Capítulo 1
— Não, Sr. Presidente, isso não está correto — disse a Dra. Ann Szucks, Conselheira Econômica do Presidente, enquanto estava de pé em frente à sua mesa.
Ann sempre se sentia ainda menor do que seus 1,65m e 47kg quando estava diante da mesa de seu chefe, embora soubesse que ele havia mandado construir um estrado de 10cm no piso para parecer mais alto. Ali, em pé na frente da mesa, ela estava praticamente na altura dos olhos dele, o que era sempre uma experiência estranha, já que ele era incapaz de manter contato visual ao falar com as pessoas, algo típico de mentirosos habituais.
Mesmo com apenas 28 anos, Ann era um dos grandes nomes da nova geração de gênios da economia. Ela previu com precisão uma grande correção no mercado e, por causa disso, chamou a atenção do Presidente, que idolatrava o dinheiro e aqueles capazes de gerá-lo. Embora ela pessoalmente não tivesse ganhado dinheiro com suas previsões, outros ganharam. Agora, qualquer pessoa relevante no mundo das finanças se agarrava a cada palavra que ela dizia, o que tornava muito difícil aconselhar este Presidente em particular, já que ele nunca deixava a realidade atrapalhar o que queria acreditar.
Com seu doutorado em economia concluído em apenas 6 anos e tornando-se imediatamente professora na Wharton School of Economics — a mais jovem da história da instituição —, Ann estava acostumada a lidar com pessoas obtusas que se impressionavam demais com títulos ou status. Ela aprendeu cedo a usar sua aparência pequena e nada marcante a seu favor para se destacar, muitas vezes surpreendendo as pessoas quando elas finalmente a notavam.
— Por que não!? — ele perguntou agressivamente, cruzando os braços no peito de forma defensiva como um garoto mimado, pensando mais uma vez na decepção de mulher que ela era, com seu peito reto e bunda de menino. Seu cabelo castanho era totalmente esquecível, embora o que ele conseguia distinguir de seus olhos cor de avelã atrás das lentes grossas fosse até aceitável. E ela sempre usava as mesmas saias pretas sem graça, logo abaixo dos joelhos, e uma blusa branca.
— Porque impor o tipo de tarifa que o senhor está sugerindo causaria dificuldades financeiras graves e imediatas a qualquer um envolvido nessas indústrias aqui, sem mencionar o aumento de preços que será repassado a todo o público consumidor — respondeu Ann. — Não será nada indolor. Os números não mentem.
— Não vai ser tão ruim assim — disse o Presidente, gesticulando com desdém. — Eu nunca erro sobre essas coisas. É por isso que sou tão rico — disse ele, girando a cadeira para olhar pela janela, dispensando-a.
Isso faz todo o sentido, vivendo minha própria vida estilo Dalí, pensou Ann enquanto saía do Salão Oval. É claro que meu trabalho é ficção científica.
— Com fome? — Bill perguntou à esposa quando Ann chegou do trabalho em sua casa de três andares no elegante bairro de Adams Morgan, em Washington, D.C., situada entre o luxuoso Woodley Park ao norte e a estilosa Dupont Circle ao sul.
— Faminta — respondeu Ann, observando as embalagens de comida sobre a mesa.
— Passei no Izakaya Seki e peguei sushi — explicou ele, sorrindo ao ver a expressão de satisfação dela.
— Sorvete de chá verde? — ela perguntou, juntando-se a ele à mesa.
— No freezer — respondeu Bill. — Saquê? — ele perguntou, indo até a geladeira e voltando com uma garrafa de Kamoizumi Shusen Junmai Ginjo na mão.
— Vai ser esse tipo de noite? — Ann perguntou, soltando um suspiro enquanto sentia as borboletas começarem a aparecer em seu estômago.
— Só se você quiser — Bill respondeu, sorrindo para ela, sabendo o que ela diria.
— Eu sempre quero que seja esse tipo de noite — respondeu Ann com um sorriso enquanto ele servia o saquê.
Mesmo aos 30 anos e após 8 anos de casamento, Ann não achava que Bill tivesse mudado muito. Com 1,88m, 90kg e ainda tão fora de forma quanto quando o conheceu em Wharton, ele tinha cabelos castanhos, olhos castanhos e, o mais importante, um pau de 15cm que parecia nunca se cansar. Ela ficava muito surpresa com o grau de tesão constante que um nerd da computação como ele tinha.
