PROLOGUE
“Ai, meu Deus!”, Katrina soltou um gritinho enquanto usava o Sybian.
O Sybian era uma máquina de prazer feita para mulheres, e ver Katrina se foder com ele era um deleite para os olhos de Sebastian. Ela era incrivelmente gostosa — uma mulher sem inibição alguma quando o assunto era sexo.
Sebastian apertou o controle em sua mão, mudando o ritmo da vibração do acessório fálico. Era apenas um dos vários acessórios de borracha sintética para a máquina. Esse em específico girava enquanto estava dentro dela, desenhado para estimular o ponto G e o clitóris simultaneamente.
Katrina rebolou, balançando para frente e para trás como se estivesse em um rodeio. “Caramba, Sebastian! Esse é o melhor presente de aniversário de todos!”
“Eu sabia que você ia gostar”, ele disse com um sorriso malicioso, apertando o controle novamente. A rola de borracha girou mais rápido dentro dela.
O corpo de Katrina começou a tremer, seus olhos revirando para trás. “E-eu vou gozar! Ai, meu Deus!”
Sebastian se ajoelhou na cama, de frente para ela, e tomou sua boca em um beijo abrasador. Ela gritou contra os lábios dele quando o orgasmo a atingiu. Ele a segurou firme, aproveitando o jeito que ela convulsionava no auge do prazer.
Ele e Katrina se conheciam há muito tempo. Foram colegas na faculdade de direito, e ela era atualmente associada na firma da família dele. Eles eram amigos próximos. Bom, mais do que apenas amigos…
“Ai, meu Deus. Ai, meu Deus...”, ela sussurrou fracamente, caindo para frente enquanto seu corpo relaxava após o clímax. “Isso foi tão bom.” Ela completou as palavras com uma risada ofegante.
Sebastian a ajudou a se levantar da máquina e a colocou de lado. Ela desabou sobre o colchão, e ele se deitou ao lado dela.
Assim que recuperou o fôlego, Katrina se virou de lado para encará-lo. “Essa máquina é demais, mas eu prefiro a sua rola”, ela provocou, com a mão acariciando o abdômen dele até chegar na ereção que pressionava seu cuecão cinza.
“Eu sabia disso também”, Sebastian se gabou.
“Hummm, senti sua falta, amante”, ela cantarolou, alcançando a cueca dele para libertar seu membro duro.
Fazia uma semana desde que ele tinha visto Katrina pela última vez. Ele estava morando em Talaora para estabelecer residência para sua candidatura a governador. Foi uma semana sem sexo, e ainda assim, lá estava ela, se divertindo com o Sybian que ele lhe dera primeiro. Mas ele não tinha arrependimentos. Ele queria que sua garota fosse satisfeita de todas as formas possíveis. Além disso, vê-la aproveitando a máquina era como uma preliminar; ele estava com uma ereção dolorosa naquele momento.
“Eu também senti sua falta”, Sebastian murmurou, posicionando-se rápida, mas cuidadosamente sobre ela. “Aguenta mais?”, ele provocou, contornando o mamilo direito dela com o dedo indicador.
“Tente me aguentar”, ela desafiou.
“Ótimo.” Hora da ação.
Ele enterrou o rosto na curva do pescoço dela, sua língua deixando rastros quentes por sua pele.
“Ai, Sebastian! Me fode”, ela gemeu, contorcendo-se contra ele, pressionando seu corpo ainda mais perto. “Eu quero que você me foda com muita força.”
Sebastian rebolou contra ela, esfregando seus genitais latejantes. “Aaah, você está tão gostosa, Kat...”
Katrina acompanhou o ritmo dele, cobrindo o membro rígido dele com o lubrificante que ela mesma produzira mais cedo.
“Aaah, sim! Meus mamilos, não esqueça deles”, ela se contorceu enquanto ele beijava a curva dos seios dela.
Seus gemidos ficaram mais altos quando ele mordiscou gentilmente um dos mamilos antes de sugá-lo ruidosamente.
“Coloca logo”, ela implorou um momento depois. “Eu quero a sua rola, Seb. Agora.”
Ele se levantou de cima de Katrina e se ajoelhou entre suas coxas abertas. Ele levantou os quadris dela e, então, entrou nela de uma vez.
“Oooh! Você é realmente muito grande!”, ela gemeu quando ele se enterrou até o talo.
Ele começou a bombear dentro dela, rápido e com força. Katrina ondulou os quadris, acompanhando cada estocada.
“Caramba, você seria o governador mais gostoso e foda do país!”, ela gritou.
Ele soltou uma risada curta. “Ainda não é certeza que eu vou ganhar.”
