Capítulo 1
— Mãe — Evan disse para as costas da mãe enquanto ela lavava a louça. O longo cabelo preto balançava quase até a cintura, e os poucos fios grisalhos que ele sabia que começavam a surgir estavam habilmente cobertos pelos tratamentos que ela fazia regularmente, uma prova da realidade física da vida chegando aos 44 anos.
— O que foi, Evan? — ela perguntou, virando-se para sorrir para seu filho de 25 anos, que a superava com seus 1,95 m de altura, embora ela mesma tivesse quase 1,80 m. Seus olhos verde-claros pareciam particularmente exóticos com o tom de pele azeitonado, mediterrâneo.
— Alguns amigos vão vir aqui hoje à noite — explicou Evan.
— Que bom — disse Lily, voltando a lavar a louça. — Alguma coisa especial? — ela perguntou.
— Eles estão me ajudando com um documentário que estou tentando criar — respondeu Evan.
— Que tipo de documentário? — Lily perguntou, virando-se para olhá-lo, seus seios fartos, tamanho 44, esticando os botões da blusa.
— Bem, é justamente isso — disse Evan, pigarreando. O rosto corou enquanto ele olhava para a mãe com aquele olhar direto de seus olhos cinzentos que sempre a lembrava do pai dele, morto em um acidente há mais de 10 anos. — Tive a chance de fazer algo um pouco diferente para o Canal 23.
— Canal 23! — Lily exclamou, olhando para ele. — Eles não fazem basicamente programação adulta?
— Bem, sim, acho que isso é bem preciso — concordou Evan. — Mas me ofereceram 100 mil dólares para fazer isso e, se gostarem, haverá mais, continuações.
— Isso é muito dinheiro — disse Lily, recostando-se no balcão enquanto observava o filho, com os braços cruzados sob os seios grandes, o que os acentuava. — O que exatamente eles querem que você faça?
— Uma série de documentários explorando a nova cultura do sexo "fora da caixa" — respondeu Evan, vendo os olhos da mãe se arregalarem levemente.
— Sexo "fora da caixa"? — perguntou Lily. — O que exatamente isso significa?
— Basicamente, qualquer coisa que não seja considerada sexo normal, o sexo básico — respondeu Evan.
— Como o quê? — perguntou Lily.
— Bem, qualquer coisa além do sexo convencional em um relacionamento — respondeu Evan.
— Está com medo de me contar? — Lily perguntou, sorrindo para o filho. — Já sou crescida. Acho que aguento.
— Bem, coisas como troca de casais, swing, interações entre pessoas do mesmo sexo, poliamor, sexo em grupo — respondeu Evan.
— O quê, nada de BDSM? — Lily perguntou, caindo na risada ao ver a expressão no rosto dele. — Você acha que, por ser sua mãe, eu não sei dessas coisas?
— Eles foram bem específicos sobre não querer incluir nada que pudesse ser considerado abusivo — disse Evan.
— Por que eles querem fazer isso? — perguntou Lily.
— Para ganhar dinheiro, aumentar a audiência — respondeu Evan. — Por que qualquer um faz qualquer coisa? Vai ser tão ultrajante, tão escandaloso, que eles esperam uma audiência enorme. Eles acham que qualquer coisa abusiva afastaria muitas pessoas, enquanto acreditam que a maioria ficará, no mínimo, curiosa com o resto.
— Bem, tenho que admitir, eu provavelmente assistiria a um programa desses — disse Lily, notando a surpresa no rosto do filho. — Só porque sou sua mãe, não significa que não tenha interesse nessas coisas. Sou mais velha, não estou morta.
— Não quis dizer nada — disse Evan, na defensiva. — Eu, bem, só nunca pensei em você como algo além de, bem, o básico.
— Por que acho que acabei de ser insultada pelo meu filho? — perguntou Lily, rindo da cara de dor dele. — Não será ultrajante ou escandaloso para essas pessoas que não são do tipo "básico". Para sua informação, rapaz, seu pai e eu tínhamos uma vida sexual muito dinâmica. E eu saio com alguém de vez em quando. Mas também é bom saber que você sequer cogita que eu tenha uma vida sexual. Talvez eu não esteja tão ultrapassada assim.
— Uh, bem, é, imagino — disse Evan, desconcertado.
— Então, o que você vai fazer esta noite? — perguntou Lily.
— Acho que só entrevistas — respondeu Evan. — Quero explorar o pensamento deles, a motivação.
— Bem, tudo parece muito interessante — disse Lily.
— Então, você não se importa? — perguntou Evan.