Bill cursava computação no último ano quando se conheceram por acaso; ele, distraído, esbarrou nela, espalhando seus livros e papéis pelo caminho. Ele foi muito gentil, pedindo desculpas inúmeras vezes enquanto ajudava a recolher tudo. Quando ele perguntou timidamente se ela gostaria de tomar um café ou uma bebida, ela recorreu à regra de vida que seguia sobre homens.
Ann não tinha ilusões sobre sua aparência. "Sem graça" e "indistinta" seriam os termos mais precisos em sua própria mente. Os homens ou a ignoravam completamente ou não reagiam a ela como mulher. Quando reagiam, ela sempre dizia sim, para tudo. Ela dizia a si mesma que era melhor aproveitar todas as oportunidades que pudesse, e ela o fazia. E descobriu que gostava, e muito. Também aprendeu que isso geralmente garantia um segundo encontro, embora eles frequentemente se esfriassem quando percebiam que ela não tinha intenção de nada permanente ou exclusivo.
Então, quando Bill a chamou para sair, ela disse sim e o encontrou mais tarde naquela noite em um dos bares locais. Ela o achou interessante, de um jeito infantil, mas ele também tinha um ar muito distraído. Ele era infalivelmente educado. Em um momento, depois de ela estalar os dedos para chamar sua atenção enquanto ele se perdia em seus pensamentos, ele corou e pediu desculpas, explicando que estava rodando um experimento e não conseguia parar de pensar nele.
Ann suprimiu sua indignação por não conseguir manter a atenção dele longe de um programa de computador, mais um golpe em sua autoestima. Quando ele sugeriu que talvez ela quisesse acompanhá-lo até sua casa para que ele pudesse verificar o computador e relaxar, ela concordou, realizando duas coisas ao mesmo tempo: chamar a atenção dele e levá-lo a um lugar onde ele pudesse tentar se aproveitar dela — e ter sucesso. Já fazia um tempo e ela estava ficando entediada com seus brinquedos.
Pegando mais sushi, Ann sorriu por dentro ao se lembrar de como o colega de quarto de Bill, Cary, os flagrou enquanto ela estava nua no sofá, com as pernas pressionadas contra o peito enquanto Bill lambia sua boceta.
— Ah! Ei, desculpe — disse Cary, caminhando até eles para ver o que estava acontecendo. — Não queria interromper. Parece bom — comentou ele, com os olhos percorrendo o caminho desde a boceta de Ann até seus mamilos eretos e escuros, e depois até o rosto dela, que o encarava de boca aberta.
— É sim — respondeu Bill, inclinando-se para trás para que Cary tivesse uma visão ainda melhor da boceta dela, aberta, longa de frente para trás, seus lábios internos enrugados e levemente escurecidos, agora abertos como pétalas para mostrar o interior rosado com um clitóris escuro e gordinho brilhando acima. — Quer provar? — ele perguntou, sorrindo para Ann. — Você se importa? — ele perguntou.
— N-não — Ann ofegou, chocada, mas ao mesmo tempo excitada, lembrando-se de como sua boceta tinha ficado úmida de repente quando Cary tomou o lugar de Bill e colou a boca em sua boceta, começando a sugar os sucos que fluíam dela.
— Você gosta de ter sua boceta chupada? — Bill perguntou enquanto ela se contorcia sob a língua de Cary. — Você tem um gosto muito bom.
— Sim — ela ofegou, arqueando os quadris enquanto esfregava sua boceta contra a boca de Cary, chegando ao clímax.
— Você tem um gosto muito bom! — Cary declarou, recostando-se, com a boca e o queixo brilhando com os fluidos dela.
Ann estava chocada e intensamente excitada ao mesmo tempo, enquanto seu corpo continuava a vibrar de orgasmo, com dois homens se revezando para chupar sua boceta. Quando Bill finalmente perguntou se podia foder com ela, ela não conseguiu dizer sim rápido o suficiente, envolvendo suas pernas na cintura dele enquanto seu pau deslizava para dentro da boceta dela, com Cary observando tudo de perto.
— Você quer que o Cary te foda também? — Bill perguntou, olhando para baixo.
— Você não se importa? — Ann perguntou.
— Nada disso, Cary é meu amigo e você tem uma boceta incrível, muito gostosa e suculenta, uma delícia de foder — respondeu Bill, saindo do caminho para ser rapidamente substituído por Cary.
