O Alfa Exilado

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Resumo

Ele deveria ser o Alfa da alcateia, depois de uma travessura de criança, esse título agora pertence à uma humana que ele conheceu na infância, mas não vê há anos. Ele precisa encontrá-la antes que outros o façam. A sobrevivência dela e de toda a alcateia depende disso.

Status
Em Andamento
Capítulos
1
Classificação
n/a
Classificação Etária
16+

Rejeição

Hoje Deveria ser um dia especial para toda a alcateia, ou dia em que um novo casal alfa assume o lugar de seus antecessores, meu pai finalmente teria sua aposentadoria e eu estava mais que pronto para assumir a liderança de nossa banda. Minha noiva é eu treinamos a vida toda para isso.

todos reunidos em volta da grande fogueira, na frente da casa da alcateia. Como anciões prepararam um altar cerimonial para preparar os medalhões de alfa, essas são o passado de geração em geração de joias. A lua cheia ilumina a noite quente de verão com as tochas posicionadas ao nosso redor em forma de um grande círculo.

Eu estava pronto para o meu destino, me casar com a Estefânia e juntos liderar essa matilha.

Quando meu avô colocou o medalhão no meu pescoço, a pedra que deveria brilhar me queimou. Eu retirei desesperadamente a joia que pertenceu a todo alfa dessa matilha e caiu no chão.

Os anciões me recusaram como alfa, eles me humilharam na frente dos alfas das outras alcateias, da minha noiva, dos meus pais e de cada membro dessa alcateia.

Eles disseram que eu não tenho mais o direito de ser alfa, segundo eles, essa honra pertence a outra pessoa. Mas quem?

Depois do vexame do que deveria ter sido a minha nomeação como alfa, meu pai convocou uma reunião em seu escritório.

— Sinto muito, alfa. Não há nada que decidi fazer. — Disse um dos anciões.

— Por que a pedra lunar rejeitou o meu filho? Preciso sabre. — Meu pai.

— Nós não sabemos, mas sei de alguém que pode ajudar. Ela já está a caminho.eu respondeu.

Todos saíram em silêncio, não foi preciso olhar para eles para sentir os olhares de reprovação dos mais velhos e desgosto estampado no rosto da Estefânia.

Eu deveria ser o alfa da minha alcateia, assim como meu pai, meu avô e todos os primogênitos da minha família. Isso está no meu sangue. Esse é o meu destino. No entanto, eu me tornei a vergonha da alcateia. Um lobo que não é digno, um perdedor.

A convidada misteriosa do meu avô chegou um pouco antes do nascer do sol. Eu vi chegar, pois não dormi e passei a noite toda sentada no banco da área externa repassando todas as minhas ações, eu queria descobrir o que fiz de tão errado para perder tudo que eu mais anseio na vida.

Eu a segui até o escritório do meu pai. Sem dizer uma palavra, ela estendeu as mãos. Olhei para o meu avô e ele me encorajou a tocar as mães dela com as minhas. Logo que ela pegou as minhas mãos, seus olhos ficaram totalmente brancos e minha vida passou como um filme má minha mente. Não sei se durou ou minutos.

Então, ela soltou as minhas mãos e falou no ouvido algum cisado meu avô.

— Uma humana? — você o meu avô.

— O que você viu, bruxa? —uou o meu pai.

— Mais respeito com a minha convidada. — Meu avô o repreendeu.

— Você entende qual é o seu destino agora, criança? — Foi a vez da bruxa perguntar para mim.

Eu não fazia ideia do que responder. Eu estava coberto de vergonha.

— Ravena, diga-nos o que está havendo. — Pediu o meu avô.

Ravena pegou o medalhão das mãos e segurou com as mãos e seus olhos brancos novamente.

— Esse jovem lobo foi desafiado por um filhote de outra espécie e perdeu. Eu não preciso explicar as suas leis, ou preciso?

— Não, não preciso. — Respondeu o meu pai.

Só existe uma palavra para um alfa que perde um duelo e permanece vivo: exílio.Pediu o meu avô.Eu não entendo. Treinei o Felipe o filhote e ele nunca foi desafiado oficialmente. Como pode ter perdido um duelo? — Meu pai questionou.

