Em Ritmo Acelerado

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Resumo

David achava que era apenas mais um cara no bar, mas um encontro casual estava prestes a mudar sua vida para sempre. O que começa como um relacionamento com Chloe evolui rapidamente para algo muito mais poderoso do que qualquer um deles esperava. Quando a ousada vizinha, Sarah, entra na história, eles não encontram um "crowd" — eles encontram uma fortaleza. Juntos, os três constroem um santuário de confiança e desejo que desafia todas as regras que um dia lhes disseram para seguir. No entanto, a força da união deles será testada quando um garoto com uma obsessão violenta por Chloe não medir esforços para separá-los e conseguir o que quer. Este livro contém cenas adultas explícitas, bem como cenas mais sombrias e violentas.

Status
Completo
Capítulos
35
Classificação
5.0 1 avaliação
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

O zumbido familiar do jukebox misturava-se ao burburinho baixo e ao tilintar de copos, a canção de ninar de David nas noites de sexta. Vinte e seis anos, e mais uma semana se esvaía na seguinte, cada uma um ciclo idêntico de barulho de fábrica e o silêncio ensurdecedor do próprio apartamento. Ele estava sentado, curvado sobre a primeira cerveja, o copo gelado um peso reconfortante na mão. Trabalhava na linha de produção, peça por peça, dia após dia, e se movia com a mesma eficiência deliberada ali no bar como fazia no chão de fábrica. Sem movimentos desperdiçados. Sem palavras desnecessárias.

Ele havia tomado seu lugar de sempre no fundo do balcão, perto do alvo de dardos, mas naquela noite o lugar estava lotado. O único banco vazio era justamente ao lado dele. Antes que pudesse registrar direito, uma garota deslizou para o assento, os movimentos fluidos e despretensiosos. Ela parecia mais nova, talvez uns vinte e poucos anos, com uma cascata de cabelos castanho-avermelhados que emolduravam um rosto ainda com as curvas suaves da juventude. Pediu algo que, para David, soou doce demais. Um instante depois, um drinque rosa-neon com um minúsculo guarda-chuva pousou à sua frente. David deu um gole lento na cerveja, sem olhar para ela, mas ciente de sua presença, uma mudança sutil no ar ao seu lado.

— Semana difícil? — ela perguntou, a voz leve, cortando o barulho.

David resmungou, um som evasivo, e finalmente virou a cabeça de leve. Seu olhar percorreu-a. Os olhos azuis brilhantes, grandes e curiosos, prenderam-no na hora, um contraste marcante com a luz fraca do bar. Um nariz pequeno e quase delicado suavizava o centro do rosto, dando-lhe um ar inocentemente fofo. Os lábios eram carnudos, e as bochechas tinham uma maciez juvenil. Ela usava uma camiseta confortável, com o logo desbotado de uma banda estampado na frente, larga o suficiente para só insinuar a curva dos seios grandes por baixo. Os olhos dele continuaram descendo, passando pela camisa, até onde a calça jeans a envolvia com firmeza. Mesmo sentada, o tecido esticava-se sobre uma bunda incrivelmente cheia e firme, um formato que denunciava músculos sólidos e, só de olhar, dava vontade de apertar. Ela era inegavelmente atraente, do tipo que fazia o estômago de um homem se contrair só de olhar. Os olhos azuis brilhantes encontraram os dele.

— Algo assim — ele disse, a voz um ronco baixo.

Ela riu, tomando um gole do drinque. — A minha também. As aulas da faculdade fritaram meu cérebro a semana toda.

Ele assentiu, entendendo a sensação de cansaço mental, mesmo que o dele viesse de tarefas repetitivas, e não de estudos. — É assim mesmo — ele disse, recostando-se um pouco no banco. Terminou a primeira cerveja, chamou o barman com um leve movimento de cabeça e viu outro copo gelado aparecer. Não era de puxar conversa, muito menos com desconhecidos, mas o jeito tranquilo de Chloe desarmava. Ela continuou falando, sem pressionar, apenas preenchendo o espaço com sua energia jovem. Já estava no segundo drinque quando ele começou a segunda cerveja.

— E que tipo de semana difícil você teve? — ela perguntou, o queixo apoiado na mão, parecendo genuinamente interessada.

David hesitou. — Trabalho na fábrica — murmurou. — Igual a toda semana.

Não havia muito o que dizer. Acordar, ir para a fábrica, operar a máquina, voltar para casa, dormir, repetir.

