FANBOY | MALE READER

Resumo

Imagines curtos focados em leitor masculino de temas como, anime, animações e personagens de jogos 🎮❤️

Status
Em Andamento
Capítulos
2
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

Kim Dan | Jinx

Manhwa,

MALE OC: Hector; (1,83m, 32 anos, cabelos castanhos raspados dos lados, pele morena, mestiço entre Sul Americano — brasileiro — e Coreano.

Ombros largos, olhos castanhos como os cabelos, embora levemente puxados. Usa óculos de grau leve.)

"O Diretor."

*

Um silêncio maçante tomou conta depois que Joo havia jogado todo o esforço que ele gastou para conseguir aquele presente... fora.

Dan deveria se sentir irritado, de fato. Mas ao invés disso conseguia apenas se sentir estúpido. Um idiota. E com poucas lágrimas nos olhos, ainda assim, pegou tranquilamente o presente em questão e o jogou devidamente no lixo, seus olhos, naquele instante, focando-se no relógio em sua frente.

Ele tinha um trabalho a fazer. E chorar de desgosto e raiva por si mesmo seria um consumo de tempo e energia, os quais Dan não tinha o luxo de desperdiçar.

E então, tão rápido quanto a sensação de desapego e desilusão o tomou, seu celular tocou suavemente sobre a mesa que estava. As mãos do fisioterapeuta rapidamente alcançando-o enquanto, por um instante, olhava para o visor que relatava um número desconhecido. O castanho engole em seco, ¿poderia ser um dos cobradores das dívidas?

Com receio, Dan atendeu.

— ... ¿Senhor Kim Dan? — uma voz levemente rouca, mas suave atendeu do outro lado.

— ¿Sim? — perguntou com receio, seus olhos indo para o corredor de onde Jaekyung havia se retirado e, instintivamente, tratando de sair da cobertura para falar mais comodamente.

— Perdoe-me ligar tarde da noite, mas neste instante você fala com o atual diretor do Hospital Geral Park Son Mi... — diante do nome, o coração de Dan se acelera junto com as lembranças, seus pés agora, levando-o para longe da cobertura e direcionando-o ao elevador do prédio. Ele precisava 'respirar' um pouco. — Sinto muito em te contatar dessa forma mas, se me permitir... ¿poderíamos nos e contrar? — outra vez o fisioterapeuta engole em seco.

— Perdão, mas faz muito tempo desde que fui desligado do meu período de estágio, não entendo porque o senhor deseja encontrar-se comigo agora.

— É exatamente por isso que entro em contato. — o outro menciona, sua voz, em nenhum momento, perdendo o tom firme e calmo que portava. Dan entra no elevador. — Desejaria falar com o senhor do programa, na verdade, de certas... ocorrências durante ele. Assim que, por favor, ¿teria como nos encontrarmos pessoalmente? Não acho que por telefone seja o correto para conversarmos sobre este assunto.

E então, no térreo do prédio, Dan sai do mesmo com tranquilidade, sentindo, naquele instante, como a leve brisa bagunçava levemente seus cabelos. O fisioterapeuta fecha os olhos, sentindo como, simplesmente, o leve frio da noite acalmava os seus nervos.

*

De cabeça baixa e forma nervosa, Dan olhava fixamente para a mesa da cafeteira a qual, havia concordado em se encontrar com o desconhecido.

Um tremendo erro, ele imaginava.

Suspirando suavemente, Dan agradece quando uma batista do café lhe entrega o pedido que ele havia feito, seu sorriso desaparecendo a medida que um toque se apoiava contra seu ombro.

— ¿Kim Dan? — o mais novo se levanta, curvando-se levemente na direção do homem de terno e óculos que, definitivamente, possuía a mesma voz que ouvira através do telefone. Um sorriso abrange a face do desconhecido conforme ele estendia uma mão para o mais novo. — Eu sou Hector Park Son, é um prazer conhecê-lo. — silencioso o fisioterapeuta assente conforme voltava a se sentar, e o maior em sua frente enquanto pedia uma comida leve para ambos.

