos. Gostava de conversar com amigos que só via de vez em quando e, principalmente, de dançar.

Brian detestava conversa fiada e não era muito de dançar. Então, quando um rapaz se aproximou e convidou Sara para dançar, ele não se opôs. Enquanto o jovem levava sua linda esposa para a pista, Brian olhou ao redor e percebeu os olhares de outros homens sobre ela. Depois disso, metade dos solteiros — e alguns casados — a convidaram para dançar. Talvez fosse porque ela usava um vestido decotado que deixava metade dos seios à mostra. Ou talvez porque Sara adorava atenção e era uma provocadora nata.

No fim da noite, Sara tinha bebido um pouco demais e flertava sem vergonha com todos. Estranhamente, em vez de ficar com ciúmes, Brian se sentiu incrivelmente excitado. Foi uma surpresa total para ele. Nunca tinha sido do tipo ciumento, mas aquilo nunca tinha sido posto à prova como naquela noite. Quando finalmente chegaram em casa, tarde da noite, transaram como não faziam havia meses. Sara estava como uma tigresa e o devorou com uma paixão que ele não via fazia tempo. Os dois foram dormir com sorrisos no rosto.

No dia seguinte, Sara pediu desculpas várias vezes e implorou por perdão. A surpresa dela foi evidente quando Brian deu de ombros e disse que estava feliz por ela ter se divertido. Explicou que sabia que ela gostava de dançar e que sentia muito por não ser bom nisso. Além do mais, falou que tinha sido divertido vê-la provocando aqueles caras cheios de tesão. Sabia que o comentário tinha chocado Sara, mas deixaram o assunto de lado.

Algumas semanas depois, aconteceu algo parecido. Dessa vez, foi em uma festa do trabalho. Um homem mais velho tinha encurralado Sara. Ela curtia a atenção e só fez uma tentativa meia-boca de se afastar. Quando olhou para Brian, viu que ele a observava com uma expressão estranha no rosto. A mão do homem começou a deslizar pelo quadril dela até se firmar na bunda. Os olhos de Sara se arregalaram de choque, mas quando procurou Brian, ele tinha sumido. Sara sabia que o certo seria dar um tapa na cara do sujeito, mas, em vez disso, tomou um gole lento da bebida e deixou a mão apertar sua bunda.

Brian não tinha ido longe. Deu a volta até ter uma visão clara de Sara e do homem no canto. Conseguia ver que a mão dele estava entre ela e a parede, parecendo se mover para cima e para baixo. Incrivelmente, Brian sentiu o pau começar a endurecer. Notou que não era o único com uma ereção — a calça do desconhecido também estava armada.

Nada mais aconteceu na festa, mas quando ele e Sara foram para a cama naquela noite, a transa foi incrível de novo.

Nas semanas seguintes, houve mais alguns episódios. Cada um resultava em sexo apaixonado quando chegavam em casa. Finalmente, o assunto precisou ser conversado. Depois de alguns minutos gaguejando em torno do tema, os dois tiveram que admitir que as provocações os excitavam. Fazia tempo que a transa entre eles não era tão intensa ou frequente. Depois de discutirem, concordaram que, desde que as provocações não passassem dos limites, seria uma boa forma de apimentar o casamento. Só que nunca definiram o que significava "passar dos limites".

Desde então, tinham criado várias situações em que Sara ficava "envolvida" com outros homens. Encontraram um bar em uma cidade a uma distância segura, onde podiam experimentar sem medo de serem vistos por conhecidos. Na maioria das vezes, o que acontecia era uma provocação inocente. Sara dançava e brincava com os homens, permitindo liberdades que não eram exatamente decentes, mas ainda dentro do jogo de sedução. Porém, em duas ocasiões, Sara saiu do bar com homens e ficou se agarrando nos carros deles. Os caras, claro, queriam transar, mas Sara só permitiu uns amassos. Deixou que brincassem com seus seios e depois os masturbou. Cada vez, contava a Brian todos os detalhes antes de transarem com paixão.


Agora, Brian estava na sacada, observando a esposa beijar um desconhecido. Aquela noite estava carregada de eletricidade desde o começo. Parecia que algo mais ia acontecer. O fato de Brian nunca ter estado perto o suficiente para assistir antes tornava tudo diferente.


Brian ouvia os gemidos de Sara enquanto ela beijava o desconhecido bonito. Conseguia ver as bocas abertas trabalhando uma na outra. De vez em quando, dava para ver a língua dela ou a do homem, conforme os beijos ficavam mais intensos. Então, viu as mãos do homem deslizarem pelas costas dela até segurar suas nádegas firmes. Sara parecia gostar das carícias e rebolava os quadris contra ele. Quando as mãos dele chegaram na barra do vestido curto, ela ainda não protestou. De repente, o desconhecido puxou o vestido dela até a cintura, deixando suas nádegas nuas à mostra. Um arquejo escapou dos lábios de Brian, e ele ouviu Sara gemer quando o ar fresco da noite tocou a pele quente de sua bunda.


