Meu Professor Viúvo

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Resumo

Olá, amigos, aqui é Arun Mohapatra de Bhubaneswar, Odisha, escrevendo a história do meu parente e minha primeira história aqui no ISS. Deixem-me apresentar os personagens da minha história. Estou interpretando o personagem do meu parente.

Gênero
Fantasy/Erotica
Autor
Raaj
Status
Completo
Capítulos
12
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

Part 1 - How It Started

Um universitário sente desejo por sua professora viúva

Meu nome é Utkal Keshari Panda, tenho 25 anos e moro em Bhubaneswar. Tudo isso aconteceu recentemente. Tenho 1,68 m de altura, meu pau mede 16,5 cm e tenho 6,3 cm de circunferência. Venho de uma família de classe média. Nossa casa é composta apenas por mim e pelo meu pai.

O nome do meu pai é Sovan Panda. Ele é empresário. Trabalha muito, mas nunca esquece de mim, mesmo com a agenda cheia. Minha mãe morreu de câncer quando eu tinha apenas 2 anos. Por isso, às vezes sinto falta dela quando vejo meus amigos com as mães deles.

Às vezes choro ao lembrar da minha mãe. Mas Deus é misericordioso por me dar um pai tão carinhoso e amoroso. Ele cuida de todas as minhas necessidades. Ainda assim, ninguém consegue ocupar o lugar de uma mãe.

Meu pai não se casou novamente. Ele tinha medo de que uma segunda esposa não cuidasse bem de mim. Ele me criou com muito amor e carinho. Sempre fomos muito próximos.

Voltando à minha história: completei minha graduação em Botânica em uma faculdade renomada. Depois, comecei a procurar emprego. Logo consegui uma vaga como professor particular em uma boa instituição. Mas, após dois anos, percebi que deveria concluir meus estudos superiores e buscar um trabalho com uma renda melhor e mais estável.

Inscrevi-me para o mestrado em uma faculdade de prestígio. Como tive boas notas anteriormente, consegui minha vaga facilmente. Foi aí que minha vida mudou completamente. Até hoje, nunca tive uma namorada, pois sempre fui um pouco tímido para expressar meus sentimentos.

Logo o processo de matrícula foi concluído e chegou o primeiro dia de aula. Como era o primeiro dia, eu queria parecer atraente. Como todos vocês sabem, a primeira impressão é a que fica.

Tomei banho, vesti uma camisa justa, calça jeans azul-escura e coloquei meu relógio Rolex. Passei perfume, penteei o cabelo e fui para a mesa de jantar. Meu pai estava almoçando. Quando me viu, disse: “Uau! Está ótimo, filho. Vai impressionar quem na faculdade?”

Não disse uma palavra, apenas corei. Almocei, peguei as chaves da minha moto e fui para a faculdade. No caminho, meu pai me desejou boa sorte. Fiquei feliz em ouvir aquilo.

Entrei na faculdade e fui até o mural para ver qual era minha sala. Depois de verificar a lista, corri para a aula. Enquanto entrava, fiquei observando as garotas. Como todos sabem, no primeiro dia os rapazes reparam em quais garotas são bonitas e elas reparam em quem é o rapaz mais bonito.

Fiquei muito desapontado ao olhar para todas elas. Não achei nenhuma atraente, embora houvesse muitas garotas bonitas por ali. Nenhuma tocou meu coração. Fiquei chateado e sentei-me em meu lugar com desânimo.

Logo chegou a hora das aulas começarem. Em pouco tempo, a professora entrou e começou a explicar a matéria. Eu estava entediado. Logo depois, veio o intervalo de 30 minutos. Pensei que, em vez de sair, ficaria jogando no celular.

O sinal tocou e o recreio acabou, mas eu ainda estava no celular. Chegou a hora da última professora entrar, e ela entrou. Todos a cumprimentaram, mas eu estava distraído e não a vi. Alguns segundos depois, guardei o celular no bolso da calça e olhei para a professora.

Foi aí que levei um choque. Ao vê-la, fiquei paralisado com sua beleza. Senti como se alguém tivesse me dado um tiro no peito com uma bala de 9 mm. A dor era insuportável. Ela parecia ter pouco mais de 20 anos, mas depois descobri que tinha 38.

Ela tinha um rosto redondo, com uma covinha nas bochechas e uma pequena pinta preta na parte inferior do lábio. Isso dava ainda mais beleza ao seu rosto adorável. Ela era muito clara e tinha um corpo voluptuoso. Seus seios eram enormes e se destacavam orgulhosamente no peito. Pareciam montanhas com um vale profundo no meio.

Sua bunda era redonda como um balão. A barriga era totalmente reta. Ela tinha a carne no lugar certo. Suas medidas eram provavelmente 38-28-40. Gravei cada detalhe dela com os olhos. Qualquer homem teria uma ereção só de olhar para ela.

As garotas estavam morrendo de inveja. Também vi alguns colegas olhando para ela com desejo. Eu estava hipnotizado. Nunca, em toda a minha vida, senti tamanha atração por alguém. Olhando para ela, senti meu pau endurecer dentro da calça. Senti algo indescritível. Era como se houvesse borboletas no meu estômago.