Dan o observou em silêncio, a maneira em que o relógio que usava destacava suas mãos, seus ombros largos emoldurados pelo terno sob medida que usava, junto aos cabelos escuros que enfeitavam seus olhos levemente claros sob uma fachada de óculos em uma fisionomia que, claramente, não era a de um "real" coreano.

— ¿Senhor Park? — Dan chamou quando um envelope com documentos foi deixados em sua frente. Hector sorri cauteloso.

— Eu sou o sobrinho do anterior diretor do Hospital. — Dan concorda, abrindo os documentos e vendo que alguns se tratavam de seu período de estágio, junto a algumas folhas de indenização, e um cheque com um valor categoricamente alto. Sem mencionar que, claramente entre a papelada, havia um contrato de trabalho entre eles. Hector suspira, procurando palavras certas para usar. — Eu... sinto muito pelo o que aconteceu. — surpreso, o fisioterapeuta o olha, estranhamente achando "fofo" como um homem adulto daquele porte, fazia questão de evitar olhá-lo envergonhado. — Meu tio, antes dele assumir temporariamente a presidência do hospital já que, atualmente ele pertence ao ramo da minha família porque eu ainda era muito novo para gerencia-lo, já tinha alguns problemas envolvidos com assédio e... estupro. — Dan engole em seco. — E como meu avô não queria manchar a imagem da família, sempre fez questão de manter esses casos em sigilo, principalmente de meu pai que na época era o herdeiro do grupo e definitivamente daria um jeito no irmão. Desse modo, o que aconteceu com você simplesmente... sumiu, como se nunca houvesse acontecido. — Dan aperta casualmente um dos documentos na mão, seu coração disparando com o que era dito.

— Se não é como se tivesse acontecido, então...

— Quando eu assumi, mês passado, senti que algo poderia estar errado devido a "energia" do ambiente. Pesquisei e procurei um pouco, não foi difícil saber o porquê repentinamente alguns jovens médicos e enfermeiras abandonaram no início seus estágios... — Dan volta a abaixar a cabeça. — Assim que, ao contrário destes que tiveram suas indenizações e suas ocorrências feitas na polícia com o total auxílio da diretoria do Hospital, junto ao despedimento do anterior diretor que atualmente está sob custódia, eu vim hoje, pessoalmente, pedir perdão pela ocorrência, junto ao valor da indenização, e as retiradas dos documentos enviados aos demais hospitais em falso testemunho sobre você. Sei que não é o suficiente, mas-

— É mais do que eu esperava na verdade. Obrigado. — Dan sorriu, um alívio tomando de conta enquanto uma leve camada de lágrimas abrangiam seus olhos. Hector sorriu, sentindo como sua garganta apenas se trancava no processo.

— ¿Doutor? — Dan o olha. —Também desejo lhe oferecer completar o restante do seu estágio como previsto, com tudo pago e respaldado pelo hospital em uma forma de ressarcir os danos criados. Pode ser tanto no nosso, como também em qualquer outro que o senhor desejar. Sei que pode ser um pouco tarde mas... ¿gostaria de voltar?

*

Pela décima vez no dia, em um período de pouco tempo, os olhos de Batata observaram a maneira em que, ansiosamente, os olhos do fisioterapeuta pessoal de Jaekyung fitavam o celular com ansiedade. O menor arquea a sobrancelha. Aquela situação já perdurava por quase um mês, mas naquela semana Dan estava mais ansioso.

Claro, aquilo seria absurdamente normal pra qualquer outra pessoa, ¿mas Kim Dan? Que praticamente esquecia o celular em qualquer lugar porque não tinha costume de usá-lo?

Foi então que, por um instante, os olhos do menor ficaram o celular do mais velho que, novamente, foi tirado do bolso depois que sentiu um leve vibrar.

