Conhecendo Meu Prisioneiro

Todos os Direitos Reservados ©

Resumo

O que acontece quando uma garota foge de casa para ser sequestrada e acaba presa a um homem com problemas de posse, dominância e controle, frutos de abusos e violência sofridos pela própria mãe durante a infância... Bem, esta garota terá uma surpresa, assim como seu sequestrador.

Status
Completo
Capítulos
51
Classificação
4.5 55 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

— TÁ BOM, VOU EMBORA MESMO! — gritei para o meu padrasto e saí correndo.

— VOLTA AQUI! — ele berrou.

Peguei minha mochila e o celular e corri porta afora, direto para a casa do meu namorado.

Mais tarde, já estava caminhando sozinha. Morava com o meu padrasto desde que minha mãe faleceu, no ano passado. Nunca nos demos bem, vivíamos brigando. Não tinha mais quase ninguém da família, então fiquei com ele.

Tenho 17 anos e estou no último ano do ensino médio. Meu nome é Kelly Peterson, tenho cabelo loiro comprido e olhos verdes.

Caminhei pela rua e liguei para ele. Meu namorado disse para eu ir, que deixaria a porta destrancada. Ele morava logo ali, a poucas quadras.

Enquanto andava, um carro parou ao meu lado.

— Ei, quer uma carona? Tá frio pra caramba aqui fora! — um cara gritou, me olhando de cima a baixo.

— Não! — respondi alto e acelerei o passo, incomodada com o jeito que ele me encarou.

Pouco depois, ele foi embora, e continuei andando rápido.

Já estava perto da casa quando alguém me agarrou por trás.

— SOLTA EU! — gritei e me debati.

— Fica quieta e cala a boca! — o homem berrou, me segurando com força.

Dei uma cotovelada na cara dele e corri.

Já dava para ver a casa do meu namorado. Corri o mais rápido que pude, mas o cara me derrubou no chão.

Ele colocou um pano no meu rosto.

Ponto de vista desconhecido

Meu nome é Matt, então não me chama de desconhecido.

Estava dirigindo quando ela acordou. Estava algemada e amarrada, sentada ao meu lado.

— O-o-onde estou… o que aconteceu? — ela perguntou, me olhando.

— EI, ME SOLTA! VOCÊ NÃO PODE ME SEQUESTRAR ASSIM! —

— CALA A BOCA — gritei.

Ela tentou se mexer, mas não conseguiu.

— Aguenta firme, estamos quase chegando em casa, querida — falei, sorrindo.

Ponto de vista da Kelly

Olhei para ele. O cara parecia familiar, mas não conseguia lembrar de onde o conhecia.

Fiquei sentada ao lado dele, observando enquanto dirigia. Ele parou num sinal vermelho e me encarou.

— Mal posso esperar para te comer… — disse, sorrindo.

Ele colocou a mão na minha parte íntima e esfregou. Depois, se inclinou e me beijou. Dei uma cabeçada nele na hora.

— Não me toca, seu filho da puta — falei, furiosa.

Ele só riu, parou o carro, desceu e veio até o meu lado para me tirar de lá.

Me levou até uma trailer adaptada, entrou num quarto dos fundos e me jogou na cama.

— Ia esperar, mas agora quero te fazer gritar — disse, tirando a calça.

Olhei para ele. O cara era musculoso, forte. Tirou a cueca, e ele era enorme.

Meu Deus, o tamanho daquilo. Fechei os olhos com força.

— Vou te foder até não aguentar mais — falou.

Abri os olhos quando ele se aproximou da cama. Amarrou minhas pernas, afastando-as e prendendo-as em ganchos laterais. Pegou uma tesoura e cortou minha calça e a calcinha.

— Linda — disse, olhando para baixo. Depois, abaixou a cabeça na direção da minha boceta.

Fiquei deitada, de olhos fechados, as lágrimas escorrendo.

Ele lambeu, chupou e enfiou a língua dentro de mim, mexendo para todos os lados.

— Geme pra mim, gata — disse.

Não gemi, e ele me deu um tapa forte.

— É melhor começar a gemer — falou, puto.

Ele lambeu de novo, enfiou a língua e me fodeu com ela, chupou e meteu os dedos em mim.

Segurei os gemidos, e ele se levantou.

— Tá bom. Então eu é que vou gemer — disse, subindo em cima de mim.

Colocou o pau perto da minha boca e enfiou fundo.

— Ahhh, porra, isso… chupa… e se morder, te machuco agora. Chupa! — disse, me dando um tapa.

Chupei, e ele gemeu, depois se ajoelhou e me sentou contra a cabeceira da cama. Enfiou o pau na minha boca e começou a meter.