— Não, nem um pouco — respondeu Lily. — Posso assistir, ouvir?
— Não tenho certeza de como eles se sentiriam em relação a isso — respondeu Evan lentamente. — Eu precisaria perguntar a eles. Algumas pessoas ficam mais à vontade com essas coisas do que outras. Algumas vão querer ser disfarçadas nos vídeos, outras não estão tão preocupadas. Tenho que proteger a privacidade daqueles que querem essa proteção se eu quiser um documentário honesto.
— Isso faz sentido e parece muito responsável — disse Lily. — Como você encontrou as pessoas que estão vindo?
— São dois casais — respondeu Evan. — Somos todos amigos, nos conhecemos há alguns anos.
— E eles... se entregam a algumas dessas coisas? — perguntou Lily.
— Eles são o que eu descreveria como pansexuais — respondeu Evan.
— O que isso significa? — perguntou Lily.
— Se envolve sexo consensual e não abusivo entre adultos, eles curtem — respondeu Evan.
— Bem, isso é certamente abrangente — disse Lily. — Pansexual. Uma palavra interessante. E esses são seus amigos?
— Sim — respondeu Evan.
— Você nunca deixa de me surpreender, Evan — disse Lily. — Me avise se quiser uns petiscos ou algo assim, ok?
— Claro, mãe — disse Evan. — Obrigado.
— Jared, Tina, Tom, Sally — Evan cumprimentou os dois casais quando abriu a porta naquela noite, depois do jantar.
Jared era quase tão alto quanto Evan e tinha um físico poderoso, enquanto Tina era pequena, quase infantil ao lado dele, com 1,55 m. Eles eram negros. Tom tinha exatamente 1,83 m, cabelos castanhos e olhos azuis profundos. Sally tinha 1,68 m, cabelos ruivos, olhos verdes e pele clara intensamente sardenta.
— Esta é minha mãe, Lily — disse Evan, apresentando-a.
— Sejam bem-vindos — disse Lily, cumprimentando a todos com um aperto de mão.
— Não é à toa que você é um partidão tão lindo — disse Sally enquanto observava Lily, um sorriso enorme abrindo em seu rosto.
— Que gentil da sua parte — disse Lily. — Por favor, entrem.
— Mamãe estava perguntando se vocês se importariam se ela acompanhasse a sessão — disse Evan.
— Eu não me importo — disse Sally. — Você sabe o que ele vai perguntar para a gente?
— Acho que sim — respondeu Lily, corando levemente. — Acho tudo isso muito interessante.
Ninguém mais objetou, então ficou decidido. Lily foi até a cozinha buscar as bebidas e os lanches que havia preparado, levando-os para a sala de estar, onde Evan tinha montado sua câmera de vídeo em um tripé, voltada para o sofá onde os dois casais estavam sentados.
— Primeiro, vocês precisam preencher e assinar estes formulários de autorização — disse Evan, entregando a cada um um formulário e uma caneta. — Há um espaço para vocês colocarem qualquer coisa que não queiram que seja exposta no vídeo: sua voz, seu rosto, qualquer parte do corpo. Posso alterar vozes, borrar rostos e partes do corpo conforme necessário.
Lily pegou uma taça de vinho para si e sentou-se em uma poltrona confortável ao lado, fora do ângulo da câmera e do campo de visão de quem estava no sofá.
— Ok — disse Evan, pegando os formulários de autorização e conferindo-os. — Vou ligar a câmera agora. Todos de acordo? — ele perguntou enquanto se sentava, com a câmera no tripé à sua frente.
— Por que vocês não começam se apresentando? — sugeriu Evan. — Digam um nome, idade, formação educacional, há quanto tempo estão casados e a profissão atual.
— Meu nome é Jared, tenho 28 anos. Tenho formação em direito e me formei em terceiro lugar na minha turma. Trabalho como advogado. Esta é minha esposa, Tina. Estamos casados há 8 anos.
— Meu nome é Tina, tenho 27 anos. Sou formada em bioquímica e enfermagem e trabalho como supervisora de enfermagem na unidade cirúrgica de um hospital.
— Meu nome é Tom, tenho 31 anos. Sou formado em engenharia e sou sócio sênior em uma empresa de engenharia. Esta é minha esposa, Sally, e estamos casados há 10 anos.
— Meu nome é Sally, tenho 31 anos. Sou formada em educação e dou aulas no ensino fundamental.
— É um espectro bem variado de formações e profissões — disse Evan. — Estamos aqui para discutir sexo, especificamente a vida sexual de vocês. Como veremos, todos vocês são membros do que hoje é chamado de "fora da caixa" em relação às suas opiniões e ações sobre o sexo. Vocês não são monogâmicos.
