Chapter 1
Minhas queridas leitoras,
antes de qualquer coisa, quero agradecer por estarem aqui novamente.
Depois de algumas das minhas últimas confissões, recebi mensagens de mulheres que me fizeram perceber que existe uma curiosidade enorme em vocês por aquilo que nós, homens, pensamos e quase nunca temos coragem de dizer.
E talvez seja exatamente por isso que continuo escrevendo.
Vocês se tornaram minhas confidentes.
Nesta história, vou confessar um pecados. Daqueles desejos proibidos no ambiente de trabalho, que muitos homens já imaginaram pelo menos uma vez, ainda que jamais admitam em voz alta.
Alguns tiveram a oportunidade de descobrir como seria viver esse desejo. Outros ficaram apenas com a fantasia.
O que vou contar a vocês começou justamente assim: como um desejo que parecia distante, quase impossível. Mas, aos poucos, ele foi ganhando espaço, tomando forma, até chegar aquele momento em que fingir que nada estava acontecendo já não era mais possível.
E talvez, enquanto você lê, descubra que certas fantasias não são tão incomuns quanto parecem.
Não esperem encontrar aqui aquele romance tradicional, onde tudo acontece perfeitamente e todos terminam felizes para sempre.
A vida adulta não costuma funcionar assim.
Existem desejos, escolhas, tentações, pecados e consequências. Existem pessoas que sabem exatamente o que estão fazendo e outras que só descobrem o que realmente queriam depois que já passaram do limite.
É sobre isso que gosto de escrever.
Sem transformar ninguém em santo. Sem fingir que certos pensamentos não existem. E, principalmente, sem vergonha de chamar as coisas pelo nome quando a história pedir.
Então, se este é finalmente o seu momento de esquecer o resto do mundo por alguns minutos, fique à vontade.
A porta está fechada.
A história pode começar.
Vamos continuar com o nosso acordo?
Eu confesso os meus segredos. Vocês guardam as minhas confissões.
— Sr. Pinkman
Antes de começar, preciso confessar uma coisa.
Eu realmente acredito que o mundo seria um lugar muito mais gostoso se as pessoas fizessem mais sexo e pensassem menos no que os outros vão achar.
Mais desejo. Mais pele. Mais vontade. Mais tesão.
Menos culpa por sentir. Menos vergonha de admitir uma fantasia. Menos preocupação em parecer comportado quando, por dentro, a cabeça está imaginando coisas que ninguém teria coragem de contar.
Porque vamos ser sinceros: muita gente passa o dia inteiro se comportando como se não tivesse desejos.
Mas basta aparecer a pessoa certa, no lugar certo, com aquele olhar demorado...
E toda essa compostura começa a desaparecer.
Eu gosto dessas situações. Acho muito gostoso.
Gosto daquele momento em que a vontade, o desejo e o proibido começam a falar mais alto que a razão.
Talvez seja por isso que eu escrevo.
Para contar aquilo que muitos pensam, poucos confessam e apenas alguns têm coragem de viver.
Romance perfeito é o caralho.
Aqui nós gostamos da putaria mesmo.
Do prazer. Do proibido. Daquela vontade que você tenta esconder, mas que só aumenta.
Do tipo de desejo que faz você esquecer, por alguns instantes, que deveria estar se comportando.
E esta história começa exatamente assim.
Com desejo.
Com tesão acumulado.
Com uma vontade que poderia ter sido ignorada...
Mas não foi.
Agora, deixe-me contar o que aconteceu.
— Sr. Pinkman
Segredos do Escritório - 10 contos eróticos
Conto 1 - A Nova Assistente
A nova assistente, com seu corpo curvilíneo apertado em uma saia lápis preta que mal conseguia conter o volume de suas coxas e a curvatura de seus quadris, caminhava pelo escritório com a consciência plena do efeito que causava. O chefe, um homem de postura rígida e olhar gélido, observava a maneira como o tecido da saia esticava a cada passo, revelando a ausência de calcinha sob a renda fina. O desejo dele era palpável, manifestando-se em um pau grosso e latejante que já deformava a calça social, a cabeça do membro pulsando contra o zíper, gotejando um fluido pré-ejaculatório que molhava o tecido.
