Capítulo 1
— Que porra é essa? — Zach Gary murmurou, o mundo girando à sua volta, luzes coloridas formando um caleidoscópio como uma aurora boreal ao seu redor.
Aos poucos, as luzes diminuíram e pararam. Zach sentiu o tecido áspero da lona debaixo dele e uma dor latejante do lado esquerdo da cabeça, onde... ah, merda.
Alguém estava ajoelhado sobre ele, apontando uma luz em seus olhos. Ele levantou a mão para proteger os olhos e virou o rosto, piscando enquanto tentava entender o que via. Então percebeu que era a fotógrafa do hexágono, ajoelhada ao seu lado tirando fotos. O que não fazia sentido era a boceta nua dela sob a minissaia, os lábios internos longos e abertos como asas de borboleta, com um clitóris grande e inchado e um tufo de pelos ruivos acima. Quando ergueu os olhos, encarou a lente da câmera.
Os minutos seguintes foram um borrão, assim como boa parte da hora anterior, exceto pela imagem daquele chute alto giratório que tinha passado por sua guarda e acertado em cheio sua têmpora. A única coisa que conseguia pensar era que não estava mais invicto no MMA, que agora tinha quatro vitórias e uma derrota, e que não gostava nem um pouco de como aquela derrota tinha sido. Ir para o hospital de ambulância, como mandava o protocolo para nocautes, era o fundo do poço.
No hospital, passou por uma bateria de exames, teve sangue e urina coletados para análise e fez uma ressonância do crânio antes de ser levado a um quarto particular. Lá, informaram que precisaria ficar em observação pelas próximas 24 horas, conectado a um monte de aparelhos, incluindo um EEG.
— Oi — ele ouviu assim que se deitou e fechou os olhos. — Você vai ficar bem?
Ao abrir os olhos e virar na direção da voz, viu uma mulher miúda de cabelo curto e cacheado, ruivo, emoldurando um rosto sardento com olhos verdes brilhantes e um nariz arrebitado. Quando baixou o olhar, não conseguiu evitar notar que a camiseta de grife que ela usava era pelo menos um número menor, destacando os seios pequenos com mamilos grossos e salientes, o tom rubi visível através do tecido branco. Ela também segurava uma câmera em uma das mãos.
— A fotógrafa — Zach disse, reconhecendo-a.
— Fotojornalista — ela corrigiu. — Sou a Krista Hill. Trabalho para o Sr. Johnson, o promotor.
— Conseguiu boas fotos? — Zach perguntou.
— Sim — Krista respondeu, assentindo. — Infelizmente, nenhuma delas te deixa muito bem.
— Eu vacilei — Zach suspirou.
— Fiquei surpresa de você ter deixado aquele chute passar pela sua guarda — Krista comentou. — Achei que fosse melhor que isso.
— Você entende de luta? — Zach perguntou.
— Um pouco — Krista respondeu. — O suficiente para fazer meu trabalho. Você estava distraído ou algo assim? Sua defesa costuma ser bem melhor.
— Você já me viu lutar? — Zach perguntou.
— Algumas vezes — Krista respondeu.
— Lutadores te excitam ou é a luta em si? — Zach perguntou.
— Odeio a luta — Krista respondeu. — Homens é que me excitam.
— Então por que vem às lutas? — Zach quis saber.
— O Sr. Johnson quer que eu faça uma matéria sobre MMA, algo que mostre como é a perspectiva do lutador — Krista explicou. — Não consigo fazer isso sem entender. E, para entender, preciso ver.
— É por isso que está aqui, parte da sua matéria? — Zach perguntou.
— Isso mesmo — Krista confirmou, assentindo. — O Sr. Johnson quer que eu te acompanhe durante a recuperação, a suspensão médica por ter sofrido um nocaute e a primeira luta de volta.
— Tudo isso? — Zach perguntou. — Por quê?
— Para mostrar às pessoas como é a vida de um lutador de MMA — Krista respondeu. — Não é só treinar e lutar, é lidar com as consequências do treino, da luta também. Quero apresentar um retrato mais completo, não só a caricatura de um brutamontes cheio de hormônios e violência.
— Então por que me escolheu? — Zach perguntou, começando a rir, mas parou quando sentiu a cabeça latejar.
