MARY'S OBSESSION

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Resumo

Atriz pornô aposentada retorna à indústria para sustentar seu filho.

Status
Completo
Capítulos
15
Classificação
3.0 2 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

— Você quer que eu faça o quê? — exclamei, os olhos arregalados de choque.

— Você me ouviu, mãe. — Rick respondeu, com um sorrisinho maldoso no rosto. — Quero que faça o que sempre faz com aqueles caras pelas costas do papai. Então se ajoelha aí e chupa meu pau.

— Não vou fazer isso! — Balancei a cabeça com força, fazendo meu cabelo loiro e comprido voar para todos os lados. — Sou sua mãe, pelo amor de Deus!

— Você é uma puta de primeira! — Ele apontou para meu vestido preto e justo. — Olha só como está vestida! Aposto que acabou de voltar de foder com alguém!

— E daí?

Coloquei as mãos na cintura e empinei o peito, deixando claro que não estava usando sutiã. Meus peitos eram um pouco pequenos, mas ainda assim bem evidentes no vestido colado ao corpo. E eu tinha beliscado os mamilos rapidinho quando a câmera estava em Rick, só para deixá-los durinhos.

— Seu pai nunca está em casa e ainda me trai, então o quê? Gosto de me divertir um pouco.

— Você se diverte muito, e ainda fode com caras da minha idade! — Rick riu. — Então por que não comigo?

— Porque sou sua mãe, e mães não transam com os filhos.

— Transam quando não têm escolha. — Ele deu de ombros. — A não ser que queira que o papai veja isto aqui.

Ele ergueu o envelope e tirou várias fotos. Soltei um arquejo quando vi que eram de sessões recentes, eu de joelhos chupando Jimmy Jay. Estava segurando o pau dele na frente da boca aberta, com porra escorrendo pelos lábios e pingando no queixo e nos peitos.

Ele mostrou outra foto, dessa vez eu de quatro, sendo comida por trás por Mark Steel. Meus olhos azuis estavam arregalados, e a boca aberta em um gemido ensaiado de prazer.

— De onde tirou essas fotos? — exigi saber.

— Hum… — Rick hesitou, como se eu tivesse saído do roteiro. — Mandei te seguir e…

— Sério?! — Arranquei as fotos da mão dele e as sacudi na direção de Dan, que estava sentado logo ao lado do set. — De onde diabos tirou isso?

— Corta! — Dan gritou. — Calma, Molly, são só fotos que imprimi para usar como adereço.

— Desde quando a gente precisa de adereços de verdade? — Fui até a beirada do set, os saltos absurdamente altos estalando no chão, como se qualquer mãe andasse pela casa do filho com saltos de quinze centímetros. — Ele podia ter me mostrado o cardápio de um restaurante chinês, a câmera nem precisava ver.

— Molly — Dan se aproximou —, é padrão ter algumas fotos para as galerias do site.

— Essas fotos estão num site? — Meus olhos se arregalaram, mas dessa vez a surpresa — e o desespero — eram reais.

— Sim. — Ele suspirou. — Estão no Nasty Moms, o site para o qual gravamos os vídeos. Não se preocupe, eles não têm permissão para publicar em outro lugar.

— Mas… — parei quando ele ergueu a mão.

— E os vídeos já estão lá, então se alguém está nesse site, já viu o filme. Qual o problema de algumas fotos?

— É que… — Franzi a testa e olhei para os dedos dos pés pintados de vermelho, aparecendo nos sapatos de "fode-me". — Eu me preocupo.

Dan subiu no set e, inclinando-se, falou baixo para que só eu ouvisse: — Mary, eu sei do que você tem medo, e fiz o possível para controlar o material que você grava. Mas coisas assim são padrão, e não posso dizer ao site quem comprou seu vídeo para não postar fotos.

— Eu sei, Dan, agradeço por isso. — falei baixinho. — Você cuida de mim o máximo que pode.

— E vou continuar cuidando, mas o Brad está aqui hoje, e você sabe que ele é um babaca. Preciso que você aguente essa gravação sem se estressar e questionar tudo. Ele é quem banca o dinheiro, e você tem rendido muito. Ele só quer dar uma olhada em você.

— Eu conheço o Brad. — Revirei os olhos. — Meu Deus, ele era o pior diretor quando comecei nisso, as meninas odiavam trabalhar com ele. Pelo menos agora a gente tem opções.

— Certo, e você escolheu um cara e tanto. — Ele piscou. — Mas eu tenho um trabalho a fazer, então volta lá e deixa seu "filho" te chantagear.

