Arruinada por Ele

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Resumo

Eu estava ali, com as mãos tremendo levemente enquanto ajeitava a ponta da toalha de mesa. O ambiente estava silencioso demais, e eu podia sentir o olhar dele sobre mim. Meu coração disparou, e eu disse a mim mesma que era apenas coisa da minha imaginação. Tinha que ser. "Você está tremendo", a voz dele quebrou o silêncio. Profunda e firme, ela preencheu o espaço como uma presença pesada da qual eu não conseguia escapar. Eu congelei, com a mão ainda sobre o tecido. "Não estou", menti rapidamente, embora minha voz me traísse. Eu não tive coragem de encará-lo. "Está sim", disse ele novamente, desta vez mais suave, como se estivesse saboreando meu desconforto. Engoli em seco. "Não sei do que você está falando", sussurrei, mantendo os olhos fixos na mesa. Antes que eu pudesse respirar fundo, senti os dedos dele levantarem gentilmente o meu queixo. Meu corpo enrijeceu e, relutante, encontrei o olhar dele. Os olhos dele... eram escuros, intensos, vasculhando os meus como se pudessem ver através de mim. "Sophia", ele disse, meu nome deslizando por sua língua de um jeito que fez minhas bochechas arderem. "Por que você fica tão nervosa perto de mim?" "Eu não fico", insisti, embora minha voz tenha falhado. Seus lábios se curvaram em um pequeno sorriso de quem sabia de tudo. "Você fica", ele repetiu, seu polegar roçando levemente contra o meu queixo. Dei um passo atrás, trêmula, rompendo o contato. "Você não deveria... você não deveria estar fazendo isso", eu disse, com a voz mal passando de um sussurro. "Isso", eu disse, gesticulando vagamente entre nós.

Status
Completo
Capítulos
32
Classificação
3.0 1 avaliação
Classificação Etária
18+
Este é um exemplo

Capítulo 1 o que você disse

Eu estava parada ali, com as mãos tremendo levemente enquanto ajeitava a ponta da toalha de mesa. O quarto estava silencioso demais, e eu conseguia sentir os olhos dele em mim. Meu coração disparou, e eu disse a mim mesma que era apenas minha imaginação. Tinha que ser.

"Você está tremendo", a voz dele quebrou o silêncio. Profunda e firme, ela preencheu o espaço como uma presença pesada da qual eu não conseguia escapar.

Eu congelei, com a mão ainda apoiada na toalha. "Não estou", menti rapidamente, embora minha voz tenha me traído. Não tive coragem de olhar para ele.

"Você está", ele disse novamente, desta vez mais suave, como se estivesse gostando do meu desconforto.

Engoli em seco. "Não sei do que você está falando", sussurrei, mantendo os olhos fixos na mesa.

Antes que eu pudesse respirar fundo de novo, senti os dedos dele levantarem meu queixo gentilmente. Meu corpo enrijeceu e, relutante, encontrei o olhar dele. Os olhos dele... eram escuros, intensos, revirando os meus como se pudesse ver através de mim.

"Sophia", ele disse, meu nome soando de um jeito que fez minhas bochechas arderem. "Por que você fica tão nervosa perto de mim?"

"Eu não fico", insisti, embora minha voz tenha falhado.

Os lábios dele se curvaram em um sorriso pequeno e cúmplice. "Você fica", ele repetiu, enquanto o polegar roçava levemente o meu queixo.

Dei um passo trêmulo para trás, rompendo o contato. "Você não deveria... não deveria estar fazendo isso", eu disse, com a voz mal passando de um sussurro.

"Fazendo o quê?", ele perguntou, dando um passo lento à frente.

"Isso", eu disse, gesticulando vagamente entre nós. "Eu sou apenas uma empregada. Você não deveria estar... me olhando desse jeito ou..."

"Olhando para você de que jeito?", ele interrompeu, com um tom provocador agora.

"Desse... desse jeito", gaguejei, com o rosto em brasa. "Você é... você é meu patrão. Isso é errado."

O sorriso dele aumentou, e ele deu mais um passo em minha direção. "Errado?", ele repetiu, a voz ficando mais grave. "Ou será que você não quer admitir que sente isso também?"

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