Chapter 1
Agatha tropeçou ao sair do Vibe, um clube famoso em Makati. Ela se arrependeu de ter se separado das amigas, que decidiram ir para outra boate. Ela odiava quando as coisas não saíam do seu jeito, por isso manteve seu plano e foi sozinha.
Ela bebia no bar quando um homem sentou ao seu lado. Isso sempre acontecia quando ela ia para a balada. Ela estava deslumbrante, com suas ondas naturais no cabelo e uma maquiagem marcante. Seu vestido preto sem alças a deixava muito sexy. Gostosa e pronta para uma foda.
Mesmo com roupas simples, sua beleza e charme se destacavam. Seus ancestrais eram chineses e espanhóis. Muitos diziam que sua beleza era única e cativante.
O nome daquele homem era... Que porra de nome ele tinha? Hans? Hal? Merda, será que ela estava tão bêbada a ponto de esquecer o nome do cara que a seguia?
Irritada, ela o enxotou. Ele se recusou a sair da mesa e continuou insistindo para dançar, apesar das recusas dela. Agir como uma vadia não o afetou. Ele nasceu teimoso. Não que ele fosse feio ou tivesse bafo. O homem era bonito e cheiroso. Ela não estava com o menor ânimo para dançar, irritada com as amigas por não terem seguido a sua ideia. Devido ao aborrecimento, ela bebeu mais do que percebeu.
“Me deixa em paz porra, Hal!” ela disparou quando ele a seguiu até o estacionamento do clube.
“É Huck.”
“Tanto faz.”
“Você não pode dirigir. Eu vou te levar para casa”, ele se ofereceu.
“Vou chamar um táxi”, ela recusou.
O pânico a atingiu quando Huck agarrou seu braço. O aperto dele era firme, recusando-se a deixá-la ir. Ela viu um homem saindo de um SUV preto — um homem alto e musculoso que caminhava sem se preocupar com nada.
“Ei!” Agatha chamou. “Aqui. Eu estava te esperando!” ela disse, com um tom alegre. Ela se soltou do aperto de Huck. “Meu namorado chegou”, ela sibilou para ele.
“Namorado? Sei, tá bom”, Huck riu.
Ela correu em direção ao homem, e seus braços musculosos a seguraram quando ela perdeu o equilíbrio. Ela deixou cair sua bolsa preta da Balenciaga, esquecendo-se de pegá-la, distraída quando seus olhos se cruzaram.
Sob o poste do estacionamento, ela notou que ele era bonito. Parecia estar no final dos vinte anos, com olhos escuros cautelosos, porém charmosos. Ele tinha um corte de cabelo bem feito, e ela gostou disso. Ela detestava homens com cabelos longos e desleixados. Seu nariz era proeminente, diferente do nariz filipino típico. A linha do maxilar era masculina e seus lábios... Oh, veja aqueles lábios sexy e convidativos!
“Estou com problemas. Preciso me livrar daquele cara ali. Por favor, entra na brincadeira”, ela ordenou, envolvendo o pescoço dele com os braços. “Me beija.”
“O-o quê?” ele gaguejou, surpreso.
“Me beija. Você sabe como se faz?” ela disse, irritada, entreabrindo os lábios e aproximando o rosto do dele. “Você não é gay, né?” ela desafiou.
Ugh. Esse monumento de testosterona seria um desperdício se ele fosse do terceiro sexo. Mas, ei. Talvez ela pudesse torná-lo hétero? Ela riu sozinha com o pensamento.
“Me beija—”
O homem esmagou os lábios de Agatha. Ele a beijou de um jeito selvagem que ela nunca tinha experimentado. Claro, ela já tinha dado uns amassos e beijado muito por aí. Mas não daquele jeito. O beijo daquele homem era... Sexual. Erótico.
