Férias Indecentes

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Summary

O calor não é nada comparado ao fogo que consome Kakashi e Gai nestas férias. O que começou como um jogo de provocações e fantasias sobre o frentista da madrugada toma um rumo inesperado quando a linha entre a mentira e o desejo se rompe. Em meio ao cheiro de graxa e adrenalina, eles descobrem que algumas lendas urbanas são muito mais reais — e intensas — do que a imaginação pode suportar. Uma história sobre voyeurismo, audácia e a busca implacável pelo prazer absoluto.

Genre
Erotica
Author
Lalinda
Status
Complete
Chapters
1
Rating
n/a
Age Rating
18+

Mentiras

O calor daquela Teresina de férias tinha um peso, uma densidade que se prendia à pele e amplificava cada instinto. Eu tinha acabado de completar dezenove anos. Aos dezenove, a vida não é medida em anos, mas em gozos. E eu estava no meu auge, faminto por prazer. Eu era Kakashi, mas naqueles dias de verão, eu era apenas a personificação da safadeza, do desejo incessante que não conhecia pudor. A putaria era minha rotina, o gozo, minha religião.

Havia meses que eu descobrira um prazer em particular: a massagem de pica na próstata. A sensação era indescritível, a linha tênue entre a dor prazerosa e a explosão de tesão que vinha ao atingir aquele ponto, o meu ponto G anal. O gozo que se seguia era profundo, sísmico, e eu havia me viciado naquela intensidade, buscando parceiros que soubessem me levar até lá.

Naquele ano, eu cumpria meu ritual de verão. Havia chegado à casa de Gai, meu amigo de longa data, com quem eu passava as férias escolares. Era uma tradição. Chegávamos a dormir um mês inteiro sob o mesmo teto, em um ciclo vicioso de ócio e luxúria. A rotina era simples: fingíamos normalidade durante o dia e, assim que os mais velhos caíam no sono, a casa virava nosso palco particular de depravação consentida.

“Pronto para mais um verão sem limites, Kakashi?” Gai sussurrava, enquanto fechava a porta do nosso quarto, a chave girando com um clique alto demais no silêncio da noite.

“Nasci pronto, Gai. Ou melhor, nasci necessitado,” eu respondia, já tirando a camisa, sentindo o ar quente do ventilador de teto girar sobre a pele.

E a partir daí, começava a nossa orgia particular. Punheta dupla, sexo oral, a busca pelo 69 perfeito, o sexo anal, e tudo o mais que a imaginação pervertida de dois jovens cheios de testosterona e liberdade conseguia inventar. Nossos corpos se conheciam no escuro, movidos por uma intimidade que ultrapassava a simples amizade. Éramos cúmplices no prazer.

O palco das nossas noites, no entanto, não se limitava ao quarto. Ele se estendia para além da janela, para a rua iluminada pelo letreiro de um posto de gasolina que ficava exatamente em frente.

“Aquele é o Asuma,” Gai me apresentou, a voz baixa, repleta de uma malícia que eu não demorei a entender. “O frentista da madrugada.”

Asuma. Um negão de porte atlético, quase sempre sozinho, cuidando do posto onde o movimento diminuía a quase zero de segunda a quinta. As noites eram mortas ali. E Gai, sempre com um sorriso de predador, começou a me contar as histórias.

“Você não tem ideia, Kakashi. Aquele homem me comeu gostoso,” Gai começou, a voz um sussurro rouco que me arrepiou. Estávamos debaixo dos lençóis, nossas picas já duras e roçando.

Ele detalhava. Falava da grossura do pau de Asuma, da forma como ele o arrombava sem pressa, mas com uma força que o fazia gemer até a exaustão. Ele descrevia o cheiro de suor e gasolina, a cena clandestina no fundo escuro da oficina, e o meu tesão subia em ondas.

“Ele é enorme, Kakashi. Enorme. Quando ele enfiou tudo, eu achei que ia rasgar, mas o gozo... O gozo depois é o melhor que já senti na vida,” Gai falava, me olhando nos olhos.