De repente, algo me distraiu: seu sári branco e a blusa branca, que normalmente as viúvas usam. Logo confirmei minha suspeita ao ver que ela não usava mangalsutra, nem sindoor na testa, nem sequer uma pulseira. Senti muito por ela, já que era tão jovem e seu marido não estava mais ali.

Imaginei o quanto sua vida devia ser miserável. Enquanto pensava nisso, ouvi sua voz pela primeira vez. Era como o canto de um rouxinol, suave e gentil, como se cada palavra fosse mel escorrendo de sua boca. Ouvir sua voz me deixou ainda mais atraído. Ela começou a dar aula.

Enquanto ela explicava, eu só conseguia me concentrar em seu rosto lindo e em seus atributos. Não conseguia ouvir nada. Eu estava em outro mundo. De repente, despertei quando o último sinal tocou. Logo ela parou de falar e saiu da sala.

Pensei em segui-la, mas ela foi direto para a sala dos professores. Esperei do lado de fora por muito tempo apenas para ter mais um vislumbre dela. Depois de mais de uma hora, ela saiu e caminhou até o ponto de táxi perto da universidade.

Para segui-la até sua casa, fui ao estacionamento, peguei minha moto e fui até o ponto. Fiquei decepcionado ao ver que ela não estava lá. Senti-me mal e voltei para casa.

Como meu pai não estava, pensei em ver pornô. Troquei de roupa, liguei o laptop e comecei a assistir. Enquanto via os vídeos, o rosto da minha professora, de quem eu nem sabia o nome, não saía da minha mente.

Logo baixei minha calça e comecei a me masturbar, imaginando que os atores éramos eu e minha professora. Em pouco tempo, jatos de porra saíram do meu pau de 16,5 cm. Na minha vida, nunca tive um orgasmo tão intenso. Eu respirava muito rápido depois daquilo.

Vesti a calça e desliguei o laptop. Logo me senti cansado e fui tirar um cochilo. Acordei quando meu pai me chamou para jantar. Arrumei-me e fui para a mesa. Ele trouxe comida do meu restaurante favorito. Enquanto eu comia, ele perguntou:

Pai – Filho, como foi seu primeiro dia de faculdade?

Eu – (pensando na minha professora, um pouco excitado) Muito bom, pai.

Ao ver minha empolgação,

Pai – Fico feliz que tenha gostado da universidade.

Como eu parecia animado, ele perguntou de novo:

Pai – Fez algum amigo ou conheceu alguma namorada?

Eu – (um pouco chocado) Não, pai, é só o primeiro dia. Mal conversei com alguém.

Pai – Mas parece que você encontrou algo. Algo muito especial.

Eu – Não, pai, nada disso. É só que gostei da universidade. Só isso.

Pai – O que você mais gostou, querido? Das garotas? (ele piscou para mim)

Eu – (surpreso) O que você está dizendo, pai?

Pai – Eu estava apenas brincando com você. Ok, diga o que você gostou.

Eu – (após uma pausa) Eu... eu... eu gostei da aula; da universidade, hum, de tudo, especialmente dos professores.

Pai – Professores ou professora? (com um sorriso estranho)

Eu – (gaguejando) O quê? Não, pai, eu gostei de todos os meus professores. Eles são experientes, prestativos, amorosos e atenciosos. Além disso, ensinam muito bem.

Pai – Ah, é mesmo, filho?

Mas o jeito que ele falou foi diferente do habitual. Eu sabia que ele estava desconfiado, mas não perguntou nada, apenas disse:

Pai – Ok. Termine de jantar e vá dormir.

Logo terminamos o jantar. Depois disso, dei boa noite e fui para o meu quarto. Enquanto estava na cama, fiquei pensando na beleza da minha professora. Logo pensamentos negativos vieram à mente. O que estou fazendo, desejando minha professora? Sabendo que ela é viúva e mais velha que eu. Comecei a me sentir culpado.

Eu não conseguia dormir. Tentei não pensar nela, mas no momento em que fechava os olhos, o rosto dela vinha à minha mente. Eu estava inquieto. Levantei da cama e comecei a andar pela casa como um fantasma. De repente, meu pai me viu e perguntou:

Pai – Filho, o que houve? Você parece tenso.

Eu – (com a voz trêmula) Não, pai, eu só não estava com sono porque dormi um pouco à tarde.

Pai – Ok, mas ficar andando pela casa não é a solução. Vá tentar dormir.

Eu – Está bem, pai.

Fui para o meu quarto, mas não conseguia dormir. Então, peguei o celular e comecei a pesquisar na internet sobre relacionamento entre aluno e professor. Eram 23h. Enquanto pesquisava, encontrei histórias de sexo na Índia. Vi muitas histórias sobre alunos e professores.

Comecei a ler por mais de 4 horas. Enquanto lia, meu sentimento de culpa foi diminuindo aos poucos. Comecei a pensar de forma positiva. Pensei que é apenas a sociedade que cria esse tipo de regra. É apenas um sentimento que um homem tem por uma mulher e vice-versa, algo que ninguém controla.

Cada pessoa tem o direito de escolher seu parceiro, independentemente de sexo, religião, casta ou idade, mesmo que seja um tabu. De fato, em nossos mitos, muitos alunos tiveram relacionamentos com seus mestres. Então, por que eu não posso? Isso não afeta ninguém, nem a comunidade. A dor era insuportável só de pensar nela.

Finalmente, tomei a firme decisão de conquistar minha professora e fui dormir.