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Eu quero gritar, mas estou nessa brincadeira

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Resumo

Um grupo de 15 jovens acaba que ao irem para um condomínio em comum, acabam perdendo a consciência... E acordando dentro de um corredor de portas infinitas com quartos com seus nomes. Junto de uma entidade estranha que parece uma criança mas que sente um ódio descomunal a humanos, um ódio que percorre kilometros de sangue derramado. Agora, eles tem que sobreviver a aventuras dessa criança estranha e não deixarem sua mente cair.

Gênero
Horror
Autor
Isaac
Status
há 2 meses
Capítulos
1
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

Capítulo 1: Chegada ao Condomínio

Era mais uma terça-feira para Nilo. Um garoto simples, classe média, escola pública padrão sem muito o que fazer além de estudar pra ter a chance do sucesso no mundo. Mas um dia um amigo o convida para um condomínio para uma festa, e ele acaba indo por ter terminado as tarefas tudo do dia... Mas foi a pior decisão dele

Ao chegar lá, ele sentiu uma dor de cabeça e acabou perdendo a consciência alí mesmo... Ele acorda num quarto vazio, só um colchão no chão. Ele levanta confuso, não era sua casa, não se lembra disso.

Nilo — Eu não gosto desse lugar, é um desconforto estranho... Me sinto em um sonho liminar.

Nilo sai do quarto, vendo um corredor extenso que parece INFINITO, cheio de portas com nomes de pessoas. Ele então apenas vê uma plaquinha no teto falando que a frente dará para um salão e pra trás seria apenas mais quartos. Então, curioso, vai pro tal salão. Ao chega lá, vê se num grande salão infantil, cheio de balões, animais cabeçudos, um palco no meio do nada, sofás coloridos e luzes brancas iluminando o lugar, junto de um cheiro de chocolate derretido. Nilo ver outras 14 pessoas alí, elas também parecem confusas como ele, mas 3 aliás pareciam diferentes, tinham cicatrizes e não estavam na conversa barulhenta do resto. Nilo, achando que aqueles saberiam de algo, tenta ir andando até lá... Mas de repente surge uma criança de terno voadora na frente dele gritando na cara dele.

??? — olha só! Mais um [HUMANO] no meu lugar lindo! Deixe-me me [APRESENTAR]! Eu sou Anom, o grande ser que comanda todo esse lugar, e fora dele! Vamos para a explicação!

Antes que Nilo pudesse falar algo a tal criança o puxa numa viagem maluca e psicodélica até uma sala com um quadro, cheio de brinquedos pela a sala. A criança agora estava com um óculos redondo e cara idiota, Nilo sentia um pouco de náusea pela a viagem.

Anom — Aqui dentro você está [SOB TODO MEU CONTROLE ABSOLUTO], onde você e seus coleguinhas vão em aventuras muuuuito legais! Como... Quem escapa de uma armadilha de urso invertida! Isso é muito [LEGAL], Haha! Mas também pode ter como missões legais de joguinhos como [MATE 5 PESSOAS LADRÕES], ou recuperar um item, ou [TORTURAR]. São coisas super legais! [NÉ...?]

Nilo — Que merda que você tá falando?!

Anom — Uai... Eu só tô explicando as aventuras!

Nilo — Mas... Por que tem essas coisas? O que é você primeiramente? Onde eu tô?! Eu achei que estaria indo numa festa!

Anom — Ah, HAHAHAHAHAHA!

Anom fica rindo loucamente, como uma criança irritante rindo.

Anom — [POR ISSO HUMANOS SÃO ESTUPIDOS], vocês caiem facilmente nessas interações sociais quando querem socializar ou quando querem se [RECOMPENSAR]. Sim, eu sei que vocês terminou suas tarefas antes de ir pra festinha. E o que eu sou? [COM CARINHO: ÓDIO].

Nilo estava meio nervoso com aquilo, não estava entendendo quase nada, não conseguia acreditar que aquilo era real.

Nilo — Isso tem que ser sonho...

Anom — você acha que estar num sonho?! HAHAHAHAHA! você é muito [BÁSICO!]

Nilo — Isso deveria ser uma ofensa?

Anom — Nop!

Anom pega Nilo pelo o ombro e puxa de novo por uma viagem psicodélica e rápida para voltar ao salão. Agora a náusea do Nilo bate forte, fazendo o vomitar no chão, fazendo os olhos de Anom soltarem como de um desenho animado antigo. Depois disso Anom fala com um tom cômico.

Anom — Agora vai ter que limpar essa [NOJEIRA].

Antes que ele pudesse fazer qualquer outra coisa, surge um coelho cabeçudo caindo do céu lentamente até o vomito, colocando um canudo no vômito e começando a beber. Anom fica olhando decepcionado pro coelho.

Anom — ... Por que você nasceu assim..?

Nilo vendo aquela situação olha ao redor vendo aquelas pessoas agora todas a olhando daquele salão. Um dos com cicatrizes, que já tinha barba, cara cansada, e uma perna de madeira se aproxima meio torto.

??? — Seja bem vindo a essa desgraça.

Nilo — me belisca?

??? — Por que jovem?

Nilo — Só pra ter certeza que eu tô em um sonho...

??? — Posso garantir, você não tá. Mas lá vai.

O senhor então belisca bem forte Nilo, fazendo ele gritar de dor e passar a mão onde o senhor beliscou.

??? — Melhor se acostumar rápido... O Anom adora quando entra gente nova por aqui.

Anom aparece de repente agora segurando um sorvete vermelho com o olho no topo.

Anom — Sim! [COM CERTEZA, HA, HA.]

??? — Enfim, eu sou Charlie, sou um cara que entrou aqui faz tempo, se precisar de alguma dica pode falar comigo se quiser.

Anom — Acho bom deixar vocês aí conversando por um [TEMPO], eu preciso fazer aventuras [HORRÍVEIS] para vocês!

Anom some numa explosão azul e rosa... Nilo olha pra outras pessoas, depois pra Charlie.

Nilo — Como se chama esse lugar? senhor Charlie..

Charlie suspira, como se aquilo já tivesse acontecido antes. Logo fala

Charlie — Bem vindo ao Mundo digital.

Nilo fica em silêncio com cara séria, ele não entendia, como assim "mundo digital"?

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