Lust and Other Truths

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Resumo

Uma série de diferentes histórias curtas e sensuais, repletas de conteúdo para ampliar seu amor pelo prazer. Para aqueles que desejam se entregar a fantasias e aventuras secretas, que querem transformar seus prazeres em realidade e libertar seus desejos mais íntimos, isto é para vocês. Aproveite do seu jeito, no seu próprio ritmo. Confie na jornada e torne-a exclusivamente sua.

Status
Completo
Capítulos
34
Classificação
5.0 2 avaliações
Classificação Etária
18+

NEXT DOOR

De alguma forma, Ehi tinha começado a odiar seu marido. Cada detalhe nele dava nos nervos dela. O cheiro dele, a aparência dele, e o jeito que ele sorria como um idiota sempre que bebia cerveja. Até a palavra "amor" saindo da boca dele fazia o estômago dela embrulhar. Seu ronco incessante à noite era o suficiente para dar vontade de sufocá-lo com um travesseiro. Após cinco anos de casamento, ele tinha se tornado uma irritação ambulante. Uma casca sem vida que a lembrava de alguém tirado de The Walking Dead.

Havia momentos em que ele ia para o trabalho e ela podia se entregar a uma vingança mesquinha. Isso lhe trazia uma satisfação doentia. Ela pegava a escova de dentes dele e mergulhava no vaso sanitário. Então, esfregava por todas as bordas, por dentro e por fora. Ela deixava a escova lá por um tempo antes de enxaguá-la apenas o suficiente. Seus lábios se curvavam em um sorriso vingativo. Mais tarde, ela a entregava a ele com um tom doce. — Não esqueça de escovar os dentes, querido. — Então, esperava o "Tá bom" distraído dele ecoar de volta. Era errado, ela sabia disso. Mas ele trazia à tona o pior dela.

A pergunta inevitável ecoava em sua mente. Por que ela tinha se casado com ele? A resposta era sempre a mesma. Ela tinha 18 anos, era jovem, tola e estava grávida. O que ela tinha confundido com amor não passava de uma ilusão. Quando ela sofreu o aborto espontâneo, o estrago já estava feito. Por anos, ela se apegou à ideia de que o amor podia consertar tudo. Mas a realidade havia destruído essa fantasia. Ela estava presa.

Então, Jacob Warner se mudou para a casa ao lado. Jacob era tudo que o marido dela não era. Um ruivo com um corpo magro e musculoso que parecia esculpido pelos deuses. Ele era recém-divorciado, não tinha filhos e costumava cortar a grama sem camisa toda sexta-feira à tarde. Ele tinha sardas espalhadas pelo peito e pelos braços. O jeito que seus músculos se contraíam sob o sol fazia o pulso dela acelerar. Para ela, ele parecia o Michael Fassbender. Era um sonho em forma de gente, e era impossível não desejá-lo. As sextas-feiras se tornaram as suas favoritas. Enquanto o marido dela estava em outro lugar, Jacob empurrava o cortador de grama pelo quintal. O suor escorria pelo seu abdômen brilhante. Ela o observava pelas frestas da persiana. Seu corpo se incendiava com uma fome que ela não sentia há anos.

Seus pensamentos foram consumidos por ele. Fantasias tomavam conta de suas noites enquanto ela jazia inquieta na cama, com o marido roncando ao seu lado. Ela queria saber tudo sobre Jacob. O som da risada dele, o cheiro dele após o banho, e o gosto de seus lábios depois de uma bebida. Ela imaginava as mãos dele, ásperas mas gentis, correndo pela sua pele. Elas traçavam linhas de fogo por onde tocavam. Seu corpo doía de vontade dele. Seu casamento era um deserto. Eles não se tocavam há meses. As noites que ela passava se masturbando estavam se tornando uma rotina chata e frustrante. Ela ansiava pelo calor do corpo de outra pessoa. Queria a intensidade de ser desejada, de ser tomada sem restrições. Jacob personificava tudo o que ela mais queria.