A língua dele entrando e saindo de sua boca a fez pensar em outras coisas — coisas selvagens e gostosas para caralho. O pensamento trouxe calor e formigamento para sua xoxota. Meu Deus, era certo pensar em fazer sexo agora? Se o beijo daquele estranho trazia tal sensação, imagine o que mais ele poderia fazer com ela. Imagine aquela boca sensual trabalhando entre suas pernas!
Uma noite de sexo casual. Por que não? Algumas de suas amigas tinham perdido a virgindade com estranhos. Para elas, não era nada. Mas, para Agatha, era importante. Ela já tinha ficado com vários homens, mas nunca deixou que isso virasse sexo. Ela não sabia o que a impedia de dar. Talvez aqueles homens não fossem bons em convencê-la. Ou talvez ela estivesse esperando pelo parceiro certo.
Agatha se surpreendeu quando gemeu. Foi um gemido alto e gutural porque um estranho lhe deu um beijo alucinante. Ele parecia não querer deixá-la ir. Uma mão segurava a nuca dela enquanto a outra acariciava seu pescoço. O beijo dele era possessivo e sedutor.
Quando um beijo a afetou daquele jeito? Ela não se lembrava de nada parecido. Ela sempre estava no controle quando era beijada. Mas desta vez... Aaaah. Seu corpo cedeu à luxúria.
O homem continuou atacando sua boca. A língua dele explorava, incentivando-a a dançar com ele. A língua dela lutou com a dele quando ela sentiu a mão dele deslizar do seu pescoço para a sua lateral. Ele acariciou sua cintura, moveu-se para suas costas e desceu até a sua bunda.
Ela abriu os olhos, deliciada, quando ele começou a chupar sua língua e apertar sua bunda. Seu corpo se moveu. Ela arqueou as costas e pressionou o corpo contra o homem, devorando sua boca. Ela dançava uma música que só ela podia ouvir — balançando, rebolando. Oh, estava gostoso demais — seus seios contra o peito largo dele e o centro de suas pernas contra a coxa musculosa dele. Ela nem percebeu que estava esfregando sua intimidade contra a coxa dele, aproveitando a sensação.
Ela sentiu umidade em sua xoxota. Ah, meu Deus. Algum homem já a tinha deixado molhada lá?
Ela não se lembrava de nenhum. Ela já tinha ficado excitada por homens, sim. Mas pingando de molhada e pronta para ser fodida? Não.
Agatha já não se importava com o que estava ao redor. Ela não estava nem aí para Huck ou onde ele estava — se ele foi embora ou se foi abduzido por uma nave espacial e voltou para seu planeta natal. Que se dane o lugar! Ela estava compartilhando um momento maravilhoso com um homem. Ela se sentia quente, pronta para explodir. Ela tinha uma necessidade para satisfazer esta noite.
Talvez este fosse o homem pelo qual ela estava esperando...
“Qual é o seu nome?” Agatha ouviu o homem perguntar enquanto a ajudava a entrar em seu carro, um Audi Q7 preto.
A voz dele era sexy e masculina, enviando arrepios pela sua espinha. Ela ficou mais molhada entre as coxas. A voz profunda e rouca dele era um sinal de que o beijo deles também o afetou.
“Isso é importante?” ela respondeu com uma risada, esperando que ele entrasse no banco do motorista antes de puxar a gola dele para perto.
“E-espera, espera”, o homem a parou. “Você se livrou daquele cara. Você não precisa de mim.”
Ela riu. “Não me diga que você não quer transar comigo?” ela desafiou, surpreendendo a si mesma. Sexo, sério, Agatha?
Ela era ousada e atrevida, mas não nesse ponto. Ela não se via como promíscua. Caso contrário, já teria entregado sua virgindade aos homens que tentaram levá-la para a cama. Mas esta noite, seu lado impulsivo despertou — o tipo de impulsividade ardente.
O homem riu. Oh, céus. Ele tinha uma risada sexy! Ela observou seu rosto. Ele ficava mais bonito quanto mais ela olhava. E seus lábios... Agatha engoliu em seco. Ela queria provar aqueles lábios. Ela queria que ele a fizesse queimar, que a deixasse louca de luxúria.
