PRÓLOGO
"Marido... marido, vai mais devagar, por favor."
Uma voz sofrida, como a de um gato, soluçava em seu pescoço, como se ele pudesse matá-la a qualquer momento.
Ele reprimiu a raiva e deu tapinhas gentis nas costas dela. Sua mão abaixo acariciava o clitóris pequeno e sensível, enquanto seu dedo indicador o esfregava para lá e para cá.
Seu corpo estava inchado e dolorido; ele abriu a boca e mordeu a orelha dela para avisar: "Você sabe que não tenho muita paciência. Anda logo, bebê, ou eu vou enfiar de vez."
Ela estava com lágrimas nos olhos, os cabelos caindo sobre os ombros. Ela parecia tão doce e delicada que ele não conseguia ter coragem de continuar.
"Amor, hum, pode ir mais devagar? Dói aí embaixo."
Impaciente, ele segurou seu pau e empurrou para dentro ao sentir que ela estava úmida.
"Ah... ah! Devagar, vai devagar!" Ela estava apavorada logo após a entrada da glande.
Ele sussurrou em seu ouvido: "Onde dói?"
Ele mordeu o lábio inferior e se recusou a dizer qualquer palavra vergonhosa.
O demônio empurrou mais cinco centímetros como castigo.
"Ah!"
"Estou perguntando, onde dói?"
"Oh, minha vagina, meu buraquinho, minha boceta dói."
Ao ouvir aquilo, ela ouviu uma risada grave e magnética vindo da garganta dele.
"Minha querida, você é tão fofa. Essa é a sua boceta. Só uma boceta tão sexy como a sua consegue me seduzir a entrar."
Ela não queria ouvir essas palavras. Ela abraçou o pescoço dele com força e se inclinou contra ele.
"Ai, dói, está doendo!"
"Então aguenta!"
Ele não aguentava mais, então controlou a cintura dela para impedi-la de se debater e pressionou com força.
"Ah!"
Ela gritou de dor e sacudiu as pernas desesperadamente, tentando se levantar e fugir daquela lâmina afiada que lhe causava tanta agonia.
'Pá!'
Sua bunda levou um tapa, e uma voz desagradável avisou: "Se você se mexer de novo, eu vou te foder até morrer! Finalmente consegui entrar, e você quer tirar para entrar de novo?"
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Na primeira noite em que perdeu a virgindade, ela também caiu em uma armadilha planejada pelo próprio Lorde da Máfia.
"Por favor, por favor, me deixe ir," ela desatou a chorar e sacudiu a mão grande dele.
Ele estendeu a mão e enxugou as lágrimas no rosto dela.
"Ninguém ousa me desobedecer. Não vou deixar você ir. Você só pode ficar comigo." O homem olhou para ela com ternura, mas suas palavras a levaram ao desespero.
"E..." Ele esticou seus braços longos e a envolveu. Sua palma desceu e tocou a vagina que ele acabara de foder impiedosamente. Ela congelou de medo.
"Eu tirei sua virgindade, você é minha mulher agora. Para onde mais você quer ir?"
Ela se esquivou da mão do homem.
"Me solta... Por quê? Por que você está fazendo isso comigo?!..."
"Ha." Ela foi interrompida pelo deboche dele antes que pudesse terminar. "Porque eu preciso de você. Eu só quero que você fique ao meu lado para sempre."
Um plano de caça de longo prazo traçado pelo próprio Diabo. Ele nunca se importou com regras ou moral quando se tratava de arrancá-la do mundo e prendê-la em seu próprio universo, em uma ilusão que ele chamava de amor.
Ela caiu em seus braços, mas e o coração dela? É claro que ele vai conseguir também. Ele era tão bom em arquitetar histórias de amor que ela jamais duvidaria dele. Droga, às vezes nem ele mesmo sabe quais são suas verdadeiras intenções com ela.
Ele a resgatou do inferno e, em seguida, a tomou para si de forma insana.
Todas as noites, ele se torna aquele que sussurra em seu travesseiro.
Ele a abraçava com força com suas mãos ensanguentadas, como se quisesse misturá-la aos seus próprios ossos e sangue.
Possessividade insana e afeto terno.
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AVISO: FIQUE CIENTE DE QUE MINHAS HISTÓRIAS SÃO TODAS MUITO SOMBRIAS.
CONTEÚDO SEXUAL
CENAS DE EXPLORAÇÃO
LINGUAGEM FORTE
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LEIA POR SUA PRÓPRIA CONTA E RISCO...
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