A Esposa Encantada e Insaciável de Siddharth

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Resumo

O viúvo Siddharth vê-se atraído por sua nova esposa, Minakshi, depois que ela é transformada por um sári sobrenatural em uma parceira sexualmente submissa e insaciável. A história explora temas de praise kink, breeding e sexo hardcore, à medida que Minakshi se torna obcecada em agradar Siddharth e dar à luz seus filhos, resultando em encontros intensos e explícitos. Todos os direitos reservados. © por Rashmi

Status
Completo
Capítulos
36
Classificação
5.0 1 avaliação
Classificação Etária
18+

Enchanted 🌶️

A chuva castigava as janelas do apartamento silencioso de Siddharth, um tamborilar incessante que combinava com o vazio que ele sentia no peito. Três anos. Três anos de um ar viciado, de travesseiros intocados do outro lado da cama, de acordar com o cock duro e os pyjamas manchados, um fantasma de um toque que evaporava com o amanhecer. As vozes dos seus pais — você precisa seguir em frente, encontrar alguém, viver — não passavam de ecos em um nevoeiro.

Ele estava perdido em pensamentos sobre tudo o que acontecia em sua vida quando uma batida brusca na porta o tirou do sofá. Ele se levantou e abriu.

Seu mundo parou.

Ela estava parada ali, encharcada. O algodão fino do seu salwar kameez estava colado ao corpo como uma segunda pele. Cada curva era uma revelação. O tecido abraçava o volume pesado e arredondado dos seus seios, com os mamilos rígidos e visíveis contra o pano molhado. Ele seguia o desenho da sua cintura, o alargamento generoso dos quadris, as coxas grossas e carnudas que guiavam os olhos dele para baixo. A água escorria das ondas escuras de seu cabelo na testa, traçando um caminho pelo pescoço, entre o vale dos seios.

Minakshi. A candidata a noiva que seus pais lhe apresentaram.

A boca de Siddharth secou. Seu cock, que conhecera apenas mãos fantasmas por anos, ganhou vida, um calor espesso e doloroso pressionando suas calças. Ele encarava, com a respiração curta.

“Siddharth ji, mujhe bahut thand lag rahi hai”, sussurrou Minakshi, com os dentes batendo. [Siddharth, estou com muito frio.]

O som de sua voz, suave e trêmula, quebrou seu transe. Ele limpou a garganta, um som áspero e desacostumado. “A-Aa jaiye. Por favor.” [Entre. Por favor.]

Ele se afastou, sem tirar os olhos dela enquanto ela entrava apressada, deixando poças pelo chão. O cheiro de chuva e algo mais — algo quente, como jasmim e pele — preencheu o corredor.

“Você deveria se trocar. Vai acabar ficando doente”, ele conseguiu dizer, com a voz tensa. Ele apontou para o corredor. “Tem um armário ali. As coisas da minha... da minha primeira esposa estão lá. Use o que servir.”

Minakshi deu-lhe um aceno grato e tímido e seguiu pelo corredor, seus quadris balançando a cada passo. Siddharth permaneceu imóvel, com a imagem do corpo encharcado dela queimando por trás de suas pálpebras. Ele se ajustou, o tecido de suas calças esticando. Fuck. Fuck, fuck, fuck.

*

No quarto, Minakshi abriu o armário de madeira esculpida. Um cheiro fraco de sândalo e perfume esquecido saiu de lá. Fileiras de sarees de seda, chiffon, georgette e algodão pendiam como arco-íris adormecidos. Pilhas organizadas de bras floridos, panties de algodão e retalhos de renda que a fizeram corar olhavam para ela. Seus dedos percorreram os tecidos.

Então ela viu.

Um saree de seda de cetim em um vermelho-sangue profundo. Parecia beber a luz fraca da janela. Lá fora, um trovão estalou, um brilho de relâmpago iluminando o quarto por uma fração de segundo. O flash caiu sobre o grande retrato emoldurado na parede — a falecida esposa de Siddharth, serena, linda, com os olhos parecendo seguir Minakshi.