— Ah — ela disse, as sobrancelhas se erguendo um pouco. — Tipo, fabricando coisas?

Ele deu um sorriso irônico. — É. Fabricando coisas. Um monte delas. — Tomou um longo gole. A cerveja começava a fazer seu efeito sutil, afrouxando os nós nos ombros, embaçando as arestas afiadas do dia. De repente, se viu perguntando: — E você, o que estuda?

— Administração — ela disse, com um suspiro que parecia mais desânimo do que empolgação. — Meu pai tem a própria empresa. Tem essa expectativa não dita. — Mexeu o gelo no copo. — Pra ser sincera, eu preferia viajar. Conhecer o mundo. Mas, sabe como é, responsabilidades. — Deu de ombros, um gesto de resignação juvenil que David, à sua maneira, entendia.

O barman trocou os copos vazios por uma terceira rodada. O de David era outra lager simples, mas o de Chloe agora era azul-vibrante, ainda com um minúsculo guarda-chuva. A conversa fluiu, serpenteando entre assuntos banais e desvios inesperados. Falaram de filmes ruins, do preço da gasolina e, surpreendentemente, de opiniões políticas. David se pegou ouvindo mais, dando respostas um pouco mais longas, até soltando um comentário seco de vez em quando que fazia Chloe rir, um som claro e alegre que cortava o zumbido do bar.

Quando começaram o quarto drinque, o álcool já zumbia firme nas veias de David. A reserva inicial havia quase derretido por completo, substituída por uma névoa confortável. O bar parecia mais quente, a música um pouco mais alta, e a presença de Chloe ao seu lado era genuinamente agradável. Ela agora se inclinava um pouco mais perto, os ombros roçando de leve enquanto gesticulava.

— Sabe — ela murmurou, a voz um pouco mais rouca —, esse lugar está ficando lotado demais. — Os olhos, ligeiramente desfocados, seguraram os dele por um segundo a mais que o casual. Um sorrisinho sabido brincava nos lábios. — Você mora longe daqui, David? A pergunta pairou no ar, carregada de um significado não dito, um convite claro.

David olhou para ela, depois para o copo quase vazio. Sentia o álcool puxando-o, uma dor surda nos músculos, uma névoa agradável tomando conta da mente. Mais uma, pensou, mais um encontro bêbado não vai fazer mal. Era um caminho conhecido, que já havia trilhado muitas vezes. Não seria profundo, não teria significado, apenas um alívio temporário, que manteria a fera afastada por mais um tempo.

Encontrou o olhar dela, a expressão indecifrável. — Não — disse, a voz baixa —, não é longe. — Levantou a mão, chamando a atenção do barman, e pediu a conta.

Chloe, esperta apesar das bebidas, captou na hora. Um sorrisinho satisfeito tocou seus lábios enquanto imitava o gesto, pedindo a própria conta. O barman, acostumado com o vai e vem noturno de conexões passageiras, assentiu e deslizou duas pastinhas de plástico sobre o balcão polido. David tirou a carteira, colocou algumas notas com uma gorjeta que cobria seu consumo lento e constante. Chloe fez o mesmo, os movimentos um pouco menos precisos que os dele, mas igualmente decididos.

Minutos depois, estavam abrindo caminho entre a multidão perto da saída, o ar fresco da noite um alívio bem-vindo depois do calor abafado do bar. David ia na frente, navegando pela calçada lotada com sua passada firme de sempre. Destrancou a caminhonete, o clique suave ecoando no silêncio relativo do estacionamento. Era uma Dodge Ram do começo dos anos 2000, um veículo de trabalho, sem frescuras nem novidades, mas também sem ferrugem ou amassados. Estava limpa, por dentro e por fora, refletindo seu jeito meticuloso e quieto. Cumpria seu papel, assim como ele. Chloe entrou, com um pouco menos de elegância do que quando deslizara para o banco do bar, mas ainda com uma animação juvenil. Quando ele ligou o motor, o ronco familiar da caminhonete encheu a cabine. O rádio estava desligado, o silêncio quebrado apenas pelo zumbido dos pneus no asfalto.

— E onde exatamente fica esse "não é longe"? — ela perguntou, um tom brincalhão na voz, inclinando-se levemente sobre o console central.

— Só uns minutos daqui — David respondeu, os olhos na rua, fazendo as curvas conhecidas.