— Você é o garoto-propaganda do lutador de MMA ideal — Krista respondeu. — Campeão estadual de luta livre no ensino médio, invicto, com média 4.0 e orador da turma na formatura. Tricampeão nacional de luta livre na divisão II, também invicto, com média 4.0 e formado *summa cum laude* em filosofia, veja só.
— Você pesquisou bem — Zach comentou, impressionado.
— Fui capitã do time de debates da minha escola e ganhamos três títulos estaduais seguidos — Krista contou. — Me formei com média 4.0 e fui a oradora da turma. Me formei em fotojornalismo com honras e média 4.0.
— Melhor eu nunca discutir com você — Zach disse, sorrindo.
— Sua inteligência não está só no boletim, pelo visto — Krista retrucou, sorrindo de volta.
— Como acabou trabalhando para o Sr. Johnson? — Zach perguntou.
— Ele e meu pai se conhecem há muito tempo — Krista explicou. — Ele quer deixar sua marca no mundo, e eu disse... convenci ele de que podia ajudá-lo. Fiz alguns ensaios fotográficos simples para ele, escrevi algumas linhas de texto, e ele decidiu testar o que eu podia fazer com esse projeto de MMA. Quer que eu dê um ar de respeitabilidade, não só um bando de brutamontes que gostam de bater e apanhar. Fora a base de fãs mais informados, é assim que a maioria das pessoas enxerga o MMA, segundo pesquisas.
— E qual é a sua opinião até agora? — Zach perguntou.
— Na maioria, um bando de brutamontes que gostam de bater e apanhar — Krista respondeu, rindo —, mas com uma dedicação fenomenal para melhorar, para evoluir em todos os aspectos da modalidade.
— Bom, é preciso ser meio maluco para fazer isso — Zach comentou.
— Por que você faz? — Krista perguntou.
— Gosto do treino — Zach respondeu. — De estar em forma física e mental. Gosto de saber que ninguém mais vai mexer comigo. E, até hoje, gostava das lutas.
— Não consigo imaginar ninguém mexendo com você — Krista disse.
— Passei os primeiros sete anos da minha vida em um orfanato — Zach contou. — Era um lugar difícil. Foi lá que aprendi a lutar de verdade. O resto foi só aprimorar o que já sabia.
— Eu também fui adotada — Krista disse —, mas ainda bebê. Não consigo imaginar como deve ser crescer em um orfanato. Sempre tive pais que me amaram.
— Quem sabe um dia você faz uma matéria sobre isso — Zach sugeriu.
— Talvez, mas duvido — Krista respondeu.
— Por que você assistiu às minhas lutas? — Zach perguntou. — Ou eu só estava no card?
— Não, fui de propósito ver você lutar — Krista respondeu. — Além do seu histórico acadêmico totalmente fora do comum, você é o único lutador de MMA que conheço que não tem tatuagem.
— É, não curto muito essa coisa de tatuagem — Zach disse.
— Por quê? — Krista perguntou.
— Alguns motivos — Zach respondeu. — Primeiro, o gosto muda. Com uma tatuagem, você fica preso a ela, mesmo que seu gosto mude. E sempre vi essa coisa de tatuagem como um pedido de atenção. Olha pra mim! Não sou muito de chamar atenção. Faço o que faço porque gosto, não por causa de reconhecimento.
— É por isso que quis ver você lutar — Krista disse. — Tem algo em você que é diferente dos outros lutadores. Todos eles estão gritando por atenção.
— Somos todos diferentes — Zach disse.
— Então, o que acha de eu te acompanhar pelos próximos seis meses? — Krista perguntou.
— Tá falando sério? — Zach perguntou, incrédulo. — Que tipo de sombra?
— 24 horas por dia, 7 dias por semana — Krista respondeu.
— E o seu marido, ou namorado, ou sua vida, aliás? — Zach perguntou.
— Sem marido, sem namorado, e isso aqui é a minha vida — Krista respondeu, erguendo a câmera. — Se eu fizer o Sr. Johnson feliz com isso, ele vai bancar outras ideias que tenho.
— Mas 24 horas por dia, 7 dias por semana — Zach repetiu. — Moro num apartamento minúsculo. Não tenho muito dinheiro. O seguro do MMA vai me ajudar enquanto estiver suspenso por concussão, mas...
— Não vou te custar nada — Krista disse. — Divido as despesas comigo. Você tem um sofá, né?