— Quem gostaria de começar? — perguntou Evan.
— Caramba, eu adoraria — respondeu Sally com um grande sorriso. — Nunca me canso de falar sobre sexo ou de praticá-lo.
— Nos 10 anos em que vocês são casados, já foram monogâmicos? — perguntou Evan, depois que todos pararam de rir.
— Ah, claro — respondeu Sally, jogando seu cabelo ruivo cacheado para trás do ombro. — Fomos totalmente normais nos primeiros anos.
— Podem nos contar o que mudou? — perguntou Evan.
— Bem, fomos acampar com outro casal, amigos nossos que conhecíamos desde sempre, desde crianças — explicou Sally. — Eles cresceram e se casaram, assim como nós. Enfim, estávamos acampando perto de Big Piney Creek, nos Ozarks, porque estávamos fazendo rafting. Tivemos um ótimo dia, três descidas cada, e fizemos um churrasco maravilhoso na fogueira.
— Ficamos bem bêbados — ela continuou. — Estávamos dividindo uma barraca para três pessoas, o que já tínhamos feito várias vezes. Sem problemas. Vimos um ao outro transar lado a lado muitas vezes. Sempre foi quente. Só que desta vez, quando acordei porque estava sendo comida, não era o Tom. Tom estava ao meu lado em um 69.
— Não entrei em pânico — continuou Sally. — Eu ainda estava um pouco bêbada, o suficiente para perceber que era bom e me excitava ser comida bem ali, ao lado do Tom. Eu não me importei nem um pouco que ele estivesse em um 69 com outra mulher. Isso nunca passou pela minha cabeça. Transamos como loucos, trocando de parceiros várias vezes antes de finalmente arrumarmos as coisas e irmos para casa.
— Conversamos sobre isso, concordamos que não tinha sido nada além de divertido e decidimos que gostaríamos de fazer algo assim de novo — disse ela. — Temos transado com outras pessoas desde então.
— Vocês sempre fazem isso juntos ou às vezes cada um segue seu caminho? — perguntou Evan.
"Sempre juntos", respondeu Sally. "Eu me sentiria como se estivesse traindo se o Tom não estivesse lá."
"E quanto a você, Tom?", perguntou Evan. "Quais são suas lembranças daquela experiência em particular?"
"Basicamente as mesmas", respondeu Tom. "Estávamos todos bem bêbados. Tinha sido um dia ótimo. Sally e eu acabamos encostando no Wrecking Rock em uma de nossas corridas. Estávamos com muita adrenalina. Lembro-me de acordar no meio de um sonho erótico, ou pelo menos foi o que pensei. Meu pau estava sendo chupado e minha boca estava cheia de uma boceta deliciosa. Quando percebi que não era a Sally, já estava gozando."
"Eu me virei para procurar a Sally enquanto gozava e a vi ao meu lado, de costas, olhando para mim, enquanto nosso amigo a comia e chupava seus mamilos", continuou ele. "Vi que as pernas dela estavam em volta da cintura dele e percebi que ela estava gostando. Mesmo tendo acabado de gozar, meu pau ficou duro de novo só de vê-la sendo comida."
"Conversamos sobre isso no caminho de casa e concordamos que foi quente, sem problema algum para nenhum de nós", disse Tom. "Depois disso, encontramos outras pessoas para brincar. Nosso prazer e apetite por essa experiência não diminuíram em nada. Ainda me excita ver a Sally com outras pessoas."
"Claro, você não se importa com todas as outras mulheres, se importa?", perguntou Evan.
"Nem um pouco", concordou Tom, enquanto todos riam.
"Vamos fazer uma pausa ou continuar?", perguntou Evan.
"Vamos fazer uma pausa", respondeu Sally.
"Sua franqueza é muito refrescante", disse Lily para Sally enquanto todos bebiam e petiscavam os lanches que ela havia preparado.
"Foi o momento mais libertador da minha vida, naquela barraca naquela noite", disse Sally. "Isso teve um efeito cascata, pois hoje só vivo pelas minhas regras, meus códigos, minhas expectativas. Não posso agradar ninguém além de mim mesma e não vou desperdiçar nenhum esforço tentando agradar mais ninguém além do Tom."
"Ei, guarde isso para o vídeo", disse Evan. "Isso é uma pausa. Falem sobre qualquer outra coisa."
"Existe mais alguma coisa, Evan?", perguntou Sally, obviamente lambendo os lábios enquanto o olhava com desejo.
