Sejam Bem Vindos A Dodo Citys por Magicpitter em Inkitt
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Sejam Bem Vindos a Dodo Citys

Todos os Direitos Reservados ©

Resumo

**Teaser — Bem Vindos a Dodo Citys** Dizem que Dodo Citys não existe. Nenhum mapa registra sua localização. Nenhum satélite parece conseguir encontrá-la. Ainda assim, todos os anos, pessoas chegam àquela ilha atraídas pela mesma promessa: beleza, desejo e a chance de começar de novo. O arquipélago parece um paraíso intocado. Águas cristalinas, florestas densas, noites iluminadas por uma lua quase impossível e, no centro da ilha, um vulcão adormecido que domina a paisagem. Mas há algo errado. Quanto mais tempo os visitantes permanecem, mais difícil se torna distinguir sonho de realidade. Pessoas desaparecem. Outras retornam diferentes. E existem aqueles que deveriam estar mortos... mas continuam caminhando pelas ruas. Dodo Citys não é apenas uma ilha. É um lugar onde o desejo pode ser uma armadilha, a morte pode não significar o fim e cada segredo enterrado parece querer voltar à superfície. Você entraria em Dodo Citys sabendo que talvez nunca consiga sair? **Bem-vindo à ilha. Agora tente sobreviver a ela.** *Magic pitter*

Gênero
Horror
Autor
Magicpitter
Status
Em Andamento
Capítulos
1
Classificação
n/a
Classificação Etária
16+

Capitulo 1: Apertem o sinto penosos

Bem-vindos a Dodo City

Escrito por Magic Pitter

Ficha Técnica

Título: Bem-vindos a Dodo City

Autor: Magic Pitter

Ano: 2026

Edição: 1ª Edição

DIREITOS AUTORAIS

© 2026 Magic Pitter. Todos os direitos reservados.

Esta obra se trata de uma ficção e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

“Dedico essa obra à minha amada filha, á minha mãe, avó e companheira por lidarem com os frutos da minha desordeira mente criativa e incrível, porém completamente alucinada.

Capítulo 1: Apertem os cintos penosos

Já não começa muito bem apesar de ser um bom dia eu diria, to aqui num avião apertado indo para um lugar com um nome nada haver, e para piorar está fedendo a chulé.

Mas já que eu estava tendo a minha primeira viagem de avião e com um destino totalmente exótico estava bom até demais.

O nome do lugar que dá a entender que se trata de uma cidade na verdade é uma ilha que se falasse que era uma pequena ilha seria uma baita mentira, Dodo City se localiza em um arquipélago de outras ilhas chamado arquipélago de ‘la orgi’, estranho né,mas foi assim que o guia disse, sinceramente eu não estava nem aí, com a fome que eu estava depois de horas no avião até sanduiche de passarinho parecia apetitoso.

Meu nome é Octavian pereira da silva, porém sou conhecido como o “Poderoso faz merda”, e de fato eu tenho uma habilidade especial em estragar momentos, situações e coisas, não que seja proposital é claro, simplesmente como mágica Puff e acontece.

Essa viagem não foi planejada se quer saber e eu nem imaginava vir parar nesse lugar que tem o nome de uma ave pré-histórica e rechonchuda, eu ganhei em uma aposta porque apesar de ter a fama que eu tenho sou bastante voraz quando o assunto e competir meus caros.

Minha ambição por me dar bem vem desde a infância tendo acesso a todos os tipos de entretenimento variado se aprende uma ou duas coisas, devido a minha família que era bastante unida eu praticava a boa e velha interação, jogávamos baralhos, fazíamos festas e quase sempre algumas mãos paravam em algumas caras, como toda boa e velha família tradicional.

Eu nunca me dei bem lidando com pessoas de fora da minha convivência porque eu sempre fui diferente, mas nunca soube se era um diferente bom ou ruim, eu entendia comportamentos e personalidades só de olhar isso pra alguém desajustado é um bom trunfo se não te meter em burradas na mesma proporção e olha acontecia com belo fluxo.

Foi o que me levou a parar aqui nessa ilha distante de tudo, eu ganhei uma fuga indesejada para um lugar indesejado pelo menos eu tenho certeza de que não queria estar aqui agora.

Existe uma estimativa que pelo 50% de coisas ruins precisam acontecer para que outras 50% boas possam fazer a sua parte, no meu caso eu acho que está desbalanceado ou alguém mexeu, por que de cada uma coisa boa que acontece outras 300 ruins ficam só à espreita para, botarem suas garrinhas de fora.

E então após esse testemunho absurdo você se pergunta o que eu vim fazer aqui, Bom em breve iremos todos descobrir, por que se tem coisa que me incomoda e o suspense, a expectativa da espera acaba comigo.