— Odeio essa merda de mãe e filho. — Suspirei. — Acho que o Rick tem a idade do Paul.

— Mas o Rick não é seu filho, e isso é o que vende. Você parece uma profissional nata nesses papéis de mamãe safada, é por isso que estamos arrasando. E você ganha mais, então diz para si mesma que não é real, porque não é.

— Ah! — Uma voz alta veio do fundo do set. — Dez minutos de gravação e já precisamos de pausa?

— Só uma dúvida sobre o roteiro, Brad! — Dan gritou, virando-se para mim.

— Precisamos de roteiro para essa merda? — Brad se aproximou de uma cadeira vazia ao lado da de Dan. — Faz o que você faz de melhor, Molly: fode esse moleque até ele não aguentar mais.

— Ele já é bobo o suficiente. — Respondi com um sorriso forçado.

O comentário arrancou algumas risadas e um sorriso tenso de Brad. — Qualquer um nesse ramo é, mas volta lá antes que ele precise de uma chupeta.

— Eu não me importo! — Sally, a ruiva novinha que estava encarregada de "esquentar" os atores hoje, riu. — Adoro meu trabalho.

— Novatas. — Brad fez um gesto de desdém com a mão.

— Ela é submissa — ouvi Dan dizer a ele enquanto se sentava. — Garotas assim curtem coisas humilhantes, ser chupeta é um tesão para elas.

— Então por que a gente paga ela?

— Sindicato. — Dan riu.

Voltei até Rick e forcei-me a relaxar, deixando rolar. Toda gravação que fiz desde que voltei para a indústria, seis meses atrás, tinha sido assim. Eu me estressava, achava um motivo para implicar, depois me resignava ao que precisava fazer.

O que eu precisava fazer era chupar e foder o Rick, pelo menos para começar. E poucas mulheres da minha idade — ou de qualquer idade — achariam isso ruim. Aos vinte e um anos, Rick já estava no pornô há três, começando poucos meses depois de completar dezoito.

Ele era muito bonito, alto, bem definido, sem ser musculoso demais, mas com um corpo firme. O cabelo preto, os olhos verdes, as maçãs do rosto salientes e o rosto de garoto bonito faziam dele um dos favoritos não só do público, mas muitas mulheres gostavam dele.

Como a maioria dos atores, ele tinha um pau grande para combinar com a aparência, mas o melhor nele era como era tranquilo. Não era um babaca arrogante como muitos outros e sempre tinha uma piada ou um sorriso na manga.

Rick ainda era novo o suficiente para gostar do trabalho. Tinha um toque suave e, não importava o que o roteiro pedisse, improvisava para tentar fazer a parceira se sentir bem.

Não era fácil, já que a maioria das mulheres do ramo só fazia o básico, fingindo prazer enquanto pensava em terminar logo e pegar o pagamento. Eu achava que voltaria a ser assim, como era anos atrás, quando tinha a idade do Rick e já estava cansada depois de mais de cem gravações.

Mas, para minha surpresa, eu entrava nas cenas. Não por desejo, mas era mais fácil se eu conseguisse me convencer de que estava tirando algo disso além do dinheiro. Só que nos últimos quatro meses só tinha feito cenas de mãe ou madrasta, e me sentia ainda mais puta do que o normal. Não só por ser filmada transando, mas por fingir que eram meus filhos, quando eu tinha um em casa.

Ainda assim, eu me excitava no set, e Dan e outros perceberam. Foi isso que fez da "Molly Minx" o nome mais quente do pornô incestuoso nos últimos meses. Eu odiava, mas as cenas pagavam mais por causa do conteúdo.

— Você mostraria essas fotos para o seu pai? — perguntei a Rick, voltando ao personagem.

— Só se você me obrigar. — Ele balançou as fotos. — Se me der o que deu para esses caras, eu esqueço tudo isso.

Quis revirar os olhos com aquela premissa ridícula, mas Nasty Moms era mais pornô do que erótico, e depois que o conflito inicial era estabelecido, não havia muito o que desenvolver.

— Você realmente faria eu chupar seu pau? — Fiz um biquinho. — Quer ser mau com a sua mãe?

Rick começou a sorrir com minha improvisação, mas logo voltou a fazer cara de arrogante. — Se você fosse uma boa mãe, eu não ia querer, mas como minha mãe é uma porca, pode ser uma para mim. — Ele ergueu as fotos. — Quer que eu mande por e-mail ou mostre pessoalmente?

