A Garota Tímida e o Astro Adulto

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Resumo

***Completo*** Para o astro do cinema adulto Aiden Carter, a vida não é tão glamorosa quanto se imagina. As pessoas veem as mulheres, o sexo e como ele deve adorar tudo isso. O sonho de todo homem, certo? Mas a paixão que ele nutria na época do ensino médio ainda permanece em seu coração. Elizabeth Wilson trabalha como analista de dados e raramente sai de casa. Ela prefere mergulhar em um livro e se esconder do mundo a ter uma vida social ativa. Porém, um encontro inesperado com Aiden muda tudo. Ele foi seu primeiro beijo no ensino médio e continua sendo o único que ela jamais esqueceu. O problema é que ela não faz ideia de quem ele se tornou, e ele pretende manter esse segredo. Será que esconder sua verdadeira identidade pode fazer o relacionamento dar certo? Ou tudo virá abaixo para os dois?

Status
Completo
Capítulos
40
Classificação
5.0 6 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

Aiden

As câmeras se posicionam ao nosso redor. Elliot grita instruções, mesmo que já tenhamos repassado tudo antes.

— Viper, quando a Ivory sentar na mesa, quero que passe a régua pela coxa dela e levante a saia, pra todo mundo ver a boceta. Depois, abra as pernas dela e diga o quanto ela é safada. Você sabe como é. Quero sexy. — Elliot, nosso diretor, solta o ar com força. Reviro os olhos, e a Ivory morde o lábio de baixo. — Todo mundo em posição.

É a clássica cena de professor e aluna.

Ela entra no meu escritório e senta na ponta da mesa. Eu me aproximo, lambendo os lábios enquanto suas pernas se abrem mais.

— Vejo que veio receber seu castigo. — Uso um tom áspero e levanto a minissaia dela para a câmera pegar o ângulo de baixo.

Ela não está usando sutiã por baixo da blusa branca, então os mamilos marcam o tecido, dois montinhos rosados, o sonho de qualquer cara. Não perdemos muito tempo com preliminares, porque a maioria dos espectadores prefere ver pau ou boceta.

A Ivory desabotoa a blusa, e os peitos dela saltam livres. — Como vai me punir, senhor? — Ela belisca os próprios mamilos.

— Vou começar com cinco chicotadas. — Bato a régua na palma da mão, e ela estala alto. — Depois, você vai chupar meu pau. — Abaixo a calça, e meu pau já duro balança.

Ficamos nus, e ela se inclina sobre a mesa, onde eu bato na bunda dela com a régua. Não é forte, mas ela faz os barulhos certos. O que importa é a performance. Coloco a régua na mesa, dou a ordem, e ela se vira para se ajoelhar e me chupar.

Estou duro, seguro o cabelo dela e a saliva escorre pelo queixo enquanto ela me engole. Ter uma câmera tão perto enquanto te chupam o pau pode ser meio estranho. A Ivory é linda, e não é difícil curtir o que ela faz. Todas as mulheres com quem trabalhei são bonitas, mas preciso deixar os sentimentos de lado, porque isso é só um trabalho. Envolver-se com outra estrela pornô só dá problema no fim.

Ela engasga no meu pau por uns cinco minutos antes de mudarmos de posição. Deito-a na mesa e vou para baixo, comendo-a com a língua e os dedos até ela gozar, os gemidos enchendo a sala.

Depois, brinco com a entrada da boceta dela com a ponta do meu pau, enquanto a câmera faz um close. Ela desce a mão e começa a tocar o clitóris enquanto eu entro.

Aprendi a ficar duro por muito tempo, porque demora pra eu gozar. Parte disso é porque, mesmo que as mulheres com quem transo sejam atraentes, não tenho conexão emocional com elas. Então, quando quero gozar, penso numa garota por quem eu tinha uma queda no ensino médio.

Na época, eu era o loiro desengonçado cheio de espinhas, e ela era a garota tímida e fofa. Sempre me perguntei o que teria acontecido com ela depois que saímos da escola. Ela ainda guarda um pedaço do meu coração, porque me enxergou de verdade, não o garoto desajeitado e cheio de espinhas que eu era. Só nos beijamos, mas ainda lembro do nosso primeiro beijo.

Quando fiz 21 anos, minha vida mudou. Uma namorada brincou que, por eu ter um pau enorme, deveria entrar para a indústria pornô. Depois, terminamos.

Cinco anos depois, sou conhecido como Johnny Viper nas telas.

Mudamos de posição, e agora ela está de quatro no chão. — Ah, Johnny! — A Ivory grita enquanto eu meto nela com força.

Gozo com tudo e solto um urro enquanto a encho. Quando saio, a câmera faz outro close para capturar o gozo escorrendo da boceta dela. Bato o pau na boceta e passo pela bunda.

Quando cortamos, pego um roupão, e todo mundo nos parabeniza pela performance.

Vou tomar um banho e enxaguar a boca com antisséptico. Tenho uma rotina rígida depois das gravações. Assim que saio do estúdio, a persona “Johnny Viper” some, e volto a ser só o Aiden Carter.

— Ei, Aiden. Quer jantar comigo hoje? — A Ivory vem correndo atrás de mim. — Esta é a sua cidade natal, achei que seria legal sairmos juntos. — Ela me olha por baixo dos cílios.

Fiquei fora daqui nos últimos três anos, mas voltei porque abriram um novo estúdio na cidade.

— Talvez outra hora? Quero me instalar no apartamento novo e resolver umas coisas. — Passo os dedos pelo cabelo ainda úmido.

— Tá bom, então te vejo semana que vem para a gravação dupla. — Ela se estica na ponta dos pés e beija meu rosto.

— É, até lá.

Com um clique da fechadura, abro o carro e me acomodo no banco do motorista. Esfrego o rosto e solto o ar dos pulmões. Um nó de nervosismo ainda aperta meu estômago por estar de volta a esta cidade. Não tenho vergonha do que faço, mas sempre fica aquele receio de esbarrar em alguém conhecido e ser reconhecido.

Dirijo até o prédio onde fica meu apartamento. Tem estacionamento subterrâneo, e foi por isso que o escolhi. Em vez de subir, atravesso a rua e entro numa cafeteria.

Peço um latte, e o aroma forte do café enche o ar enquanto espero. O lugar não está muito cheio, o que agradeço. Quando meu pedido fica pronto, pego a xícara, agradeço ao barista e saio.

Ao sair da cafeteria, alguém entra. Dou um passo para trás para deixá-la passar. Ela olha para mim e agradece, depois me encara.

— A—Aiden? — Os olhos dela se arregalam de surpresa, e as bochechas ficam vermelhas.

Demoro um segundo para reconhecê-la. — Elizabeth? — Uma onda de adrenalina faz meu coração disparar, e uma excitação rápida aperta minha virilha.

É inacreditável que, depois de tantos anos, tenha esbarrado justamente na garota tímida do colégio, aquela em quem penso o tempo todo. E lá está ela, na minha frente, em carne e osso.