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Neste OS, Félix tem seios e vagina (Boy pussy e Boy Titts), usando
pronomes femininos dentro da história.
Não estou tentando manchar a imagem do ídolo ao mudar seu gênero, é apenas ficção.
Se não gostar ou se sentir incomodado com esse tipo de história, peço apenas que não deixe
comentários ofensivos ou simplesmente ignore.
Espero que gostem do OS Heterosexual Hyunlix 💗😊
No escritório, um clima tranquilo e aconchegante envolvia um homem alto e jovem, que trabalhava com elegância no computador, entre papéis e documentos importantes. Hwang Hyunjin, um Alfa maduro e bem-sucedido, dedicava-se ao máximo à própria empresa na Coreia.
— Senhor Hwang. — Alguém chamou do lado de fora. — O senhor Bang chegou para a reunião.
— Tudo bem, pode mandar entrar. — Respondeu, sério, sem tirar os olhos da tela, os dedos ainda dançando sobre o teclado.
— Sim, senhor. Com licença. — A moça saiu da sala.
Hyunjin tirou os óculos e os deixou sobre a mesa, enquanto organizava alguns papéis nas gavetas. Até que ouviu uma batida na porta e, sem olhar, disse apenas: — Entre. — Seu amigo entrou, como de costume.
— Desculpe a demora, Hyunjin. — Um Alfa abriu a porta devagar.
— Não se preocupe, Bang. Sei que você tinha coisas para resolver. — O ruivo sorriu, levantou-se da cadeira e contornou a mesa, apoiando-se nela.
— É, tive que buscar minha filha na faculdade. — Virou-se para a porta. — E acabei trazendo ela comigo. Espero que não se importe, Hyunjin.
— Claro que não. Onde ela está? — O ruivo perguntou, curioso.
— Só um segundo. — Bang se aproximou da porta. — Filha, pode entrar, querida. — Chamou a garota, enquanto Hyunjin, ainda curioso, voltou a olhar para a mesa.
Hyunjin ia voltar ao computador quando, de repente, sentiu um formigamento no nariz. Um aroma doce demais invadiu suas narinas, fazendo seu lobo se agitar por dentro. Ergueu os olhos e deu de cara com uma visão doce e exótica. O que viu foi como um anjo caído do céu. Seu lobo enlouqueceu na mesma hora, assim como ele. Só pelo cheiro, já sabia: era uma Omega.
— Hyunjin. — O Alfa ruivo saiu do transe quando seu amigo falou. — Te apresento minha filha, Félix...
Hyunjin se levantou devagar para se aproximar, mas o aroma o estava matando. Perdeu o equilíbrio sem perceber e tropeçou nos próprios pés.
— Ah, Hyunjin? Tá tudo bem? — O Alfa assentiu, mas continuou cambaleando até se firmar na frente da mesa.
Os olhos de Hyunjin começaram a dilatar e ficar vermelhos. O cheiro doce da Omega estava mexendo com ele.
— Tem certeza de que está bem? — Notou que o amigo estava estranho.
— S-sim, estou bem. — Deu um passo à frente. — Prazer, Félix. Sou Hyunjin.
Falou com calma, mas por dentro sabia que não estava nada bem. O aroma da Omega invadiu suas narinas de tão perto que, a qualquer momento, poderia perder o controle. Estendeu a mão, e a garota, com receio, aceitou. No instante em que seus dedos se tocaram, seu lobo saltou de um lado para o outro, abanando o rabo.
Hyunjin olhou diretamente para ela e viu uma imagem perfeita. Seu olhar angelical, delicado. Pequenas sardas espalhadas pelo rosto, olhos que pareciam inocentes demais. Mordeu o lábio ao ver como a pequena Omega se vestia: uma blusa branca de alcinhas, com detalhes de renda, e uma minissaia azul que mal cobria metade das coxas leitosas. Meias altas, que iam dos pés até a metade das coxas.
Tentação pura...
Bang apenas sorriu ao ver a filha estender a mão com
insegurança. Sabia que ela era tímida com desconhecidos,
como seu amigo. Félix só sorriu e se aproximou do pai Alfa.
— Sua filha é uma gracinha. — Hyunjin não tirava os olhos dela. — Você ganhou na loteria por ter uma belezinha dessas.
