Introdução
Elfos: uma raça um tanto curiosa sobre o que existe ao seu redor, avançada na magia e com sede de conhecimento sobre a natureza e o que dela pode advir. É a raça com maior conhecimento e tecnologia mágica, mas nem sempre foi assim.
No período das tribos, todas as raças iam de um canto a outro atrás de terras adequadas para se firmar — uma busca que demorava meses, anos, ou custava algumas vidas.
No caso dos elfos, foi uma jornada de anos que, para seres de grande longevidade, até que não custou tanto; exceto quando eram caçados.
Em um mundo onde você pode ser a caça ou o caçador, dormir é um luxo.
No começo, antes de acharem suas próprias terras, havia outras raças — caçadores natos! — que viam os elfos como presas relativamente fáceis de capturar, mesmo os mais fortes.
Apesar de tudo, eles chegaram à sua terra destinada: um local envolto por um pouco mais de mana natural, protegido pela natureza e por... moradores nativos. Infelizmente, a terra já tinha ocupação. Contudo, após um longo período de tentativas de diálogo — e depois de um compreender o idioma do outro —, decorridos cerca de seis meses, uma nova conversa aconteceu para negociar a moradia. Eles passaram a coexistir com os que se denominavam Guardiões: uma raça nascida de forma misteriosa, cuja essência eram as flores; todos eles eram flores vívidas e de diferentes formas.
Após se estabelecerem e todos ficarem cientes das regras a seguir dentro daquelas terras, dividiram-se em pequenos grupos para dar início à sua civilização, sem mais ataques vindos dos céus, das florestas ou das sombras noturnas.
O foco, agora, é uma família especial: o grupo de elfos que mais tinha envolvimento com os elementos de água, vento e com o elemento derivado, o gelo.








