Childhood Friends

Summary

Dois amigos de infância se reencontram após um longo tempo sem se verem. De início, o plano era jogarem vídeo game juntos, porém conforme Naruto sai do quarto para pegar bebida para os dois e deixa seu amigo procurando os controles do console, ele descobre que há diversos dildos recém usados na gaveta e começa a perceber que Naruto tinha um lado sexual que o atraia muito, resultando num sexo gay envolvendo um femboy.

Status
7mo ago
Chapters
1
Rating
n/a
Age Rating
18+

CAPÍTULO I

O calor do verão em Konoha era insuportável naquele dia. O sol escaldante batia forte nas ruas da vila, o ar úmido e pesado grudava na pele, e eu suava só de caminhar algumas quadras até o apartamento do Naruto. Fazia anos que não nos víamos direito — desde os tempos da Academia, quando eu o defendia dos idiotas que zoavam sua personalidade barulhenta ou o chamavam de monstro por causa da Kyuubi. O convite para jogar shogi ou treinar videogame (ele tinha um console roubado de alguma missão em Kumo) veio do nada por mensagem no pergaminho de comunicação, e eu aceitei na hora, animado com a ideia de rever meu amigo de infância.

Toquei a campainha improvisada (um selo de alerta que vibrava).

A porta abriu quase imediatamente.

Lá estava ele. Naruto Uzumaki. 21 anos agora. Cabelo loiro espetado, um pouco mais curto nas laterais, mas ainda bagunçado como sempre, com algumas mechas caindo sobre os olhos azuis intensos. Corpo… impossível de descrever com palavras comuns. Quadris largos, cintura marcada, e principalmente aquela bunda. Enorme. Redonda. Voluptuosa. As nádegas pareciam desafiar a gravidade, cheias, pesadas, balançando mesmo quando ele ficava parado. Gotas de suor escorriam pelo rosto corado, pelas marcas de bigode, pelo pescoço, pelo colo exposto. A regata laranja justa era curta demais — a barriga macia e definida aparecia inteira. O colar preto apertado no pescoço (um presente antigo de algum amigo) dava um ar quase submisso. E o short ninja azul escuro… meu deus. Curto, rasgado nas laterais por uso intenso em missões, o tecido esticado ao limite. A carne das nádegas transbordava pelas bordas rasgadas, como se o short estivesse prestes a se render. Ele estava descalço, unhas dos pés pintadas de laranja claro (coisa de aposta perdida com Kiba), sorrindo com uma mistura de animação e algo mais… excitado.

“Oi, dattebayo! Você finalmente chegou!” A voz saiu rouca, quase ofegante por causa do calor e da umidade.

Ele me puxou para dentro e fechou a porta rápido com um selo simples de silêncio. “Shhh… a Sakura-chan tá treinando no hospital e pode passar aqui perto. Vamos fazer silêncio, tá? O ventilador de fuuton tá no máximo, mas ainda tá um forno aqui.”

Andei atrás dele pelo corredor estreito do apartamento simples. Cada passo era uma tortura visual. A bunda balançava intensamente. BOING. BOING. BOING. A carne tremia, subia, descia, o short enfiado no rego profundo, destacando ainda mais o volume absurdo. Eu sentia meu pau já começando a endurecer só de olhar.

Chegamos no quarto dele. Ventilador de teto girando devagar com um leve jutsu de vento, TV ligada com o som baixo (algum jogo de luta que ele pegou em uma vila aliada), cheiro de suor misturado com ramen instantâneo e o leve aroma de chakra residual que sempre pairava nele por causa da Kurama.

Ele se jogou no tapete de pernas bem abertas, pegou o controle e olhou pra trás.

“Ei, tá me ouvindo, dattebayo?”

Eu estava hipnotizado. O short tinha subido ainda mais, enfiado entre as nádegas, expondo boa parte da carne suada. Gotas escorriam pelas coxas grossas até o chão.