O bairro isolado ficava escondido entre florestas e montanhas. Era o tipo de lugar onde você podia se perder na serenidade da natureza. Ficava longe de olhares julgadores. O quintal se estendia sem fim em uma mata densa, sem vizinhos à vista. Havia apenas árvores que sussurravam segredos ao vento e os picos rochosos que eram testemunhas silenciosas de tudo. A casa dela ficava ao lado da de Jacob. Eram separadas apenas por uma faixa de grama verde e uma vista compartilhada da selva. O lar dele era simples, mas impressionante. Tinha janelas de vidro largas que refletiam o céu do crepúsculo.

Então, um dia, o céu esfriou e o vento trouxe a chuva. Sem pensar, ela pegou a primeira camisa que encontrou, vestiu sobre os seios nus e saiu de casa descalça. Ela atravessou o quintal em silêncio. Seus pés afundavam na grama fresca.

Quando chegou à porta de Jacob, ela hesitou por um momento. Seu pulso martelava nos ouvidos enquanto ela levantava a mão para bater. Seus nós dos dedos nem tinham tocado a madeira quando a porta se escancarou. Lá estava ele, parado na entrada. Seu peito estava nu, e seus intensos olhos castanhos se cravaram nos dela.

Em um movimento rápido, ele a agarrou pela cintura e a puxou para dentro. Seus lábios se chocaram contra os dela com uma fome que a deixou ofegante. O beijo dele era áspero e desesperado. Era tudo o que ela ansiava. Ela se derreteu nele. Seus dedos encontraram os ombros dele enquanto ele a empurrava contra o vidro frio da janela. As mãos dele percorriam o corpo dela com uma necessidade crua. Ele puxou a camisa grande que ela usava até cair no chão, deixando-a nua diante dele. O ar frio enrijeceu os mamilos dela. O jeito que os olhos dele escureceram ao percorrerem seu corpo a fez estremecer de tesão.

— Preciso das suas pernas ao redor de mim — ele murmurou. Sua voz era baixa e autoritária. Ela obedeceu sem hesitar, envolvendo as pernas firmemente ao redor da cintura dele. As mãos dele agarraram as coxas dela com firmeza. Ele a segurou no lugar enquanto a prensava ainda mais forte contra o vidro. Ela podia sentir o pau duro dele pressionando contra a sua buceta nua. Ela estava sem calcinha.

Jacob não era de falar muito, e ela adorava isso nele. Ele não perdia tempo com palavras. Suas atitudes diziam mais do que o suficiente. Seus lábios deixaram os dela, traçando um caminho pelo pescoço. Ele chupava e mordiscava enquanto suas mãos se moviam para segurá-la com mais firmeza. As marcas que ele deixaria estariam lá amanhã, e ela não se importava. Ele a afastou da janela, carregando-a sem esforço até o sofá. As almofadas macias encontraram as costas dela enquanto ele pairava por cima. Os lábios dele encontraram os dela novamente, em um emaranhado de calor e desespero. As mãos dele exploravam cada centímetro da pele dela. Ela sentia como se estivesse se afogando nele, e não queria voltar à superfície para respirar. Cada beijo e cada toque a faziam mergulhar mais fundo em um mundo onde nada mais importava. A queimação do desejo a consumia, e ela aceitou isso de braços abertos. Seu corpo se arqueava debaixo do dele. Ela nunca tinha se sentido tão viva e tão selvagem. Ela não dava a mínima para as consequências. Tudo o que ela queria era o Jacob.

A voz de Jacob soou grave no ar frio que a envolvia, enquanto ele se inclinava para perto. — Suas mãos. O coração dela disparou com a autoridade no tom dele. Por um momento, ela hesitou, incerta das intenções dele. Mas o peso do olhar dele não deixou espaço para dúvidas. Lentamente e por instinto, ela ergueu as mãos trêmulas. Um sorriso leve surgiu nos lábios carnudos dele enquanto ele desabotoava o cinto. O couro se soltou com um movimento deliberado e calculado. As mãos dele se moveram com facilidade e prática. Ele amarrou os pulsos dela juntos, e o couro frio ficou firme contra a pele quente dela. Seu corpo a traiu, respondendo com uma mistura de antecipação e entrega. Seus pensamentos se nublaram com um desejo que superou a razão.

