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⚜️Preciso sobreviver⚜️ novel original ⚜temporada 1

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Summary

⚜️ Preciso Sobreviver ⚜️ Após morrer inesperadamente no mundo real, uma jovem desperta no corpo de Daphne, a filha do temido Duke do Norte e uma vilã destinada a um fim cruel. Na novel original, Daphne passou a infância abandonada pelo próprio pai e, aos cinco anos, foi trancada numa masmorra, onde permaneceu por dez anos. Desesperada por amor e reconhecimento, suas tentativas de conquistar o afeto paterno apenas a transformaram numa vilã odiada, até ser injustamente acusada de assassinar uma princesa e condenada a um fim trágico. Mas agora, alguém que conhece essa história ocupa seu corpo ainda criança. Ciente do futuro que a aguarda, ela decide que não repetirá os mesmos erros. Não pretende conquistar o amor de ninguém, muito menos implorar por aprovação. Seu único objetivo é sobreviver. Mesmo que, para isso, precise enfrentar o próprio pai, os segredos da nobreza e um destino que parece já estar escrito. Afinal, ela conhece o final dessa história. Mas e se a vilã tiver a chance de reescrevê-lo? ⚜️ Desta vez, ela não quer ser amada. Será? Ela quer viver. ⚜️

Genre
Fantasy
Author
Ali3son
Status
3d ago
Chapters
2
Rating
n/a
Age Rating
13+

Capítulo 1 — A falsa acusação e a injusta morte


👉✨Essa história é da minha autoria ✨

Oi🤗

Desculpa interromper, mas aqui está:

[⚠️Aviso ⚠️: este capítulo contém tema de morte, falsa acusação e sofrimento emocional.

Bom... era só isso que eu queria deixar, boa leitura!!!🫣

Capítulo 1 — A falsa acusação e a injusta morte/ — Será que... Será que... é o céu?⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜

⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️

A história começa dentro do castelo Real, onde uma jovem nobre está sendo acusada de cometer algo muito grave.

A gorota foi levada bruscamente pelos guardas até o salão do trono.

Assim que chegaram, foi jogada no chão sem qualquer cuidado.

O rei levantou-se do trono e parou diante dela.

Quando a garota ergueu o rosto, o corpo inteiro tremeu. O olhar do rei era ameaçador, pesado, como se já a tivesse condenado.

- Vo-vossa Alteza...

- Silêncio! - o homem gritou.

O salão estava repleto de nobres. Alguns observavam com curiosidade cruel; outros sorriam, satisfeitos; muitos cochichavam, lançando acusações.

- Como você ousou? - o rei perguntou, com a voz carregada de fúria.

Atrás dele, um homem sustentava o corpo sem vida de uma jovem mulher nos braços.

Era a irmã dele.

Ao perceber aquilo, os olhos da garota se arregalaram em choque.

- Não... não. Eu não fiz isso, Vossa Alteza.

Ao lado do rei estava seu pai.

O Duke do Norte.

Ela ergueu o olhar lentamente, como se ainda acreditasse que ali encontraria salvação.

- Pa-papai...?

O homem a encarava com indiferença absoluta.

Seus olhos eram frios, vazios - como se nunca a tivesse visto antes. Como se ela jamais tivesse sido sua filha.

- Papai, eu juro que-

Antes que pudesse terminar, o príncipe avançou em sua direção, espada em punho.

Ela não teve tempo de reagir. Apenas fechou os olhos, esperando o fim.

Quando os abriu novamente, viu os guardas segurando o príncipe à força.

E então viu a espada.

Pingava um líquido vermelho.

O coração da garota disparou.

Com pavor, ela levou o olhar ao próprio corpo.

O golpe havia passado perigosamente perto do seu pescoço.

Por pouco... por muito pouco, ala teria morrido.

O ferimento era profundo, largo, próximo demais da garganta. O sangue escorria sem parar.

Os nobres cochichavam ainda mais alto - sobre ela, sobre o ataque, sobre a morte da princesa.

O príncipe a encarava com ódio puro.

Seu pai... não moveu um músculo sequer.

- Papai... eu juro que não fui eu - implorou, ignorando a dor e o fato de quase ter sido morta.

- Papai, me diga... que tempo eu tive para fazer isso, se eu vivi trancada na masmorra?! - gritou, entre lágrimas.

- Papai... papai...

O príncipe tentou avançar novamente, mas foi contido.

- Tirem-na daqui! Agora! - Ordenou o rei.

Os guardas a puxaram, mas a garota se arrastou pelo chão até alcançar os pés do pai.

As lágrimas caíam sem controle.

Ela ergueu o rosto.

E congelou.

O olhar que recebeu não era apenas frio. Era gélido. Ameaçador.

Como se dissesse: não se atreva a me chamar de pai.

O Duque inclinou-se, segurou seu rosto com um dedo e a encarou em silêncio.

Não precisou dizer nada. Aquele olhar dizia tudo.