— Meu Deus, você é uma mulher linda — o desconhecido disse, afastando a boca da dela.

Sara apenas gemeu e enterrou o rosto no ombro dele. Então Brian viu a cabeça dela se erguer de repente, os olhos arregalados de choque. Pelo movimento da mão do homem, parecia que ele tinha encontrado a vagina dela.


Brian estendeu a mão e segurou seu pau duro enquanto continuava a observar. Via os quadris de Sara se movendo para frente e para trás contra a mão do homem. Depois, ela afastou os pés e abriu as pernas, dando fácil acesso aos lábios inchados. O gemido que escapou de sua boca chegou aos ouvidos de Brian, e ele tremeu de excitação. Quase conseguia ver o dedo entrando e saindo daquela boceta molhada. Observou os quadris dela empurrando para baixo, como se tentasse desesperadamente levar o dedo provocador até o fundo.


Brian estava fora de si enquanto assistia de apenas alguns metros acima. Pensou em tirar o pau, mas teve medo de que alguém o visse. Em vez disso, ficou parado no escuro, observando a esposa enquanto esfregava a ereção dolorida dentro da calça. Via a mão do homem se movendo mais rápido, trabalhando entre as pernas dela. De repente, conseguiu ouvir o som molhado dos dedos encharcados. Percebeu que Sara estava ofegante.


Sara estendeu a mão e segurou a barraca nas calças do desconhecido. — Ai, meu Deus, é tão grande — gemeu.

— Tira pra fora — o homem sussurrou.

Sara olhou ao redor para ter certeza de que estavam sozinhos, mas não ergueu os olhos, senão teria visto o marido espiando da sacada. Com as mãos trêmulas, ela puxou o zíper do desconhecido. Um gemido escapou de seus lábios quando enfiou a mão dentro da calça e encontrou a ereção latejante. Puxou o pau para fora e arfou: — Ai, meu Deus!

Brian quase arfou também ao ver o pau comprido do desconhecido sob a luz da lua. Era tão grande que fazia a mão dela parecer pequena. Viu o punho dela subindo e descendo até que uma gota grossa de líquido transparente brotou da ponta. Brilhou sob a luz prateada.


— Deixa eu te comer — o homem sibilou, os quadris começando a se mover para frente e para trás.

Brian engasgou ao ouvir as palavras. Seus olhos se arregalaram de choque. De repente, tremia todo enquanto via o homem empurrar o pau para baixo, entre as pernas da esposa. Prendeu a respiração ao ver Sara abrir as coxas e, em seguida, o pau desaparecer. Não conseguia acreditar que ela estava mesmo fazendo aquilo; que estava transando com um desconhecido. A cabeça girava de excitação. Finalmente, estava vendo a esposa trepar com outro homem.


Infelizmente, Brian não percebeu que o pau do desconhecido tinha errado o alvo e escorregado entre as pernas dela, sem entrar.

— Não… não posso — Sara arfou, recuando e deixando o pau saltar entre eles.


Quando Brian viu o pau do homem reaparecer e ouviu Sara dizer não, sentiu uma estranha decepção, mas alívio ao mesmo tempo. Era uma contradição esquisita: ele queria que ela fizesse, mas, ao mesmo tempo, não queria.

— Então me chupa — o homem sibilou, excitado, e pressionou os ombros de Sara.


As pernas de Sara pareciam ceder enquanto ela deslizava para a grama. Um segundo depois, estava de joelhos, e o pau enorme a centímetros do rosto.

Brian sabia que ela nunca tinha ido tão longe. Perguntou-se se ela iria até o fim… se realmente colocaria o pau do desconhecido na boca. Não precisou esperar muito para descobrir.


O homem colocou as duas mãos na cabeça dela e puxou seu rosto em direção ao membro latejante.

Sara resistiu por um momento. Seus olhos brilhavam de excitação.


De repente, Brian ouviu o gemido de rendição dela, quando abriu os lábios e colocou o pau de outro homem na boca pela primeira vez desde que haviam se casado. Fechou os olhos por um segundo e respirou fundo, trêmulo. Quando os abriu, viu a boca esticada de Sara começar a trabalhar para cima e para baixo no pau longo e branco.

Brian estava enlouquecendo enquanto a via chupar o pau do desconhecido. Não acreditava que ela tinha ido tão longe. Observou o homem começar a guiar a cabeça dela com as mãos. Conseguia ver o pau molhado de saliva saindo da boca da esposa e até ouvir o som da sucção. Nunca tinha visto ou ouvido nada tão excitante.


— Isso, gata, chupa meu pau! Engole tudo! Porra, como você sabe chupar!

As palavras sujas do homem pareceram afetar Sara. Ela estendeu as mãos e segurou o pau com as duas, os dedos sem conseguir se tocar. Começou a bombear para cima e para baixo, rápido.


— Ele vai gozar — Brian sussurrou, num aviso que ela não ouviu.


Sara já sabia.