Eu vi o tudo ou melhor a minha ruína, quem. Quando a Ravena segurou como minhas mãos eu vi claramente quando perdi uma luta, se é que posso chamar assim. Eu briguei com uma menina e ela quase chegou a minha perna. Então, era isso. Uma humana que me bateu quando eu era filhote é a Alfa da minha alcateia. Como eu explicaria isso para a minha alcateia?

— Isso foi a vinte anos — Pensado alto.

— Então você sabe, Felipe? Esclareça para nós o que você fez. — Meu pai exigiu.

— Eu vou consertar isso, pai. Eu prometo.

— Felipe, diga o que aconteceu para que nós resolvemos, seu pai e eu estamos ao seu lado. Apenas conte o que houve. — Pediu o meu avô.

— Eu era um filhote, não sabia que uma briga boba teria importância. Eu briguei com um colega da escola, eu não podia usar minhas habilidades de lobo, então ela venceu. — Não me restava outra opção, então eu resumi ao máximo possível tentar uma situação.

Eu omiti a parte em que eu ataquei uma humana por ciúmes, quando eu ainda era um filhote.

Por alguns meses nós reservamos que viveremos entre os humanos, pois os pais tiveram resolver nossos assuntos dos nossos humanos. Para manter as aparências, nós mesmos que agiremos da mesma forma que eles. Então, eu fui para a escola.

Meus pais sempre diziam para eu não misturar demais. E eu sempre Mantive a certa distância dos humanos. Afinal eu era um filhote, mas ainda sim poderia revelar o nosso segredo se não tomasse cuidado.

Obedecê-los foi uma tarefa até uma certa humana aparecer, eu ainda me lembro de como ela era irritante e como cheirava a flores silvestres. Ela era nossa vizinha e estudávamos na mesma escola. Era difícil, eu quereria falhar, por vezes o tempo, conversando e conversando.

Entretanto, ela era humana era obrigada a ser rude para rápido, pois eu não tinha força por conta própria, era mais resistente com que ela se afastasse por eu ser um babaca. Aquela humana tinha um temperamento forte, então era fácil provoca-la. Mas também era fácil sentir ciúmes quando ela estava na companhia outros humanos do sexo oposto.

Eu era apenas um filhote, não sabia o que estava perto, muito menos o que fazer, logo eu atacava os outros machos e por mais que me envergonhe disso, ela também. Aquela humana não era do tipo submissa, ela não aceitava a minha intromissão e revidava. Certa vez, ela eu a mordi e ela quase quebrou a minha perna.

Para os adultos aquilo foi apenas uma briga de crianças, no mundo humano não teria consequências, mas eu sou um alfa, isso signiicou a minha ruina. Eu perdi tudo.

Após a reunião com o meu pai, eu contei tudo para o meu avô. Eu preciso saber se ele ea Ravena pode me ajudar.

Meu avô foi um grande Alfa, é um homem muito sábio e líder dos anciões. Se alguém pode me ajudar, era ele.

Pensando em uma solução para essa situação quando meu irmão e meu primo entrou no quarto do meu avô.

— Vovô, é verdade que o tio Felipe não é o alfa porque perdeu uma luta para uma humana?

Shhhh... Não é bom para a alcateia que essa história se espalhe — Meu avô orientar o meu irmão.

Porque não? Meu irmão perdeu sim uma luta para um filhote humano. Todos sabemos que é verdade. — Meu irmão parecia extasiado com a notícia.

— As crianças não precisam saber dos nossos problemas. Ainda temos o seu pai como Alfa, Gustavo temos tempo para resolver isso.

— O que acontecerá com o tio Felipe, vovô? Ele não será mais o Alfa? — Meu primo checa.

— Não se preocupem crianças, eu serei o próximo alfa! — Meu irmão afirmou prepotente.

— Não seja bobo, Gustavo. A humana que venceu o seu irmão em um duelo é a nossa Alfa por direito.

— Uma humana?

— Sim, eles serão o casal alfa da nossa alcateia.

“Casal?”

— Casal? Eu não vejo há anos.

— Você tem uma sugestão melhor? Pois eu não tenho. Se ela o derrotou quando era apenas um filhote humano, eu imagino o líder feroz que ela será. — Você

— Não se encontra alguém - la primeiro.

— Então, seu irmão deve se apressar.