— Ah, eu vou gozar — anunciou Cary depois de apenas alguns minutos.
— Tudo bem, eu tomo pílula — ofegou Ann, apertando-o com as pernas ao sentir o pau dele pulsar fundo dentro dela enquanto ele gozava.
— Você tem uma boceta incrível — Cary ofegou quando finalmente terminou de despejar tudo dentro dela e saiu de cima, com a boceta dela escancarada e o gozo escorrendo para fora.
— Você tem uma boceta muito quente — disse Bill, segurando os tornozelos dela enquanto olhava para baixo.
— Ah, sim — Ann suspirou quando Bill enterrou seu pau de volta na boceta dela, que agora estava cheia com o gozo de Cary.
Ele segurou os tornozelos dela bem abertos, observando o gozo escorrer ao redor de seu pau enquanto continuava a fodê-la, com Cary de pé ao lado, observando.
— Você também gosta de chupar um pau? — Bill perguntou, ofegante, enquanto retirava seu pau brilhante da boceta dela e a puxava para uma posição sentada, trazendo seu membro para perto do rosto dela.
— Sim — respondeu Ann, abrindo a boca e recebendo o pau dele, sentindo o gosto dela mesma nele, depois o gozo de Cary, e então o de Bill, à medida que seu pau explodia e o gozo começou a jorrar na boca dela.
O nariz de Ann estava pressionado contra o estômago de Bill, seu pau pulsando em sua boca e garganta enquanto ele continuava a gozar. Quando ele finalmente deslizou o pau para trás, deixando apenas a cabeça dentro da boca dela, ele gemeu ao sentir a língua dela cutucando a ponta, com suas bochechas encovadas enquanto ela buscava cada última gota de gozo que podia encontrar.
— Você realmente gosta de chupar pau — Bill disse, sorrindo para ela enquanto ela olhava para cima lambendo os lábios.
— Sim, muito — respondeu Ann.
Ann continuou a ver Bill depois daquilo, regularmente, permitindo que ele usasse seu corpo à vontade e aproveitando cada atenção dele. Ele não parecia se importar com o fato de ela não ter seios e, claramente, adorava a "bunda de menino" dela, como ele chamava, enquanto enfiava seu pau dentro dela. Muitas vezes Cary aparecia e era convidado a participar, assim como mais uma dúzia de outros amigos de Bill de vez em quando.
Bill, obviamente, não se importava; ele até gostava de vê-la fodendo com outras pessoas. Ann, por sua vez, também não via problema nenhum, pois nunca tinha imaginado receber tanta atenção de tantos caras diferentes. Ela adorava, especialmente, quando estava com três deles ao mesmo tempo: um em sua boca, outro em sua pussy e o terceiro em seu cu. Ela sempre se sentia mais viva quando fazia sexo. Ser observada a excitava de um jeito inacreditável.
Faltavam alguns meses para a formatura de Bill. Eles tinham acabado de foder com outros três caras por horas quando, depois de um beijo, Bill olhou bem no fundo dos olhos dela e a pediu em casamento. Ela nem conseguia acreditar. Tinha certeza de que seria apenas um detalhe na vida dele, uma aventura sexual durante os anos de faculdade, antes que ele seguisse seu caminho e ela ficasse apenas com as lembranças para a vida toda.
Ann sempre teve toda a intenção de dizer sim, mas quando Bill a fez prometer que nunca mudaria e que sempre transaria com quem ele trouxesse, ela aceitou o mais rápido que pôde. Ela sabia que era totalmente cock crazy e chegou a se perguntar, por um nanossegundo, se queria mesmo abrir mão de toda aquela diversão para ficar apenas com um cara, o Bill.
No dia seguinte, Kevin, um dos amigos incomuns de Bill — incomum porque Bill era o típico nerd de computador e Kevin era um atleta bolsista, com 145 quilos de puro músculo — veio visitá-los. Ann sempre esperava ansiosa pelas visitas de Kevin, pois ele tinha o maior cock que ela já vira na vida. Ela gozava sem parar sempre que ele a fodia, mas o que ela mais gostava era quando ele ficava de pé, segurando-a como se fosse uma boneca de pano, enquanto a bombardeava em seu enorme cock negro que preenchia o cu dela.
