Chapter 1
O apartamento de Tyler estava silencioso, com exceção do zumbido baixo da cidade lá fora e dos sons úmidos e obscenos que vinham de sua cama.
Ele estava de joelhos no meio do colchão, nu, com as coxas bem abertas. Uma mão estava apoiada na cabeceira da cama, enquanto a outra apertava a bunda de silicone realista à sua frente. O brinquedo estava dobrado sobre um travesseiro, exatamente como ele gostava: com as nádegas bem abertas e o buraquinho rosa e apertado já brilhando de lubrificante. Ele vinha se provocando há quase uma hora, assistindo pornografia no celular e acariciando o próprio pau até que ficasse inchado e vazando. Agora, finalmente, ele pressionou a cabeça contra aquela entrada falsa.
"Porra... olha só para isso", ele sussurrou, com a voz já rouca. "Me aceitando tão fácil."
Ele se impulsionou para frente. O silicone cedeu com um estiramento lento e sujo. A cabeça do seu pau afundou, e um gemido entrecortado escapou de sua garganta. Estava apertado — mais apertado do que ele lembrava da última vez — e a maneira como aquilo o envolvia fez seu estômago revirar.
"Merda... isso. Assim mesmo." Ele empurrou mais fundo, centímetro a centímetro, até que seus quadris estivessem colados nas nádegas macias. A sensação roubou o ar de seus pulmões. "Meu Deus, você é um buraquinho perfeito."
Ele ficou ali, enterrado por um segundo, respirando com dificuldade, com o pau latejando dentro do brinquedo. Então ele recuou e estocou novamente, com mais força. O som úmido do lubrificante com o silicone encheu o quarto. Os olhos de Tyler se fecharam.
"Você gosta disso? Hein? Gosta de ser fodido por um pau de verdade?" Sua voz baixou, tornando-se mais grave e perversa. "Aguenta. Aceita cada centímetro, sua vadia gananciosa."
Ele começou a se mover com ritmo — estocadas longas e profundas que faziam o brinquedo deslizar sobre o travesseiro. Cada vez que ele chegava ao fundo, um gemido suave e sem vergonha escapava de sua boca. Sua mão livre deslizou pelo próprio estômago, passando pela trilha de pelos, e envolveu a base de seu pau para que ele pudesse sentir a si mesmo desaparecendo dentro do buraco.
"Porra, é tão apertado... me espremendo como se não quisesse soltar." Ele deu uma estocada firme com os quadris. O impacto fez as nádegas do brinquedo balançarem. "Isso... assim mesmo. Seja uma bunda boa e me ordenhe até o fim."
O suor já começava a escorrer por suas têmporas. Seu cabelo escuro grudava na testa. Ele olhou para baixo, onde seu pau esticava o buraquinho rosa, e sentiu uma nova onda de calor subir em seu ventre. A cena era suja. Viciante.
"Passei o dia todo pensando nisso", ele ofegou, acelerando o ritmo. "Sentado na aula de pau duro, só querendo chegar em casa e me enterrar em algo. Em alguém." Sua voz falhou na última palavra. "Queria que isso fosse um cara de verdade. Queria que tivesse alguém embaixo de mim gemendo por isso."
Ele fodeu mais rápido, o som úmido da pele batendo no silicone ficando mais alto. Seus testículos se contraíram. Palavras sujas continuavam saindo dele sem filtro.
"Você aguentaria tão bem, não aguentaria? Abriria as pernas e me pediria para te encher. Eu te foderia até você perder o juízo. Te deixaria pingando por dias." Ele gemeu, jogando a cabeça para trás. "Merda — escuta só o que estou dizendo. Falando como se eu já tivesse tocado em uma bunda de verdade. Mas eu faria. Eu ia acabar com ela."
O brinquedo não respondeu, é claro. Apenas recebia cada estocada, o buraco agarrado a ele a cada puxada. As coxas de Tyler começaram a tremer. Ele se inclinou para frente, apoiando as duas mãos no colchão agora, e começou a bater com vontade. A cabeceira da cama batia levemente contra a parede no ritmo de seus quadris.
"Porra — porra — sim. Aguenta. Aceita meu pau como se tivesse sido feito para ele." Sua voz era pura sujeira agora, crua e sem pudor. "Eu vou gozar tão fundo dentro de você. Vou te encher até vazar pelas suas coxas."
Ele sentiu o orgasmo se formando rapidamente, quente e pesado na base da espinha. Suas estocadas tornaram-se curtas e brutais. Os sons úmidos ficaram mais obscenos. Ele gemia abertamente, sem tentar mais ficar quieto.
"Olha só para você... entupida de mim. Uma fucktoy perfeita. Eu te manteria assim a noite toda. Usaria seu buraco sempre que eu quisesse." Ele mordeu o lábio com força. "Merda, estou quase lá. Estou tão fodidamente perto —"
Com mais uma estocada profunda, ele se enterrou até o talo, com os quadris travando. Um som alto e entrecortado escapou dele enquanto ele gozava. Jatos grossos de porra foram bombeados para dentro do brinquedo, preenchendo-o em pulsos pesados. O corpo inteiro de Tyler tremia. Seus braços quase cederam. Ele continuou se movendo durante as contrações finais, ordenhando cada última gota dentro do buraco de silicone enquanto sons baixos e derrotados continuavam caindo de sua boca.
"Porrra... sim... pega tudo..."
Quando o último espasmo finalmente desapareceu, ele permaneceu enterrado por um longo momento, respirando pesado, com a testa pressionada contra o travesseiro ao lado do brinquedo. Seu pau deu um último espasmo fraco dentro daquele calor quente e bagunçado. A porra já começava a escorrer ao redor dele, viscosa e branca.
Lentamente, ele saiu. O som úmido e sujo o fez arrepiar. Um fio grosso de esperma se esticou entre a cabeça de seu pau e o buraco aberto antes de romper. A entrada do brinquedo permaneceu ligeiramente entreaberta, suja e usada.
Tyler sentou-se sobre os calcanhares, com o peito ainda ofegante, e encarou a prova do que acabara de fazer. Sua própria porra escorria pelas nádegas de silicone e caía sobre o travesseiro. Seu pau ainda estava meio ereto, brilhando de lubrificante e sêmen.
Um sorriso lento e sem vergonha curvou sua boca.
"Na próxima vez", ele murmurou para o quarto vazio, com a voz baixa e satisfeita, "eu vou filmar."
Ele alcançou o celular, já pensando em como aquilo ficaria bem na câmera — seu pau esticando aquele buraco, o jeito que ele falaria ainda mais sujo sabendo que alguém poderia ouvir um dia. Talvez ele até enviasse para alguém. O pensamento fez seu pau, exausto, vibrar com interesse.
Tyler passou a mão pela testa suada e riu baixo, contido.
Ele estava completamente fodido.
E ele mal podia esperar para fazer tudo de novo.