Eu me movia sobre ele, excitadíssimo. As palavras dele eram o lubrificante que eu precisava. Nós treinávamos, transávamos até os músculos tremerem, imaginando Asuma. Cada estocada que Gai me dava, eu imaginava ser a de Asuma. Cada vez que eu mamava Gai, eu pensava que era a pica daquele frentista. As lendas de Gai sobre Asuma se tornaram o nosso fetiche, o tempero secreto das nossas noites.

Com o passar da semana, a fantasia começou a se materializar. Decidimos levar o nosso “showzinho” para a rua.

“Vamos pra calçada. Não tem ninguém na rua. Vamos dar um show pra ele,” sugeri, o peito batendo acelerado.

Gai sorriu com a malícia que me era familiar.

Passávamos as madrugadas sentados na calçada, conversando. O movimento era nulo. A única luz, a do posto de gasolina. Nós olhávamos para Asuma. Ele, de pé, encostado em uma das bombas, olhando de volta.

“Ele está olhando, Kakashi,” Gai sussurrava.

Nós começávamos sutilmente. Gai metia a mão dentro do meu short, e eu no dele. Punhetávamos um ao outro, os olhos fixos na figura escura do frentista. A adrenalina de sermos vistos era um afrodisíaco potente. O pênis de Gai na minha mão, o meu na dele, pulsando no ritmo dos nossos corações acelerados.

“Mais,” eu pedia, sem tirar os olhos de Asuma.

A cada noite, a audácia aumentava. Não demorou para que as nossas picas estivessem livres. O ar quente noturno as acariciava. Gai me punhetava com mais força, e eu chupava sua cabeça, a boca seca de ansiedade. Ele, por sua vez, me masturbava até eu gemer baixo, a visão de Asuma de longe sendo o nosso único espectador.

Uma noite, Gai me empurrou contra a parede da casa e começou a me beijar de língua, feroz. Nossas mãos já estavam nos shorts um do outro, apalpando e punhetando com intensidade. A luz do poste de gasolina nos banhava.

“Ele está vendo a gente, Kakashi. Ele está duro. Olha,” Gai ofegava, o rosto vermelho.

Eu olhei. A sombra de Asuma estava imóvel. Ele olhava diretamente para nós. A imagem dele, o homem das lendas de Gai, nos observando, me fez gozar com um grito abafado na boca de Gai. E eu sabia que o mesmo acontecia com meu amigo. O nosso tesão não era mais só entre nós. Era um triangulo silencioso de desejo não-dito. Eu o queria. Queria ser a próxima vítima da pica lendária.

Na tarde seguinte, Gai chegou da rua com um sorriso largo, vitorioso, que não cabia no rosto.

“Kakashi, acertei tudo. Falei com o Asuma. Essa madrugada ele vai te comer,” ele disparou, sem rodeios.

Meu coração saltou para a garganta. Fiquei paralisado, uma mistura de medo, vergonha e tesão avassalador.

“Você... você fez o quê?” gaguejei.

“Relaxe, cara. Eu disse que você estava doido para dar para ele, que você gostava da putaria. Eu disse que você era meu amigo e que a gente estava doido.

Ele topou. Falou para a gente ficar na calçada de novo e, quando a rua esvaziar de vez, você ir. Não tem erro, eu sei que você vai amar. Ele me come direto, lembra?”

As palavras de Gai me tranquilizaram minimamente. Se ele fazia aquilo com frequência, era seguro. Mas a vergonha... era uma vergonha que queimava, mas que era sobrepujada pela intensidade do desejo. O Asuma. O negão do posto. O homem que se tornara a nossa fantasia, agora seria real, só meu.

À meia-noite, a espera começou. O tempo parecia se arrastar com a lentidão de uma lesma em dia de chuva. Gai e eu estávamos sentados na porta, a conversa sumindo a cada carro que passava. Eu estava excitadíssimo, a pica dura e latejando de ansiedade, mas com um medo gélido na barriga.