Naruto percebeu. Virou o rosto. A expressão impaciente mudou em segundos. Os olhos semicerraram, a boca entreabriu, um sorriso malicioso surgiu, mostrando os dentes caninos.

“Você tá olhando pra onde, hein…?”

Ele se levantou devagar. “Vou pegar algo pra beber. Liga o console aí.”

Assim que ele saiu, abri uma gaveta procurando os controles. E congelei.

Dildos. Muitos. De todos os tamanhos e cores. Laranjas, vermelhos, pretos, roxos, alguns com formato de kunai estilizada. Outros realistas, com veias grossas marcadas. Bases de sucção. Todos brilhando de lubrificante. Alguns ainda com resquícios frescos, como se tivessem sido usados minutos antes. A gaveta inteira estava melada.

Fechei rápido, coração disparado.

Ele voltou com um copo grande de suco de tomate gelado e canudo laranja — daqueles bem gelados, com gelo tilintando. “Tá aqui. Tá tudo bem? Você tá… nervoso, dattebayo.”

Começamos a jogar, mas minha concentração era zero. Meu pau latejava dentro da calça ninja. Naruto percebeu. Olhou pra baixo. Viu o volume marcando. Seus olhos brilharam em formato de coração (quase literal, com o jeito exagerado dele).

“Mostra o seu pau!!!”

“Naruto, espera—”

Mas ele já estava de quatro na minha frente, mãos ágeis puxando minha calça e cueca para baixo. Meu pau saltou, duro, pulsando. Ele deu uma risadinha safada.

“Caralho… tá bem maior do que eu imaginava, dattebayo…”

A língua quente tocou a glande primeiro. Lenta. Circulou a cabeça inteira, lambendo o pré-gozo que já escorria. Depois desceu pelas laterais, subiu de novo, lambeu a parte de baixo do tronco devagar, babando bastante. A saliva escorria pelo meu pau, pingando nas coxas dele. Ele gemia baixinho, como se estivesse saboreando o melhor ramen da vida.

Então engoliu tudo.

A boca quente e úmida envolveu meu pau inteiro. Os lábios se fecharam apertados na base. A língua pressionava forte por baixo enquanto a cabeça subia e descia. Sucção forte, ritmada. Ele gemia vibrando na garganta. Eu sentia a garganta se contraindo, tentando engolir mais fundo. Babava tanto que escorria pelo queixo, pingava no tapete.

“Porra, Naruto…”

Ele acelerou. Cabeça subindo e descendo rápido, mão apertando minhas bolas, massageando. A outra mão foi pro próprio short, se esfregando por cima do tecido. Eu não aguentei. Gozei forte. Jatos grossos explodiram na garganta dele. Naruto engoliu tudo, sem derramar uma gota. Lambeu os lábios devagar depois, olhando pra mim com cara de quem queria mais.

“Segundo round, dattebayo?”

Ele se virou de quatro na cama, empinando aquela bunda colossal. Puxou o short pro lado com os dedos. O ânus apareceu — rosado, apertado, já brilhando de lubrificante. Piscava levemente, como se estivesse implorando. As nádegas abertas mostravam tudo. A carne tremia só com a respiração dele.

“Rápido… não deixa meu cu esperando…”

Segurei as nádegas enormes com as duas mãos. A carne era macia, quente, pesada. Posicionei a cabeça do pau na entrada. Empurrei devagar primeiro. A resistência era forte, mas o lubrificante ajudou. Entrei alguns centímetros. Naruto gemeu alto.

“Ahhh… isso, dattebayo…”

Empurrei mais. Metade. Ele tremia inteiro. Então, de uma estocada só, entrei até o talo.

PLAP!

O som da carne batendo ecoou no quarto. O interior era absurdamente quente, apertado, úmido — talvez por causa do chakra da Kyuubi que deixava tudo mais intenso. As paredes do ânus dele me apertavam como um punho vivo. Naruto gritou de prazer.

