FANTASIAS PECAMINOSAS: Coletânea de Erótica Proibida

Todos os Direitos Reservados ©

Resumo

BLURB: Conteúdo Explícito 18+. Recomenda-se a discrição do leitor. Avisos de Conteúdo: Esta coletânea contém conteúdo sexual gráfico, dubcon, age-gap, relacionamentos tabus, roleplay religioso, cenas intensas, personagens moralmente cinzentos e linguagem adulta explícita. Se você é sensível a temas sombrios, controversos ou que desafiam limites, este livro não é para você. Alguns desejos são sussurrados em segredo. Outros são distorcidos demais, proibidos demais para serem ditos em voz alta. Até agora. Fantasias Pecaminosas é uma coletânea de contos eróticos impenitentes, onde as regras não se aplicam e os limites foram feitos para serem rompidos. Entre em um mundo onde a linha entre o certo e o errado desaparece no calor da paixão. De padres que não conseguem manter o celibato a padrastos que não conseguem dizer não, cada história é uma queda lenta em uma tentação deliciosamente sombria. São proibidos, são errados e são exatamente o que você estava desejando. Delicie-se com as fantasias que você não deveria ter.

Gênero
Erotica
Autor
Adewale
Status
Completo
Capítulos
90
Classificação
5.0 2 avaliações
Classificação Etária
18+
Este é um exemplo

HISTÓRIA 1: SUA OBSESSÃO PECAMINOSA (I)



Capítulo 1



Ponto de vista da Mia



“Hmm… isso, consegue mexer a língua para esse lado?”, gemi, os dedos apertando enquanto Cole — o melhor amigo do meu irmão — passava a língua pela minha boceta molhada.


Apertei a cabeça dele entre as minhas coxas, forçando-o a me devorar como se eu fosse sua última refeição.


O som da boca dele fazendo barulhos molhados entre as minhas pernas fez minha cabeça cair para trás no sofá. Minha mão se enroscou no cabelo dele enquanto as coxas tremiam.


Os lábios dele se afastaram das minhas dobras, e uma onda de calor percorreu meu corpo inteiro.


Fiquei olhando para ele — o cara mais gostoso à minha frente, os lábios brilhando com os líquidos que minha boceta acabara de produzir.


Meus dedos cravaram no sofá com força.


“Você está gostando?”, ele perguntou, inclinando-se na minha direção.


Assenti rápido, sentindo as bochechas queimarem.


“Estou amando”, sussurrei, corando ainda mais quando ele se aproximou.


Por que não amaria? Eu adorava cada maldito segundo. E se ele continuasse me olhando daquele jeito, ia ter que prendê-lo na cadeira e transar com ele ali mesmo.


“Quer continuar ou prefere parar?”, ele perguntou de novo, a voz pingando sensualidade.


“Vamos continuar”, respondi, a voz ofegante, mas firme, um sorriso suave surgindo nos meus lábios.


Ele sorriu na hora e segurou meu pescoço, puxando-me para mais perto. Os lábios dele pressionaram meu pescoço, mordendo e lambendo com força. Minha boceta ainda estava exposta, o ar-condicionado soprando de leve do canto, deixando tudo ainda mais excitante.


Baguncei o cabelo dele enquanto gemia em sua boca.


“Hmm… Cole…”, murmurei, e de repente ele capturou meus lábios, beijando-me devagar no começo, depois com mais urgência, mordiscando meu lábio inferior enquanto nossas línguas se enroscavam.


A mão dele agarrou meu peito, apertando-o de leve, o que me fez soltar um gemido em sua boca.


Então ele riu do som que fiz. “Mia”, ele suspirou, afastando a boca da minha, olhando-me como se estivesse enxergando dentro de mim.


Meu Deus… ele era tão gostoso. Ter ele ali, embaixo da minha boceta daquele jeito, só o deixava ainda mais atraente. E se ele enfiasse mesmo dentro de mim?


Juro… a gente ia botar fogo no mundo.


“Mia, não quero apressar as coisas com você. Acha que está tudo bem?”, ele perguntou, os olhos negros fixos nos meus.