“Você? Com seu avô sendo ex-vice-presidente e seu pai concorrendo a senador, é impossível você perder. Uuumph! Sim, ah, sim... desse jeito mesmo.”
“Você tem fé demais em mim, Kat.” Ele aumentou o ritmo, batendo contra ela como uma britadeira.
“Ai, meu Deus!”, Katrina gritou. “Sim, sim. Não para!”
Ela ficou lá, com os seios balançando violentamente, gritando palavrões enquanto começava a subir em direção ao clímax.
“Estou gozando, Seb. Vou gozar antes de você!”, ela gritou, arqueando as costas. “Aaaaaah!”
Sebastian continuou as estocadas, seus quadris batendo cada vez mais forte contra ela. Ele também estava perto.
“Você tem que sair”, Katrina arfou. “Eu parei de tomar minhas pílulas há uma semana, e eu odeio essa porra de pílula do dia seguinte.”
“Você deveria ter me dito antes para que eu pudesse ter usado camisinha.”
“Aff. Você sabe como eu odeio borracha.” Ela se esfregou contra ele novamente para empurrá-lo para o limite.
“Kat!”, ele grunhiu quando sentiu a explosão chegando. “P-porra! Aaaah!”
Com um gemido alto, ele saiu de dentro dela. Ele acariciou seu membro, disparando seu fluido sobre os seios dela. Parte espirrou no queixo e na boca dela. Ele liberou uma carga enorme.
“Uuuhmmm...”, ela murmurou, espalhando o líquido pelos seios. Ela lambeu o lábio inferior, provando as gotas que haviam caído ali.
“Quando vou te ver de novo?”, Sebastian perguntou enquanto eles se vestiam.
Havia uma tristeza no sorriso de Katrina quando ela respondeu. “Essa será a última vez, Sebastian.”
Ele congelou. “O-quê?” Ele franziu a testa. “É por causa do seu ex, aquele que está nos EUA?”
“Sim. B-bom, nós voltamos. Mês passado, na verdade. Ele chega no país na próxima segunda-feira.”
Ele parou de abotoar a camisa. “Por que você não me contou?”
Que porra era aquela? Depois de todo esse tempo, ela ainda amava o idiota que a tinha traído? Ele passou meses confortando Katrina enquanto ela se afogava na miséria pelo que tinha acontecido.
Katrina deu de ombros. “Isso sequer importa?”
“Nós estávamos transando enquanto você estava em um relacionamento, Katrina”, ele disse com firmeza.
“O que eu posso fazer? Ele não está aqui. Eu tenho uma coceira que precisa ser coçada, Sebastian. Me chame de barata, mas eu não sou santa, ok?” Ela caminhou até o Sybian, que estava em uma cadeira perto da cama. “Obrigada por isso, de verdade. Estou levando comigo. E sempre vou me lembrar de você quando usá-lo.”
“Eu coloco”, Sebastian disse enquanto Katrina tentava colocar o Sybian de volta na caixa. Ele guardou tudo em silêncio.
A mulher suspirou. “Não me diga que você ainda tem sentimentos por mim? Nós já conversamos sobre isso, não já?”
“Eu não posso simplesmente ordenar que pare de te amar, Katrina”, ele disse com ressentimento. Ele era um tolo. Ele achava que já tinha enterrado esses sentimentos.
“Eu já te disse”, ela falou, soando irritada. “Eu não te amo, Sebastian. Eu só quero o sexo.”
Eles eram amigos coloridos há três anos. Ou pelo menos era o que ela achava. Sebastian proporcionava a Katrina muito mais do que apenas prazer sexual. Ele a amava há muito tempo, desde a primeira vez que a viu. Ele não conseguia evitar. Ela era linda, inteligente e liberada. Eles se davam bem em tantos níveis. Mas ela não conseguia retribuir seu amor, e ele não tinha forçado a barra.
Na primeira vez em que dormiram juntos, concordaram em manter tudo estritamente físico. Ele aceitou isso; estava contente. Mas percebeu que não tinha se preparado para a dor da eventual separação deles.
“Eu sei”, ele disse com indiferença. Ele fechou os três botões restantes de sua camisa e pegou o saco plástico preto grande que continha o Sybian.
“Me desculpa”, Katrina disse em tom de desculpa. “Eu... se eu soubesse...” Ela suspirou de novo. “Sebastian, você precisa parar de me amar e seguir em frente. Ganhe a eleição, case-se. Esqueça-me.”
Fácil para ela dizer, porra.
Ele decidiu não falar nada. O que mais havia para dizer? Aquilo não era um tribunal onde ele poderia entrar com um recurso.
“Está pronta?”, ele perguntou a Katrina, que penteava o cabelo com os dedos.
“Sim.”
Eles saíram do hotel em silêncio.