— Tá bom, se é para você calar a boca, seu merdinha. — Empurrei-o, não com força, mas Rick esperava por isso e deu uns passos para trás, caindo no sofá velho que já tinha visto mais sexo do que a maioria das prostitutas em anos de set.

Subi nele, os joelhos apoiados nas coxas dele, e agarrando seu rosto, o beijei com força. Rick retribuiu o beijo e, depois de um momento de lábios colados, abrimos as bocas mais do que o necessário, as línguas se enfrentando para a câmera.

— É isso, quer que a mamãe te foda, seu bastardo? — rosnei, fingindo raiva, enquanto desabotoava a camisa dele.

— Por que não? Você fode com todo moleque novo, então por que não com seu filho? Não é como se pudesse ficar mais puta.

Não era culpa dele, mas o comentário doeu. Eu era uma puta mesmo, uma vadia que transava por dinheiro enquanto meu filho de vinte anos achava que eu trabalhava meio período como "modelo". Como sempre, usei a dor e a vergonha para me impulsionar na cena e, recuando, rasguei o vestido para baixo, fazendo meus peitos saltarem.

Enfiei-os na cara do Rick e soltei um gemido exagerado quando ele chupou meu mamilo direito. — Gosta desse peito? Gosta de ter os peitos da mamãe na sua cara?

— Não tanto quanto vou gostar de ter meu pau na sua cara. — Rick falou com meu peito na boca.

— Puta merda, Molly, você ainda tem os peitos mais gostosos do pornô — Brad gritou. — A melhor coisa de peitos pequenos é que não caem e não precisam de plástica!

Alguns caras da equipe riram, e, recusando-me a deixar ele me afetar, sentei no colo do Rick e, segurando meus peitos, brinquei com os mamilos, exibindo-os tanto para o Brad quanto para o Rick. Que o babaca olhasse à vontade, eu tinha orgulho de dizer que era uma das poucas garotas que, mesmo quando era mais nova, nunca tinha transado com aquele nojento.

As mãos do Rick substituíram as minhas, apertando meus peitos firmes e depois rolando os mamilos entre os dedos.

— Mostra a bunda dela, Rick! — Dan gritou e, estalando os dedos, apontou para Joe, um dos câmeras, para ficar atrás de mim enquanto Rick puxava meu vestido para cima, expondo minha bunda e a tanguinha preta que mal cobria minha boceta.

— A bunda está tão boa quanto. — Brad comentou. — Os anos foram generosos com você, Molly. Você é tão gostosa como MILF quanto era como putinha. — Ele riu. — Deu a volta por cima, hein?

"Que babaca." Rick murmurou no meu peito. "Todas as garotas o odeiam."

Deslizei para baixo, beijando seu peito. Rick gemeu quando rodei a língua em seus mamilos antes de me afastar e ficar de joelhos entre suas pernas. Beijei e lambi sua barriga enquanto abria o zíper da calça.

Abri o zíper e tirei seu pau longo, grosso e já duro como pedra. Passei a língua nos lábios pintados de vermelho. "Hmm, você quer a mamãe, não é?"

Passei a língua na ponta do pau dele, depois subi e desci pelo comprimento do eixo. Percebi movimento atrás de Rick. Jerry, outro câmera, tinha se posicionado atrás do sofá, colocando a câmera sobre o ombro de Rick para pegar o ângulo POV do boquete que estava por vir.

"Chupa as bolas dele, Molly." Dan disse atrás de mim.

Rick se ajeitou no sofá para eu puxar a calça dele até os tornozelos. Segurando seu pau impressionante, bombeei devagar com as duas mãos enquanto chupava suas bolas inchadas. Ele gemeu alto, e tão convincentemente quanto eu, enquanto eu chupava cada uma delas.

Não que não fosse bom, mas, apesar do mito popular, os caras também ficavam entediados com a sensação, só que eu ainda apostava que eles levavam vantagem sobre nós.

"Lambe elas, quero ver muita língua." Dan ordenou.

Girei a língua enquanto ainda o masturbava e, deixando um pouco de saliva escorrer da boca, encostei os lábios nas bolas dele e balancei a cabeça de um lado para o outro, molhando-as e fazendo a saliva pingar do meu queixo e do saco dele.

"Boa, agora vamos ver um boquete de verdade." Dan continuou.

Passei a língua de volta pelo eixo dele e, abrindo os lábios, o levei à boca. Gemi em volta do pau dele, revirando os olhos como se tivesse acabado de gozar, e comecei a mexer a cabeça num ritmo constante.