Dodo City que é a ilha principal tinha um vulcão enorme desativado bem no meio dela, e as cidades e comunidades se desenvolviam ao redor, o cenário tropical exuberante de águas cristalinas, vegetação única e cultura antiga se misturavam perfeitamente, o problema é que não tinha tanta sociedade assim, as áreas urbanas ficavam distantes uma da outra e o transporte se não fosse marítimo ou aéreo, se dava em cruzar aéreas de mata e é aí que a ilha de nome engraçado se revela não ser nada inofensiva.

O primeiro dia na ilha do frangueto, foi excepicional,curti passeios, bons restaurantes com pratos tradicionais como a “palmalada santa”, que apesar do nome peculiar era uma salada com folhas típicas e frutos do mar, o problema mesmo nessa ilha era o excesso de fartura, o excesso de simpatia, no mundo de hoje justamente como as coisas são, o que é barato demais o santo desconfia e tem coisa que devido a essa série de desventuras que ocorrem comigo eu sei quase como instinto quando tem alguma coisa errada, e no caso desse lugar haviam inúmeras coisas erradas.

Só que meu grande erro é achar que as coisas não passam de uma mera intuição exagerada por isso sempre deixo pra lá a ideia de seguir qualquer instinto por mais forte que ele seja, não demonstrar se tornou minha maior arma nesses últimos anos.

Eu ganhei a passagem para vir pra cá de um turco falastrão e envolvido em esquemas políticos um tanto duvidosos.

Depois de uma série de doses de whisky e partidas de poker em compliance, a oferta da passagem depois de todo o dinheiro perdido veio, eu até ganhei como fica evidente, mas essa vitória veio com certas condições.

A primeira delas era de que em hipótese alguma eu deveria assumir minha verdadeira identidade enquanto permanecesse na ilha, a segunda seria de que eu deveria reconhecer a possibilidade de implementar rotas de negociação na ilha o que achei estranho já que ele não sabia o que eu fazia apenas jogando cartas e terceira e última a mais esquizotípica possível era de que eu não iria explorar além da área principal aonde cheguei, porém esse turco só me repassou as tarefas dele, nem ele mesmo sabia o porquê disso, já que foi passado por um negociador daqui que sumiu dias depois e parecia um tanto quanto desesperado pra sair daqui.

Conforme os dias se passaram eu acumulei 4 semanas de estadia nesse lugar, semanas que passaram e o tempo parecia congelado, todos os dias eram iguais, nem uma brisa se quer mudava na ilha dos passarinhos redondos.

Comecei a me questionar o porquê o guia que o guia ainda permanecia conosco, nunca mudava a rota um dia se quer era sempre a mesma atração nos mesmos lugares e principalmente com a mesma comida, não havia uma agulha se quer perdida, tudo era perfeitamente igual, mas isso firma a minha teoria que surgiu ao longo dessas semanas que perfeito nesse lugar não era um bom sinal.

Cassandra Belmonte uma mulher madura por volta dos seus 39 anos, com cabelos lisos escurecidos como madeira de carvalho bruta havia, porém, pequenos fios brancos dispersos em suas longas madeixas, Cassandra era uma mulher de traços marcantes e apesar da sua disposição para comer um prato caprichado ela se mantia em um bom físico, excelente já que seu maior hobby era fumar ervas excessivamente sempre que tinha oportunidade e isso sendo bancária, apesar da minha inicial negação em fazer contato aos poucos nos demos bem, ela foi uma das únicas além de mim a perceber que havia um padrão muito esquisito.

Todos os dias íamos ao porto, caminhávamos sobre uma estrada de pedra para ir ao monumento principal da cidade, entravamos num campo de flores e terminávamos no restaurante.

Então Cassandra e eu tivemos a ideia de explorar por nós mesmo, eu mal podia imaginar que quebrar uma condição de uma viagem indevida, ganha de um estranho indevido, iria me causar no futuro pesadelos.

Na manhã de um sábado que só conseguimos identificar que era o dia específico pois eu anoto dia após dia desde que chegamos à ilha, nos preparamos para sair da cidade principal e ir para a cidade vizinha para entendermos por que nada se muda onde estamos, o grande detalhe e que apesar da cidade ficar próxima era necessário cruzar uma parte da selva que recosta sobre a ilha, e esse seria nosso primeiro e último erro.

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Enredo Envolvente

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Personagem Ótimo

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Diálogo Forte

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author

Toda leitura existe um ponto de verdade livros te levam a viver e imaginar o que se escreve sucesso aguardando o próximo capítulo

um dia
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Baroni : Comecei agora e gostei bastante dos dois primeiros capítulos. É muito bem escrito e sabe deixar com vontade de ler mais.E ainda tem uma coincidência engraçada com minha história. Meu personagem também tem olhos azuis "magnéticos". 😅

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