Capítulo 1 Paixão Secreta
Devo admitir que tenho uma paixão secreta pela esposa do meu melhor amigo. Para começar, Jill é adoravelmente fofa. Não é aquela beleza de revista, mas sim o tipo de garota bonita que mora ao lado. Ela é naturalmente loira, nada de loiro de farmácia, e tem os olhos mais azuis que você já viu. Chuto que ela tenha um metro e sessenta e uns cinquenta e cinco quilos, embora eu não seja o melhor juiz quando se trata do peso de uma mulher.
Jill e seu marido, Dave, têm uma piscina no quintal e convidam minha esposa, Nikki, e eu com frequência. Devo dizer que Jill preenche seu biquíni muito bem. A parte de cima não sustenta seus seios, apenas os cobre, e a de baixo mal esconde as curvas da sua bunda. Ela torna muito difícil não ficar olhando quando ela sai da água. Muitas vezes, minha esposa teve que me dizer para colocar os olhos de volta na cabeça.
Outra coisa que alimenta essa paixão é que Jill adora provocar. Mais de uma vez, ela se secou propositalmente bem perto de mim, curvando-se com a bunda na minha cara enquanto passava a toalha nas pernas. Quando ela finge estar com frio e se abraça, exagerando no decote, ela faz questão absoluta de que eu esteja no seu campo de visão.
Esta noite, as coisas saíram um pouco do controle. Nós quatro fomos convidados para uma festa e acabamos bebendo um pouco demais. Quando finalmente, e depois de esperar tempo demais, precisei ir ao banheiro, não consegui encontrá-lo. Jill deve ter notado a expressão de desespero no meu rosto e disse que sabia onde tinha um no andar de cima, e que eu deveria segui-la. Eu não conseguia andar rápido o suficiente. Tinha certeza de que minha cueca estaria encharcada antes de chegar ao topo da escada. Jill abriu a porta e eu abri o zíper da calça a caminho do vaso. De repente, caiu a ficha de que Jill tinha trancado a porta por dentro. A princípio não dei muita importância, eu só estava feliz por estar fazendo xixi.
Parecia que eu nunca ia parar. Jill ficou ao meu lado, encarando meu pau e começou a fazer uma dancinha.
— Anda logo, vai, eu também preciso ir.
— Desculpa, já estou terminando.
O fluxo finalmente chegou ao fim e eu balancei para tirar as últimas gotas.
— Deixa eu te ajudar com isso — ela disse, agarrando meu pênis.
Em vez de sacudir, ela envolveu meu membro com os dedos e fez alguns movimentos suaves. Fiquei excitado na hora.
— Nossa — ela disse enquanto baixava a calça até os tornozelos. Ela a chutou para o lado e sentou no vaso. Enquanto se aliviava, ela continuou massageando meu pau. Eu sabia que deveria impedi-la, mas sonhei com isso por tanto tempo que achei que com certeza deveria estar sonhando de novo.
A excitação era avassaladora. Um pouco de líquido pré-ejaculatório saiu pela ponta; Jill pôs a língua para fora e lambeu.
— Tira a calça — ela ordenou. Jill começou a puxar a blusa sobre a cabeça, expondo seus seios nus. Agora ela estava completamente nua, apoiou-se na bancada, colocando um pé na porta do box e o outro no meu ombro.
Jill não disse uma palavra, mas puxou meu pau e me guiou até sua vagina, nunca desviando o olhar do meu.
Empurrei o máximo que pude até nossos pelos pubianos se tocarem. Era um contraste e tanto: o cabelo loiro dela contra o meu escuro. Puxei para fora até ver a base do meu pau e depois empurrei de volta. Olhei para cima e Jill não tinha desviado os olhos dos meus nem por um segundo. Ela tinha um olhar muito intenso no rosto.
Comecei a foder ela um pouco mais rápido, e ela começou a respirar mais pesado. De repente, ela fechou os olhos e gemeu bem alto.
— Mais rápido, não para — ela implorou.
Fiquei com medo de que ela caísse da bancada, então a levantei, colocando minhas mãos sob suas nádegas. Giramos e suas costas bateram contra a parede. Ela começou a escorregar dos meus braços. Jill passou os braços ao redor do meu pescoço e começou a cavalgar em mim como se não houvesse amanhã. Meu pau estava latejando. Senti seus fluidos escorrendo pelos meus testículos, que estavam pegando fogo e prestes a explodir. Comecei a suar.
— Não goza dentro de mim, por favor — ela sussurrou.
— É melhor eu sair então — eu disse.
Jill olhou para baixo, para o meu pau, que ainda estava rígido o suficiente para pendurar uma toalha, e puxou a cortina do box. Entramos no chuveiro e ela me finalizou com a mão.
— Uau — ela disse, olhando a quantidade que eu espalhei na parede do box. — Você estava guardando isso há quanto tempo? Meu Deus, ainda bem que você não fez isso dentro de mim, eu ia ficar pingando a noite toda. Isso certamente seria difícil de explicar.
Nós dois nos vestimos e Jill procurou uma escova em uma das gavetas da bancada. Ela ajeitou o cabelo e garantiu que ambos estivéssemos prontos para voltar à festa.
— Isso — ela disse, olhando bem nos meus olhos — nunca aconteceu.