"Cara, eu adoro fazer uma bagunça nessa sua pussy doce, Ann", disse Kevin enquanto descia de cima dela, com a pussy escancarada e o gozo escorrendo por ela até o seu rosebud.
"Minha mãe me ensinou a limpar bagunças, mesmo quando outras pessoas, visitas, as fazem", respondeu Bill, chocando Ann ao se ajoelhar na frente da pussy dela, aberta e cheia de gozo, e passar a língua por entre os lábios da pussy, para então penetrá-la, lambendo ruidosamente o coquetel de gozo que a preenchia, sem parar até que ela estivesse limpa e rosada.
Ann nunca tinha gozado tanto quanto no momento em que Bill lambeu sua pussy cheia de gozo, o gozo do Kevin, mesmo que ele sempre lambesse sua pussy depois de transarem e a encherem de gozo. Era a coisa mais erótica e safada que ela já tinha visto, e aquilo a excitava como nada nunca a tinha excitado antes.
Eles estavam casados há pouco mais de um mês e se conheciam há quase quatro quando, ao chegar em casa de uma de suas aulas de doutorado, ela encontrou Bill com outro casal: Dennis, um de seus amigos nerds que ela já tinha fodido várias vezes, e Cloe, uma beldade de olhos amendoados do Vietnã, com longos cabelos pretos e lisos que caíam abaixo do bumbum.
"Eu deveria te odiar", disse Cloe com seu sotaque exótico, sorrindo para Ann para suavizar o peso das palavras.
"Por quê?", respondeu Ann, verdadeiramente confusa. "Não acho que a gente tenha se conhecido antes."
"Não conhecemos, mas sei um pouco sobre você", disse Cloe, rindo. "Deus, eu pensei nessa conversa centenas de vezes. O Dennis adora me contar o quanto gosta de foder com você, lamber sua pussy, ter você chupando o cock dele, sempre quando ele faz essas coisas comigo."
"Ah, entendo por que você se sentiria inclinada a me odiar", respondeu Ann, corando. "Não é nada pessoal, garanto. A gente só fode às vezes."
"É por isso que não consigo te odiar", suspirou Cloe. "Você realmente não se importa que seus amigos fodam sua esposa?", perguntou ela, olhando para Bill.
"Não", respondeu Bill simplesmente, sorrindo. "Ela gosta e é muito excitante assistir. Isso me dá tesão. Você já assistiu pessoas fodendo?"
"Não", respondeu Cloe, corando.
"Quer assistir a gente?", perguntou Bill, com um sorriso largo. "Realmente dá tesão na Ann ser observada."
"Você gosta de ser observada?", perguntou Cloe, encarando Ann.
"Torna tudo mais excitante", admitiu Ann, "mas nunca tive outra mulher assistindo, apenas outros caras, e depois eles me fodiam também."
"Você vai foder o Dennis também?", ela perguntou ansiosa.
"Isso depende do Dennis, eu acho", respondeu Ann. "Eu não me importo. Dois cocks são melhores que um."
"O que você acha?", perguntou Dennis, olhando para Cloe com os olhos brilhando.
"Eu não sei", respondeu Cloe lentamente, com os olhos arregalados ao ver Bill abrir o zíper da calça e tirar seu cock.
Ann sentiu um frio na barriga ao se ajoelhar na frente de Bill e se inclinar para tomar seu cock na boca, muito ciente de que Cloe a observava. Uma coisa era se exibir para homens, mas outra mulher, isso era diferente.
Os olhos de Cloe estavam arregalados enquanto ela observava Ann chupando o cock de Bill ali mesmo, ao lado dela no sofá.
"Vamos lá", incentivou Dennis, e ela se virou para olhar para ele, ofegante ao ver que ele estava com o cock para fora e o acariciava. Ela notou, orgulhosa, que era maior que o de Bill.
Sentindo sua pussy inundar de repente, Cloe se ajoelhou na frente de Dennis e começou a chupar o cock dele, lado a lado com Ann. Ela ficou apenas levemente surpresa, com a pussy ainda mais molhada, quando Dennis sugeriu, após alguns minutos, que trocassem de cock.
Ann sentiu um fascínio ao ver Cloe se aproximar, envolver o cock de Bill com a mão timidamente e depois se inclinar para colocá-lo na boca. Ela não sabia como se sentiria, mas sua pussy molhada a fez perceber que aquilo a excitava e a ajudava a entender a estranha fascinação de Bill em vê-la foder com outros homens na frente dele.