— Sente-se — ele ordenou. Ela obedeceu sem questionar. Era como se sua buceta falasse por ela. Ela se moveu. Ele recuou por um momento. Ele a estudava como um artista admirando uma obra-prima. Os olhos dele percorreram o corpo dela, escuros de fome. Ele devorava cada centímetro dela. — Pernas bem abertas — ele comandou. Foi mais suave desta vez, mas não menos autoritário. Ela afastou as coxas devagar. Os músculos de suas pernas se esticaram enquanto ela se expunha totalmente para ele. O ar frio roçou contra sua buceta encharcada. Isso a fez tremer com uma combinação de vulnerabilidade e necessidade. O jeito que ele a olhava, intenso e implacável, fez o coração dela bater ainda mais forte. Seu corpo tremia sob o peso do olhar dele.

Ajoelhando-se diante dela, o foco de Jacob se estreitou. Seus lábios se curvaram em um sorriso perverso enquanto seus olhos se fixavam no lugar onde o desejo dela ardia mais forte. Com um toque gentil, mas firme, os dedos dele a abriram. Ele expôs cada centímetro sensível e latejante. Ela prendeu a respiração. Seu corpo inteiro ficou tenso de vontade enquanto ele se demorava, saboreando a visão dela. Com a primeira lambida dele, ela gritou. Ele abocanhou o clitóris dela, chupando mais forte do que ela esperava. A sensação foi tão intensa que a deixou sem fôlego. A língua dele brincou e girou, provocando seu botão inchado. Então, ele chupou de novo, mais forte e mais fundo, arrancando um gemido gutural dos lábios dela. Seu corpo tremeu debaixo dele. Sua respiração vinha em rajadas irregulares enquanto a boca dele trabalhava nela com uma ferocidade que a deixou tonta. Ele não cedeu. Sua língua traçava círculos lentos e torturantes, construindo o prazer dela. Ele a levava ainda mais alto com cada chupada perversa. Ela se debatia debaixo dele. Suas costas se arqueavam enquanto a tensão aumentava em seu íntimo, pressionando seu centro com mais força contra a boca faminta dele. Suas mãos amarradas se torciam sem poder fazer nada enquanto ela ofegava e gemia. A intensidade do toque dele a deixou completamente acabada. Os sons da boca dele nela eram obscenos, molhados e sem vergonha. Cada lambida e chupada a puxava para mais perto do limite. Ela se sentiu pulsando contra a língua dele. Seu tesão aumentava com cada movimento, com cada pressão dos lábios dele.

As mãos de Jacob agarraram as coxas dela com força. Ele a manteve firme enquanto aumentava o ritmo. Sua língua se movia mais rápido e sua boca chupava mais forte. Os gritos dela encheram o quarto, crus e sem controle. Seu corpo tremia incontrolavelmente debaixo dele.

— Porra, porra, porra, Jacob — ela ofegou. Todos os nervos dela estavam em chamas enquanto ele a empurrava para mais perto do precipício. — Sim, sim, sim! Ai meu Deus, sim! Porra, porra, eu vou gozar, Jacob, porraaaaaa!

Sua voz falhou quando o orgasmo rasgou através dela. Seu corpo saltava contra ele. Ela tentou fechar as pernas contra o rosto dele, pois as sensações esmagadoras eram demais para ela. Mas Jacob não recuou. A língua dele continuou o ataque. Ele lambia o clitóris dela com uma precisão que a fez perder a cabeça de novo. Bem quando ela achou que não aguentava mais, seu corpo ficou tenso. Ele a empurrou além do limite mais uma vez. A boca dele a levou a outro clímax cegante. Seus gritos se transformaram em ofegos confusos enquanto suas pernas tremiam com violência.