Pelo canto do olho, notou que ela se apoiava no cotovelo. Não era sutil, essa tentativa de diminuir a distância entre eles, mesmo antes de saírem do estacionamento. Ela queria ficar mais perto, reduzir o espaço, e a constatação se acomodou no estômago dele, nada desagradável. O perfume doce e leve dela, provavelmente dos drinques frutados, agora enchia o espaço fechado da caminhonete.

— Ótimo — ela disse, um sorrisinho brincando nos lábios.

A conversa continuou leve e descontraída, uma continuação da prosa do bar. Chloe falou das aulas da manhã, de um professor que achava especialmente chato, e de um evento no campus que talvez fosse na semana seguinte. David soltava comentários curtos e diretos, na maioria perguntas que a mantinham falando, a atenção dividida entre a estrada e a atração sutil e inebriante da presença dela ao seu lado. Cada palavra que ela dizia, cada risada que escapava, parecia mais um fio na conexão temporária e descomplicada que estavam tecendo.

O trajeto até o apartamento de David não levou mais que dez minutos. As ruas conhecidas, geralmente tão sem graça, pareciam se fundir num túnel de luzes e sombras, o mundo lá fora se apagando enquanto o foco se estreitava no espaço quente e fechado da caminhonete e na garota ao lado. Ele entrou no estacionamento do prédio, os pneus rangendo de leve no cascalho antes de estacionar a Ram na vaga de sempre. O motor desligou, e o silêncio repentino na cabine pareceu pesado, carregado de possibilidades não ditas.

Ele saiu e deu a volta para abrir a porta de Chloe. Ela se desenrolou do banco do carona, um pouco mais devagar que antes, os movimentos ainda fluidos, mas com um toque de embriaguez. Ele seguiu na frente, a passada firme levando-os pelo asfalto escuro do estacionamento. Sentia-a logo atrás, uma presença tão próxima que quase podia sentir o hálito no pescoço, o calor irradiando do corpo dela como uma promessa silenciosa na noite fria. Ela o seguiu pelos degraus de concreto até a entrada do prédio, depois pelo corredor escuro e pelas duas escadas até o último andar, os passos leves, um contraponto constante aos dele.

O ar ficava mais pesado a cada degrau, carregado de expectativa. Ele chegou à porta, mexeu um pouco nas chaves, o tilintar metálico alto no silêncio do corredor. Quando a fechadura clicou, empurrou a porta e deu um passo para o lado, deixando-a entrar, o convite não dito pairando entre eles de forma palpável.

Chloe entrou, e ele a seguiu, virando-se para fechar e trancar a porta. O clique da fechadura ecoou no silêncio repentino do apartamento. Ao se virar e acender a luz do corredor, mal teve tempo de registrar mais nada quando Chloe ergueu a cabeça e o beijou. Não esperava que ela fosse tão direta, uma leve surpresa, mas deixou passar, os lábios se abrindo enquanto a beijava de volta, puxando-a para si. Ficaram assim por um momento, provando o gosto um do outro.

Ainda presos no beijo, ele a guiou com cuidado para o quarto, fazendo-a recuar, as mãos na parte baixa das costas dela, conduzindo-a até que a parte de trás dos joelhos tocasse a beirada da cama. Afastou-se só o tempo de acender o abajur, e então continuaram se beijando, o ritmo se aprofundando, até que a mão dela deslizou por baixo da camisa, os dedos frios roçando a barriga quente dele. Ele levou as mãos à barra da camiseta dela e, com um grunhido suave, puxou-a para cima, afastando-se dos lábios dela só o tempo de tirá-la pela cabeça. Jogou-a no chão. Depois, com um movimento rápido, tirou a própria camisa, deixando-a cair ao lado da dela no carpete.

Ele voltou a beijá-la, os dois tropeçando um pouco enquanto se ajeitavam, bêbados de álcool e do momento intenso. Suas mãos acariciavam a pele quente e macia dela, deslizando devagar pelas laterais, saboreando a sensação. Ela passou a mão lentamente pela barriga dele, os dedos seguindo para baixo até alcançarem o cinto. Com habilidade, abriu a fivela, depois desabotoou e desceu o zíper da calça, puxando jeans e cueca só o suficiente para liberar seu pau, agora duro como pedra. David tensionou de prazer quando ela o segurou e começou a acariciar, o toque firme e confiante. Parou de beijá-la por um instante, apoiando a testa na dela, um suspiro rouco escapando enquanto soltava o sutiã, revelando os seios fartos, tamanho D. Ela largou-o só o tempo de deixar as alças escorregarem pelos braços e o sutiã cair no chão, antes de voltar a segurá-lo.