"Ah, porra, mamãe, você sabe chupar um pau." Ricky soltou o diálogo ridículo enquanto segurava minha cabeça e guiava minha boca pelo pau dele.

"Olha pra ele", Dan cutucou, "Deixa os tarados verem esses olhos azuis lindos, Molly."

Olhei para cima, mantendo os olhos na câmera, não em Rick, para dar a ilusão de que era nele que eu estava olhando. Mantive os olhos arregalados enquanto continuava chupando, agora levando-o mais fundo e mexendo a cabeça mais rápido.

"Tira o cabelo dela do caminho." Alguém disse, e afastando o cabelo do meu rosto, Rick o enrolou nas mãos e inclinou a cabeça, perguntando em silêncio se eu estava pronta.

Bati na coxa dele, e ele disse: "Fica parada e deixa eu foder essa boquinha safada, mamãe."

Fiquei parada, abri bem a boca, relaxei a garganta e gorgolejei enquanto ele metia o pau na minha boca. Fiz barulhos de engasgo para dar efeito e deixei a mistura de saliva e pré-gozo escorrer pela boca e pelo pau dele, depois suguei tudo de volta com barulho quando ele enfiou o pau de novo.

Ele continuou metendo na minha boca enquanto eu fazia barulhos de engasgo e gemidos. Ouvi alguém chamar por Derek, e, apesar dos meus esforços, senti outra onda de nojo, sabendo o que vinha a seguir.

"Que porra é essa, Rick?" Derek gritou atrás de mim ao entrar no set. "Não podia esperar por mim?"

"Te falei, irmão, quem dorme perde." Rick riu enquanto eu continuava chupando. "Cheguei primeiro na mamãe." Ele fez uma pausa e disse: "Mas, ei, entra na brincadeira. Você vai cuidar dos seus dois garotos, não vai, mamãe?"

Tirei o pau dele da boca, com fios de saliva pendurados no queixo, e me virei para Derek, que estava só de cueca, o pau já de fora, e sussurrei: "É isso mesmo, uma boa mãe não faz diferença, né?"

"Molly, repete mais alto." Walter, o cara do som, gritou. "Não peguei."

"Uma boa mãe não faz dife... ah, que merda!" Sentei-me sobre os calcanhares. "Sério? Dois filhos fodendo a mãe como se não fosse nada?"

"Corta!" Dan abriu os braços. "Todo pornô é idiota, Molly, mas você tá falando de caras com o pau na mão, acha que eles pensam?"

"Quem trataria a própria mãe assim?" perguntei. "Os outros vídeos têm um pouco de erotismo, um pouco de emoção."

"Isso é pro Nasty Mom." Brad interveio. "O site quer mães safadas, Molly. Se quer 'eu te amo', fica com a marca Loving Mothers, mas você tá ganhando a mais por isso, então faz o que você faz de melhor: fode."

"Bom, se ela não quiser", Derek disse, "eu saio e pode ser só ela com o Rick."

"Não, você vai fazer a sua parte; ela sabia do roteiro." Brad rebateu. "Ou quer ficar sem grana?"

"Só não quero forçar ela a fazer nada que não queira." Derek deu de ombros.

"Puta que pariu." Brad jogou as mãos para o alto. "Odeio essa merda de milf porque a gente tem que arrumar esses moleques pra fazerem os filhos e vocês são todos uns bundões sensíveis." Ele estava ficando vermelho e gesticulando.

"Se todas as garotas e caras fizessem só o que gostam, a gente teria metade dos filmes que tem. Não precisa fazer sentido, e ela não precisa amar. Vocês dois vão comer ela como uma porca no espeto, e ela ganha cinco vezes mais que vocês pra fingir que gosta."

"Desculpa, Brad." Derek murmurou, passando os dedos nervosamente pelo cabelo castanho-claro. "Tô pronto quando ela estiver."

"Um minuto." Dan levantou da cadeira e, vindo até mim, se ajoelhou para falar baixinho no meu ouvido.

Antes mesmo que ele falasse, me dei conta de como todo mundo ali estava acostumado com a nudez. Dan estava ajoelhado a menos de um metro do pau pingando de Rick, que ainda estava meio duro, e não só meus peitos estavam de fora, como tinha pré-gozo espalhado no meu rosto.

Do meu outro lado, Derek, se preparando para me comer por trás, estava com o pau para fora da cueca e só parado ali, batendo papo com o Rick.

"Molly, você assinou pra isso."

"Eu sei." Assenti.