“Wow. Kitni sexy thi”, Minakshi respirou, sentindo um puxão estranho em direção ao retrato. Ela sorriu, um pouco desafiadora. “Aap bahut sundar thi. Par ab main Siddharth ji ki biwi banungi.” [Wow. Ela era bem sexy.] [Você era muito bonita. Mas agora eu serei a esposa de Siddharth.]

Ela se virou e alcançou o saree vermelho, que tinha chamado sua atenção antes.

No momento em que seus dedos fizeram contato, um choque — como estática, mas mais quente, mais invasivo — subiu por seu braço. A seda se moveu. Ela deslizou sobre sua mão, envolvendo seu pulso com um aperto firme e frio.

“What the fuck!” Minakshi exclamou, tentando puxar a mão de volta.

Era tarde demais. O saree se desenrolou da prateleira em um movimento fluido e impossível. Ele envolveu seu outro braço, depois seu tronco, apertando com força. Ela tropeçou, um grito preso na garganta enquanto o tecido se enrolava em suas pernas, prendendo-a. Ele brilhava com uma luz fraca e profana.

Uma voz, suave como a seda e fria como um túmulo, preencheu sua mente. “Você vai me substituir?”

Minakshi lutou, o pânico deixando um gosto amargo na língua. “Me solta!”

“Hah. Como se pudesse. Eu que vou substituir você”, sussurrou a voz, e era a sua própria voz, mas distorcida, faminta. A luz pulsou. Não estava apenas ao redor dela; estava nela, infiltrando-se em sua mente, seus pensamentos, seus desejos. Imagens passaram — o rosto solitário de Siddharth, seu corpo rígido, o volume espesso nas calças dele que ela acabara de ver. Uma onda de calor, tão intensa que doía, floresceu entre suas pernas.

Obediência.

A palavra marcou sua consciência. Para agradá-lo. Para seguir cada comando dele.

Submissão.

Submeter-se. Ser dele. Completamente.

Reprodução.

Uma necessidade animal profunda se apertou em seu ventre. Ser preenchida por ele. Aceitar sua semente.

A resistência derreteu. Seu medo evaporou, substituído por um desejo profundo e desesperado. O saree apertou mais uma vez, moldando o tecido molhado de suas roupas ao corpo, destacando cada curva, antes de cair frouxo e sem vida no chão.

Minakshi ficou parada, ofegante. Ela olhou para suas próprias mãos. Eram suas mãos. Mas ela estava... nova. A professora universitária tímida havia desaparecido. Em seu lugar, havia uma mulher cujas terminações nervosas estavam vivas com um único propósito.

Ela passou as mãos sobre seus heavy boobs encharcados, apertando os próprios mamilos através do tecido. Um choque delicioso e agudo foi direto para sua chut. Ela já estava molhada. Mais molhada do que a chuva lá fora.

Um sorriso lento e sedutor se espalhou por seus lábios. Ela pegou o saree vermelho. Era apenas tecido agora. Mas o trabalho estava feito.

*

Siddharth estava servindo duas xícaras de chá, com as mãos trêmulas, quando ouviu seus passos. Ele se virou.

Minakshi estava na porta da sala de estar. Ela havia mudado. Um saree de cetim vermelho estava drapeado perfeitamente, colado a cada centímetro dela. A blusa molhada por baixo era transparente, seus mamilos escuros claramente visíveis, pressionando o material. O pallu estava drapeado baixo sobre o peito, atraindo o olhar para o decote profundo. O tecido abraçava o volume arredondado de sua bunda, a curva de sua barriga, aquelas coxas grossas.

Mas foram seus olhos que o pararam. Eles estavam diferentes. Mais escuros. Famintos. Eles travaram nos dele e então desceram, encarando abertamente o volume óbvio em suas calças.

“Siddharth ji”, disse ela, com a voz em um ronronar baixo. Sem tremores. Sem timidez.

“Você... você está...” ele gaguejou.