"Devemos continuar?", perguntou Evan.
"Jared e Tina, houve um ponto de virada no relacionamento de vocês quando se tornaram não monogâmicos?", perguntou Evan assim que todos se sentaram novamente.
"Sim", respondeu Jared. "Estávamos de férias em Cayman Brac, casados há uns três anos. Ficamos amigos do barman, que nos convidou para encontrá-lo depois do trabalho para nos levar a alguns lugares locais que os turistas jamais encontrariam."
"Estávamos em um bar e foi totalmente insano", continuou Jared. "Havia carreiras de cocaína do tamanho do balcão inteiro. Todos estavam fumando grandes baseados. Tinha uma fonte enorme que despejava um coquetel contínuo de rum jamaicano e sucos de frutas variados. Era incrivelmente delicioso e também mortal. Muito traiçoeiro. Você não percebia o quão potente era até que fosse tarde demais."
"A certa altura, houve muita gritaria, depois risadas, e os outros caras me incentivaram a me juntar a eles enquanto todos se encostavam no bar, de frente para o recinto", continuou Jared. "Éramos umas duas dúzias. A próxima coisa que soube foi que os outros caras começaram a tirar os paus das calças. Os caras de cada lado de mim estavam me cutucando nas costelas com os cotovelos, então eu tirei meu pau para fora também."
"Então todas as mulheres, talvez uma dúzia delas, se ajoelharam na nossa frente em uma das pontas da fila e começaram a chupar nossos paus", disse Jared, balançando a cabeça e rindo da lembrança. "Eu fiquei impressionado, sem trocadilhos. Aquela gata gostosa que eu nunca tinha visto antes estava de joelhos na minha frente com meu pau enchendo a boca dela. Foi quando meu cérebro voltou a funcionar e percebi, no mesmo momento em que vi, que Tina era uma daquelas mulheres de joelhos na frente dos homens, com um pau enchendo sua boca."
"Alguém pediu para trocar e as mulheres se moveram para o próximo homem, então começaram a chupar os paus à frente delas", continuou Jared. "Isso aconteceu várias vezes até que, finalmente, um dos caras gemeu e todos riram. Ele estava gozando na boca da mulher que chupava seu pau. Ninguém mais pediu para trocar e, em vez de fazer uma pausa quando elas mudavam, meu pau só continuava crescendo e crescendo em direção ao orgasmo enquanto a mulher que o chupava realmente caprichava."
"Um após o outro, ouvi caras gemendo enquanto gozavam, com as mulheres na frente deles os chupando", continuou ele. "Justo quando minhas próprias bolas explodiram, olhei para o resto da fila e vi Tina com porra escorrendo pelo queixo. Eu não estava tão bêbado a ponto de não perceber o que estava acontecendo. Tina olhou para mim e só consigo me lembrar de vê-la tirar a porra do queixo com o dedo e levar à boca enquanto balançava a cabeça."
"Eu não estava tão bêbada", disse Tina. "Quer dizer, eu estava alta, definitivamente, mas tinha tudo sob controle. Minha primeira reação ao ver os caras alinhados e puxando os paus para fora foi rir, até que as outras mulheres me puxaram junto. Eu não podia acreditar que elas simplesmente iam chupar aqueles paus. Olhei para o lado e vi a expressão de espanto no rosto de Jared enquanto ele olhava para baixo, com seu pau enterrado na boca daquela mulher. Eu quase gozei, estava muito quente. Depois disso, não me importei. Adoro chupar pau, então foi muito divertido poder chupar vários diferentes, um após o outro. Ótima maneira de comparar."
"Quando o cara gozou na minha boca, eu não estava pronta para a força ou a quantidade de porra que explodiu do pau dele", continuou Tina. "Sou uma puta por porra. Eu simplesmente adoro porra. Acho que foi isso que atraiu o Jared para mim, para início de conversa. Eu simplesmente não conseguia me fartar da porra dele."
"Havia mais do que isso", resmungou Jared.
"Eu achei que tinha acabado depois que os caras gozaram", continuou Tina, "mas as garotas reuniram os caras que não tinham tido a sorte de estar chupando um pau quando todos gozaram. Havia uma garota a mais do que homens. Começou do mesmo jeito, chupar o pau à sua frente, mudar para o próximo quando pedissem, mas então mudou totalmente. As garotas se moveram uma posição para o lado, se levantaram e se curvaram."
"Lembro-me de olhar para o Jared para ver como ele estava reagindo", continuou ela. "Sua boca estava aberta enquanto ele observava cada cara começando a encher a boceta à sua frente com seu pau enquanto as garotas estavam curvadas, com as mãos no chão. Elas estavam me incentivando, me puxando, então eu simplesmente me virei, me curvei e tive minha boceta preenchida com o maior pau maldito que já tinha entrado em mim."
