Confissões Proibidas: Uma Erotica Extra Spicy

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Resumo

O pau enorme dele me esticou, rasgando, forçando caminho para dentro do meu núcleo virgem. Uma dor lancinante, rapidamente seguida por uma plenitude avassaladora, me atravessou. Eu gritei, meu corpo arqueando, minhas unhas cravadas no mármore frio. Então, por trás, Silas empurrou seu próprio membro grosso dentro do meu cu, me empalando. Minha boceta e meu cu gritaram, esticados de uma forma impossível enquanto começavam a estocar em uníssono, me preenchendo com um prazer duplo e brutal que destruiu meu mundo. "Você é nossa agora, sua putinha," meu padrasto rosnou, sua voz carregada de triunfo, enquanto eu convulsionava ao redor dos dois. A confissão proibida havia começado. Confissões Proibidas: Uma Coletânea Erótica Extra-Spicy Se você está disposta a ler — ou deseja algo verdadeiramente obsceno — esta coletânea é para você. Mergulhe no mundo cru e inibido do proibido, uma antologia de contos eróticos curtos feitos para romper limites e incendiar seus desejos mais profundos. Cada história mergulha de cabeça em cenas explícitas e fantasias tabu, sem deixar nenhum desejo intocado. Você encontrará histórias de inocência corrompida, poder transformado em prazer e votos sagrados destruídos por uma luxúria insaciável. Desde a rendição trêmula de uma freira inocente até a dominância imponente de um padre implacável, estas histórias foram criadas para fazer seu sangue ferver e seus sentidos entrarem em colapso. Espere encontros extra-spicy, dirty talk sem pudor e detalhes vívidos e explícitos que não deixam nada para a imaginação.

Gênero
Erotica
Autor
Dee Writezz
Status
Completo
Capítulos
106
Classificação
5.0 4 avaliações
Classificação Etária
18+
Este é um exemplo

Capítulo 1 - Livro 1; fodendo o seu professor gostoso

A chuva batia contra a casa velha, um ritmo incessante que acompanhava a batida frenética do coração de Eleanor Vance. Ela apertava seu livro de literatura encharcado, com as páginas já moles e deformadas pelo seu aperto nervoso. Suas notas eram um desastre. Sua vida, para ser sincera, parecia ser um também.

Ela tinha vinte e um anos e estava presa em um casamento que parecia mais um acordo comercial do que uma parceria. Paixão? Essa era uma palavra que ela só lia nos livros. Livros que, aparentemente, ela não conseguia entender.

O Professor Alaric Thorne, sua última esperança, tinha trinta e cinco anos. Ele estava sentado atrás de sua enorme mesa de mogno, com uma única luminária projetando sombras sobre seus traços marcantes. Ele parecia menos um acadêmico apagado e mais um homem que sabia exatamente o que queria. E, naquele momento, Eleanor sentiu como se ele quisesse dissecá-la.

"Senhorita Vance", a voz dele cortou o silêncio, profunda e suave. "Sua última redação sobre 'The Love Song of J. Alfred Prufrock' estava... sinceramente, estava uma merda. Uma merda completa e absoluta."

Eleanor estremeceu. Ela esperava algo como "catastrófica" ou "péssima". Não... merda. Suas bochechas arderam, uma onda quente de vergonha a invadiu. Ela sabia que estava ruim, mas a grosseria dele foi chocante.

"Eu... eu estou me esforçando muito, professor", ela gaguejou, com a voz quase em um sussurro. Ela alisou seu vestido de tweed sóbrio, sentindo-se subitamente exposta.

Ele inclinou-se para frente, um sorriso fraco e quase predatório surgindo em seus lábios. "Esforçar-se não é o suficiente, Eleanor. Não para as notas que você está tirando. É por isso que você está aqui. O meu horário de atendimento é para os esperançosos. A minha casa, pequena, é para... os desesperados."

O jeito como ele a chamou de "pequena" deu um solavanco nela. Era possessivo, íntimo. Os olhos dele, escuros e intensos, pareciam remover suas camadas, vendo através da sua fachada educada.

"Agradeço por ter reservado um tempo, professor", ela conseguiu dizer, tentando parecer composta. Seu coração batia como um tambor contra suas costelas.

Ele pegou um livro pesado, não um clássico, mas algo com uma capa preta simples. "Tempo é uma mercadoria valiosa, Eleanor. Especialmente quando se está ensinando alguém a sentir de verdade. A entender a verdade crua e confusa da natureza humana."