Gai, como sempre, me provocava.

“Lembra da pica, Kakashi? Eu te falei. É um troço de outro mundo. Ele fode bem. Relaxa a bunda, você vai gozar como nunca.”

E ele continuava, a cada detalhe só aumentando minha pulsação. O medo e o tesão haviam se fundido em um estado de pura expectativa nervosa.

Quando o relógio marcou 1:30 da manhã, a rua estava deserta. Nenhum carro, nenhum barulho, apenas o zumbido do letreiro do posto e o som intermitente da nossa respiração. Asuma estava lá, imóvel.

“É agora, Kakashi. Vai lá. Ele está te esperando,” Gai disse, a voz cheia de excitação vicária.

Eu gelei por um momento. As pernas pareciam de chumbo. Eu queria aquilo com todas as minhas forças, mas ir para a rua, atravessar aquela pequena distância, parecia a coisa mais arriscada que eu já havia feito.

“Vai, porra! Você não queria tanto, seu puto. Está tudo acertado. É só ir,” Gai insistiu, com um leve empurrão.

Criei coragem. Levantei. Minhas pernas estavam bambas, mas meu pau estava duro como uma rocha. Eu caminhei. Atravessei a rua sem olhar para os lados, focado apenas na figura de Asuma.

Cheguei perto dele. Ele me encarava. A luz do posto era fraca, mas eu podia ver a intensidade nos seus olhos. O ar entre nós era carregado.

“Oi. Onde a gente vai foder?” perguntei, a voz embargada, mais rouca do que eu esperava.

Asuma não respondeu de imediato. Ele permaneceu parado, me analisando. Em seguida, ele lançou um olhar rápido para trás de mim, onde Gai estava sentado na calçada, observando tudo, a silhueta tensa contra a escuridão. Ele olhou para os lados, para a estrada deserta, certificando-se de que não havia testemunhas.

Em um movimento lento, ele se moveu, indicando com a cabeça a parte da oficina que estava completamente escura. Segui-o. Meu coração estava batendo no ritmo de um tambor de bateria, a batida forte ecoando nos meus ouvidos.

A oficina cheirava a graxa, óleo e borracha. O cheiro era forte, mas estranhamente excitante. Asuma se encostou na parede de tijolos fria, e eu mal conseguia distinguir o seu rosto na penumbra.

Ele não disse nada, apenas abriu o zíper da calça jeans folgada e tirou a pica para fora.

Ainda não conseguia ver bem, mas eu podia sentir o volume colossal daquele membro. Estendi a mão e o agarrei. Era quente, duro, e muito, muito maior do que Gai havia descrito, maior do que minha imaginação havia permitido. Era uma pica imensa, uma clava de carne.

Comecei a punhetar, meus dedos mal conseguindo dar a volta completa em sua circunferência. Asuma gemeu baixo, soltando um som rouco e gutural. Ele colocou as mãos na minha cabeça e fez uma leve pressão, me forçando a descer. Era um comando silencioso.

Obedeci sem hesitar. Minha visão começou a se adaptar à escuridão. E então eu a vi. Aquele vulto. Uma picona preta, que parecia brilhar com o suor da excitação. Fiquei completamente insano com a visão. Meu medo sumiu, substituído por um desejo selvagem e incontrolável. Eu me ajoelhei, caindo de boca na rola de Asuma.

Mamava com fúria. A cabeça do pau era larga demais para que eu a enfiasse toda de uma vez na boca, mas eu sugava com desespero. Chupava a glande úmida, lambia, massageava com a língua, tentando enfiar o máximo que podia daquele pau imenso. Eu o punhetava enquanto o mamava, meus quadris se movendo em um ritmo frenético de puta no cio.

Asuma gemeu novamente, um som mais alto, mais gutural. Sua ereção parecia crescer ainda mais em minha boca.