— Você é maior que o meu ex — ela disse, num tom faminto e sussurrado, os olhos brilhando para ele.

Aquilo foi o suficiente para levar David ao limite. Ele soltou um grunhido baixo e a empurrou na cama, deixando-a cair de costas, antes de desabotoar a calça dela e puxá-la para baixo. Rapidamente tirou o próprio jeans e a cueca, observando-a ali deitada, nua da cintura para cima, usando uma calcinha azul-clara que só realçava a pele lisa e o triângulo escuro de pelos mal visível sob o tecido rendado. Deslizou sobre ela, o peso se acomodando entre suas pernas. Enquanto voltavam a se beijar, David passou a mão esquerda pela barriga dela e subiu até o seio. Massageou-o de leve antes de segurar o mamilo e apertar suavemente. O movimento arrancou um suspiro satisfeito de seus lábios, e ele levou a mão para o outro seio, provocando outro som de prazer.

David, ainda apertando o mamilo esquerdo dela, parou de beijá-la e encarou seus olhos, os dois ardendo de desejo bêbado um pelo outro. Sua mão voltou a se mover sobre ela, de forma torturantemente lenta, fazendo-a se contorcer sob o toque. Desceu devagar até chegar sobre o tecido da calcinha, e um pouco mais abaixo, antes de começar a fazer círculos lentos e pequenos no clitóris.

Os olhos dela reviraram enquanto suspirava e se remexia de prazer, os quadris se erguendo instintivamente contra a palma da mão dele. David acelerou aos poucos o ritmo dos círculos enquanto a beijava com fome, sentindo o gosto doce da bebida frutada que ainda permanecia em sua língua. Ela se afastou, os suspiros virando gemidos baixos, e David sentiu a umidade quente sob a calcinha enquanto ela se remexia mais e arqueava as costas, convidando-o abertamente. Depois de alguns segundos, o corpo dela estremeceu, um gemido rouco escapando, e ele levou a mão de volta para a cintura da calcinha, puxando-a para baixo enquanto se apoiava nos joelhos.

David, ainda de joelhos entre as pernas dela, a observou agora completamente nua. A beleza suave e a entrega ansiosa nos olhos que imploravam para que ele a fodesse até não aguentar mais acenderam seu desejo, fazendo seu pau latejar. Inclinou-se sobre ela, passando a mão pela coxa antes de voltar a alcançar o clitóris. Esfregou devagar, como fizera segundos antes, vendo-a se derreter de prazer. Mudou dos círculos lentos para um movimento ritmado de cima para baixo entre os lábios da vagina, sentindo como ela estava molhada só de ele tocá-la daquele jeito. Perguntou-se em silêncio como ela reagiria quando ele estivesse de fato dentro dela. O dedo voltou uma última vez e, ao descer, deslizou para dentro dela, sentindo como era apertada. Exatamente como eu gosto, pensou, enquanto movia o dedo para dentro e para fora, devagar no começo, mas acelerando quando ela passou de suspiros para gemidos, os quadris se mexendo sutilmente contra sua mão.

David continuou a penetrá-la com os dedos, observando-a se contorcer e arquear. Juro que ela parece ficar mais molhada a cada segundo, pensou. Diminuiu o ritmo só o tempo de enfiar um segundo dedo antes de voltar ao movimento rápido de entrada e saída, inclinando-se para lamber o clitóris enquanto a penetrava, sentindo o gosto doce dela. Isso fez seus gemidos perderem a suavidade e ganharem um tom mais cru, um pedido rouco.

Precisava fazê-la gozar mais uma vez antes de dar o grand finale. Continuou a penetrá-la com vigor e a chupá-la por mais alguns instantes, até ser recompensado com o corpo dela tremendo contra seu rosto, o gemido saindo trêmulo e cortando de repente quando ela estremeceu. Afrouxou o ritmo e tirou os dedos, a própria respiração ofegante. Ao se erguer, percebeu uma coisa. Deslizou de volta até ficar cara a cara com ela, mantendo o corpo pressionado contra o dela.

— Espera aí, deixei as camisinhas no banheiro.

Ela passou a mão pela nuca dele, os dedos enroscando nos cabelos, mantendo-o ali. — Tá tudo bem, eu tomo pílula — sussurrou, a voz ainda trêmula depois do orgasmo.