“Como se eu precisasse ser aquecida?” ela completou, aproximando-se. O cheiro dela — chuva, jasmim e, agora, algo mais almiscarado, primitivo — o envolveu. “Você está duro por mim.”

Não foi uma pergunta. Foi uma declaração de fato, pingando satisfação. Ela fechou a distância entre eles. Sua mão pequena subiu e pressionou, com a palma espalmada, contra o cock dele por cima das calças.

Siddharth gemeu. “Minakshi... nós não deveríamos...”

“Kyun nahi?” ela sussurrou, inclinando-se. Seus seios pressionavam o peito dele. “Eu vou ser sua esposa. Sua randi. Sua tudo. Olha para você. Seu cock grande e grosso está implorando pela minha chut.” [Por que não?]

Suas palavras, tão sujas, tão diretas, despedaçaram o resto de sua hesitação. Três anos de solidão, de luto, explodiram em uma necessidade pura e bruta. Ele agarrou o rosto dela, seus dedos emaranhando-se no cabelo úmido, e esmagou sua boca contra a dela.

O beijo não foi gentil. Foi uma reivindicação. Sua língua mergulhou na boca dela, provando hortelã, chuva e ela. Ela gemeu contra ele, suas mãos arranhando as costas dele, puxando-o para mais perto. Seus quadris roçavam contra a rigidez dele.

“Fuck”, ele rosnou contra os lábios dela. “Tumhari chut… main dekhna chahta hoon.” [Sua pussy... eu quero ver.]

“Então abra seu presente, querido”, ela respirou, afastando-se. Seus olhos estavam vidrados. “Meri chut aapki hi hai. Pure din, puri raat.” Sua voz caiu uma oitava enquanto ela respirava perto da orelha dele. “Kahi bhi. Kabhi bhi.”

Não havia vergonha, apenas propósito.

Siddharth não precisou de mais convite. Ele mexeu no nó do saree dela, a seda deslizando frouxa. Ele empurrou o pallu e desabotoou a blusa dos ombros dela. Seus boobs caíram para fora, pesados e cheios, com aréolas grandes e escuras. Ela não usava sutiã. Ele gemeu, pegando o peso de um deles na mão, amassando-o bruscamente antes de abaixar a boca. Ele sugou o mamilo profundamente, sua língua circulando o pico granulado.

“Haan… aapka mooh… Fuck” ela gemeu, com a cabeça caindo para trás. Seus dedos apertaram o cabelo dele. [Sim... sua boca...]

Ele mudou para o outro seio, mimando-o com a mesma atenção brusca, mordendo suavemente, sugando com força. Seus gemidos preencheram o quarto, mais altos do que a chuva. Sua mão livre empurrou as pregas do saree dela e o cós da petticoat, puxando-os para baixo de seus quadris. Ele nem se incomodou com as panties; ele apenas enganchou os dedos na lateral e rasgou o algodão.

Ele caiu de joelhos. A chut dela estava diante dele, escura, brilhante, já inchada. Pelos escuros e arrumados cobrindo sua pussy, fazendo-a parecer mais crua e real. O cheiro de sua excitação, ácido e doce, o atingiu. Ele enterrou o rosto entre as coxas dela.

“Aiyaah!” Minakshi gritou, suas pernas quase dobrando quando a língua dele encontrou seu clitóris. Ele não foi gentil. Ele a lambeu com movimentos largos e planos, depois focou no pequeno ponto duro, sugando-o para dentro da boca, cutucando-o com a ponta da língua. Seus dedos empurraram para dentro dela, dois, depois três, curvando-se para cima. Ela estava encharcada, apertada e quente.

“Você tem um gosto tão bom”, ele murmurou, a voz abafada contra a carne dela. “Como se você tivesse sido feita para eu comer.”

“Eu fui! Main aapke liye bani hoon!” ela gritou, seus quadris dando solavancos, fodendo o rosto dele. “Aapka acchi biwi banungi na? Sirf aapki rand biwi?” [Eu fui feita para você!] [Eu serei sua boa esposa, né? Apenas sua esposa vadia?]

