Crônicas da Sedução: Coleção

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Resumo

**Você Sabe Guardar Segredo? 😉🤫** **AVISO: Este livro é classificado como 🔞 (+18) para público adulto** Mergulhe em um mundo de paixão desenfreada com nossa coleção cativante de contos eróticos que o deixarão sem fôlego. Este livro explora suas fantasias favoritas, apresentando conteúdo cru e íntimo que investiga as profundezas do desejo. Prepare-se para reviravoltas tentadoras e encontros escaldantes em: - Stepbrother Affairs - Stepfather Secrets - Best Friend's Father Exploits - Unforgettable Uncle Encounters - Student-Teacher Temptations - O Lindo Vizinho ao Lado - Sensational Doctor Romances E muito mais que irá incendiar sua imaginação! Se você busca algo intenso, inesperado e deliciosamente dark, então *Crônicas da Sedução* é o seu bilhete para um mundo transbordando de steamy romance e desejos avassaladores. Você está pronto para se deixar levar?

Gênero
Erotica
Autor
Peace
Status
Completo
Capítulos
24
Classificação
5.0 2 avaliações
Classificação Etária
18+

Chapter 1

HELLO HANDSOME 1


Tudo começou como qualquer outro dia: uma tentativa de evitar ser expulsa da aula de Biologia Avançada do Sr. Austin mais uma vez. Corri para o banheiro, esperando terminar tudo em menos de quarenta e cinco minutos antes que minha colega de quarto, que se irrita facilmente, voltasse do turno dela no café da rua.


Ao sair do banheiro, quase tropecei na montanha de roupas sujas que já implorava por uma lavagem há dias.


Olhei para o relógio: faltavam trinta minutos. Eu ainda conseguiria chegar a tempo se encontrasse uma roupa adequada. Afinal, eu não podia arriscar outra bronca do Sr. Austin por ser "distração demais".


Sério, o quão distrativo pode ser um cabelo ruivo e alguns piercings? Optei por uma calça jeans larga e uma regata, finalizando com um cardigã xadrez sépia que minha irmã me deu de Natal.


Calcei meus tênis e me olhei no espelho. A voz do Sr. Austin ecoou na minha cabeça: "Tente não ser uma distração na próxima vez que entrar na minha aula, senhorita Williams." Velho idiota.


Prendi o cabelo num coque bagunçado, peguei minha bolsa e agarrei o celular. Uma olhada no relógio fez meu coração disparar.


"Droga, estou atrasada!"


Saí apressada do quarto e quase colidi com Jessie, minha colega de quarto. "Cuidado, Nila! Você quase me derrubou!", ela disparou.


"Foi mal!", gritei por cima do ombro enquanto corria em direção ao ponto de ônibus.


O vento batia forte no meu rosto enquanto eu corria pela rua, meus tênis martelando o asfalto a cada passo apressado. Eu já conseguia ouvir o ronco distante do ônibus; ele chegaria em poucos minutos.


Nem precisei olhar para trás para saber que Jessie estava balançando a cabeça; ela sempre fazia isso quando eu aprontava dessas.


"Se controla, Nila!", murmurei para mim mesma, tentando focar na respiração.


Eu não podia deixar que as palestras intermináveis do Sr. Austin sobre como se vestir em sala de aula estragassem minhas chances de tirar uma nota boa. Ciência era a única matéria que eu realmente gostava, e ser expulsa de novo não era uma opção.


O ônibus freou bruscamente bem quando cheguei à calçada, e as portas se abriram como a boca de uma fera faminta. Subi, procurando um assento vazio enquanto procurava minha carteirinha de estudante para pagar a passagem.


Meu coração afundou. O fundo do ônibus estava cheio de rostos conhecidos e, bem no centro, estava Ricky, minha paquera de Física Aplicada.


"Ei, Nila!", ele chamou, acenando para que eu fosse até lá. Meu estômago deu um frio, metade pela proximidade e metade pelo pânico de estar atrasada.


"Oi!", respondi, forçando um sorriso enquanto abria caminho entre as pessoas. Sentei no lugar viciado ao lado dele, tentando parecer casual apesar do calor que subia às minhas bochechas.


