HORE: OF Detectado, Opinião Rejeitada

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Resumo

Lila é uma influenciadora e OF girl que "chegou ao fundo do poço". Atraída por uma oferta de um milhão de dólares e uma parceria de marca boa demais para recusar, ela se inscreve para se tornar a cobaia dos experimentos de condicionamento neural de Human Omni-Reflex Engineering. Quando a coleira se fecha em seu pescoço, Lila percebe que isso não é apenas uma manobra de alto risco para o seu canal. À medida que seu corpo começa a responder a comandos antes mesmo que sua mente consiga processá-los, Lila precisa decidir se deve parar enquanto ainda pode, ou descobrir até onde esse caminho vai.

Gênero
Erotica
Autor
NEURO_SIS
Status
Completo
Capítulos
22
Classificação
4.0 1 avaliação
Classificação Etária
18+

Capítulo 0 - Sujeito de Teste 014, Dia 4

O corpo de Lila ainda vibrava com os espasmos dos orgasmos anteriores, a pele úmida de suor, sêmen seco descascando das coxas, rastros de mijo endurecidos nos seios. O ar do banheiro masculino pesava, carregado com o cheiro acre de amônia e o aroma forte da masculinidade crua. Ela estava encostada na curva do mictório onde se equilibrava, cabeça e ombros enfiados dentro, a porcelana fria pressionando o couro cabeludo enquanto o “Chefe” a empurrava mais fundo na bacia.

O Chefe, a figura imponente de autoridade silenciosa entre os manipuladores da H.O.R.E., observava-a com seus olhos azuis, que prometiam tanto gentileza quanto comando implacável. Estava vestido com o jaleco, camisa social e nu por baixo, seu pau majestoso enterrado fundo no núcleo molhado e latejante de Lila. O homem que a arrastara para o banheiro masculino para usar sua boca como mictório. Tinha toda a aparência de um cientista; ela ainda sentia o gosto salgado de sua autoridade. As pernas dela estavam enganchadas sobre seus ombros, os tornozelos cruzados atrás do pescoço enquanto ele a penetrava, metendo com vigor rítmico.

O ângulo era obsceno, o corpo dela forçado a uma contorção grotesca, os seios balançando violentamente a cada estocada brutal, os mamilos duros e doloridos com o ar frio e a excitação sem fim. Lágrimas escorriam pelo rosto, misturando-se com baba e resíduos de mijo, juntando-se no queixo antes de pingar na bacia abaixo. Seus gemidos ecoavam, molhados e desesperados, dentro da porcelana, as paredes internas tremulando ao redor do pau dele enquanto outro orgasmo a rasgava, líquidos quentes jorrando da boceta, encharcando as bolas e as coxas dele em riachos bagunçados.

— É para isso que você nasceu — disse o Chefe, sereno, as mãos mantendo suas coxas bem abertas. — Seu propósito na vida é gozar na humilhação. O mundo de Lila se resumia àquela martelada implacável, seu clitóris esfregando no osso púbico dele, a boceta jorrando enquanto gozava de novo, ordenhando-o com força até que ele gemesse baixinho, despejando sua carga lá dentro — cordas grossas inundando seu útero, vazando ao redor do pau em rios cremosos que escorriam para o mictório abaixo.

Ele tirou o pau, deixando a borda do quadril de Lila escorregar sobre a beirada do mictório, seu sêmen escorrendo do buraco escancarado em fios lentos e viscosos. — Hora de mais uma dose, 014 — disse, ajudando-a a se levantar com aquela gentileza enganosa. Ele a posicionou para a ponte: palmas no chão, costas arqueadas, pernas abertas em uma inversão flexível que deixava sua boceta exposta e escancarada. A cabeça pendia de cabeça para baixo, a garganta aberta como um buraco à espera, os seios arfando em direção ao teto.

O Chefe ficou sobre ela, o pau — ainda duro como pedra, escorregadio com seus líquidos e o sêmen dele — pairando sobre seus lábios. — Abre bem, 014 — ordenou.

Ela obedeceu, a boca se esticando ao redor da cabeça grossa enquanto ele deslizava devagar, fodendo sua garganta de cabeça para baixo com estocadas medidas. O ângulo era apertado, o pescoço inchando com o comprimento dele, saliva borbulhando dos lábios e escorrendo pelo rosto, respingando no chão. Depois da primeira vez, ela nem precisava mais dos comandos da coleira para acomodar o pau do Chefe na garganta.

— Sua língua não deve ficar parada — instruiu o Chefe, suave. — Lambe minhas bolas enquanto eu aproveito. A língua de Lila serpenteou, lambendo o saco pesado e suado — pele salgada, gosto forte invadindo sua boca, os pelos púbicos fazendo cócegas no queixo enquanto ela chupava com avidez. Engasgou com a grossura dele, a garganta se contraindo ao redor, baba escorrendo dos lábios esticados em fios grossos, acumulando-se no chão sob sua cabeça.