“Haan. Sirf meri sabse achi rand”, ele rosnou, o elogio caindo de seus lábios facilmente, alimentado por uma fome que ele esquecera que possuía. Ouvir aquilo a fez contrair os dedos dele, uma nova onda de umidade cobrindo sua mão. [Sim. Apenas minha melhor vadia.]

Ele se levantou, suas próprias roupas um obstáculo frenético. Ele rasgou sua camisa, botões voando. Ele empurrou suas calças e roupa de baixo para baixo, seu cock saltando livre.

Os olhos de Minakshi se arregalaram. “Hey Bhagwan!” Era grosso. E grande. O eixo era uma coluna de carne pesada e cheia de veias, a cabeça de um rosa avermelhado. Parecia que ia rasgá-la em duas. Uma nova onda de desejo, misturada com uma pontada de medo, encharcou suas coxas. Ela o alcançou, precisando tocar. Suas mãos pequenas mal conseguiam circundá-lo. Ela usou ambas para cima e para baixo, seus dedos e polegares não se encontrando, acariciando a pele quente e sedosa. “Itna mota lund… aapka lund kitna khoobsurat hai.” [Um dick tão grosso... como seu cock é lindo.]

Sua adoração era genuína, impressionada. Ela se inclinou, levando a cabeça dele à boca. Ele esticou seus lábios, forçando sua mandíbula. Ela só conseguiu colocar a ponta na boca, sua língua girando ao redor da coroa, provando o pré-cú salgado que brotava ali. Ela engasgou ao tentar levar mais, com os olhos lacrimejando.

“Isso”, Siddharth ofegou, com as mãos na cabeça dela. “Apna mooh khol. Mere lund ko choos.” [Abra sua boca. Chupa meu cock.]

Ela chupou, desajeitadamente, adoravelmente, suas mãos bombeando o que ela não conseguia encaixar na boca. Depois de um minuto, ele a puxou para cima. “Chega. Eu preciso estar dentro de você. Agora.”

Ele a virou, curvando-a sobre o encosto do sofá. Ele chutou os pés dela mais para longe. O saree vermelho estava amontoado em torno de seus tornozelos. Sua bunda redonda e perfeita estava apresentada para ele, sua chut molhada brilhando abaixo.

“Por favor”, ela implorou, olhando por cima do ombro, com os olhos desesperados. “Andar daaliyea Sidhharth ji. Mujhe chodo. Mera bhosda phaad do.” [Por favor. Coloque dentro, Siddharth ji. Me foda. Rasgue minha xoxota.]

Com um grunhido, ele guiou a cabeça larga do seu cock até a entrada dela. Ele não facilitou. Ele empurrou. A resistência foi imensa, seu canal apertado lutando para acomodar a grossura dele. Ele sentiu os músculos internos dela se contraírem, depois lentamente, dolorosamente, cederem enquanto ele a abria.

“Ufff… ahhhh… haaaan…” ela soluçou, uma mistura de dor e prazer avassalador enquanto ele a preenchia, centímetro espesso por centímetro, até que seus quadris estivessem colados à bunda dela. Ela estava preenchida, esticada até o limite. “Aapko main andar tak… mehsoos kar rahi hoon…” [Você está dentro... eu posso sentir você.]

Ele começou a se mover. Estocadas lentas, profundas e punitivas que arrastavam por cada ponto sensível dentro dela. O som da pele batendo contra a pele, úmido e alto, juntou-se ao ritmo da chuva. Ele agarrou os quadris dela, seus dedos enterrando-se na carne macia, usando-a para seu prazer.

“Tumhari chut kitni garam hai… itni tight… meri lund ko daboch rahi hai”, ele grunhiu, seu ritmo aumentando. [Sua pussy está tão quente... tão apertada... está apertando meu cock.]

“Aur andar daalo! Jaldi!” ela gritou, empurrando de volta contra ele, encontrando cada estocada. Seus mumme balançavam violentamente abaixo dela, batendo contra o peito com a força da foda dele. O sofá rangeu em protesto. [Coloque mais fundo! Mais rápido!]

