ENSLAVED BY THE BILLIONAIRE I
Sophie estava sentada no colo de Alexander, seu corpo esguio pressionado contra o peito largo dele, enquanto ele a alimentava com uvas e frutas silvestres usando os dedos.
Alexander Kentucky era um homem estranho, mas não a tratara com nada além de gentileza desde que a comprara. Sua mão na cintura dela era firme, porém gentil, um lembrete silencioso de sua dominância. Ela permanecia imóvel, com os olhos baixos, esperando por cada comando dele.
“Abra”, ele murmurou, sua voz grave fazendo um arrepio percorrer a espinha dela.
Ela entreabriu os lábios, e ele colocou uma uva gordinha entre eles, os dedos roçando sua língua.
“Coma.”
Ela chupou a fruta delicadamente, seus lábios se fechando ao redor das pontas dos dedos dele conforme ele os retirava. Ele repetiu o movimento com uma fruta silvestre, observando-a intensamente. “Garota boazinha”, ele elogiou, sua respiração quente contra o ouvido dela.
Ele manteve os dedos diante do rosto dela quando a última fruta acabou.
“Limpe-os”, ordenou ele. Sophie inclinou-se para frente, sua língua percorrendo o comprimento dos dedos dele, saboreando a doçura do suco.
Alexander a observava com sua expressão estoica habitual, exceto pelo olhar quente e intenso em seus olhos. Sua mão livre apertou-se ao redor da cintura dela.
“Que garota tão boazinha”, ele disse calmamente, e Sophie sentiu-se radiante.
Sem aviso, ele enfiou os dedos na boca dela, empurrando-os profundamente, imitando o movimento de um cock. Sophie gemeu baixinho, suas mãos agarrando as coxas dele enquanto ele fodia a boca dela com os dedos.
“Você quer o meu cock, Sophie?”, ele perguntou, seu tom carregado de um desejo sombrio.
Ela assentiu, com os olhos arregalados e suplicantes, mas permaneceu em silêncio, sabendo que não tinha permissão para falar.
Alexander cantarolou, puxando os dedos para fora. “Você terá logo”, prometeu. “Mas primeiro, você vai se preparar para mim. Você tem uma hora. Tome um banho e ajoelhe-se perto da porta. Quero você pronta quando eu terminar minha ligação.”
O coração de Sophie disparou enquanto ela escorregava do colo dele, surpresa por conseguir caminhar com a pulsação entre as pernas. Ela baixou a cabeça levemente, reconhecendo a ordem dele, e virou-se para sair do quarto. Enquanto ela se afastava, sentiu os olhos dele nela, o que a deixou ao mesmo tempo empolgada e intimidada.
O banho foi rápido. Ela se secou, a pele formigando de expectativa, e ajoelhou-se nua diante da porta.
Alexander voltou exatamente uma hora depois, seus passos ecoando no corredor. O coração de Sophie batia forte no peito ao ouvir a porta abrir. Ele estava diante dela, sua figura alta projetando uma sombra sobre ela. Seus olhos escanearam o corpo dela, observando cada detalhe.
Como uma sub poderia ser tão perfeita? Ele nunca tinha conhecido alguém como Sophie. Alguém tão obediente. Seu cock pulsou de necessidade.
“Garota boazinha”, ele elogiou, a voz densa de aprovação. Ele se agachou diante dela, os dedos prendendo o queixo dela, forçando-a a encontrar seu olhar. “Você foi muito obediente. Agora, é hora da sua recompensa.”
Ele se levantou bruscamente, puxando-a para ficar de pé. Suas mãos percorriam o corpo dela, traçando seus seios, a curva da cintura, o volume dos quadris. Sophie estremeceu sob o toque dele, seu corpo ansiando por ele. Ele a empurrou em direção à cama, com um aperto firme no pulso dela.
“De quatro”, disse ele.
Sophie obedeceu, as palmas das mãos pressionadas contra o colchão, com a bunda empinada de forma convidativa.