“Eu não faço sexo com mulheres bêbadas, desculpe”, o homem disse.
Agatha franziu a testa. Ela não sabia se ficava irritada ou impressionada. O homem não se aproveitou, mesmo estando excitado. Homens assim ainda existiam.
“Deixa eu te levar para casa”, ele se ofereceu.
Ela recusou. “Eu não quero ir para casa!”
“O que você quer fazer então?” ele perguntou, divertido.
“Você sabe o que eu quero, senhor.” Ela olhou para o colo dele, notando o volume sob a calça. “A mesma coisa que você quer.”
“Eu te disse que não faço sexo com—”
“Minha embriaguez vai passar. Talvez possamos tomar um café e então...” Ela sorriu e brincou com a gola dele. “Vamos ver o que acontece depois.”
Agatha estava bêbada; ela sabia disso. Mas se sua embriaguez causava essa luxúria intensa, ela não queria que passasse. Ela gostava daquela sensação. Ela gostava do homem que a deixava quente. Ela queria que algo acontecesse entre eles esta noite. Ela se recusou a deixar o momento passar, com medo de nunca mais vivenciar algo assim. Ou, se vivenciasse, talvez já estivesse velha e incapaz de fazer sexo. Claro, ela poderia ficar bêbada assim, mas conhecer um cara como esse? Improvável. Esse homem era algo especial...
Enquanto o homem dirigia para fora do estacionamento, Agatha lutava contra o sono. Embora suas pálpebras estivessem pesadas, ela se manteve acordada.
“Qual é o seu nome?” ela perguntou ao homem que dirigia.
“Eu pensei que não precisássemos nos conhecer?”
Um pouco antipático. “Só estou perguntando.”
Ele respondeu à pergunta momentos depois. “Romius.”
Romius. Soa forte, inteligente e sexy. Masculino. O nome combinava com ele. Seria loucura se ela quisesse transar com o nome e a voz dele?
“Eu sou a Agatha”, ela disse.
Já passava das duas da manhã e, com poucos carros na rua, Romius dirigia rápido. Vinte minutos depois, chegaram a um lindo condomínio com uma guarita de segurança no portão principal.
“Estou te levando para a minha casa, Agatha. Espero que não se importe”, ele disse.
“Me leve para qualquer lugar, Romius”, ela disse, inquieta em seu assento.
Assim que o carro entrou na garagem, Agatha percebeu que Romius não podia esperar. Ele tomou seus lábios no momento em que desligou o motor. As mãos dele percorriam o corpo dela. Ela arfou quando a boca dele desceu pelo seu pescoço enquanto a palma da mão apertava seu seio.
“Você tem gosto de paraíso”, ela ouviu Romius sussurrar antes de sua boca descer para o meio dos seus seios.
Agatha o ajudou a puxar seu vestido para expor seus seios fartos. O carro se encheu com seus gemidos enquanto a boca de Romius brincava com eles.
“Oh, meu Deus!” ela gritou, contorcendo-se no assento enquanto Romius sugava seu mamilo.
Ela agarrou a nuca dele e puxou seu cabelo curto. Ela arqueou o corpo quando a mão dele acariciou sua coxa enquanto ele continuava a sugar seu seio. Ela se afogou na luxúria e se recusou a voltar à superfície. Ela queria aquilo...
A mão dele subiu pela parte interna de sua coxa e cobriu sua xoxota úmida. “Você está molhada”, ele sussurrou, acariciando seu mamilo com a língua.
“E você está duro”, ela sussurrou de volta, esfregando o volume dele.
“Café.”
“Hmm?”
Romius levantou o rosto do peito dela. “Café. Você precisa de café, Agatha.” Ele abriu a porta do motorista.
Agatha não esperou que Romius abrisse sua porta. Eles saíram do Audi juntos e se encontraram na frente.
“Que se foda o café”, ela disse, beijando-o nos lábios.