— CHUPA! — gritou, me batendo. Segurou meu rosto e fodeu minha boca.

— Ah, Deus, isso… hmmm, porra… chupa mais forte… isso, tá tão bom… — gemeu.

Não aguentei mais e mordi. Mordi com força, e ele gritou de dor.

— AAAAAAAAAAAAAH! PORRA, SUA VADIA! — berrou, tirando o pau da minha boca.

Olhou para o pau, que estava vermelho, com uma marca de dente.

— CHEGA! — gritou.

Saiu do quarto e voltou com um cinto.

Veio até mim, desamarrou minhas pernas e me virou de bruços.

— UM! — gritou, e senti o cinto estalar na minha bunda.

Doeu pra caramba, mas não ia deixar ele vencer. Segurei o grito.

— DOIS! —

Mordi os lençóis, as lágrimas escorrendo pelo rosto de dor.

— TRÊS! —

— QUATRO! —

— CINCO! —

— SEIS!… SETE!… OITO!… NOVE!… E DEZ! — Bateu tão forte que apaguei.

Minha bunda doía tanto que só fiquei deitada, de olhos fechados, torcendo para a dor passar logo.

— Depois, quando você melhorar, vou terminar de te foder. Mas agora meu pau precisa se recuperar. Você agora é minha mascote. Entendeu? Quando eu mandar fazer algo, você faz. Ou te mato — disse, saindo puto da vida.

Fechei os olhos e acabei dormindo.

Ponto de vista do Matt

Vesti a roupa e fui para a caminhonete.

Aquela vadiazinha mordeu meu pau com tanta força que começou a sangrar no lugar da mordida.

Minha casa ficava longe dali. Enquanto dirigia, vi um posto de gasolina quase vazio e parei. Entrei, e uma mulher me olhou sorrindo, toda se derretendo. A idiota nem imaginava com quem estava flertando. Eu podia ser um assassino… ah, espera.

Eu sou.

Sorri para ela.

— Você mora aqui na cidade? — perguntei, suave.

Ela sorriu mais ainda.

— Moro, sim…

— Bom, acabei de chegar… você… sabe me dizer qual é o caminho mais rápido para a Virgínia? — perguntei, fingindo não saber de nada.

— Claro! Vou te mostrar no mapa…

Ela pegou um e eu fiquei olhando o corpo dela. Queria ela. Porra daquela vadia que mordeu meu pau.

— Então, se você for três quilômetros para o norte… — interrompi.

— Você pode me ajudar a colocar no GPS novo que comprei? Não manjo nada de tecnologia — falei, sorrindo.

— Claro — ela disse, sorrindo de orelha a orelha.

Saímos, e eu a agarrei, colocando-a numa chave de braço até ela apagar.

Levei-a para dentro e a carreguei até o quarto onde a outra garota estava. Ela ainda dormia.

Tirei a Kelly da cama e a amarrei de lado. Joguei a mulher na cama e tirei a roupa dela.

Dirigi até um campo e fui para os fundos. Ela estava acordando.

— Onde… onde estou? O que essa menina tá fazendo nua e acorrentada? E cadê minhas roupas?! — falou, em pânico.

Entrei mais e sorri.

Ponto de vista da Kelly

Acordei e ele estava estuprando uma mulher de uns 20 e poucos anos. Ela era linda, tinha idade para ser filha dele. O cara devia ter uns 30, mas ainda estava em forma, não era velho.

Ele metia com tanta força que ela chorava a cada estocada. Segurava-a com as duas mãos por trás, metendo fundo e sem piedade. Olhou para mim e sorriu, maligno, depois continuou socando nela com tudo, e ela gritou.

Ela chorava, estava se quebrando, e eu não aguentei.

— Para — falei, com raiva.

Uma coisa que minha mãe me ensinou foi fazer o certo, mesmo que isso significasse lutar pelos outros e se sacrificar.

— PARA COM ISSO! — gritei.

Ele parou e olhou para mim.

Olhei para ela, que chorava, apavorada, se despedaçando por dentro. Não era tão forte quanto eu, nem mental nem emocionalmente, para aguentar aquilo.

— Quero o lugar dela… — falei, com raiva.

Ele sorriu, satisfeito.

— Bom… parece que a moça te salvou. Ia te transformar na minha escrava sexual, mas… temos uma voluntária…

___________________________________________________________

Nota da autora: este livro faz parte de uma série com mais dois volumes. Foi escrito há muito tempo, quando eu era mais nova (hoje tenho 30). Estou terminando o último livro, então tenham paciência, porque vale a pena e é algo que vocês nunca imaginariam.