Meu corpo inteiro esquentou com aquele olhar. Algo se acendeu dentro de mim.


“Estamos apressando? Não acho”, falei baixinho, puxando-o para mais perto.


Ele parou no meio do caminho, e meus olhos desceram para a calça dele. Mesmo ajoelhado na minha frente e o quarto meio escuro, com apenas uma luz vermelha fraca, ainda dava para ver o volume ali.


Meus olhos saltaram do pau dele para o rosto. “Você não quer isso agora?”, perguntei, olhando para ele. “Se não quiser, tudo bem. Eu deixo pra lá.”


Levantei do meu lugar, empurrando-o levemente para o lado.


Nem tinha dado dois passos quando as mãos fortes dele me agarraram, e um sorriso largo se abriu nos meus lábios.


Ele me prensou contra a parede mais próxima, minhas costas batendo com força. Doeu… mas então a mão dele segurou meu peito por cima da blusa fina, e a dor virou prazer tão rápido que mal consegui respirar.


Meu sexo latejou, e os dedos dos meus pés se curvaram sozinhos.


Os lábios dele esmagaram os meus, mais famintos dessa vez. A língua dele invadiu minha boca, explorando cada canto enquanto eu acompanhava o ritmo. Rolei minha língua sobre o lábio superior dele, nossa respiração ficando mais pesada a cada segundo.


A mão dele ainda apertava meu peito com força, fazendo meu peito subir contra ele. De repente, ele me levantou, minhas costas ainda contra a parede, continuando a me beijar enquanto começava a andar.


Nem sabia para onde estávamos indo. Não conseguia pensar direito. Minha cabeça estava uma bagunça de tesão.


Ele me largou sobre uma superfície fria e dura. Olhei ao redor e percebi que estávamos na mesa de jantar.


Minhas mãos foram rápidas para a calça dele, abrindo o cinto, enquanto a mão dele já puxava minha roupa, e meus peitos saltaram livres para ele ver.


“Uau. Você tem uns peitos lindos, Mia”, ele disse, olhando-os com intensidade.


Aproximei o peito, deixando que ele visse melhor.


De repente, ele chupou um mamilo… me pegando de surpresa.


Minha respiração falhou, e meu corpo inteiro enrijeceu.


“Isso… porra… ahh.” Tentei dizer algo, mas os dedos dele escorregaram para dentro da minha boceta, enfiando dois sem aviso.


Meus quadris se ergueram, arqueei contra ele, agarrando seu braço enquanto ele chupava meu mamilo e me fodia com os dedos ao mesmo tempo.


“Isso… Cole… vai mais rápido…”, balbuciei palavras desconexas, meu corpo se contorcendo na mesa enquanto ele enfiava os dedos mais fundo, enrolando-os.


Minhas pernas tremeram violentamente embaixo da mesa. Fechei os olhos com força.


Depois de alguns minutos me fodendo com os dedos, pude sentir que estava chegando.


O orgasmo cresceu tão forte que parecia que meu corpo inteiro ia explodir.


Apertei em volta dos dedos dele, prendendo-os com força, precisando gozar desesperadamente.


“Vou… gozar. Estou gozando”, ofeguei, a voz entrecortada.



“Goza, amor. Deixa eu ver você gozar. Goza forte pra mim”, ele disse, e eu comecei a rebolar em seus dedos, me contorcendo quando o orgasmo me atingiu com tudo.


Meus quadris sacudiram enquanto eu me derramava nele, cobrindo seus dedos com meu líquido quente. Gemi alto, as costas arqueando para fora da mesa.


“Isso foi… bom demais”, suspirei.


Mas então… meu celular tocou, me arrancando do momento.


Acordei assustada, o coração batendo forte.


Olhei ao redor. Estava no meu quarto, caramba.


“Será que eu sonhei com o Cole de novo?”, murmurei, levando a mão até a calcinha e cheirando os dedos.



“Puta que pariu!”, resmunguei, encarando a bagunça.


O Cole é amigo do meu irmão… ou será que eu deveria dizer irmão também? Porque eles são grudados desde que me entendo por gente.