As estocadas aceleraram, grunhidos escapando enquanto ele metia com mais força, as bolas batendo em sua testa a cada investida profunda, até que recuou, despejando sua carga direto garganta abaixo — jatos quentes e grossos explodindo contra suas amígdalas, forçando-a a engolir cada gota com fome, o corpo arqueando mais enquanto engasgava e engolia, sêmen borbulhando nos cantos dos lábios, que ela sugava de volta para a boca com voracidade.

Enquanto o Chefe ejaculava aquela dose salgada de “proteína” garganta abaixo, Lila engolia com uma ganância desesperada e instintiva. Sua mente vagou de volta pela névoa intensa e borrada dos últimos dias, catalogando sua queda com uma clareza que só a submissão total podia proporcionar.

Tudo começara com a simples indignidade de fazer sons de animal, progredindo até que se posicionava como uma cadela literal para seus manipuladores, o ego se esfarelando enquanto se masturbava sob os olhares frios e analíticos deles. O gosto da própria vergonha a fizera gozar tão forte, a boceta se contraindo enquanto percebia como a degradação a deixava molhada.

Forçaram-na a engatinhar nua na frente de estranhos. No começo, odiara, o calor da vergonha queimando suas bochechas, mas agora? Ela ansiava por aquilo, pelo modo como a reduzia a um animal precisando de disciplina.

A transmissão ao vivo daquele dia selara tudo: oitocentos mil pares de olhos assistindo-a se quebrar, seus antigos fãs vendo a influenciadora que idolatravam se transformar em um brinquedo de parque de diversões sem cérebro. Respondendo perguntas nojentas de estranhos, comendo da mão de um desconhecido, lambendo sapatos limpos naquele estúpido traje de cadela, dobrando-se em posições de ioga impossíveis…

E as palmadas — quase cem mãos estalando contra suas nádegas, cada uma com uma nota de cinco dólares e um insulto cruel: “Depósito de porra inútil”, “Puta patética”, “Vadia safada”. Ela gozara só com a humilhação, seus líquidos saindo em vapor pelo rabo plugado enquanto a multidão ria, a ardência das mãos se transformando em fogo líquido entre suas pernas.

Depois veio a ingestão biológica — a “refeição” de trinta cargas de homens, engolidas uma atrás da outra, a barriga inchando com o sêmen quente e grudento. E os mictórios — lambendo-os limpos de joelhos, o rosto enterrado na porcelana manchada de mijo, saliva e urina escorrendo do queixo. Ela fora um receptáculo para tudo: sêmen, cuspe, mijo, cada gota fazendo-a se sentir viva, a boceta latejando por mais enquanto percebia que aquela era sua verdade. Era uma puta da humilhação, feita para se afogar na sujeira, para implorar por degradação porque isso a fazia se sentir satisfeita, desejada, viva.

Aquilo não era um castigo; era a libertação de seus desejos mais secretos e verdadeiros. Cada ato de degradação era apenas uma camada da antiga Lila falsa sendo arrancada, até que só restasse a cadela perfeita e obediente.

O resto da tarde e o início da noite se transformaram em um frenesi de suor e porra: o Chefe reposicionando-a em frente ao mictório do meio enquanto a comia por trás de novo, o pau metendo até o talo enquanto ela lambia a borda da porcelana, a língua girando sobre as manchas que havia deixado passar antes. Carga atrás de carga jorrava — primeiro enfiada garganta abaixo enquanto ele a fodia no rosto ao lado da pia, seu reflexo um borrão de baba e porra escorrendo, os olhos vidrados de luxúria enquanto o engolia fundo como a puta de pau que era.

Depois, ele a encheu de porra enquanto ela estava dobrada na pose de ioga [Wide-Fold], pernas bem abertas, braços esticados atrás das costas enquanto olhava de baixo para o pau enorme enterrando-se fundo dentro dela. Os dedos dele machucavam seus quadris enquanto ela implorava por mais, a boceta jorrando ao redor dele em orgasmos sem fim.

Coxas escorregadias e trêmulas, buracos escancarados e vazando, mas ela ansiava por cada segundo imundo — o pau dele esticando-a até o limite, seu sêmen inundando-a até que virasse um trapo inchado e trêmulo, a boceta se contraindo em espasmos enquanto desabava em uma poça da própria bagunça.

No fim, Lila estava mole, exausta, quase inconsciente. O Chefe a puxou de volta, segurando-a enquanto ela desabava, e a ergueu nos braços como uma noiva — a cabeça apoiada no peito dele, as pernas balançando, o corpo escorregadio de suor, mijo e porra.

Quando o Chefe empurrou a porta, a luz estéril da sala de controle os banhou, mas Lila não se encolheu. O ruído frenético e egocêntrico de sua antiga vida — finalmente silenciara, substituído por uma paz profunda e ecoante.

Ela olhou para os ladrilhos do teto passando acima, sentindo o resfriar dos fluidos na pele, e achou tudo absolutamente certo. As ordens que antes pareciam pesadelos — latir, engatinhar, servir de receptáculo biológico para mijo, porra ou qualquer dejeto ou ingestão que o Laboratório exigisse — haviam sido despidas de seu horror e refinadas em leis simples e fundamentais de sua existência. Era uma puta da humilhação, e aquilo era sua felicidade.