Ele fez uma pausa, seu olhar saltando do livro para o peito dela, demorando-se por um momento. Eleanor sentiu um calor familiar subir pelo seu pescoço. Seus seios, fartos e redondos, pareciam sempre exigir atenção, mesmo sob camadas de tecido. Eles eram rosados e redondos, como confeitos em um cupcake, e ela de repente sentiu uma consciência estranha e quente sobre eles.

"Então", ele continuou, sua voz baixando, tornando-se um murmúrio grave que parecia vibrar através das tábuas do chão. "Vamos falar sobre... as coisas reais. Não sobre algum poema antigo e empoeirado. Vamos falar sobre o que faz as pessoas funcionarem. O que as faz gemer."

Eleanor arregalou os olhos. "Em um... contexto literário, senhor?"

Ele soltou uma risada, um som gutural e baixo que era tudo, menos acadêmico. "Claro, Eleanor. Tudo é literatura, se você souber como ler. Até mesmo um filme pornô barato. É tudo sobre desejo, não é? Sobre o que as pessoas realmente querem, lá no fundo."

Ele se levantou da cadeira, uma presença alta e poderosa, e caminhou lentamente ao redor da mesa. Eleanor instintivamente ficou rígida, sua respiração falhando. Ele parou bem na frente dela, perto o suficiente para ela sentir o seu perfume – uma mistura de algo almiscarado, limpo e inegavelmente masculino.

"Você vê, Eleanor", ele disse, sua voz um sussurro rouco, seus olhos fixos nos dela. "Você está fracassando porque tem medo de olhar para as partes feias. As partes sujas. As partes que fazem sua buceta pulsar."

Eleanor ofegou, uma entrada brusca de ar. Seu rosto ardeu. Ele tinha acabado de dizer buceta. Seu professor. Seu professor brilhante e digno. Mas ela não conseguia mentir. Um tremor estranho e quente tinha acabado de percorrê-la. E ela não conseguia negar que também tinha pensado no pau dele. Em como seria, preenchendo-a, esticando-a por inteira.

"Eu... eu não entendo, professor", ela gaguejou, embora seu corpo estivesse gritando uma mensagem bem diferente.

Ele estendeu a mão, seus dedos grandes afastando uma mecha loira rebelde da testa dela. O toque dele era elétrico, enviando um choque por todo o seu corpo. Ela congelou, com os olhos arregalados, como um coelho pego em uma armadilha.

"Ah, eu acho que você entende", ele murmurou, seu polegar acariciando sua têmpora. "Você é apenas educada demais para admitir. Inocente demais. Mas é para isso que estou aqui. Para remover essa inocência. Para te ensinar o que significa ser verdadeiramente livre."

O olhar dele desceu, lenta e deliberadamente, para o peito dela. Eleanor sentiu seus mamilos endurecerem, pressionando contra o tecido fino do vestido. Era humilhante, mas excitante.

"Diga-me, Eleanor", ele disse, sua voz baixando para um ronronar sedutor. "Você sabe o que torna uma mulher verdadeiramente bonita? Não é apenas o rosto bonito. É a fome crua nos olhos dela. A maneira como seu corpo responde ao toque de um homem."

Ele fez uma pausa, deixando o silêncio se estender, carregado de desejo não dito. A chuva lá fora continuava seu tamborilar incessante.

Então, sua voz, baixa e autoritária, cortou a tensão. "Mostre-me, Eleanor."

Os olhos dela foram para os dele, arregalados de choque e de uma excitação estranha e crescente. "Mostrar... o quê, professor?", ela sussurrou, com a mente a mil, tentando encontrar uma saída educada.

Ele deu um sorriso suave, quase predatório. "Não se faça de boba, pequena. Você sabe exatamente o que quero dizer. Mostre-me esses peitos magníficos seus. Esses peitos grandes, redondos e perfeitos que venho tentando não encarar desde que você entrou na minha aula."

Eleanor ofegou, com as bochechas ficando vermelhas como brasa. "Professor! Você... você é meu professor, senhor!" As palavras saíram tropeçando, um pedido desesperado para que ele parasse, para que as coisas voltassem ao normal.

Ele riu, um som profundo e conhecedor. "De fato, eu sou. E você, minha querida, é minha aluna. Uma aluna que precisa desesperadamente aprender. E eu, pelo visto, sou um professor muito... prático."

Sua mão, que estava descansando levemente no braço dela, deslizou para baixo, seus dedos roçando a lateral do seio dela. Um choque, como um raio, atravessou-a. Ela tremeu, com os olhos fixos nos dele, uma mistura de medo e curiosidade avassaladora girando dentro dela.