Quando Dennis pediu para lamber sua pussy, após alguns minutos tendo seu cock chupado, Ann não hesitou. Levantou-se, tirou a roupa e sentou-se no sofá com as pernas bem abertas, sorrindo para Cloe, que a olhava de olhos arregalados enquanto a língua de Dennis deslizava entre os lábios da pussy dela e a penetrava.
Cloe não reagiu, nem ajudou nem resistiu quando Bill puxou sua camiseta, revelando seus seios nus, pequenos e com mamilos escuros e rígidos, ainda maiores que os mamilos de Ann. Inclinando-se para frente e mantendo uma mão na cabeça de Dennis, prendendo-o contra sua pussy, Ann observou Bill a colocar no sofá e baixar seu short e calcinha, revelando uma pussy nua com um pequeno tufo de pelos pretos. Ela conseguia ver os lábios delicados da pussy quando Bill os separou com os polegares antes de se inclinar e deslizar a língua dentro dela. Ann gozou ao ver a boca de Bill colada na pussy de Cloe.
As coisas progrediram rapidamente e Ann se viu sendo fodida por Dennis, enquanto Bill fodia Cloe ao lado dela. Dennis posicionou Ann de modo que ela ficasse deitada no sofá, com um pé no chão e o outro apoiado nas costas do móvel, sua cabeça descansando na coxa de Cloe enquanto Dennis continuava a fodê-la.
"Oh, meu Deus!", Cloe arquejou ao sentir o cock de Bill inchar dentro de sua pussy e, então, pulsar enquanto ele gozava.
Ela ficou chocada por ele não ter avisado, mas isso não impediu que sua pussy o ordenhasse, tentando extrair cada gota de gozo que pudesse. Foi difícil dizer quem ficou mais surpreso quando Bill tirou o cock da pussy dela, inclinou-se e o esfregou nos lábios de Ann, que se abriram e permitiram que a pussy melada e coberta de gozo entrasse em sua boca. Ela sentiu o gosto da pussy de Cloe nele e percebeu, de imediato, que gostava daquilo quase tanto quanto do gosto de sua própria pussy em um cock.
Dennis gemeu, com o cock explodindo dentro da pussy de Ann ao ver Cloe montar no rosto dela, sob incentivo de Bill. O gozo escorria da pussy de Cloe sobre a língua estendida de Ann antes que ela puxasse as coxas de Cloe, pressionando a pussy contra sua boca. Ela provou outra mulher pela primeira vez, sua própria pussy espasmando em orgasmo enquanto o gosto dos sucos da pussy de Cloe e do gozo de Bill fluíam em sua língua. Ela lambeu a pussy com entusiasmo, compreendendo totalmente por que Bill era tão obcecado em lamber a dela.
Cloe estava ofegante, gozando repetidas vezes, com o corpo inteiro tremendo enquanto Ann se banqueteava com sua pussy cheia de gozo. Quando viu Bill substituir o cock de Dennis por sua boca e língua após Dennis terminar de gozar na pussy de Ann, ela quase desmaiou, gozando tanto que, exausta, desabou no sofá enquanto Bill terminava de lamber a pussy de Ann, não parando até que ela estivesse limpa.
Depois disso, Bill convidou outros casais com mais frequência, e Ann chegou ao ponto em que gostava de estar com outra mulher quase tanto quanto com outro homem.
Certa noite, depois que ela tinha acabado de chupá-lo, Bill contou sobre o programa no qual estava trabalhando, o mesmo que o distraíra no primeiro encontro deles. Ele descobriu como fazer o que chamava de "hiper-busca", algo que alcançava a Dark Web; aquilo não fazia muito sentido para ela, mas parecia deixá-lo muito animado. Ele explicou que, com o algoritmo de análise de dados que escrevera, conseguia pesquisar de forma muito mais extensa e completa do que qualquer outra busca existente.
Ele estava dividido entre vender suas ideias — disse que ganharia bilhões por elas — ou guardá-las para si e utilizá-las.
"Bem, o que você quer fazer da sua vida?", perguntou Ann, uma pergunta que ela mesma vinha se fazendo ultimamente. "Dinheiro é sempre bom, mas você não ganharia dinheiro se guardasse para si e fizesse você mesmo?"
"Provavelmente", concordou Bill, "e muito mais do que eu seria capaz de gastar."
Continua.......