Ele a puxou para cima, com as costas dela contra o peito dele, sem nunca escorregar para fora. Uma mão veio para arranhar seu seio, beliscando e puxando seu mamilo. A outra mão deslizou para baixo pela barriga dela, pelos pelos grossos, encontrando seu clitóris.

“Aa jao mere saath”, ele comandou no ouvido dela, com a voz áspera. “Apni chut se paani girao. Meri achi raand ki tarah.” [Venha comigo. Deixe sua pussy jorrar água. Como minha boa vadia.]

A estimulação dupla — a sensação profunda e cheia do cock maciço dele e os círculos ásperos em seu clitóris — foi demais. Seu corpo curvou-se, um grito silencioso nos lábios antes que um clamor gutural rasgasse sua garganta. Sua chut convulsionou ao redor dele, prendendo-o em pulsos rítmicos. E então, uma inundação quente e jorrante explodiu dela, encharcando o cock dele, sua mão, suas coxas, e pingando no chão abaixo. Ela jorrou, o líquido atingindo o tapete com um som suave, seu corpo tremendo violentamente durante o orgasmo mais longo de sua vida.

“Good girl. Kitni achi hai meri raand”, ele elogiou, segurando-a enquanto ela o ordenhava com suas contrações. Aquilo o levou ao limite. [Boa menina. Como minha vadia é boa.]

Ele a girou, levantando-a. Ela envolveu a cintura dele com as pernas, com o cock dele ainda enterrado profundamente dentro dela. Ele a carregou assim, andando até a mesa de jantar, e a deitou no frio da madeira. Ele avançou nela novamente, desta vez com um ritmo frenético e brutal. Suas pernas estavam sobre os ombros dele, seu corpo dobrado ao meio, a posição intensa, desconfortável e incrivelmente profunda.

“Ha… ha… ha…” ele ofegou, suas bolas batendo contra a bunda dela. “Main andar hi nikalunga… tere andar apna beej daalunga… bachcha paida karegi mera?” [Vou gozar dentro... vou colocar minha semente dentro de você... você vai dar à luz meu filho?]

“Haan! Haan, karo na! Mujhe bhar do!” ela implorou, sua mente vazia de tudo, exceto da necessidade do sêmen dele. “Aapka beej chahiye mujhe! Andar daalo, pura! Main aapke bachhe ki maa banungi! Please, Siddharth ji… Ah fuck… please breed your good slut!” [Sim! Sim, faz logo! Me encha!] [Eu quero sua semente! Coloque dentro, tudo! Eu vou ser a mãe do seu filho!]

A “prontidão” quebrou algo nele. Com um rugido final e rasgado, ele entrou com tudo e gozou. Não foi um jato; foi uma inundação. Cordas grossas e quentes de sêmen a preencheram, disparadas tão fundo dentro de sua chut que ela sentiu bater no colo do útero. Ele continuou vindo, bombeando para dentro dela, uma quantidade impossível, até que ela se sentisse cheia ao ponto de explodir, um transbordamento quente e pegajoso escorrendo por onde eles estavam unidos.

Ele desabou em cima dela, exausto, seu peso pesado prendendo-a na mesa. Ambos estavam escorregadios de suor, o saree dela esquecido, as roupas dele meio retiradas. Seu cock, ainda semi-duro, contraiu-se dentro dela, liberando mais um pequeno gotejamento.

As mãos dela encontraram as dele, seus dedos entrelaçando-se, apertando forte contra a madeira da mesa. Ela virou a cabeça, roçando o rosto na bochecha dele.

“Mera bhosda ab aapka hai”, ela sussurrou, com a voz rouca. “Aapka beej andar hai. Aapki biwi ke.” [Minha xoxota agora é sua. Sua semente está dentro. Da sua esposa.]

Lá fora, a chuva diminuiu para um chuvisco. Lá dentro, na fria mesa de jantar, sob o olhar do retrato, ambos jaziam exaustos, envoltos em um casulo de calor.