Quando a porta da sala se fechou, a tensão rompeu. Ele a prensou contra a mesa de mogno, levantando a saia e expondo a buceta carnuda, com lábios inchados e profundamente rosados, já transbordando um caldo lubrificante que escorria pelas paredes vaginais. O pau dele, imenso, com veias saltadas e uma glande larga e avermelhada, foi libertado da calça com um salto, batendo contra a pele dela. Ele não perdeu tempo, mergulhando o rosto entre as pernas dela. A língua dele, áspera e quente, começou a lamber o clitóris saltado, sugando a pequena pérola de carne enquanto os dedos abriam a entrada da buceta, que pulsava faminta.
A penetração foi brutal e profunda. Ele a levantou, as pernas dela circulando a cintura dele, e enterrou o pau por completo em um único impulso. A buceta dela, apertada e quente, envolveu cada centímetro do membro, sentindo as veias dele friccionando contra as paredes internas. Ele a estocava com força, o som da carne batendo na carne ecoando na sala. A cada estocada, o clitóris dela era esmagado contra a base do pau, levando-a a espasmos violentos. Ele mudou a posição, colocando-a de quatro sobre a mesa, expondo a bunda redonda e a entrada da buceta escancarada e encharcada. Ele penetrou por trás, atingindo o colo do útero com golpes precisos, enquanto masturbava os seios dela, apertando os mamilos rígidos. O orgasmo veio como uma onda; ela sentiu a buceta contrair ritmicamente, apertando o pau dele enquanto ele gozava jatos grossos de sêmen branco e quente, preenchendo o canal vaginal até transbordar pelos cantos, sujando as coxas dela de leite seminal.
Conto 2 - Depois do Expediente
A luz fluorescente do escritório piscava, criando sombras longas sobre os dois colegas que fingiam organizar papéis. A atração era um fio elétrico prestes a romper. Ela se inclinou sobre a mesa, expondo o decote, enquanto ele observava a respiração dela acelerar. O pau dele, longo e rígido, já estava ereto, empurrando o tecido da calça com uma força primitiva. Sem aviso, ele a puxou pelos cabelos, levando a boca dela à sua, enquanto a mão descia para a buceta dela, que já estava ensopada, o tecido da calcinha transparente de tanto líquido.
Ele rasgou a lingerie, revelando uma buceta bem cuidada, com lábios simétricos e um clitóris que saltava a cada toque. Ele a jogou na cadeira giratória e ajoelhou-se, enterrando o rosto naquela carne úmida. A língua dele explorava cada dobra, sugando a entrada da vagina enquanto os dedos penetravam profundamente, sentindo o calor interno. Ela arqueava as costas, os dedos cravados nos ombros dele, enquanto ele alternava entre lambidas rápidas e sucções profundas no clitóris.
Quando ele se levantou, o pau estava em seu ápice, com a glande brilhando de lubrificação. Ele a virou, sentando-a sobre o membro. A penetração foi lenta, sentindo a resistência da buceta apertada que se expandia para acomodar a grossura do pau. Ela começou a cavalgar, subindo e descendo, sentindo a cabeça do membro massagear as paredes internas. O ritmo acelerou, transformando-se em uma fúria de fricção. Ele a segurava pelos quadris, empurrando-a para baixo com força, fazendo o pau entrar até o limite. A masturbação mútua aconteceu no ápice; ele estimulava o clitóris dela com o polegar enquanto ela apertava a base do pau dele. O gozo foi simultâneo. Ela teve um orgasmo devastador, com a buceta sugando o membro dele, enquanto ele disparava jatos potentes de sêmen, inundando o fundo da vagina, sentindo o calor do líquido preencher todo o espaço interno.
Conto 3 - A Viagem de Negócios
No quarto do hotel, a formalidade do trabalho morreu no instante em que a porta se trancou. O desejo acumulado durante a viagem explodiu. Ele a despiu rapidamente, revelando um corpo escultural e uma buceta rosada, exalando um aroma excitante de luxúria. O pau dele, imenso e pulsante, saltou para fora, com veias marcadas que percorriam todo o comprimento do eixo. Ele a empurrou contra o espelho do banheiro, a pele fria do vidro contrastando com o calor dos corpos.
Ele começou com o sexo oral, mergulhando a língua na buceta dela, bebendo o caldo que escorria. A língua dele trabalhava o clitóris com precisão, fazendo-a tremer. Enquanto isso, ela masturbava o pau dele com a mão, sentindo a textura da glande e a pressão do sangue no membro. O desejo por penetração tornou-se insuportável. Ele a virou e a colocou deitada na cama, abrindo as pernas ao máximo. Ele penetrou com força, a buceta dela acolhendo o pau com urgência. A cada estocada, o som do impacto da pélvis contra a pélvis era seco e ritmado.