Deslizei a língua pelo corpo do pau, percorrendo aquela rola enorme até chegar às suas bolas pesadas. Comecei a chupar o seu saco, lambendo-o com devoção, sentindo o salgado do suor. Desci mais a língua, roçando o períneo, aquela faixa estreita de pele entre o saco e o ânus.

Isso pareceu levar Asuma ao limite.

“Ah, caralho!” ele gritou em um sussurro, e me levantou da parede com uma violência súbita, mas controlada.

Ele me empurrou contra a parede fria da oficina. O som metálico da fivela do meu cinto e do zíper das minhas calças se abotoando se misturou ao som da minha respiração ofegante. Minhas calças caíram até os tornozelos. Eu estava exposto, a bunda empinada, pronta para a lenda.

Asuma agarrou a sua picona. Olhei para trás, mas só vi a silhueta dele. Eu podia sentir o calor emanando de seu corpo. Ele me segurou pela cintura, as mãos firmes em minha pele.

E então ele a enfiou. Devagarinho.

A entrada foi lenta, mas firme. Senti a pele esticar, a mucosa se rasgar. A dor era imediata e excruciante, mas eu a recebi. A pica dele entrou apenas um pouco menos da metade.

E ele começou a me comer.

Ele metia com a força de um touro, sem pressa no início, mas com a convicção de quem sabia o que estava fazendo. Eu tentei me conter, mas não consegui. Aquela pica imensa estava rasgando todo o meu cu. O medo havia voltado com a intensidade da dor, mas o prazer seguia atrás, implacável.

Eu gritei. Um grito agudo, histérico, que se perdeu na escuridão da oficina.

“Aah! Porra! Vai com tudo!”

Eu sentia a mistura insana de dor e tesão, um masoquismo que era a minha verdade naqueles dias. Eu gritava como um louco, implorando por mais. Asuma metia sem dó, sem hesitar, cada estocada uma martelada no meu ponto de prazer. Eu já não me importava se alguém fosse ouvir. Que ouvissem. Que soubessem que eu estava sendo possuído por aquele negão.

Asuma me acompanhava. Seus gemidos eram mais baixos, mais controlados, mas cheios de fúria e prazer. Ele ofegava em meu ouvido, seu corpo robusto pressionado contra minhas costas, me esmagando contra a parede. Sentia o suor dele pingando em mim.

A cada estocada, a pica melada ia entrando mais e mais. Meu cu, castigado e arrombado, já estava dormente. A dor se transformava em uma sensação oca de prazer intenso. Eu quase não sentia mais nada, apenas a pulsação daquele pau dentro de mim.

Então, ele apertou meus quadris com mais força, deu uma estocada final, profunda, e gritou. Um grito feroz, de macho, de alívio. Ele gozou, a porra quente jorrando dentro de mim, me enchendo até transbordar.

Ele ficou parado por um momento, a pica ainda em meu cu, ofegante. Depois, lentamente, se afastou. A porra dele escorreu pelo meu cu e pelas minhas pernas.

Asuma vestiu as calças com calma, a respiração pesada.

“Espere um pouco e depois vá embora,” ele disse, a voz rouca.

Eu fiquei sozinho na escuridão, sentindo o líquido quente escorrer. A porra de Asuma. A lenda era real. Eu estava tonto. Minha bunda doía de forma gloriosa.

Ainda ali, encostado na parede, bati uma punheta rápida, a mente ainda cheia da imagem e da sensação da pica dele. Gozei na parede, um gozo mole, mas necessário.

Atravessei a rua de volta. Gai ainda estava lá, sentado na calçada.

Ele me olhou com uma cara chocada. Os olhos arregalados, a boca aberta.

“Eu não acredito. Ele... ele te comeu de verdade,”

Gai disse, quase inaudível.

“Claro que sim. Você não acertou tudo? Você disse que ele te comia direto,” respondi, ainda ofegante, a voz fanhosa.

Gai soltou uma risada nervosa. Era uma risada tensa, descontrolada.