— Para, meu Deus, para, eu não aguento — ela choramingou. Seu corpo estava exausto, mas Jacob não parou. A boca dele era como mágica, arrastando-a para outro pico. Até que, bem quando ela balançava na beira do abismo, ele se afastou de repente. Os olhos dela se arregalaram. A frustração ferveu. — O quê? O que está acontecendo? Por que você parou? Eu estava quase gozando! — ela esbravejou. Sua voz estava cheia de uma mistura de raiva e desespero.

— Mas você disse para parar. — Jacob apenas riu.

— Eu estava só... — Os lábios dele brilhavam com o prazer dela. Ignorando-a, ele se abaixou e a beijou com força. A língua dele mergulhou na boca dela, deixando-a sentir o próprio gosto nele. O ato foi possessivo e dominador.

Sem dizer uma palavra, ele a ergueu em seus braços sem esforço. O aperto dele era firme. Sua pegada era possessiva enquanto ele a carregava pela casa. Ela nunca tinha entrado lá antes. Ao vislumbrar o design elegante e moderno, ela se arrependeu de não ter dado esse passo antes. Ele a deitou na cama, cercada por paredes de vidro. Elas refletiam seus corpos quentes na meia-luz. As mãos dele desceram pela pele dela, lentas e provocantes. Elas incendiaram cada nervo enquanto a boca dele tomava a dela de novo. Ela gemeu durante o beijo. Seu corpo se arqueou em direção ao dele, desesperado por mais. Seus dedos roçaram nos seios dela, provocando os mamilos duros. Depois, deslizaram pelo estômago dela e pararam logo acima de sua buceta latejante. Sua voz soou áspera e contida quando ele sussurrou: — Preciso que você cavalgue em mim. O corpo dela respondeu na hora. Uma onda de tesão tomou conta dela. Ela o empurrou de volta na cama. Ela subiu em cima dele com a confiança alimentada pela vontade de estar no comando. Suas coxas escuras emolduraram os quadris dele enquanto ela montava nele. Seus olhos percorreram o corpo esculpido dele e o jeito que o seu pau estava ereto, grosso e orgulhoso. — Impressionante — ela murmurou com um sorriso contido. Sua voz transbordava de necessidade. Jacob soltou uma risada ofegante. Seus olhos escuros estavam cravados nela.

— Camisinha? — ela perguntou, erguendo uma sobrancelha. — Nas calças — ele respondeu, segurando um gemido contido. Alcançando as calças jogadas dele, ela tirou uma camisinha da carteira. Ela a desenrolou nele com cuidado. Ela voltou para a posição. Suas pernas prendiam os quadris dele enquanto ela se preparava para assumir o controle. As mãos dele seguraram a cintura dela com força enquanto ela descia sobre ele. Ela foi centímetro por centímetro, seu corpo se esticando para acomodá-lo. Fazia muito tempo. O aperto era desconfortável, mas se misturava a um prazer delicioso que a fez arrepiar. — Você é tão gostoso — ela suspirou, com a voz trêmula de desejo. Jacob respondeu com um tapa forte na bunda dela. O ardor a fez engasgar. Isso a instigou. Uma nova onda de calor correu por ela enquanto começava a se mover. Ela começou devagar, rebolando em círculos sensuais. Ela provocava os dois com um atrito maravilhoso. Sua cabeça caiu para trás. Seus gemidos encheram o quarto quando ela encontrou o seu ritmo. Cada movimento era uma mistura de poder e entrega. Jacob gemeu debaixo dela enquanto guiava seus movimentos. As mãos dele apertavam os quadris dela com força. Ela o cavalgou mais rápido. Seu corpo se movia com uma cadência que levou ambos mais perto do limite. O olhar dele não desgrudava dela. Ele devorava o jeito que ela arqueava as costas e rebolava. Ela o levava mais fundo a cada movimento. A lembrança da sugestão brincalhona de uma amiga, soletrando a palavra

"cor" com a buceta, passou pela sua mente, e ela deu um sorriso malicioso. Colocar isso em prática agora parecia estar funcionando. Julgando pelo jeito que Jacob rosnava, enquanto seus dedos provocavam os mamilos dela e davam tapas fortes na sua bunda. Inclinando-se para trás, ela apoiou as mãos nas coxas dele para se equilibrar. Isso deu a ele uma visão limpa do corpo dela. Seus seios balançavam a cada estocada, captando a meia-luz. Os olhos de Jacob ficaram nublados, e sua respiração ficou ofegante e irregular.