Ele mudou para a posição de conchinha, penetrando-a por trás, sentindo a buceta apertar o pau a cada centímetro. O ângulo permitia que ele chegasse mais fundo, atingindo pontos sensíveis que a faziam gritar internamente. A excitação atingiu o limite quando ele a virou de novo, elevando as pernas dela até o peito, expondo totalmente a entrada da vagina, que agora estava vermelha e inchada de tanto prazer. Ele estocava freneticamente, o pau deslizando suavemente graças ao excesso de lubrificação. O clímax chegou com uma explosão de sêmen; ele gozou profundamente, sentindo a buceta dela pulsar e contrair ao redor do membro, prendendo o sêmen quente dentro dela enquanto ambos desabavam em um estado de exaustão e saturação sexual.
Conto 4 - O Chefe Proibido
O risco do flagrante alimentava a luxúria nos corredores silenciosos do andar da diretoria. Ela, com a saia curta e a calcinha de renda já saturada de fluido, sentia a buceta pulsar a cada passo. O chefe, um homem de presença dominante, a puxou para dentro de um depósito de arquivos, prensando-a contra as prateleiras de metal frio. O pau dele, colossal e rígido, deformava a calça social, a glande pulsando com a força do sangue, pronta para romper qualquer barreira.
Ele a ergueu, as coxas dela envolvendo a cintura dele, e rasgou a renda da calcinha, expondo a buceta carnuda, com lábios externos inchados e um clitóris que saltava, vibrando de desejo. Sem preâmbulos, ele enterrou o pau grosso e veiado em um único impulso violento. A penetração foi profunda, a cabeça do membro atingindo o colo do útero, fazendo-a arquear as costas. A buceta dela, apertada e quente, moldava-se perfeitamente ao eixo do pau, sugando a pele a cada estocada. Ele a sacudia contra o metal, o som da carne batendo na carne ecoando no espaço fechado, enquanto a lubrificação natural escorria pelas coxas dela, criando um rastro brilhante de luxúria.
A posição mudou para que ela ficasse de quatro sobre uma caixa de arquivos. Ele a agarrou pelos quadris, os dedos cravando na pele, e penetrou por trás com fúria. O pau entrava e saía, deslizando na buceta encharcada, a glande massageando as paredes internas com precisão. Ele alternava a profundidade, dando estocadas curtas e rápidas para estimular o clitóris, seguidas por mergulhos profundos que a faziam tremer. No ápice, ele a puxou para trás, colando as pélvis, e disparou jatos espessos de sêmen branco e quente, inundando o canal vaginal. O gozo foi devastador, a buceta contraindo-se em espasmos rítmicos que ordenhavam cada gota de sêmen para dentro dela.
Conto 5 - A Festa da Empresa
A música alta da confraternização servia de camuflagem para a tensão sexual que fervilhava entre os dois. Em um canto escuro do terraço, a atração antiga rompeu a barreira do profissionalismo. Ele a prensou contra a parede, a mão descendo rapidamente para a buceta dela, que já estava transbordando caldo lubrificante através do vestido de seda. O pau dele, imenso e pulsante, saltou da calça, revelando uma glande larga e avermelhada, com veias saltadas que percorriam todo o comprimento do membro.
Ele a jogou sobre uma mesa de apoio, abrindo suas pernas ao máximo. Começou com um sexo oral voraz, a língua áspera mergulhando na buceta, sugando o clitóris com força enquanto os dedos penetravam a vagina, sentindo a parede interna quente e úmida. Ela arqueava o corpo, a respiração ofegante, sentindo a língua dele explorar cada dobra daquela carne rosada e inchada. A necessidade de penetração tornou-se insuportável. Ele se posicionou e enterrou o pau com força total, a buceta apertada acolhendo o membro com um vácuo quente.
O ritmo era frenético, as estocadas eram profundas e viscerais. Ele a virou, sentando-a sobre o pau, fazendo-a cavalgar enquanto ele masturbava os seios dela, apertando os mamilos rígidos. A fricção constante da glande contra o fundo da vagina levou-os ao limite. No momento do orgasmo, a buceta dela apertou o membro com uma força absurda, e ele gozou jatos potentes de sêmen, preenchendo a vagina até o limite, o líquido branco transbordando e escorrendo pelas coxas dela enquanto ambos desabavam em espasmos de prazer puro.