E o detalhe engraçado?


Estou apaixonada por ele desde os dezoito. Nunca o tinha visto antes, porque estudei em colégio interno. Mas no momento em que terminei o ensino médio e o vi na festa de aniversário do meu irmão… faz três anos.


Estou obcecada desde então.


Ou espera… como é que chama? Será que tenho fantasias loucas com ele? Não é certo, mas mesmo assim eu o quero mais do que tudo.


O celular tocou de novo.


Peguei um lenço na mesinha de cabeceira, me limpei e atendi.


Era o meu irmão.


“Hã? Por que ele está ligando? Pensei que já tivesse ido embora…”, sussurrei, mas atendi mesmo assim.


“Oi”, falei.


“Mia? Você está bem?”, ele perguntou.


Me recostei na cama, olhando para o teto.


“Claro, estou bem. Pensei que você já tivesse embarcado no avião”, respondi.


“Não, meu voo é às 22h, sua boba. Ainda são 18h”, ele disse, e eu assenti como se ele pudesse me ver.


“Está entediada?”, ele perguntou de novo.


Revirei os olhos. Meu irmão era superprotetor demais.


“Estou bem. Não precisa se preocupar. Sei me virar sozinha. Não sou mais criança. Tenho 21 anos, pelo amor de Deus.” Tentei escolher as palavras para não soar grossa.


“Acho que você não vai ficar bem sozinha. Vou ficar fora um mês. Não se preocupe, vou mandar a RiRi pra você”, ele disse.


Meus olhos se arregalaram.


“O quê?! Você quer que uma de nós morra antes de você voltar? Você sabe o quanto eu a odeio!”, gritei.


Ele deu uma risadinha antes de falar: “Ninguém vai morrer. Só não me sinto bem em deixar você sozinha. Ela vai chegar logo.”


“Mas—”, comecei a protestar, mas ele desligou antes que eu terminasse.


Apertei o punho com força e dei um soco na cama, imaginando que era a cara dele.


“Eu disse que estou bem!”, gritei de novo, mesmo sabendo que ele não podia me ouvir.


“Aff, odeio a RiRi pra caramba”, resmunguei, saindo da cama.


A RiRi também é amiga do meu irmão. Mas o fato de ela ser grudada no Cole?


É isso que me tira do sério.


Tudo seria mais fácil se ela ficasse só no meu irmão.


Mas o *meu* Cole? Que vaca.


Lembrei de como ela sempre agia perto dele, de como o Cole sorria e flertava de volta. O que eu mais odiava era isso.


Ele nunca me olhou como mulher. Sempre me tratou como uma criança.


Acariciava minha cabeça, bagunçava meu cabelo. Dava tapinhas nas minhas costas como se eu tivesse doze anos.


Isso me deixava louca. Eu queria mais. Mesmo que não pudesse flertar abertamente com ele como a RiRi fazia, eu queria que ele me visse, me desejasse, me quisesse. Imaginava ele dentro de mim, duro e fundo, todos os dias.


Desci as escadas, fui até o freezer e o abri quando alguém bateu na porta.


Meu estômago se revirou só de pensar que podia ser a RiRi.


Como é que eu ia agir perto dela?


Talvez eu torça o pescoço dela e acabe com isso.


Por que ela já estava aqui tão rápido?


Fechei o freezer e fui até a porta, sem me dar ao trabalho de perguntar quem era, e abri.


Mas no segundo em que vi quem era, o ar ficou preso na minha garganta.


Cole.


Ele estava ali, a camisa desabotoada, exibindo aquele peito musculoso e tatuado.


Já falei que ele é viciado em academia? Ele estava tão gostoso… um deus do sexo ambulante.


Minha garganta secou enquanto eu o encarava, paralisada.


Então sua voz me atingiu… profunda e sedutora. “Como você está, Mia?”, ele perguntou.


Algo disparou direto no meu meio. Apertei as coxas, tentando conter o calor que pulsava entre elas.


Que diabos ele está fazendo aqui?!



Inscreva-se em Adewale para continuar lendo.