"E eu sei que você tá se debatendo e odeia isso, mas..." Ele fez uma pausa. "Eu sei que, de um jeito, você gosta. Eu também gostava quando era ator, você sabe, a gente fez cenas juntos. Acho que o que te incomoda é justamente você conseguir fazer isso."

"Talvez. Desculpa, Dan, tô fazendo drama."

"Tudo bem, se quiser parar, a gente para, mas você não vai receber um centavo, nem os caras, e o Brad vai começar a falar pra todo mundo que você é um pé no saco. Daqui pra frente, fica só nos que você gosta, você pode escolher agora, mas depois que aceita, tá trancada."

"Certo." Assenti.

"Olha, termina essa cena e depois a gente vai tomar uma, você parece precisar conversar."

Respirei fundo, não era má ideia. Entre manter o emprego de garçonete, os "trabalhos de modelo" e a culpa por tudo isso, eu estava exausta e estressada.

"Tá bom, eu aceito, e termino a gravação."

"Boa, agora relaxa, usa o que você usa pra se concentrar e vamos ver a Molly Minx em ação."

"Já acabou de paparicar?" Brad gritou.

"E essa é a última vez que deixo esse babaca entrar num dos meus sets." Dan resmungou. "Preso no mundo do pornô de vinte anos atrás."

Ele se levantou e voltou para a cadeira. "Tá bom, pessoal, vamos gravar essa merda."

"Tá tudo bem?" Rick perguntou. "Eu... ah."

Ele gemeu quando levei o pau dele de volta à boca e chupei com força e rapidez, como uma verdadeira estrela de pornô. Rick logo recuperou a ereção, e gemi alto, olhando para a câmera.

Derek estava se mexendo atrás de mim, levantando meu vestido e puxando minha calcinha pelas coxas.

"Isso aí, irmão", Rick riu, "fique à vontade."

Os dedos de Derek deslizaram pela minha boceta, e, como Dan tinha mencionado, me incomodou perceber que eu estava molhada. Gemi quando ele encontrou meu clitóris, esfregando algumas vezes antes de enfiar dois dedos dentro de mim.

Fiquei de joelhos, agarrei a barra do vestido e o tirei, jogando-o para o lado. Virei a cabeça para ele e vi Derek olhando para o pau, que estava só meio duro, com uma expressão preocupada.

"Me beija." Sussurrei.

Derek se inclinou para mim, e enquanto nos beijávamos, segurei o pau dele e comecei a masturbá-lo, fazendo o mesmo com o de Rick. O roteiro pedia que ele simplesmente começasse a me comer, mas meu chilique deve ter deixado ele nervoso, e ele tinha broxado.

"Boa, Molly, gostei!" Dan gritou. "Aí está a verdadeira Molly Minx!"

Ele queria ser encorajador, mas as palavras me atingiram fundo. Era isso mesmo que eu era? Era por isso que eu voltava gravação após gravação, mesmo dizendo a mim mesma que odiava? Era só o dinheiro que me movia, ou, lá no fundo, eu curtia isso, o sexo, a sacanagem, o exibicionismo?

Por vinte e dois anos, eu tinha sido uma mulher direita, casada, criando um filho. Agora, um ano depois da morte de John, aqui estava eu de volta à indústria que ele tinha me tirado, e aparentemente não odiando tanto quanto deveria.

"Desculpa." Derek sussurrou no nosso beijo. "O Brad me deixa nervoso, vou chamar a fluffer."

"Hmm, vamos ver se você tem gosto diferente do seu irmão."

Contive a vontade de revirar os olhos para as minhas próprias palavras e levei Derek à boca.

"Caralho, mamãe." Ele suspirou enquanto eu trabalhava o pau dele com meus lábios e minha língua, vergonhosamente talentosos.

Levei-o fundo, girando a língua pelo eixo, antes de deslizá-la até as bolas — e ganhando murmúrios de aprovação da equipe. Tirei o pau duro da boca, abri bem os lábios e bati com força na minha bochecha, depois na língua.

O pau de Derek inchou na minha mão, e quando o chupei de novo, precisei abrir bem a boca para caber toda a grossura. Gemi em volta dele quando Rick apalpou meu seio esquerdo e, seguindo o exemplo, Derek agarrou o outro.

Soltei o pau de Rick e, enfiando a mão por baixo da perna dele, dei um tapinha e empurrei. Entendendo a dica, ele se levantou, e me virando para Derek, chupei o pau de Rick. Saí dos joelhos e fiquei agachada entre eles, alternando entre chupar Rick por um minuto e depois voltar para Derek, enquanto eles continuavam apertando meus peitos e brincando com os mamilos.

Continua...