Conto 6 - O Colega da Sala ao Lado
A implicância diária era apenas a casca de um desejo primitivo. Quando a porta da sala se fechou e a tranca foi girada, a provocação tornou-se carnal. Ele a jogou sobre a mesa de trabalho, afastando papéis e computadores. A buceta dela, escondida sob a calça social, já estava encharcada, o tecido colado à pele. Ele a despiu com pressa, revelando uma buceta bem cuidada, com lábios simétricos e um clitóris saltado que vibrava ao menor toque.
O pau dele, longo e extremamente rígido, pulsava com a urgência do momento, a glande gotejando fluido pré-ejaculatório. Ele começou com a masturbação mútua, a mão dela apertando o eixo veiado do pau enquanto ele usava os dedos para abrir a entrada da buceta, inserindo-os profundamente e sentindo a lubrificação abundante. O desejo culminou na penetração. Ele a colocou de costas na cadeira, elevando as pernas dela até os ombros, expondo totalmente a vulva vermelha e excitada.
Ele penetrou com força, o pau deslizando suavemente na buceta inundada, mas preenchendo cada milímetro de espaço interno. As estocadas eram ritmadas e profundas, fazendo a cadeira ranger a cada impacto. Ele mudou para a posição de quatro, penetrando-a por trás com golpes brutais que atingiam o colo do útero. A buceta dela sugava o membro, contraindo-se a cada movimento. No clímax, ele a apertou com força pelos quadris e disparou o sêmen em jatos violentos, inundando a vagina com leite quente, sentindo o orgasmo dela pulsar ao redor do pau enquanto ele esvaziava completamente sua carga seminal dentro dela.
Conto 7 - A Reunião Particular
O silêncio da sala de conferências após o horário comercial tornou-se o palco de uma tensão insuportável. Ela se inclinou sobre a mesa de vidro, a saia subindo e revelando que a calcinha de renda estava completamente transparente, encharcada por um caldo lubrificante que escorria pelas coxas. O colega, observando a cena, sentiu o pau latejar com força, a glande larga e avermelhada empurrando o zíper da calça com uma urgência animal.
Ele a puxou pelos quadris, rasgando a lingerie e expondo a buceta carnuda, com os lábios rosados e inchados, e o clitóris saltado, vibrando de antecipação. Ele se ajoelhou entre as pernas dela, mergulhando a língua na vulva úmida, sugando a pequena pérola de carne com voracidade enquanto os dedos penetravam a vagina, sentindo as paredes internas pulsarem e apertarem. A excitação subiu ao ápice quando ele se levantou, libertando o pau imenso e veiado, que pulsava com o fluxo sanguíneo.
A penetração ocorreu com um golpe único e profundo. Ele a prensou contra a mesa de vidro, o frio do material contrastando com o calor da buceta que envolvia o membro com um vácuo quente. As estocadas eram rítmicas e brutais, fazendo o vidro ranger. Ele mudou a posição, colocando-a de quatro, expondo a bunda redonda e a entrada da vagina escancarada e inundada. Ele penetrou por trás, a glande massageando o fundo do canal vaginal com precisão. No clímax, ele a agarrou pelos cabelos e disparou jatos espessos de sêmen branco, preenchendo a vagina até o limite, sentindo a buceta contrair violentamente ao redor do pau enquanto o leite seminal transbordava.
Conto 8 - O Novo Diretor
A chegada do novo diretor trouxe consigo uma aura de dominância que despertou desejos reprimidos na equipe. Em sua sala privativa, a tensão rompeu. Ele a sentou na beirada da mesa, afastando a saia e revelando uma buceta bem cuidada, com lábios simétricos e um clitóris que saltava a cada respiração ofegante. O pau dele era colossal, com veias saltadas que percorriam todo o eixo e uma glande pulsante que gotejava fluido pré-ejaculatório.
Ele começou com a masturbação, usando a mão para abrir a entrada da vagina e inserir os dedos profundamente, sentindo a lubrificação abundante. A buceta dela estava vermelha e quente, sugando os dedos com urgência. Sem aviso, ele se posicionou e enterrou o pau grosso em um único impulso, preenchendo cada milímetro do canal vaginal. A sensação de preenchimento foi devastadora, fazendo-a arquear as costas e cravar as unhas nos ombros dele.