"Você tem certeza de que isso é... permitido, professor?", ela sussurrou, com a voz quase inaudível. "Fazer isso realmente com meu professor?"

Ele se inclinou, sua voz um sussurro rouco que parecia ignorar seus ouvidos e ir direto ao seu centro. "Eu mentiria para você, querida? Estou aqui para te ajudar. Para desbloquear algo dentro de você. E acredite em mim, o que estamos prestes a fazer? É mais educativo do que qualquer poema."

As palavras dele, vulgares e diretas, foram um soco na sua inocência cuidadosamente construída. No entanto, em vez de recuar, uma onda estranha e quente de submissão a invadiu. Ela sentiu-se inclinar em direção ao toque dele, um pedido silencioso e desesperado por mais.

Seus dedos, quase por conta própria, foram para os botões do vestido. Suas mãos estavam tremendo tanto que ela atrapalhou-se com o primeiro, com sua respiração saindo em suspiros curtos e superficiais.

"Isso", ele encorajou, sua voz um rosnado baixo de aprovação. "Devagar agora. Vamos aproveitar o show, certo?"

Com os dedos trêmulos, ela desabotoou o vestido, um botão de cada vez, revelando a renda delicada do seu sutiã por baixo. Os olhos dele nunca deixaram os dela, com um brilho escuro e possessivo em suas profundezas. O ar no quarto ficou pesado, carregado de tensão elétrica.

Quando o último botão foi desfeito, ela hesitou, com as mãos pairando sobre a borda do tecido. Seu coração martelava contra as costelas, uma batida de tambor frenética.

"Não pare agora, Eleanor", ele comandou, sua voz uma ameaça sedosa. "Deixe-os sair. Deixe-me vê-los."

Com uma respiração trêmula, Eleanor abriu o tecido do vestido, revelando a curva farta e deliciosa dos seus seios, envoltos na renda fina. Eles pareciam inchar, ansiosos pelo olhar dele. Seus mamilos, já endurecidos, tensionavam contra a renda, implorando por libertação.

Os olhos dele devoraram-nos, uma varredura lenta e apreciativa desde sua clavícula até a curvatura do seu decote. Um som baixo, um zumbido gutural de satisfação, escapou da garganta dele.

"Magníficos", ele respirou, sua voz carregada de desejo. "Exatamente como eu imaginei. Rosados e redondos, como pequenos cupcakes confeitados, apenas implorando para serem devorados."

Suas mãos, quentes e firmes, estenderam-se e seguraram seus seios através da renda. Eleanor ofegou, um gemido involuntário escapando de seus lábios. Os polegares dele circulavam seus mamilos, enviando arrepios de prazer por ela.

"Você é tão receptiva, pequena", ele murmurou, sua voz cheia de triunfo. "Tão ansiosa para agradar. Eu sabia que você tinha isso dentro de si."

Ele se afastou ligeiramente, então pegou o outro mamilo, sugando com a mesma voracidade. Ele alternava entre eles, provocando, puxando, lambendo, fazendo todo o corpo dela vibrar com um prazer que ela nunca tinha conhecido.

Suas mãos amassavam seus seios, gentilmente no início, depois com mais força possessiva, moldando-os, pesando-os. Ele usou os dentes, não mordendo, mas raspando gentilmente, enviando arrepios deliciosos por ela. A cabeça de Eleanor caiu para trás, seus olhos se fechando, perdida nas sensações cruas e primitivas.

"Você é deliciosa, Eleanor", ele murmurou contra a pele dela, sua voz carregada de desejo. "Absolutamente fodidamente deliciosa."

Ela choramingou, suas mãos estendendo-se para agarrar os ombros dele, agarrando-se a ele como se fosse a única coisa que a mantinha em pé. A boca dele desceu, traçando beijos molhados ao longo do seu decote, em direção à sua barriga.

"E isso", ele sussurrou, sua voz quase inaudível enquanto seus lábios roçavam o tecido do vestido perto do seu baixo ventre. "Isso é apenas o começo, minha pequena aluna. Temos muito mais a aprender. Muito mais a descobrir."

Ele se afastou, seus olhos brilhando com um fogo possessivo. Eleanor olhou para ele, sem fôlego, com seus seios ainda formigando, seu corpo vivo com uma fome que ela não sabia que possuía. A chuva lá fora continuava seu ritmo implacável, uma cadência para a lição selvagem e proibida que acabara de começar.