— Você fica tão gostosa assim, porra — ele rosnou, e ela sentiu que poderia gozar. A umidade dela o cobria. Escorria pelas coxas dela enquanto ela quicava mais forte. Ela gemeu alto. A sensação dele a esticando e a preenchendo a deixava louca. Cada rebolada trazia uma nova onda de prazer. E ela buscava o alívio que crescia dentro de si.

Sem aviso, Jacob se sentou. Ele envolveu os braços ao redor da cintura dela e a puxou contra o seu peito. Ela ofegou quando a boca dele encontrou seu pescoço, chupando e mordendo. Os quadris dele se moviam em sintonia com os dela. O pau dele ia mais fundo. Suas estocadas eram mais fortes, atingindo o ponto dentro dela que a fazia gritar. Ela passou os braços ao redor do pescoço dele. Ela se agarrou a ele enquanto ele assumia o controle. Seus movimentos bombeavam direto por ela. A tensão dentro dela se apertou. Seu corpo tremia na beira do orgasmo. Mas ele não tinha terminado.

Em um movimento rápido, ele a virou de costas, prendendo-a debaixo de si. Ela mal teve tempo de ofegar antes que ele levantasse as pernas dela. Ele as jogou sobre os ombros dele. A estocada seguinte a atingiu em cheio, forte e profunda. — Porra! — ela gritou. Sua cabeça caiu para trás enquanto o novo ângulo enviava ondas de choque de prazer por ela. O ritmo de Jacob era rápido. As mãos dele agarravam as coxas dela enquanto ele metia nela. As mãos dela arranhavam os lençóis. Sua respiração falhava a cada estocada.

O prazer crescente era avassalador. A sensação do pau dele entrando nela de novo e de novo a lançava rumo a outro clímax. — Por favor, Jacob — ela implorou. — Eu vou... O orgasmo a atingiu em cheio. Ele a rasgou com uma força que a deixou sem ar. As estocadas dele se tornaram mais urgentes. Ele extraía cada tremor residual até que ela estivesse tremendo, com o corpo exausto e maleável debaixo dele.

Virando-a de bruços, ele levantou os quadris dela, colocando-a de quatro. O ar frio beijou a pele quente dela. Mas tudo o que ela conseguia pensar era na necessidade de senti-lo de novo. Ele entrou nela com um movimento rápido, preenchendo-a. Ela gemeu alto e suas costas se arquearam quando ele começou a se mover. Sua rapidez era baixa e intencional no começo. As mãos dele agarraram os quadris dela, puxando-a para trás contra ele. O ângulo atingia seu ponto mais sensível com precisão. Inclinando-se sobre ela, seu peito pressionou contra as costas dela enquanto ele rosnava em seu ouvido: — Você é minha.

As palavras dele enviaram uma nova onda de tesão por ela. Ela empurrou para trás contra ele, pedindo para ele ir mais forte. Jacob obedeceu. Seu ritmo acelerou, suas estocadas ficaram mais fortes e profundas. O som de seus corpos se chocando encheu o quarto. Alcançando a frente, ele encontrou o clitóris dela. Seus dedos se moviam em círculos apertados e rápidos que a empurravam para mais perto do limite.

A combinação do pau dele batendo nela e dos dedos dele trabalhando no seu clitóris era demais. Ela gritou o nome dele quando o orgasmo bateu. Seu corpo tremia com violência debaixo dele. Jacob gemeu fundo. O aperto dele nos quadris dela se fechou enquanto ele dava uma última estocada. Ele se enterrou até as bolas dentro dela e gozou com um rosnado. Eles desabaram juntos. Seus corpos estavam escorregadios de suor e lençóis emaranhados. O jeito que ele a tinha tomado e possuído era uma sensação que ela provavelmente buscaria sem parar.