Ele a virou, colocando-a de bruços sobre a mesa, expondo totalmente a vulva excitada. Ele penetrou por trás, com estocadas profundas que atingiam o colo do útero, criando um som úmido de fricção a cada movimento. O ritmo acelerou, transformando-se em uma fúria carnal. No momento do orgasmo, a buceta dela apertou o membro com espasmos rítmicos, e ele gozou jatos potentes de sêmen, inundando o fundo da vagina e sentindo o calor do líquido preencher todo o espaço interno enquanto ambos desabavam em exaustão.
Conto 9 - Segredos no Elevador
O espaço confinado do elevador transformou encontros casuais em sessões de luxúria rápida e intensa. Entre um andar e outro, a atração explodiu. Ele a prensou contra a parede espelhada, a mão descendo para a buceta carnuda dela, que já estava encharcada sob o tecido da saia. Ele a levantou, as pernas dela circulando a cintura dele, e libertou o pau longo e rígido, com a glande brilhando de lubrificação.
Ele penetrou com força, a buceta apertada e quente acolhendo o membro instantaneamente. O ritmo era frenético, as estocadas curtas e profundas, fazendo a pélvis de ambos colidir com violência. A fricção constante da glande contra as paredes internas da vagina levou-os ao limite em segundos. Enquanto isso, ele estimulava o clitóris dela com o polegar, intensificando a excitação.
A urgência do tempo acelerou o clímax. Ele sentiu a buceta dela contrair-se em ondas violentas, sinalizando o orgasmo. No mesmo instante, ele disparou jatos grossos de sêmen, preenchendo a vagina completamente. O líquido branco escorreu pelos cantos da vulva, sujando as coxas dela, enquanto o elevador chegava ao andar, deixando-os saturados de prazer e sêmen.
Conto 10 - O Último a Sair
A penumbra do escritório vazio, com apenas algumas luzes acesas, criou a atmosfera perfeita para o desejo que vinham evitando. Eles se encontraram no corredor, e a tensão rompeu em um beijo voraz que evoluiu para a nudez total. Ele revelou um pau imenso e pulsante, com a glande larga e avermelhada, enquanto ela expunha uma buceta rosada, transbordando um caldo lubrificante que exalava o aroma da luxúria.
Ele a jogou sobre a mesa de reuniões, abrindo suas pernas ao máximo. Começou com o sexo oral, mergulhando a língua na buceta, sugando o clitóris com força enquanto os dedos penetravam a vagina, sentindo o calor interno. A necessidade de penetração tornou-se insuportável. Ele se posicionou e enterrou o pau com força, a buceta apertada moldando-se perfeitamente ao eixo veiado.
Eles experimentaram diversas posições: ela sentada sobre ele, cavalgando com movimentos circulares que massageavam cada parede interna; depois, ele penetrando-a por trás, com a bunda dela empurrada para trás para maximizar a profundidade. A fricção constante e a lubrificação abundante levaram-os ao ápice. O gozo foi simultâneo e devastador. Ela teve um orgasmo prolongado, com a buceta sugando o pau com força, enquanto ele disparava jatos violentos de sêmen, inundando a vagina e preenchendo-a completamente, deixando ambos em um estado de saturação sexual absoluta.
Minhas queridas leitoras,
Obrigado por terem lido até aqui. Espero que de alguma forma, estas páginas possam ter deixado o seu dia mais prazeroso, mais gostoso.
Espero que esta história tenha feito você esquecer o mundo por alguns minutos e, quem sabe, despertado pensamentos e desejos, sentimentos que você não precisa mais guardar pra si mesma.
E se alguma parte desta história mexeu com você de um jeito diferente, não tenha tanta pressa de mandar esse pensamento embora. Fique à vontade para deixar o desejo falar um pouco mais alto.
Se durante a leitura alguma fantasia passou pela sua cabeça, uma situação que gostaria de viver ou até mesmo uma história que gostaria que eu contasse, pode contar pra mim.
Quem sabe o seu desejo não acaba se transformando na minha próxima confissão?
E se essa história deixou você com vontade de descobrir o que mais um homem pode guardar em segredo. Talvez seja melhor não ir embora ainda.
Tenho outras confissões esperando por vocês.
Até a próxima.
— Sr. Pinkman