— Meu sofá é a minha cama dobrável — Zach respondeu.
— Então sorte minha ser pequena — Krista comentou.
No dia seguinte, Krista estava no hospital a tempo de ver o médico explicando a Zach como ele deveria se comportar na semana seguinte: nada de esforço e muito descanso. O médico alertou que poderia haver tonturas, problemas de equilíbrio e dores de cabeça. Zach parecia visivelmente incomodado com Krista ali, tirando fotos o tempo todo.
— Olha, não sei se essa é uma boa ideia — Zach disse enquanto Krista o levava do hospital para casa.
— Por quê, você é perigoso? — Krista perguntou. — Devo ter medo de você?
— Claro que não — Zach respondeu.
— A menos que tenha algum problema pessoal comigo, ou com uma garota morando com você — Krista completou.
— Não é isso — Zach disse.
— Está preocupado em não se controlar e me agarrar? — ela perguntou com um falso ar de inocência, arregalando os olhos. — É melhor nem pensar nisso. Ouvi o que o médico disse: nada de esforço físico por pelo menos uma semana.
— Time de debates — Zach suspirou. — Ei, como você sabia... — ele começou a perguntar quando ela parou em frente ao prédio dele.
— Uma boa fotojornalista não vai a lugar nenhum sem saber pesquisar — Krista disse. — Ei, você está bem? — ela perguntou ao vê-lo sair do carro, dar um passo à frente e quase perder o equilíbrio.
— Só um pouco tonto — Zach disse, grato pelo braço dela em sua cintura e pelo seu próprio apoiado nos ombros dela. — Qual a sua altura? — perguntou, olhando para baixo.
— 1,55 m — Krista respondeu. — Você tem 1,93 m e 90 kg, segundo o folheto do MMA.
Com a mão livre, tentando evitar que a bolsa enorme escorregasse do ombro, Krista continuou tirando fotos enquanto entravam no prédio e apertavam o botão do elevador. Ela notou o carpete gasto no corredor quando saíram no terceiro andar e o estado geral do lugar enquanto seguiam até o apartamento de Zach.
— Eu achei que você tinha dito que seu apartamento era pequeno — Krista comentou quando ele abriu a porta. — Isso aqui é minúsculo. Pequeno já seria uma grande melhora.
— Como eu falei — Zach disse, caindo no sofá com um suspiro. — Mas é barato.
— Já vi lugares mais bagunçados — Krista disse enquanto olhava ao redor.
— Você não precisa ficar grudada em mim 24 horas por dia, sabia? — Zach falou. — Pode passar uma ou duas horas comigo uma ou duas vezes por dia e conseguir o que precisa.
— Não dá pra captar a realidade do que você está passando assim — Krista respondeu, balançando a cabeça. — Além disso, pelo jeito que você estava andando, talvez seja melhor ficar por perto, pra garantir que não tenha nenhum problema. Quero montar a câmera pra gravar em vídeo, só deixar rodando, tá bom?
— O que você precisar fazer — Zach disse. — Acho que vou deitar um pouco.
— Você não tem comida — Krista constatou depois de abrir a geladeirinha e olhar lá dentro. — Nem nada pra beber. Tem alguma loja aqui perto? — perguntou enquanto prendia um mini-tripé na câmera e a colocava em cima da geladeira, apontando para o sofá.
— Logo ali na esquina — Zach respondeu, se espreguiçando no sofá.
— Vou buscar alguma coisa assim que terminar de configurar isso — Krista disse, tirando o MacBook da bolsa e conectando alguns cabos da câmera ao laptop. Depois, ligou o aparelho e abriu o Final Cut Pro, sincronizando com o feed da câmera. — Já volto — avisou quando tudo estava do jeito que queria.
Quando Krista voltou, meia hora depois, com algumas compras, Zach estava dormindo. Com apenas um fogareiro e uma panela à disposição, ela esquentou a sopa que tinha comprado no mercado, depois encontrou uma tigela para servir um pouco.
— Isso tá cheirando muito bem — Zach disse, atrás dela, no sofá.
— Posso até aceitar os elogios por esquentar — Krista brincou, pegando uma colher e levando a tigela e o talher até ele, que se sentou.
— Desculpa não ter muita coisa na cozinha — Zach se desculpou. — Geralmente dá só pra mim.
