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Sua Sanidade

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Resumo

DARK ROMANCE Lucifer King costumava ser um garoto normal, de personalidade fria, mas um incidente em sua vida arruinou sua sanidade e o transformou em um homem infantil e anormal. Aos 27 anos, ele se comporta como uma criança de 7. Mas apenas ele sabe o que se esconde por trás daqueles olhos cor de avelã inocentes. A realidade sombria de sua anormalidade só sua mente sinistra conhece. Catelin é uma jovem inocente. Ela foi adotada por Martin King com 1 ano de idade. Teve uma vida normal e uma personalidade encantadora. Ela sempre teve um carinho especial pelo filho de seu pai adotivo. Ela foi a única mulher que o tratou como um ser humano e cuidou dele sem ganância. E, às vezes, uma boa ação pode se tornar uma armadilha para toda a vida, e foi exatamente isso que aconteceu com ela. Para retribuir aos pais adotivos, ela deu um passo à frente para ajudar aquele garoto anormal e indefeso, mas quem dera ela soubesse... Não é ele quem precisa de ajuda. É ela. Porque, uma vez que sua anormalidade sinistra decidiu que ela seria sua sanidade, ninguém poderá salvá-la dele. AVISO: ERROS GRAMATICAIS PODEM SER ENCONTRADOS, POIS O INGLÊS NÃO É MINHA PRIMEIRA LÍNGUA. É UM LIVRO DARK E O PROTAGONISTA MASCULINO PODE PARECER BASTANTE ASSUSTADOR, ENTÃO LIDE COM ISSO.

Status
Completo
Capítulos
37
Classificação
4.9 28 avaliações
Classificação Etária
18+

Prólogo

Isto não é o começo da história, apenas um pequeno vislumbre

Ponto de Vista do Autor

"Me diz o que eu quero ouvir, boneca.” Ele sussurrou no ouvido dela enquanto a prendia na cama.

O peso dele afundou o corpo dela no colchão macio, enquanto ela, trêmula, permanecia rígida na cama. Um braço envolvia sua cintura, e o outro estava apoiado no colchão, ao lado do corpo dela.

O corpo musculoso e pesado dele a prendia, mal deixando-a respirar direito.

“E-eu sou sua e—” De repente, as palavras dela pararam quando ele colocou o dedo nos lábios carnudos dela, mandando-a calar.

“Shh, você sabe o que eu mais odeio, meu anjo. Então por que está me deixando bravo?” As mãos trêmulas dela foram lentamente até o pescoço dele, envolvendo-o.

Ele sorriu, satisfeito com o comportamento submisso dela. Como adorava vê-la tão obediente… ou simplesmente como a amava loucamente.

“Eu sou sua e nunca vou te deixar.” Ela finalmente conseguiu dizer, sem gaguejar dessa vez. Sabia que ele odiava quando ela gaguejava, principalmente quando afirmava ser dele.

Ele gemeu de satisfação antes de enfiar o rosto no pescoço dela, cheirando seu perfume. Os dedos deslizavam pela cintura enquanto ele esfregava o nariz na pele dela.

“Eu sei que você é minha. Não é como se tivesse escolha, de qualquer forma.” A voz grave e sombria dele foi suficiente para fazer um arrepio percorrer a espinha dela. Que estranho… ela tinha medo desse lado dele, mas, ao mesmo tempo, não conseguia evitar os calafrios pelo corpo.

“Sabe o que eu fiz hoje? Quebrei a cabeça daquele filho da puta.” Isso a fez prender a respiração. Erguendo a cabeça, ele encarou os olhos verdes e deslumbrantes dela com os seus, castanhos e sinistros.

“Primeiro, cortei cada dedo da mão dele. Os mesmos dedos que ele usou para tocar o que é meu.” Ele disse, acariciando o rosto dela, traçando o dedo até o maxilar.

“Depois, dei quatro porradas nele com um taco de beisebol. Até os dentes dele voaram. Um fracote.” Ele riu, como se estivesse revivendo a cena da vítima.

“Então cortei a língua e rasguei os lábios dele, afinal, eles não deveriam ter feito o que fizeram. Agora pagaram pelo erro.” Ele disse, fazendo uma cara de decepção.

