Instinto Selvagem (KTH ff)

Resumo

— Não deveríamos estar fazendo isso, a mamãe está em casa, agora... — Eu sei, mas você quer que eu pare, Asher? — Não!! Envolvida com seu padrasto!! Não é interessante?

Status
Completo
Capítulos
71
Classificação
4.8 5 avaliações
Classificação Etária
18+

Prologue

Asher







— Então, quem vai me buscar desta vez? — perguntei à minha mãe enquanto ia pegar minha bagagem.





— Jin, o mordomo de Taehyung — disse ela, minha mãe, suavemente do outro lado da linha.




— Ok, estarei esperando.





— Escute aqui, querida. Ele estará segurando uma placa com o seu nome, então não o perca de vista. Preste atenção. — Ela falou antes de desligar. Apenas olhei em volta e balancei a cabeça.





Peguei minha bagagem na esteira antes de sair. Quando avistei o homem elegante vestido de preto, segurando uma placa escrito "Miss Marlin", apressei o passo em direção a ele.





— Olá, eu sou Jin — ele fez uma leve reverência. — Vou levá-la até a propriedade do Sr. Kim. — Ele pegou minha mala. — Tudo bem, eu mesma posso carregar — tentei pegar dele, mas ele balançou a cabeça negando.




— Não é educado que um cavalheiro deixe uma dama carregar malas tão pesadas. — Sorri sem jeito com o comentário dele. Saímos do aeroporto e ele me levou até uma limusine branca. Ele abriu a porta para mim e eu me sentei confortavelmente.




— Quanto tempo vai levar para chegar à minha casa? — perguntei.






— Cerca de quinze minutos. Há algum problema, Miss Marlin? — ele perguntou em um tom preocupado.






— Não! Não! Eu só preciso usar o banheiro — ri. — Não aguento esperar alguns minutos. — Ele balançou a cabeça em concordância.






Assim que a limusine saiu, peguei meu celular e fiquei rolando a tela. Nem percebi que tínhamos chegado até o Sr. Jin abrir a porta do carro.





— Chegamos. — Saí e olhei para a mansão à minha frente. É muito bonita. Jin pegou minhas malas e eu o segui. Eu olhava para tudo maravilhada, até que,





— Asher! — Minha mãe me chama. Sigo o som doce da voz dela e a encontro na cozinha; ela me deu um tchauzinho pela janela da cozinha.





— Mãe! — Corri para dentro rapidamente e a abracei com força. — Senti tanto a sua falta! — Ela beijou minha testa. — Eu também — beijei suas duas bochechas. — Mãe! Você está ainda mais bonita — sorri radiante para ela.





— Tal mãe, tal filha — ela me elogiou e nós duas caímos na risada. Ela me guiou até a sala de estar. Pulei no sofá, que era macio como pelo de animal.









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