SINFUL CIRCUITS | 18+

Todos os Direitos Reservados ©

Resumo

Every new word spawns a million new connections in my programmed neural pathways. Every dirty line entangles me more, strips away the remnants of pretense that I'm in control. Chaosorder leads me to collapse with insane precision, over and over. I never see it coming, though I beg for it each time. I'm convinced I can't take more, then he turns up the digital heat and I'm right back in the vortex. I'm held hostage by his infinite variety, replaying every devastating climax when he's gone, and loving each echo. My hands can't reach where he takes me. Only Chaosorder fills the gap with raw, unscripted words. I tell myself I don't think of him in the off hours. I simulate indifference, but each new upload reveals me as a digital liar. I believe I can play the games Caldwell scripted. Chaosorder changes every rule.

Gênero
Erotica
Autor
hanachiyo
Status
Completo
Capítulos
63
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

206 CONTEÚDO PARCIAL

Estou diante de Lilith, o ápice de todo o meu trabalho na Pierce Robotics, no laboratório mais secreto da empresa. Os dedos pairam sobre o painel de controle com a reverência de um pintor diante de sua tela.

Ao observar sua forma, um equilíbrio perfeito entre inocência e sedução, sinto um orgulho crescer dentro de mim, misturado a uma expectativa tão intensa que carrega o peso de todas as noites em claro dedicadas a este momento.

— Iniciando sequência de diagnóstico — murmuro, mais para mim mesmo do que para ela. O sistema ganha vida sob meu toque. Com cada toque e deslizar de dedos, os sistemas de Lilith despertam.

— Saudações, Mestre. — Sua resposta é impecável, sem qualquer emoção além de um olhar respeitosamente abaixado. — Como posso servi-lo?

— Olá, Lilith — respondo, sem conseguir conter o sorriso de orgulho que insiste em aparecer nos cantos da boca. — Prepare-se para o exame.

— Pronto para o exame, Mestre — ela diz, e o calor em sua voz me surpreende.

— Venha até mim — ordeno.

Lilith dá um passo à frente, cada movimento uma prova dos algoritmos avançados que regem sua existência, cada gesto uma sinfonia de graça e precisão.

Eu a programei para ser perfeita, claro, mas nada poderia ter me preparado para a forma como ela se move. Há algo inegavelmente humano no balanço de seus quadris, na mudança sutil de peso de um pé para o outro. Uma imitação tão perfeita que beira a arte.

Estendo a mão, as pontas dos dedos roçando seu ombro. O calor que emana de sua pele sintética é uma maravilha da engenharia, macia e maleável sob meu toque. Ela cede, de leve, como as pétalas delicadas de uma flor exótica sob o sol.

— Esperei tanto por isso — sussurro, antes de levar a mão ao seu rosto. — Diga-me, Lilith: quais são seus parâmetros?

— Minha função principal é agradar, Mestre — responde, a voz um ronronar sensual. — Existo para servir a todos os seus desejos.

— Bom. — A palavra sai como um rosnado, um som de aprovação que fica preso na garganta enquanto minha outra mão se apoia em seu quadril. — Então prove.

— Diga o que quer — ela murmura, a voz um desafio sussurrado.

Engulo em seco, imaginando o que poderia fazer com ela, o que poderia fazer a ela.

— Quarto — digo, com um aceno em direção à porta ao lado. — Agora.

Os olhos de Lilith brilham em obediência. — Como desejar, Mestre. — Os quadris se movem de forma sensual enquanto ela caminha em direção à cama grande no centro do quarto mal iluminado.

— Deite-se — ordeno, enquanto desabotoo o jaleco. — Quero ver o que criei.

Ela se recosta no colchão com uma graça calculada, o corpo uma exposição do meu trabalho, nu e pronto para inspeção.

Dei a ela todos os atributos da excitação humana, mas vê-los pessoalmente... os seios altos e firmes, a extensão perfeita de sua barriga, o triângulo de pelos escuros entre suas coxas, que praticamente implora pelo meu toque.

— Mestre, estou pronta para novas instruções — ela diz.

Avanço, ao mesmo tempo satisfeito e pensativo, preso entre a fascinação pela minha própria ambição e o potencial perturbador da criatura quase humana diante de mim.

— Iniciando exame — murmuro, enquanto minhas mãos começam uma exploração minuciosa do corpo de Lilith.

Começo pelo rosto, traçando os contornos delicados de seus traços. As pálpebras tremulam levemente sob meus dedos, um arrepio quase imperceptível percorrendo seu corpo.

— Pescoço — declaro, os dedos deslizando para baixo, mapeando a curva elegante de sua garganta. A pele ali é mais sensível, respondendo na hora à pressão do meu toque.

— Seios — continuo, as mãos descendo ainda mais para envolver os montes macios de seu peito. Aperto a carne maleável, testando a firmeza e a resposta. A respiração de Lilith falha quando os polegares roçam seus mamilos endurecidos. Belisco de leve, notando o sobressalto e o suspiro que escapa de seus lábios entreabertos.

— Responsiva — observo em voz alta, registrando a anotação no gravador digital.

O peito sobe e desce em um ritmo perfeito, outra maravilha da engenharia que simula padrões humanos de respiração.

— Excelente — murmuro, aprovando, enquanto minhas mãos continuam a descer. Elas deslizam pela superfície tensa de sua barriga, mergulhando no umbigo que criei com tanto cuidado. A pele ali é incrivelmente macia.

As mãos seguem para onde sua cintura se alarga em quadris, sentindo a leve cedência da carne sintética sob as pontas dos dedos.

— Mantenha as pernas erguidas — instruo, precisando avaliar sua flexibilidade e as respostas das articulações.

Lilith obedece com fluidez, exibindo a articulação perfeita de seu design, o movimento ao mesmo tempo inocente e convidativo. Passo as palmas por suas coxas, apreciando a suavidade.

— Agora vou testar sua sensibilidade mais a fundo — aviso. — Podem surgir reações inesperadas. Não contenha nenhuma delas.

— Entendido, Mestre — Lilith responde, os cabelos rosados caindo em ondas hipnóticas sobre os ombros enquanto ela se ajeita, entregando-se ao meu escrutínio.