— Eu como direto da panela o tempo todo — Krista disse, sentando ao lado dele no sofá e usando uma revista de artes marciais que encontrou no chão para proteger as pernas do calor da panela. — Economiza louça.
— Como é que uma gata como você não é casada ou não tem namorado? — Zach perguntou. — Você é maluca ou curte mulher ou algo assim?
— A vingança é um prato que se come frio — Krista riu. — Não tenho nada contra mulheres, mas prefiro homens, só que nunca encontrei um que valesse a pena ficar por perto. A maioria só serve pra uma trepada. E você? Você não é feio, sabia?
— Falta tempo, falta grana — Zach respondeu. — Além disso, estou sempre treinando.
— Mas você gosta de mulher, né? — Krista perguntou. — Quer dizer, se você curte caras, não tem problema. Não vou colocar isso na matéria. Não é tão incomum assim no MMA, sabia?
— Sério? — Zach respondeu. — Eu… eu não sabia… Eu gosto de mulher, sim.
— Que bom — Krista disse. — Vou limpar isso aqui — falou, pegando a tigela vazia dele. — Por que você não toma um banho? Vai te fazer bem. Depois a gente abre essa coisa pra eu não ter que dormir no chão.
— Por algum motivo, sinto que poderia dormir uma semana — Zach disse enquanto tirava a camisa, enquanto Krista lavava rapidamente a panela e a tigela na pia pequena.
— Bom, esse foi o chute na cabeça mais nojento que eu já vi — Krista comentou ao se virar. — Ele te acertou em cheio com o calcanhar.
— Nem me fale — Zach disse, levantando e logo cambaleando, batendo na parede. — Puta merda!
— Ei, é melhor eu te ajudar — Krista disse, indo rápido para o lado dele e passando o braço pela sua cintura. — Não é uma boa ideia cair no chuveiro. Você pode bater a cabeça.
— Cara, o mundo girou por um segundo — Zach disse enquanto ela o guiava até o banheiro minúsculo, que tinha só um vaso, uma pia pequena e um chuveiro, sem cortina nem nada. — Ei, o que você está…
— Relaxa — Krista disse, puxando o zíper dele e se ajoelhando, tirando a calça e a cueca de uma vez. — Já vi pau antes, embora o seu seja bem legal — comentou enquanto tirava a calça dele, e ele saía dela. Depois, levantou-se, tirou a própria camiseta pela cabeça e desceu o zíper da minissaia, deixando-a cair no chão. Ficou nua, os mamilos grossos e vermelhos se enrijecendo nas pontas dos seios pequenos e cheios de sardas.
— Você sempre conhece um cara e já pula no chuveiro com ele? — Zach perguntou enquanto ela ligava a água e ajustava a temperatura, os dois sendo atingidos por um jato gelado.
— Nem sempre — Krista respondeu, virando-se para ele enquanto a água escorria pelos dois —, mas às vezes pode ser divertido.
— Você não é nada tímida, né? — Zach perguntou enquanto ela começava a ensaboar o peito dele.
— Acho que não — Krista respondeu, ensaboando os braços dele. — Por que deveria? Não tenho vergonha dos meus desejos nem de quem eu sou.
— Eu… eu não quis dizer… — Zach gaguejou.
— Minha mãe me ensinou a nunca ter vergonha do que faço por vontade própria — Krista explicou —, e, claro, não há vergonha nas coisas que os outros fazem contra a nossa vontade.
— Então, se você matasse alguém de propósito… — Zach disse.
— Ela estava falando de sexo — Krista disse, terminando de ensaboar os braços dele. — Vira de costas — ordenou, começando a ensaboar as costas dele. — Ela e meu pai tinham problemas. Uma vez, eu entrei sem querer no quarto dela e a vi na cama com o nosso vizinho.
— Deve ter sido constrangedor — Zach comentou enquanto ela começava a ensaboar a bunda dele.
— Foi — Krista concordou. — Eu tinha 19 anos, no primeiro ano da faculdade comunitária. Não fazia ideia de que eles tinham problemas e nunca tinha pensado neles de um jeito sexual.
— Ei! — Zach gemeu quando ela ensaboou entre as nádegas dele, um dedo pressionando seu cuzinho.