— ¿Doc? — rapidamente o fisioterapeuta o olha.

— ¿Sim?

— ¿Esse telefone é novo? — por um instante o olhar de Dan recaiu sobre o celular que segurava, no outro suas orelhas se avermelharam, e em seguida, os olhos de Batata brilharam acompanhados de um sorriso largo nos lábios.

— ¿Porque está envergonhado Doc? Ganhou de alguém especial? Uma namorada? — naquele instante todos os olhos dos presentes da academia não apenas se voltaram para o fisioterapeuta envergonhado, como também, passaram a se amontoar em volta do mais velho enquando disparavam várias perguntas.

Jaekyung, do outro lado, apenas arqueou a sobrancelha, revirando os olhos em seguida enquanto seu treinador tentava acalmá-lo dizendo para não se incomodar.

— ¿Uma namorada? O Doc tem uma namorada? — um dos lutadores perguntou com entusiasmo, tentando usar aquilo como desculpa para comemorarem. O que, de fato, envolveria o álcool que raramente podiam beber. O castanho, envergonhado, apenas passa uma das mãos contra a nuca.

— Não, não é... assim. — outros murmúrios e piadas sobre como ele estava muito atento as mensagens e respondendo constantemente alguém invade o ambiente. E então, quase como para desmentí-lo ainda mais, a porta da academia se abriu de forma tranquila, seguida de um leve "boa-tarde" direcionado aos presentes no local.

Alto, de ombros largos. Cabelos castanhos perfeitamente penteados, e um óculos que destacava perfeitamente seus olhos do mesmo tom. A roupa social que vestia, assim como o relógio no pulso, definitivamente eram caros para quem quer que os visse, e o sorriso que ele lhes direcionou naquele instante pareceu brilhar, acompanhado dos cafés que trouxera.

— Desculpe importuná-los neste momento, trouxe café. E devido as pouquíssimas calorias que ele tem, não vai atrapalha-los na dieta que seguem. ¿Vão querer um pouco? — talvez fosse um anjo naquele instante, e Dan sequer precisou os apresentar já que, instintivamente, os demais lutadores se adiantaram tirando os suportes de café de suas mãos e distribuindo. Com um sorriso depois da "leve agitação", Hector se volta para Dan com cuidado. — ¿Tudo bem eu te levar para almoçar hoje? — e então, conforme os olhares se voltavam rapidamente para o homem que acabara de entrar, o silêncio pesou rapidamente no ambiente em que estavam.

E quando Dan sorriu com cuidado e seu rosto se tingiu levemente de vermelho, a resposta veio tão clara quanto um soco na cara de quem via:

Não era uma "namorada", e sim, "um namorado".

— ¿O Doc é gay? — um dos lutadores sussurrou observando como os dois homens perdidos na própria conversa, simplesmente pareciam ter esquecido de suas presenças no local.

— Não sei. — Batata devolveu. — ¿Mas como eles chegaram a se conhecer? Duvido que o Doc tenha vida social além daqui?

— Ei, ¿Jaekyung? — o lutador que encarava a cena cético, rapidamente se volta para quem o chamou. — ¿Aquele é o namorado do Doc? — Jae estrala a língua.

— ¿E porque diabos eu saberia?

— ¿Não é você que mora com ele? — o treinador perguntou, suspirando quando não obteve nada mais do que o olhar pesado do seu campeão sobre ele. — Ok, ok! ¿Senhor Dan?

— ¿Sim? — o fisioterapeuta chama voltando-se para o treinador, tentando ignorar o constrangimento de ter todos os pares de olhos naquele instante voltados para ele.