“CARALHO! TÁ FUNDO DEMAIS!”

Comecei a socar. Lento no começo, sentindo cada centímetro sendo engolido. Depois mais rápido. PLAP! PLAP! PLAP! PLAP! A bunda tremia violentamente a cada estocada. A carne ondulava, subia e descia hipnoticamente. O short rasgado balançava junto. Eu segurava as nádegas com força, abrindo mais, vendo meu pau entrar e sair do cuzinho rosado.

Naruto gemia sem parar. Língua pra fora, olhos revirando.

“Mais forte! Me fode! Me arromba, dattebayo!”

Aumentei o ritmo. Socava com tudo. O som molhado enchia o quarto. PLAP-PLAP-PLAP-PLAP-PLAP! O ânus dele se contraía ritmicamente, me apertando, ordenhando. Eu sentia o calor, a pressão, o lubrificante escorrendo pelas minhas bolas.

Ele se apoiou nos cotovelos, empinando ainda mais. “Me dá tapa!”

Dei um tapa forte na nádega direita. A carne ondulou por segundos. Vermelho apareceu na pele clara. Ele gemeu mais alto.

“Outro!”

Tapa na esquerda. Mais forte. A bunda inteira tremia. Continuei socando enquanto batia alternado. PLAP! TAPA! PLAP! TAPA!

Naruto começou a se masturbar. Mão rápida no próprio pau, gemendo rouco.

“Vou gozar… vou gozar com teu pau me fodendo…”

Senti ele apertar mais forte por dentro. O ânus pulsava. Gozou. Jatos brancos saíram, sujando o lençol. O corpo inteiro tremia.

Eu não parei. Continuei socando, mais fundo, mais rápido. Segurei os quadris dele com força, puxando contra mim a cada estocada.

“NARUTO! NARUTO!!!”

Não aguentei. Gozei forte dentro dele. Jatos quentes enchendo o cuzinho apertado. Senti o ânus contrair mais, como se quisesse sugar tudo. Gozei muito, enchendo até transbordar. Porra escorreu pelas coxas grossas dele.

Naruto caiu de bruços na cama, ofegante, bunda ainda empinada, tremendo. Sorria satisfeito, olhos vidrados.

Mas não acabou.

Depois de alguns minutos respirando pesado, ele virou de lado, me olhando.

“Ainda tá duro…?”

Olhei pra baixo. Sim. Ainda latejava.

Naruto riu baixinho. “Então vem de novo, dattebayo.”

Ele se deitou de costas, levantou as pernas grossas, segurou os joelhos. O cuzinho piscava, vermelho de tanto uso, porra escorrendo devagar.

“Agora me fode assim… olhando na minha cara.”

Entrei de novo. Dessa vez devagar, sentindo cada detalhe. Ele gemeu longo, olhos azuis fixos nos meus.

“Vai… me enche de novo…”

Comecei a meter ritmado. Fundo. Devagar. Sentindo o calor, a textura. Naruto gemia a cada estocada, mão no próprio pau se masturbando devagar.

“Mais rápido…”

Acelerei. PLAP! PLAP! PLAP! As coxas dele batiam contra meu corpo. A barriga macia tremia. O colar preto balançava no pescoço suado.

“Me beija…”

Me inclinei. Nossas bocas se encontraram. Língua quente, molhada. Beijei forte enquanto socava. Ele gemia na minha boca.

Gozei de novo. Dentro. Enchendo mais. Ele gozou junto, sujando a barriga dele.

Caímos lado a lado, suados, ofegantes.

Naruto virou o rosto, sorriu.

“Sabia que você ia me querer… sempre soube, dattebayo.”

E então, com voz rouca:

“Terceiro round?”

Eu ri, já sentindo o pau endurecendo de novo.

A tarde — com o sol de Konoha ainda forte lá fora e o ventilador de fuuton lutando contra o calor — estava só começando.