“Era mentira, Kakashi,” ele confessou, a voz quase um choramingo. “Era tudo mentira. Eu nunca transei com o Asuma. Eu nunca combinei nada. Eu inventei as histórias. Eu fiz você ir lá só para eu rir da sua cara, para ver o negão te dar um fora. Eu nunca imaginei que ele ia topar!”

Fiquei sem palavras. Meu amigo. O cúmplice. O criador da fantasia. Tudo não passava de uma armadilha, de uma aposta perversa. Mas a armadilha havia funcionado. A lenda se tornara realidade, não por um acerto, mas pela audácia do desejo.

Entramos na casa. Meu cu doía muito, latejando a cada passo.

“Você está bem? Ele foi muito bruto?” Gai perguntou, a voz cheia de preocupação genuína, mas ainda carregada de uma excitação estranha.

“Não importa. O gozo foi o melhor da minha vida,” respondi, ainda sob o efeito da adrenalina.

Gai estava doido para foder, a confissão e a cena que ele presenciara haviam acendido o seu tesão ao máximo. Eu não conseguia. Minha bunda estava em chamas.

“Por favor, Kakashi. Só uma mamada. Por favor, eu estou explodindo,” ele implorou, agarrando o meu pau mole.

Eu não resisti muito. Depois de muita insistência e de um beijo de língua cheio de culpa e luxúria, concordei em chupar a rola dele. Ele gemeu alto, a pica na minha boca, o pau dele um contraste fino e suave com a pica de Asuma.

Ele gozou na minha boca. Engoli tudo, ainda sentindo o gosto da porra de Asuma escorrendo na minha coxa.

Fui dormir, meu corpo dolorido, mas minha mente em êxtase. Eu tinha tido a minha noite.

No dia seguinte, acordei com o cheiro de café. Gai estava na cozinha, estranhamente calado.

“E aí? Está doendo muito?” ele perguntou, sem me olhar nos olhos.

“Está. Mas valeu a pena. Você vai lá de novo hoje?”

Gai sorriu, um sorriso pequeno, envergonhado e ansioso.

“Não sei. Não sei como encarar ele,” ele disse.

Eu o olhei. Havia algo novo nele. Uma inquietação, uma nova chama. A minha experiência havia se tornado a sua nova lenda.

Naquela tarde, Gai saiu e voltou com o mesmo sorriso largo, vitorioso, de antes.

“Falei com o Asuma. Contei a verdade. Que eu inventei a história e que eu não aguentava mais de inveja,” ele confessou, a voz baixa.

“E o que ele disse?

“Ele riu. E disse: ‘Seu amigo fez um bom trabalho. Se você for tão puto quanto ele, eu te como também. Mas só se você vier sozinho.’”

Eu ri. Uma risada longa e gostosa.

Naquela noite, eu fiquei sentado na porta, sozinho, esperando. A rua ficou deserta. Às 1:30 da manhã, Gai se levantou, a pica dura no short, a vergonha misturada à mais pura excitação. Ele me deu um olhar, uma piscada cúmplice.

Era a vez dele. Meu cu ainda doía, mas a sensação de saber o que o esperava, a dor e o gozo, era um novo tipo de prazer.

Gai atravessou a rua e foi em direção ao Asuma. Ele foi para a escuridão da oficina.

Eu ouvi os gritos. Os gritos de Gai. Mais altos, mais desesperados que os meus. Eu bati uma punheta lenta, o gozo chegando com a imagem do meu amigo sendo arrombado pela lenda que ele mesmo havia criado.

Naquele verão, a mentira de Gai nos libertou. Criou um ciclo. Eu fui primeiro, levado por uma fantasia que se tornou real. Ele foi depois, levado pela inveja da realidade que eu havia vivido. E Asuma, o frentista silencioso, se tornou o centro do nosso universo de luxúria, o pivô de um ciclo vicioso de dor, prazer e desejo na escuridão quente daquela Teresina de férias. O nosso ciclo de verão havia apenas começado.