— Pode tirar o restante da tarde de folga, ¿que tal? — ele sorri largamente para o visitante. — Agradecemos por sua visita e o café, assim que, como recompensa, o Doutor fica na sua responsabilidade pelas próximas horas ¿Sim? — Dan iria questionar, mas então, Y/N apenas sorriu agradecendo, antes de, repentinamente, passar o seu braço sobre os ombros do menor e puxá-lo junto a ele, envergonhando-o ainda mais quando, para se apoiar, Dan teve que praticamente abraçar o quadril do mais velho com um dos braços.

— Certo. E quando eu voltar, prometo trazer cerveja, ¿o que acham? — e com tais palavras, a euforia tomou os lutadores do local que quase pediam para Hector retornar mais vezes. Teriam bebidas grátis aquela noite, todos estavam alegres pelo convite repentino.

Bom... pelo menos a maioria deles.

*

O almoço havia sido absurdamente tranquilo entre os dois homens, tranquilo até demais para Dan que, definitivamente depois de muito tempo, sorria e ria com facilidade. Hector o havia levado em um dos melhores restaurantes do centro da cidade, e mesmo que o lugar fosse definitivamente para gente 'cara', em nenhum momento o fisioterapeuta se sentiu deslocado, não com o mais velho ao seu lado.

E depois do almoço, o Diretor o levou para caminharem um pouco pelo parque, com direito a sorvete e um brinquedo de pelúcia, era praticamente um encontro. E por vezes, o olhar castanho do maior fixando sobre ele com maior intensidade, apenas lhe fazia acreditar mais nisso. Seu coração aos poucos, acelerando-se sempre que suas mãos se rolavam quando caminhavam juntos.

Foi a primeira vez que Dan realmente fez questão de levar alguém até a sua vó, e com isso, a maneira em que perdia, cada vez mais, a sensação sufocante que vezes ou outra, o levava novamente até Jaekyung. O fisioterapeuta havia retomado o seu estágio, finalmente ele abria as asas que sempre lhe pertenceram, e agora, poderia verdadeiramente digno do orgulho que sua vó sempre lhe direcionara enquanto, pela quinta vez na noite, seus olhos castanhos agora, voltavam-se para o mais velho sentado em sua frente.

No bar que os lutadores sempre iam, outra vez estava lotado a medida que eles estavam acomodados em uma das mesas separadas para eles. Risos, conversas e brincadeiras invadiam o local sempre que, mais uma vez, os copos eram preenchidos com laços e cerveja. Hector pagaria tudo como prometera, embora, sentado na frente de Kim Dan, apenas bebia silenciosamente sua bebida.

Mesmo que nenhum pouco alheio a intensidade que, vezes ou outra, seu subordinado lhe lançava.

A tensão entre ambos era palpável, qualquer um presente na mesa sentia e sabia disso, os olhares curiosos dos lutadores em momento algum deixando de lado os adultos que, claramente, em breve estariam fazendo muito mais do que tentarem observarem um ao outro.

Batata solta uma risadinha quando um companheiro ao seu lado sussurra que apostava 10 reais que, definitivamente, Hector diria que levaria Dan em casa quando este oferecesse. Aposta ao qual rapidamente tomou a mesa, dobrando vezes ou outra enquanto, alheios a tudo, Jaekyung também observava o "casal" em silêncio.

E então, quando Dan disse que era melhor ir embora e Hevtor rapidamente se levantou oferecendo para levá-lo em casa e rapidamente tratou de acompanhá-lo, a mesa ficou em silêncio observando ambos se afastarem depois do mais velho pagar a conta.

Antes de, simplesmente, explodirem em uma risada alta enquanto o dinheiro começava a ser entregue para um ou outro entre resmungos e murmúrios de comemoração.

E ao mesmo tempo em que estranhamente irritado Jaekyung tratava de ir para casa em meio a comentários dizendo que naquela noite ele "dormiria" sozinho — já que Dan havia arrumado outro lugar com ao qual passaria a noite —, Hector silenciosamente dirigia pelas avenidas. Seus olhos castanhos, vezes ou outra, recaindo sobre o menor sentado no banco de passageiro ao seu lado.