— Tem certeza? — perguntou, um lampejo de cautela no meio da névoa bêbada.

— Cala a boca e me fode.

Com isso, não hesitou mais. Para ser sincero, a essa altura não achava que tinha forças para hesitar. Inclinou-se de volta e alcançou entre as pernas dela, abrindo os lábios da vagina, já brilhando com sua umidade, e deslizou-se para dentro devagar. O primeiro centímetro foi um atrito justo, o calor e o aperto um choque de prazer puro. Chloe quase gozou de novo só com a sensação de ele a alargando, um arquejo agudo precedendo seu gemido.

— Puta que pariu — gemeu, os quadris se arqueando por instinto.

Ele entrou até a metade antes de recuar um pouco, depois voltou um pouco mais fundo, testando-a, aproveitando o atrito delicioso. Continuou entrando e saindo, entrando e saindo, indo mais fundo a cada investida até se enterrar por completo.

— Mais forte! — implorou. — Mais forte!

Os gemidos dela ficaram mais intensos enquanto ele metia com força, aproveitando o prazer e observando os seios balançarem com o movimento, um ritmo hipnótico. Agora os gemidos eram quase gritos enquanto ela pedia: — MAIS FORTE!

Ele deu o pouco que ainda podia, esvaziando-se dentro dela a cada estocada poderosa, e foi recompensado com gemidos que beiravam gritos. Ela gosta mesmo de sacanagem pesada, pensou, a ideia alimentando seu próprio desejo crescente.

Logo sentiu que estava prestes a gozar, a pressão chegando a um ponto insuportável. Não, não ainda, preciso que dure mais um pouco. Tirou-se de dentro de Chloe por um instante, levando a cabeça de volta entre as pernas dela. Voltou a chupá-la, e ela levou a mão à cabeça dele, empurrando-o contra si, exigindo mais. Não demorou, só alguns segundos, até ela gozar de novo, o corpo convulsionando contra seu rosto, um grito sem fôlego escapando dos lábios. David ergueu a cabeça para respirar por um segundo, os próprios pulmões ardendo, agora sentindo que estava pronto para penetrá-la de novo.

Voltou a se ajoelhar, virou-a de bruços e a ergueu um pouco, de modo que os joelhos sustentassem o quadril, a bunda agora virada para ele, um convite irresistível. Deu um tapa na bunda dela, a mão aberta batendo com força na carne firme, produzindo um som satisfatório, e Chloe soltou um grito agudo antes de rebolar os quadris de volta contra ele, claramente pedindo mais.

— Gostou? — perguntou, a voz rouca.

— Sim — respondeu ela, a voz carregada de prazer e desejo, um sussurro doce e áspero.

Deu outro tapa na bunda dela, dessa vez com muito mais força. Ela soltou meio gemido, meio grito, um som excitante que ressoou fundo no peito dele. David, agora completamente pronto para estar dentro dela de novo, enfiou-se de volta com uma estocada profunda e cheia. Os gemidos dela voltaram a ficar mais altos à medida que ele metia com mais força. Entre isso e o fato de ela continuar empurrando a bunda contra ele para que entrasse mais fundo, David entendeu que ela estava adorando. Usou as duas mãos para bater com força nas duas nádegas, os tapas ritmados se somando ao compasso primitivo da transa. Chloe se derreteu, a parte de cima do corpo caindo sobre a cama enquanto quase gritava de prazer.

David continuou o quanto pôde, metendo com força implacável, os gritos e movimentos dela o incentivando. Por fim, apesar de tentar segurar, o prazer se tornou avassalador demais para resistir. David gozou, uma onda de calor liberando tremores pelo corpo, e veio dentro de Chloe, esvaziando-se fundo nela.

Tirou-se devagar, o corpo pesado, e observou o sêmen escorrendo dela. Ela levou a mão até lá e passou os dedos no que vazava, depois os levou à boca e lambeu, os olhos ainda enevoados de prazer, enquanto David desabava na cama, de costas, completamente exausto. Chloe se aconchegou ao lado dele, o corpo quente e macio pressionando seu flanco, e se aninhou, apoiando a cabeça em seu peito.

— Faz tempo que não tenho algo tão bom — disse ela, a voz ainda um pouco ofegante, os dois recuperando o fôlego.

— Fico feliz que tenha gostado, eu também gostei — respondeu David, a voz carregada de cansaço e satisfação.

Nenhum dos dois percebeu quando pegaram no sono.

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