Alexander aproximou-se. Ele passou a mão ao longo da coluna dela, enviando faíscas pelo corpo dela, antes de desferir um tapa forte na bunda dela.
“Isto é meu”, declarou ele, com a voz firme. “Cada centímetro de você pertence a mim.”
Ela assentiu, querendo falar, mas ele ainda não tinha lhe dado permissão.
Ele repetiu o movimento, sua mão atingindo a bunda dela, deixando a pele dela corada e quente. Sophie gemeu, tremendo, sua pussy pulsando de necessidade. Os dedos dele estavam tão perto, mas ainda tão longe de sua cunt.
“Por favor, Senhor”, ela sussurrou, sua voz quebrando o silêncio que mantivera a noite toda.
Alexander parou, sua mão pairando no ar. “O que você disse?”, perguntou ele, seu tom perigoso.
“Por favor, Senhor”, ela disse, quase num sussurro. “Eu preciso de você.”
Os lábios de Alexander se curvaram. “Já implorando? Quão desesperada você está, Sophie?”
“Muito desesperada, Senhor”, ela admitiu, as bochechas coradas de vergonha. “Eu preciso do seu cock. Por favor.”
Ela tinha sido boazinha, ele decidiu. Ela merecia o cock dele.
Ela sentiu a ponta da ereção dele pressionar contra sua bunda, grossa e insistente.
“Então aceite”, ele murmurou, inclinando-se para frente para beijá-la atrás da orelha.
Sophie alcançou as costas, seus dedos envolvendo o membro dele, guiando-o até a entrada dela.
Ele investiu para frente, enterrando-se dentro dela em um movimento suave. Ela gritou, seu corpo se fechando ao redor dele, a cabeça caindo para frente conforme ele começava a se mover.
Suas estocadas eram profundas e implacáveis, suas mãos agarrando os quadris dela com força excessiva. Sophie gemia, seu corpo movendo-se com o dele, sua pussy contraindo-se ao redor do membro grosso dele a cada movimento. Ele se inclinou sobre ela, os lábios roçando seu ouvido, a respiração ofegante.
“Você está tão apertada”, ele gemeu. “Tão fucking perfeita.”
Ele saiu abruptamente, virando-a de costas. Sophie ofegou quando ele se debruçou sobre ela, seus olhos escuros e sexy. Ele afastou as coxas dela, segurou seus joelhos e abriu-a completamente.
Ela sentia-se exposta, vulnerável e inteiramente dele.
“Agora, vou lhe mostrar o quanto você me pertence”, ele sussurrou, sua voz uma promessa.
Ele baixou a cabeça, os lábios roçando a parte interna da coxa dela, sua respiração provocando a carne sensível dela. Sophie gemeu enquanto ele beijava o caminho até chegar mais perto, sua língua desenhando padrões na pele dela. Suas mãos se enroscaram nos lençóis, seu corpo arqueando-se fora da cama quando ele finalmente alcançou seu destino.
Sua doce pussy rosada.
Sua língua mergulhou na pussy dela, seus lábios sugando suavemente, seus dedos pressionando as coxas dela para mantê-la aberta. Ele lambia-a ansiosamente, sua língua movendo-se contra o clitóris dela, seus dedos deslizando para dentro dela, alongando-a, preenchendo-a.
“Oh, meu Deus, Senhor”, ela gemeu, a voz desesperada. “Por favor, não pare.”
Alexander também não tinha planos de parar. Ela tinha um gosto delicioso. Tão fucking delicioso. Isso era uma loucura.
Sua boca trabalhava incansavelmente, sua língua e dedos levando-a cada vez mais perto do limite.
O corpo de Sophie tensionou-se, sua respiração vindo em suspiros curtos conforme seu orgasmo se aproximava. Ela estava no limite quando ele se afastou, seus lábios roçando o clitóris dela mais uma vez.
“Ainda não”, ele murmurou, a voz um comando.
Sophie choramingou, seu corpo doendo de desejo.
Ele se inclinou sobre ela, seus lábios capturando os dela em um beijo feroz, o gosto dele misturando-se ao dela. E então, ele foi embora.