Ele não a amava.

Não sentia pena.

Não sentia dor.

Ele a odiava.

De onde vinha todo aquele ódio?

Os guardas a agarraram novamente e começaram a levá-la.

- Papai! Acredite em mim! - ela gritava.

- Só isso... só isso é o suficiente... - murmurou, quase inaudível.

Ela foi levada até um local isolado do palácio e trancada em uma jaula destinada a humanos.

Encolhida no chão, chorava quando percebeu uma sombra se aproximando.

Uma sombra que carregava uma adaga.

A figura se aproximou ainda mais.

Num impulso de sobrevivência, a garota recuou bruscamente.

- Ah! - um grito escapou dos seus lábios.

- Sua... sua... - o homem murmurava, tomado por uma raiva difícil de conter.

- Pri-príncipe...? - sussurrou, em choque.

- Você merece morrer. E da pior forma possível! - ele gritou.

A garota tremia de cabeça aos pés.

- Não... não fui eu. Por que eu mataria a princesa?

O que eu tenho a ver com ela, a ponto de tirar a sua vida? - ela gritou, aterrorizada com a situação.

- Calada! Todos nós sabemos que você a odeiava!

- E-eu...

- Vai negar de novo?!

O príncipe mal terminou a frase e arremessou uma adaga na direção dela.

Por sorte, ela conseguiu desviar.

A lâmina passou de raspaõ por sua costela, rasgando parte do tecido do vestido.

- Ah! - o grito escapou, carregado de pavor.

- Desgraça! - ele rosnou, recuando ao ouvir vozes se aproximando. - vamos nos reencontrar em breve.

E foi embora.

Assim que ele saiu, a garota caiu no chão, exausta e trêmula.

Lágrimas escorriam sem parar.

- O rei ordenou que queimemos a assassina da princesa. - disse uma voz, aproximando-se.

O corpo dela ficou rígido.

Queimá-la... viva?

Não...

E o seu pai não faria nada.

A verdade a atingiu como uma lâmina envenenada.

Quando os homens se aproximaram, ela discretamente pegou a adaga que o príncipe havia lançado e a escondeu entre as dobras do vestido.

Foi levada até o centro da cidade, onde uma multidão já se reunia.

Amarraram-na a um poste de madeira.

Enquanto o rei discursava para os suditos, a garota, com os olhos já sem brilho, murmurava:

- Papai... tudo o que eu sempre quis foi ser notada por você... nem que fosse por um segundo. Queria ter sentido um pouco do seu amor.

Mas o senhor nunca me deu isso.

O senhor nunca me viu. Minha chegada a esse mundo foi um erro.

Desde o meu primeiro suspiro, meu destino já estava amaldiçoado. E sim... esse é... esse é...

As lágrimas desciam sem controle.

Naquele instante, atearam fogo ao redor dela.

Ela seria executada diante de todos.

Ela continuou:

- Papai... adeus.

E, num último acto de desespero, tudo chegou ao fim.

Ela teve de escolher entre duas sentenças cruéis: morrer queimada ou morrer esfaqueada.

Optou pela lâmina.

Ainda assim, após o último suspiro, seu corpo foi reduzido a cinzas pelo fogo.

✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨✨

Em um lugar completamente diferente, dentro de um quarto.

- Lady... Lady...

Chamavam-na insistentemente.

Ela abriu os olhos com dificuldade e-

- Aaaah!

Gritou, tomada pelo pânico.

As servas ao seu redor sobressaltaram-se.

- Lady?

Chamaram alarmadas.

- O que foi, lady?

- Aconteceu alguma coisa?

- O que está acontecendo?... Isto... é o inferno? Um caixão?

Os pensamentos da protagonista se atropelavam.

Ela observou o ambiente ainda em choque, percebendo os rostos aflitos das servas que a cercavam, sem deixar de notar a decoração refinada e tudo ao redor.

- Não... não. Isto não é o inferno, e muito menos um caixão - refletiu. - Será que... será que é... o céu?

Foi arrancada de seus devaneios pela voz insistente das servas.

Virou-se para elas e, então, notou suas mãos pequenas e delicadas - diminutas demais, quase infantis.

- O quê...? O que são essas...

Ergueu o cobertor que lhe cobria a cintura e viu seus pezinhos

Num salto brusco, levantou-se da cama e correu até o espelho.

As servas se assustaram.

- O quê...?

Ela murmurou, examinando o próprio corpo da cabeça aos pés.

- Essa... sou eu?

Perguntou às servas, incrédula.

- Er... sim, lady.

A garota arregalou os olhos e encarou o reflexo mais uma vez.

A imagem diante dela parecia pequena demais para quem se sentia por dentro.

- Aaaaah!

Gritou novamente.

- Lady! O que houve?

As servas perguntavam completamente aflitas.

⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️⚜️

Continua....

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Good Writing

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Compelling Plot

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Great Character

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Strong Dialog

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