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Resumo

Willow-Rose Vale passou a vida inteira sendo ignorada. Ela é pequena, barulhenta e completamente incapaz de se transformar — não é exatamente o perfil de uma Luna. Mas, quando sua família se muda para a Inglaterra para se juntar à alcateia de Lycans mais forte do país, ela se vê sob o domínio dele: Leo Damaris. Frio. Autoritário. Intocável. E absoluta e irritantemente magnético. Leo não tolera fraqueza — nem caos. Willow é as duas coisas. Mas ela também é teimosa, de língua afiada e totalmente imune à sua intimidação. E isso o deixa louco. À medida que a escuridão surge e uma guerra se aproxima no horizonte, o jogo de gato e rato entre eles se transforma em algo que nenhum dos dois consegue ignorar. 🔥 Um romance de lobisomem enemies-to-lovers quente e emocionante, com slow-burn, política de alcateia, magia selvagem e uma protagonista que finalmente descobre o que significa lutar — e ser protegida por quem se ama.

Gênero
Romance
Autor
K. Dillon
Status
Completo
Capítulos
6
Classificação
4.8 51 avaliações
Classificação Etária
18+

INTRO

Willow-Rose

O céu sobre a Inglaterra estava cinzento. Pesado e baixo, como se não tivesse decidido se ia chover ou se apenas sufocaria tudo com aquele silêncio. Era a combinação perfeita para a fortaleza de pedra, fria e antiga, que surgia ao longe.

“Lugarzinho alegre”, murmurei, mudando de posição enquanto o carro reduzia a velocidade.

“Nem começa, querida.” Minha mãe sorriu suavemente, afastando uma mecha de cabelo do meu rosto. “Vamos pelo menos ver o interior da casa antes de você começar a detonar o território do Rei Lycan.”

Meu pai riu no banco da frente. “Para ser justa, ela não está errada. Este lugar é… intenso.”

Intenso era uma palavra para descrevê-lo. Gótico, sombrio, aterrorizante — todas serviam também.

Enquanto nosso motorista — um guerreiro rígido e silencioso chamado Maddox — passava pelos altos portões de ferro, o peso total da situação me atingiu: aquilo era real. Não era uma viagem de férias nem uma visita temporária. Estávamos nos mudando para o território dele.

O território de Leo Damaris. O Rei Alfa Lycan.

Eu não sabia muito sobre ele, apenas o que tinha ouvido em histórias e sussurros. Que ele era poderoso. Impiedoso. Que as pessoas se curvavam quando ele entrava em uma sala. Que ninguém ousava encarar seus olhos por muito tempo.

E que ele tinha matado o próprio tio aos dezesseis anos para tomar o trono.

Nada demais.

“Willow”, disse minha mãe gentilmente, estendendo a mão para apertar a minha, “vai ficar tudo bem”.

Dei a ela um sorriso pequeno, escondendo o nó que se formara no meu estômago, um nervosismo digno de um nó de marinheiro. “Eu sei. Estou bem.”

Eu não estava. Mas eu era boa em fingir que estava.

O carro entrou em uma estrada menor que se ramificava da fortaleza principal. Fileiras organizadas de casas de pedra ficavam escondidas sob coníferas imponentes. Hera crescia pelas paredes e chaminés. Um grande corvo nos observava de uma cerca como se tivesse algo contra nós.

“É aqui que os membros do conselho ficam”, disse papai, virando-se levemente. “Deram-nos uma casa bem ao lado do Alto Guardião Caelan Idris.”

“Ele era próximo do antigo Alfa”, acrescentou mamãe. “Aparentemente, ele pediu que ficássemos perto dele.”

O carro parou.

A casa era linda, com um ar de chalé medieval levemente assustador. Pedra coberta por hera. Persianas verde-escuras. Fumaça saindo da chaminé.

Antes que eu pudesse alcançar a maçaneta, meu pai já tinha saído e dado a volta no carro para abrir a porta para minha mãe, como sempre. Ela saiu com uma risada calorosa, sua trança longa balançando nas costas enquanto ela se inclinava para beijá-lo no rosto.

“Ainda charmoso, Doutor Vale”, ela brincou.

“Ainda de tirar o fôlego, Sra. Vale”, ele murmurou.

Eles eram nojetamente apaixonados. Eu não trocaria isso por nada.

Saí para o ar frio, puxando meu casaco para mais perto do corpo. Minhas botas estalaram sobre o cascalho enquanto eu olhava ao redor. Algumas outras casas pontilhavam a rua, cada uma grandiosa e um pouco estranha, como o cenário de um conto de fadas logo antes de o monstro aparecer.

De algum lugar mais profundo na floresta, atrás das casas do conselho, um uivo baixo e distante ecoou.

Eu parei.

Havia algo nele que não era apenas animal. Era... controlado. Como se servisse para lembrar a todos quem mandava naquele lugar.

“Aquele foi—” comecei.

“Sim”, disse meu pai baixinho. “Esse seria o Alfa.”

Meu coração deu um solavanco traidor. Engoli em seco.

“Bem”, eu disse, com o tom mais leve que consegui forçar, “ele parece ser um doce.”

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Enredo Envolvente

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Personagem Ótimo

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Diálogo Forte

11

Diálogo Forte

Ver 5 comentários anteriores...
author

The pacing here is strong, especially the way you ended the chapter. It definitely makes me want to keep reading.

5 meses
author

Hi,
I analyzed your work, and I think it has a very unique and engaging storytelling style. The way you present your ideas and emotions really stands out. By the way are you currently working on any other stories or writing projects?

3 meses
author

he seems warm and fuzzy girls

2 meses

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Jandira: Estou adorando ler essa história cheia de intrigas e realidade dura.

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