"Manhã difícil?", Ricky perguntou, com os olhos brilhando de curiosidade genuína. Ele não era tão intimidador quanto eu imaginava; usava uma camiseta estampada desbotada e seu cabelo bagunçado caía naturalmente sobre a testa.


"Só o caos de sempre", disse, tentando minimizar o começo de dia terrível. "Você não acreditaria na confusão que eu tive que enfrentar."


Ele deu uma risada baixa e calorosa que fez meu coração acelerar ainda mais. "Bem, você conseguiu dar conta. Você está ótima, a propósito."


"Obrigada", consegui responder, torcendo para que meu rosto não estivesse tão vermelho quanto eu temia. Antes que eu pudesse dizer algo mais, o ônibus passou por um buraco e quase caí de lado em cima dele. Instintivamente, estendi a mão para segurar o braço dele e me equilibrar, e minha outra mão esbarrou na mochila dele.


Ótimo. Simplesmente ótimo.


Ele ergueu uma sobrancelha e pude sentir o constrangimento chegando. "Desculpa!", soltei, puxando a mão rapidamente. "Eu não costumo ser tão... desastrada."


"Está tudo bem", ele disse com um sorriso brilhante. "É melhor do que a vez em que tentei impressionar uma garota e tropecei nos meus próprios pés bem na frente dela."


Minha risada escapou antes que eu pudesse segurá-la, mas o som pareceu aliviar o clima estranho. "Essa é clássica", brinquei, sentindo parte do nervosismo desaparecer enquanto sorríamos um para o outro.


O ônibus seguiu seu caminho e, antes que eu percebesse, a visão familiar da universidade surgiu. Estudantes caminhavam pelo local, alguns correndo para as aulas, enquanto outros ficavam por ali, completamente despreocupados com o tempo.


Um aperto de nervosismo voltou: e se eu estivesse atrasada? Só podia torcer para que o Sr. Austin estivesse de costas e não percebesse meu atraso.


Quando o ônibus parou, virei-me para Ricky, e as palavras saíram antes que eu pudesse me controlar. "Talvez eu te veja na aula?"


"Com certeza", ele disse, já levantando quando as portas se abriram. "Talvez você possa me ajudar com aquele projeto de biologia depois?"


Pisquei, atordoada por um momento antes de concordar, tentando parecer descolada. "Sim, parece ótimo."


Observei ele seguir na frente. Olhei para o celular de novo, o medo aumentando.


"Droga!", exclamei, abrindo caminho por entre a multidão de estudantes. O prédio onde minha aula acontecia estava logo à frente.


Parei por um momento, tentando recuperar o fôlego enquanto me aproximava. O som de conversa e risadas vinha lá de dentro, e espiei pela janela.


Amanda, minha melhor amiga, me viu e acenou com entusiasmo, sinalizando sua preocupação com meu atraso. Lancei um sorriso sem graça que claramente dizia "não foi culpa minha", enquanto meus olhos pousavam no Sr. Austin na frente da sala.


Com ele de costas para a turma, vi minha chance de entrar sem ser notada.


Entrei na sala na ponta dos pés, esperando que o som dos meus sapatos não me traísse. Risadas contidas ecoaram dos meus colegas, todos com os olhos fixos em mim.


Só mais três passos e eu estaria a salvo. Amanda cobriu a boca com a mão, seus olhos azuis cheios de preocupação ao notar minha situação.


"Uh, com licença, senhorita", uma voz chamou, me fazendo congelar no lugar.


Analisei os rostos ao meu redor; cada um estava distorcido com uma mistura de diversão e desaprovação. Estava claro: eu estava em apuros. Meu plano de entrar sem ser notada falhou drasticamente.


Viro-me lentamente, com os olhos fechados. Respirando fundo, abro-os e encaro o rosto estranho, porém de tirar o fôlego, à minha frente.


"Foda-se", murmurei alto antes mesmo de perceber, provocando uma explosão de risos de quem estava por perto. Rapidamente, cobri a boca com a mão, mortificada.