— Gostou disso? — Krista perguntou, Zach gemendo enquanto ela enfiava a primeira falange do dedo no cu dele. — Minha bunda é bem sensível — disse, empurrando o dedo mais fundo.
— Puta que pariu! — Zach gemeu quando ela tirou o dedo e continuou a ensaboá-lo. — Eu… eu não esperava por isso…
— Alguns caras têm nojo de mexer no cu — Krista disse, a mão deslizando entre as pernas dele para segurar e acariciar de leve as bolas, ensaboando-as.
— E o que aconteceu quando você entrou no quarto da sua mãe? — Zach perguntou, trêmulo, enquanto o pau endurecia, pressionando a parede do chuveiro.
— A primeira coisa que vi foi a boceta peluda dela — Krista respondeu, ajoelhando-se para ensaboar as pernas de Zach. — Boceta peluda não estava na moda na época. Ela estava sentada na beira da cama, e o vizinho estava entre as pernas dela, e ela estava chupando o pau dele. Dava pra ver porra vazando da boceta dela. Quando olhei pra cima e vi ela chupando o pau dele, ela me viu. Fiquei paralisada, sem conseguir me mexer. Lembro que ela ficou vermelha, mas não desviou o olhar de mim e não parou de chupar. Finalmente consegui me soltar e fui pro meu quarto.
— Caralho! — Zach disse, o pau agora duro como pedra.
— Vira de frente — Krista disse, levantando-se.
— Ah, eu, é… — Zach gaguejou.
— Nossa, que delícia — Krista disse quando ele, relutante, se virou. — Você é daqueles lutadores que se abstém antes de uma luta? — perguntou, ensaboando o pau duro dele com as duas mãos.
— Sou — Zach respondeu enquanto ela deslizava as mãos ensaboadas para cima e para baixo no pau latejante.
— Por quanto tempo? — Krista perguntou, ainda masturbando-o devagar.
— Um mês — Zach respondeu, sentindo as bolas começarem a latejar.
— É difícil? — ela perguntou, soltando-o.
— Agora está — Zach respondeu, rindo.
— Eu até deixaria você me lavar, mas o médico disse que você não deve fazer esforço — Krista disse, sorrindo para ele enquanto se ensaboava rapidamente.
— Provavelmente é melhor mesmo — Zach suspirou, olhando para ela.
— Você ainda está com problemas de equilíbrio? — Krista perguntou depois de enxaguar e desligar a água.
— Só quando estou parado aqui — Zach respondeu enquanto ela pegava a toalha pendurada atrás da porta. — Parece que acontece quando me sento ou levanto.
— Você provavelmente só precisa dormir — Krista disse, secando-o rapidamente, sorrindo para ele quando segurou o pau ainda ereto e secou suas bolas.
— Eu costumo dormir pelado — Zach disse quando voltaram para o sofá, abaixando-se para puxar a alça e abrir a cama.
— Algo que temos em comum — Krista comentou, olhando para o sofá-cama aberto. — Sem lençol?
— Só o que está no colchão — Zach respondeu.
— E o que você faz quando está frio? — Krista perguntou.
— Fecho a janela — Zach respondeu.
— Já te disseram que você precisa dar um jeito na sua vida? — Krista perguntou.
— Mais vezes do que consigo contar — Zach respondeu, rastejando para a cama e suspirando de alívio ao se deitar. — Meu Deus, que dia — suspirou.
— Quando você está nessa de abstinência — Krista perguntou, juntando-se a ele na cama e ajoelhando-se ao lado dele, estendendo a mão para envolver o pau dele —, você trapaceia, tipo, se masturba? — perguntou, masturbando-o devagar.
— Isso ia contra o propósito — Zach respondeu.
— Então faz um mês que você não goza? — Krista perguntou, inclinando-se e passando a ponta da língua no topo do pau dele. — Você deve ter uma carga bem grande guardada — disse, enfiando a ponta da língua na fenda do pau e pressionando os lábios sobre ela.
— Se continuar assim, você vai descobrir — Zach respondeu, apoiando-se nos cotovelos para assistir enquanto o pau desaparecia na boca dela.
— Eu adoro porra — Krista disse depois de chupar de leve a cabeça do pau dele por um minuto. — Tenho certeza de que você vai se sentir melhor se a gente aliviar um pouco a pressão, não acha?
Continua...