— Isso… isso mesmo — o desconhecido sibilou, empurrando para frente e puxando a cabeça dela contra o pau. — Ahhhhh!!! — gemeu. — Vou gozar.

Brian viu que Sara ficou surpresa com a força da ejaculação. Seus olhos se arregalaram, e as bochechas incharam enquanto a boca se enchia de porra. Outro tremor percorreu Brian ao ver a esposa engolir uma vez, depois outra. Os punhos dela continuaram se movendo para cima e para baixo, ordenhando o leite das bolas do desconhecido.


Inacreditavelmente, Brian viu Sara começar a tremer. Conhecia os sinais. Sem nem se tocar, ela tinha conseguido gozar. Gemeu com o pau ainda jorrando na boca, e o corpo estremeceu. Enquanto gozava, parou de chupar, e a porra do desconhecido continuou enchendo sua boca, escorrendo pelos lábios. Pingou no queixo e caiu na grama. Parte respingou nos seios fartos. Por fim, o pau do homem amoleceu e escorregou da boca dela, deixando outro rastro de esperma no queixo. Sara se levantou depressa e passou as costas da mão trêmula pela boca.


— Eu… eu… meu marido… — Sara arfou, confusa.

— Eu entendo. Minha esposa também deve estar me procurando.


Brian saiu correndo do quarto e desceu as escadas às pressas. Estava no bar pegando outra bebida quando Sara voltou. Tentou agir como se nunca tivesse saído da festa.

Sara e Brian saíram da festa logo depois do incidente com o desconhecido. Por algum motivo, a volta para casa pareceu durar o dobro do tempo. Os dois ficaram em silêncio, sentados um perto do outro, mergulhados em seus próprios pensamentos. Sara apoiou a cabeça no ombro de Brian e estendeu a mão para acariciar a coxa dele com carinho.

Brian morria de vontade de conversar sobre a noite, mas tinha a impressão de que Sara não queria. Ela estava estranhamente quieta ao saírem da festa; talvez revivendo o que tinha acontecido. Ou talvez estivesse envergonhada. Brian não tinha certeza. Mas não havia dúvida de que ele ainda estava muito excitado com o que tinha visto. Não conseguia tirar da cabeça a imagem da doce esposa de joelhos, fazendo sexo oral em um desconhecido. Ainda via a porra do homem escorrendo do queixo dela. Na verdade, quando olhou para a esposa sentada ao seu lado, percebeu um brilho do líquido pegajoso nos seios. Sabia que era a porra do desconhecido. Perguntou-se se ela ainda sentia o gosto dele.

Brian estava louco para perguntar os detalhes. Quando estavam quase chegando em casa, finalmente quebrou o silêncio: — Você se divertiu hoje?


— Acho que sim — Sara respondeu, sem se comprometer. Era óbvio que não sabia o quanto deveria revelar. Eles tinham combinado que ela sempre seria honesta e contaria o que acontecesse. Mas Brian sabia que aquilo tinha ido além do que ela — ou até ele — esperava.


— Então me conta o que aconteceu? — Brian insistiu, tentando não parecer impaciente.

Sara hesitou, mas finalmente disse: — Bom, você viu a gente sair. A gente se beijou e ele… ele pôs o dedo em mim.

Um arrepio percorreu Brian com as palavras dela. Queria — e precisava — de mais. — E? — perguntou.

— Depois eu tirei o… o pau dele e… você sabe… eu o fiz gozar. — O rosto de Sara ficou vermelho. Ela voltou a ficar em silêncio.


Brian sentiu certo alívio por ela não ter mentido. Mas sabia que ela não estava contando toda a verdade.

Brian resistiu à vontade de contar que tinha assistido. Decidiu esperar para revelar isso mais tarde. Por enquanto, sentia frustração pela falta de detalhes. Pensou que um pouco de estímulo poderia soltá-la. Estendeu a mão e a colocou entre as pernas dela. Quando sentiu que ela as abriu para ele, sorriu e moveu os dedos até a boceta ainda inchada. Começou a passar os dedos suavemente entre os lábios e disse: — Aposto que você queria que ele te comesse, não é?

Sara não respondeu de imediato. Por fim, sussurrou: — Queria. — Depois acrescentou, sincera: — Mas não deixei. — E voltou a ficar em silêncio.

A falta de detalhes estava deixando Brian muito frustrado. Como ela não disse mais nada, ele decidiu que tinha tirado tudo o que podia dela por enquanto. No resto do caminho para casa, brincou com os lábios sensuais dela, arrancando gemidos de prazer e reacendendo a excitação.

Quando chegaram em casa, demoraram uns dez minutos para ir da garagem até o quarto. Pararam para se beijar várias vezes, perdendo peças de roupa pelo caminho. O pau de Brian não tinha amolecido desde o momento em que os viu se beijando.

Sara e Brian caíram nus na cama, os corpos colados, os lábios dele procurando os seios arfantes. Conseguia ver os flocos secos de esperma nos montes macios. Os lábios contornaram aqueles pontos e chegaram aos mamilos duros.


Continua...

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