Depois, diminuiu a distância entre os rostos e se aproximou, beijando o canto dos lábios dela.

“Por fim, quebrei a cabeça dele de um jeito que nunca mais vai conseguir usá-la.” Lágrimas começaram a escorrer dos olhos dela enquanto o encarava, tremendo mais do que nunca.

Ela estava apavorada até o âmago. Esse homem era louco, e já tinha provado isso tantas vezes. Ao ver as lágrimas dela, ele logo colocou a mão no rosto dela, enxugando-as.

“Ah, minha boneca, shh, para de chorar. Não se preocupe, ele não morreu. Está só em estado vegetativo. Para com isso, amor, ele está pagando por mexer comigo. O rei.”

Ele murmurou, tentando conter as lágrimas dela, mas elas continuavam a escorrer. “Minha pobrezinha, não deveria ter te contado.” Dito isso, enterrou o rosto no pescoço dela, beijando a pele repetidamente.

Os beijos se tornaram mais furiosos quando ela não parou de chorar. “Puta que pariu, para, Catelin.” Ele rosnou perto do ouvido dela, arrancando mais alguns soluços.

E então aconteceu de novo.

“Cate. Meu Deus.” A voz dele mudou de repente, agora em pânico, enquanto se afastava dela. Sentou-se na cama e se arrastou para trás, encostando na cabeceira com uma expressão assustada.

“Por que está c-chorando? Eu f-fiz algo de n-novo, né? Me d-desculpa, Cate. Eu s-sinto muito.” Catelin se sentou na cama, encarando-o, o mesmo homem que, segundos atrás, era uma pessoa completamente diferente.

Ele começou a chorar, achando que tinha machucado sua Catelin, enquanto ela apenas o observava com olhos tristes e cansados. Enxugando as lágrimas devagar, sabia que aquele não era o mesmo homem que a assustara minutos antes.

Ela se arrastou lentamente até ele, encolhido e soluçando, e segurou o rosto dele entre as mãos trêmulas.

“Não, Lúcifer. Você não fez nada, meu príncipe lindo. Eu só tive um pesadelo, e você estava me consolando.” Ela disse, fazendo-o olhar para ela através dos olhos bonitos e marejados.

O olhar inocente dele a entristeceu, ao pensar no monstro que vivia dentro dele. O coração dela derreteu quando ele a abraçou devagar, apoiando a cabeça no ombro dela.

“Eu te amo, Catey. Desculpa se te deixei chateada.” Ele murmurou como uma criança, fazendo-a rir. Todo o medo e terror se transformaram em adoração.

“Tudo bem, Lúcifer. Estou bem. Não se preocupe. Vamos dormir, tá?” Ele assentiu, puxando-a para perto e apoiando a cabeça no peito dela, abraçando-a com força. Ela retribuiu o abraço, balançando-o nos braços.

“Boa noite, Lúcifer.” Não houve resposta, apenas o som da respiração dele, já adormecido. Rindo baixinho, ela fechou os olhos, preparando-se para mais uma batalha com aquela fera no dia seguinte.

Depois de alguns minutos. Lúcifer abriu os olhos castanhos com cuidado, afastando a cabeça do peito dela para encarar o rosto adormecido.

O olhar inocente tinha sumido. O olhar sinistro, acompanhado de um sorrisinho, a observava com nada além de obsessão. Rindo baixinho, ele murmurou:

"Minha boneca inocente.”

______________________________________

O próximo capítulo será publicado em breve. Não deixem de votar e clicar em seguir. Sigam-me no Instagram também, pessoal, o link está na bio.

Lembrem-se de que o cronograma de atualizações será de dois capítulos por semana. O próximo sai ainda essa semana. Então fiquem ligados.

Até a próxima. Adios.

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Enredo Envolvente

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Personagem Ótimo

7

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Diálogo Forte

6

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Ver 2 comentários anteriores...
author

I know what it’s like to live with someone like that. it’s exhausting and tiring mentally and emotionally

5 anos
author

Uh oh. She's doomed.

5 anos
author

So, the way this reads, Lucifer has dual/split personalities. There are medications for that and one would hope he'd get the help he needed before he gets himself in legal trouble or seriously hurts either of them.

2 anos
1