Quem era esse homem impecavelmente lindo, com olhos vibrantes, penetrantes e em formato de amêndoa, parado diante de mim? E onde estava o careca e rabugento Sr. Austin a quem eu tinha me acostumado?


"Por mais que eu não goste de alunos pouco sérios, minha maior implicância é com o atraso", ele disse, sua voz rouca, porém estranhamente sedutora, como uma música que te envolve.


"Desculpe..." stamerei, com a voz quase num sussurro.


Seus olhos ficaram fixos nos meus por um momento, fazendo meu estômago dar voltas de nervosismo. Ele era inegavelmente atraente e incrivelmente jovem também.


"Como é minha primeira vez dando essa aula na ausência do Sr. Austin, vou deixar passar hoje como um aviso. Não deixe que aconteça de novo", ele disse com firmeza. "Agora, por favor, sente-se."


Virei as costas para ele e caminhei até onde Amanda estava sentada. Ela me olhou com uma expressão divertida, seus olhos dizendo "você é tão sortuda", enquanto se ajeitava na cadeira para abrir espaço para mim.


Sr. Lindo — como decidi chamá-lo, já que ainda não sabia seu nome — voltou à sua palestra. Com cada palavra que ele dizia, eu não conseguia evitar o sorriso.


"Você está praticamente babando, Nila", Amanda sussurrou, dando-me um leve empurrão.


"Estou só focada na aula", menti, embora meu olhar permanecesse fixo no professor inegavelmente atraente à minha frente. Minha mente fervilhava com pensamentos sobre o que aqueles lábios tentadores poderiam fazer.


"Você quer foder com ele, né?", Amanda admitiu na lata.


"Amanda", chamei-a, com a voz num sussurro enquanto dava risada.


A atenção do Sr. Lindo estava totalmente em mim agora, e ele parou de falar. Seus olhos marcantes fizeram minha boceta ficar molhada, e mordi o lábio inferior de forma brincalhona, desviando o olhar propositalmente.


"Pare de distraí-lo", Amanda sussurrou mais uma vez.


"Quanto tempo você acha que o... você sabe... dele tem?", perguntei, enrolando uma mecha do meu coque bagunçado.


Amanda deu risadinha, e nossa algazarra chamou a atenção dos estudantes da primeira fileira, que se viraram para nos encarar. Isso só nos fez rir mais.


"Você,"


o Sr. Lindo disse, apontando diretamente para mim. Meu coração afundou enquanto trocava um olhar arregalado com Amanda, que apenas deu de ombros.


"Sim?"


"Levante-se", ele comandou. "Você se importaria de compartilhar com a classe inteira o que acha engraçado a ponto de atrapalhar minha aula?"


Mordi o lábio inferior e dei de ombros, ficando ali com uma expressão inocente. Ele encerrou a aula, guardando seu laptop. "É só por hoje", ele anunciou aos estudantes antes de voltar sua atenção para mim.


"Na minha sala. Agora."


Fui atrás dele, com a atenção fixa no celular enquanto mandava mensagem para Amanda. "Acho que vou ser a primeira a saber o tamanho do pau dele", digitei com um sorriso.


"Nila, sua puta do caralho", ela respondeu. "Eu te desafio."


"Fala sério, será que ele é bom de cama? Por quanto tempo ele consegue me foder até eu perder o juízo?", digitei de novo, com um sorriso malicioso nos lábios.


"Eu aposto trinta minutos", Amanda respondeu.


"Eu acho que ele é um cara de uma hora, vamos dar o crédito a ele. Quero desesperadamente sentir a língua dele entre minhas pernas... Estou muito molhada, Amanda", digitei.


Ao chegar à sala dele, ele tirou as chaves, destrancou a porta e jogou o laptop no sofá. Com um movimento rápido, ele pegou meu celular da minha mão. Em pânico, tentei pegá-lo de volta, mas já era tarde.


Enquanto ele rolava as mensagens com Amanda, fui tomada pelo medo.


Puta que pariu, ele estava lendo minhas conversas com Amanda, e não era assim que eu queria que as coisas acontecessem. Estou ferrada.