"Eu estava gozando como uma louca enquanto aquele cara me comia, então pediram para trocar", continuou Tina. "Então nos movemos e um novo cara estava me comendo. Foi quando trocamos pela quarta vez que o cara que estava me comendo perdeu o controle e começou a gozar. O restante dos caras realmente se empolgou e então estavam todos gozando ao mesmo tempo. Vi as outras garotas se virarem e chuparem o cara que tinha acabado de gozar nelas, então eu fiz o mesmo. Quando me levantei, a porra estava escorrendo pela parte interna das minhas coxas."
"Como isso fez você se sentir, vendo aquilo, Jared?", perguntou Evan.
"Com ciúmes", respondeu Jared, balançando a cabeça. "Eu queria saber como era a sensação de comer cada uma daquelas bocetas."
"Você não ficou incomodado com o que viu a Tina vivenciar?", perguntou Evan.
"Não", respondeu Jared. "Começou tão absurdo, tão inacreditável, que quando a realidade daquilo caiu a ficha, simplesmente não importou. Se houve alguma coisa, eu fiquei foi excitado assistindo ela. Ela é tão pequena e alguns daqueles caras tinham uns paus enormes."
"Você definitivamente não fica para trás quando o assunto é o tamanho do pau", Tina zombou, enquanto todos riam. "Eu pensei que tinha acabado, mas me enganei. Não tenho ideia de quantos paus daqueles caras eu tive na minha boca, boceta ou cu naquela noite. Parecia que não tinha fim. Eu estava no paraíso. Eu nunca tinha feito nada parecido antes e foi a melhor noite da minha vida, no que me diz respeito."
"A experiência inteira foi surreal", acrescentou Jared. "Tudo combinado foi uma sobrecarga sensorial total, quer fosse ver a Tina sendo levada por um a três homens ao mesmo tempo, ou provar todas as mulheres, poder sentir como cada uma daquelas bocetas era, meu pau nunca esteve tão duro. Chegou a ser doloroso. Parei de conseguir gozar, mas só na tarde seguinte é que meu pau finalmente relaxou."
"O Jared sempre foi um garanhão, no que me diz respeito", disse Tina, "mas depois daquela noite, ele se tornou O Garanhão. O homem simplesmente consegue comer a noite toda sem parar."
"Tudo é uma questão de inspiração", garantiu Jared, com Tom concordando.
"E isso mudou o relacionamento de vocês?", perguntou Evan.
"Definitivamente", respondeu Tina. "Sempre fomos próximos, muito próximos, mas nada como o que tivemos depois daquela noite. A única comparação que eu poderia fazer é o que gêmeos idênticos sentem."
"Concordo, isso nos colocou em um nível totalmente diferente em termos de como nos relacionávamos um com o outro", disse Jared.
"E vocês continuaram a encontrar outras pessoas para fazer sexo?", perguntou Evan.
"Sim", respondeu Jared.
"Vocês se descrevem como pansexuais; é isso mesmo?", perguntou Evan.
"Se você precisa colocar um rótulo nisso, esse é tão bom quanto qualquer outro", respondeu Sally.
"Você gostaria de explicar aos nossos telespectadores como vocês veem a pansexualidade?", perguntou Evan.
"Sexo entre adultos que consentem", respondeu Sally.
"Quaisquer adultos que consentem?", perguntou Evan. "Até mesmo do mesmo sexo?"
"Claro", respondeu Sally. "Por que nos limitar a apenas metade da população como uma potencial diversão."
"Então vocês gostam de fazer sexo com outras mulheres também?", perguntou Evan.
"Com certeza", respondeu Sally com uma risada.
"Vocês têm alguma preferência?", perguntou Evan.
"Na verdade não", respondeu Sally. "Eu amo tudo igualmente."
"Vocês já tinham feito sexo com mulheres antes de pararem de ser monogâmicos?", perguntou Evan.
"Apenas algumas vezes na faculdade", respondeu Sally. "Foi bom, mas nada como se tornou depois."
"Você sabia sobre a experiência homoafetiva da Sally quando se casaram?", Evan perguntou a Tom.
"Sim", respondeu Tom, balançando a cabeça.
"Isso não te incomodou?", perguntou Evan.
"Você está brincando?", perguntou Tom. "Duas mulheres se pegando me incomodaria? Só da melhor maneira possível", disse ele, sob risadas.
Continua........