O cirurgião engole em seco. Ele não estava bêbado, e sabia que Dan não havia bebido o suficiente para está-lo.

— ¿Park? — o fisioterapeuta chama tão rápido quanto Hector para o carro próximo a uma ponte, sorrindo suavemente para o menor enquanto tratava de sair do mesmo.

— Venha. Caminhe um pouco comigo, ¿Sim? — e então, Dan o segue, saindo do carro e se direcionando casualmente para o lado do mais velho que, parado próximo a borda da ponte completamente vazia naquele horário, apenas observava o vento frio, e o barulho das águas se movendo abaixo de seus pés.

Hector então se vira em sua direção, sorrindo soce a medida que as bochechas do fisioterapeuta se avermelhavam enquanto ele lhe estendia a mão. Foi instintivo de Dan, naquele instante, entrelaçar seus dedos na palma que o outro lhe estendia, degustando do calor da sua pele contra a dele.

E Hector, em um ato ousado, apenas puxa o menor levemente em sua direção, abraçando seus ombros e deixando um beijo contra seus cabelos castanhos. Sua outra mão, suavemente, deslizando-se para um dos lados de seu rosto, olhando-o com doçura antes de fitar seus olhos com carinho.

— Eu gosto de você, doutor Dan. — disse sem rodeios, fazendo agora, o fisioterapeuta engolir em seco enquanto sua face, outra vez, tingia-se de vermelho. — E gostaria de, formalmente, pedir que você saia comigo se assim desejar. — Hector quase sussurrou, acariciando a face do menor que de par em par, arregalava os olhos.

— Eu... — Dan tenta iniciar, piscando algumas vezes a medida que as palavras "eu também quero sair com você" quase escorregaram de sua boca. A euforia abaixando enquanto sua face se contorcia em confusão, e ele se lembrava do acordo que tinha com Jaekyung. E percebendo o incômodo do menor em sua frente, Hector apenas respira fundo, antes de sorrir forçadamente e se afastar aos poucos do castanho em sua frente.

— Tudo bem, não quero força-lo e tampouco obrigá-lo a gostar de mim, ou sentir receio em me rejeitar por conta de estarmos trabalhando no mesmo lugar. — a voz rotineira do Diretor estava de volta, do mesmo modo que, sutilmente, ele traçava uma linha entre ambos. As palavras agora, escapando de Dan tão rápido quanto o sentimento que passou a percegui-lo aquela semana.

Hector não era Jaekyung. E Hector havia se declarado naquele instante. Daquela vez, se falasse, Dan não seria rejeitado porque, de fato, o homem em sua frente parecia gostar dele na mesma intensidade que Dan aprendera a fazer.

— Eu gosto de você. — os olhos do fisioterapeuta se encontram com os do cirurgião em sua frente, sua boca tão seca, quanto a velocidade em que batia seu coração. — Eu... também gosto de você. — sussurra envergonhado, observando a maneira em que agora, era a vez da face de Hector se tingir de vermelho enquanto um sorriso inundava seus lábios, e ele o puxava para seus braços.

Confortável, como Dan imaginava ser. Seu rosto enterradk contra o pescoço do mais velho enquanto Hector fazia o mesmo em ele, as mãos do menor agarrando-se a camisa branca do outro conforme sentia como seus corações palpitavam eufóricos e confusos contra o peito do outro.

E então, sentindo como sua garganta trancava e seus olhos ardiam, pela primeira vez depois de muito tempo, Kim Dan sentia-se livre das amarras que, um dia, a si mesmo lhe impôs.

E quando sorrateiramente os lábios de Hector encontraram-se com os seus em um beijo sutil, doce e leve, o mais novo não pode fazer outra coisa, senão, rodear os seus ombros e puxá-lo levemente para mais perto.

Pela primeira vez, desfrutando do sabor de um beijo de verdade...