— Eu sei, minha pequena é tudo pra mim, Hyunjin. É a luz da casa. — O Alfa de cabelos pretos riu e olhou para a filha, que apenas sorriu. — Félix... Querida, se quiser, pode me esperar lá fora.
— Não! — Negou, quase gritando, mas Bangchan o encarou, confuso. — Quer dizer... deixe ela aqui. Não me incomoda que fique. Não é bom que ela fique sozinha lá fora... Você sabe, com os Alfas por aí, podem fazer algo com ela.
— Tem razão. — O Alfa de cabelos pretos assentiu e se sentou, e a garota fez o mesmo.
Agora, o aroma de morango com caramelo estava ainda mais forte. Estava enlouquecendo-o. Uma Omega tão doce o deixava daquele jeito. Olhou para a loira, com seus cachos perfeitos caindo até o queixo.
Durante a hora seguinte, Hyunjin conversou normalmente com Bangchan sobre os negócios da empresa, como sempre faziam.
— Félix, já volto... Pode ficar aqui. — A garota assentiu, chupando uma bala. — Vou buscar umas coisas.
— Tá bom, pai, não se preocupe. — Sorriu e olhou para o Alfa ruivo. — Vou ficar bem com o senhor Hwang. — Bang apenas assentiu e saiu da sala.
Hyunjin estava concentrado no computador quando, de repente, sentiu novamente aquele aroma doce. Mas agora eram feromônios, invadindo suas narinas. Ergueu os olhos e viu a Omega mexendo no celular, lambendo devagar a bala. Sua mente começou a viajar. Ela parecia tão tranquila, mas...
Droga... Esse cheiro está me matando, como se quisesse me hipnotizar.
O Alfa não conseguiu se conter.
— O que você pensa que está fazendo, Omega? — A loira ergueu os olhos, confusa.
— Do que o senhor está falando, senhor Hwang? — Fez um biquinho.
— Não se faça de inocente. — Levantou-se, contornou a mesa e parou na frente dela. — Está usando seu aroma para me atrair.
— N-não! — Negou, baixando os olhos. — Juro, senhor. — O Alfa semicerrou os olhos, ainda sentindo os feromônios, agora ainda mais doces. Então, girou a cadeira com o corpo da garota.
— Diga, o que está insinuando? — Segurou seu queixo levemente, obrigando-a a encará-lo. — Porque não acredito que esteja usando seu aroma só por instinto.
— E-eu... — Não conseguiu continuar quando sentiu o olhar do Alfa sobre ela, seus olhos dourados completamente dilatados. — É só que meu aroma é muito forte e eu... — Tentou falar de novo, mas Hyunjin aproximou o nariz de seu pescoço. A Omega apenas soltou um gritinho com a aproximação do ruivo.
— Espero que não esteja mentindo, Omega. — Começou a percorrer o pescoço dela com os dedos, traçando linhas na pele. — Porque, se estiver me provocando, não vou ter piedade com você. — A Omega se encolheu no lugar ao ouvir aquilo.
Hyunjin apenas sorriu e voltou para sua mesa, sentando-se na cadeira para continuar a observá-la. Até que Bangchan entrou novamente na sala.
— Félix... Querida, precisamos ir, senão vamos nos atrasar para o almoço.
— Tá bom, pai. — Levantou-se e lançou um rápido olhar para o Alfa, que não tirava os olhos dela.
— Lix... Despeça-se de Hyunjin. — A loira assentiu e ergueu a mão em despedida.
— Foi um prazer te conhecer, pequena. — O Alfa ruivo falou, sem desviar o olhar. — Espero te ver de novo algum dia. — Sorriu, e a Omega assentiu, tímida. Viu quando ele se aproximou e, sem esperar, a abraçou. — E quando isso acontecer, não vou te soltar, mesmo que queira fugir de mim... Porque já vai ser tarde demais por ter me provocado com seu aroma. — Sussurrou, fazendo a pele da Omega se arrepiar. Hyunjin se afastou e se endireitou. — Sua filha é uma gracinha, Bang. Não entendo como uma Omega tão linda assim não tem pretendentes.
— Bom, ela tinha, mas minha pequena não é dessas Omegas que se jogam em qualquer Alfa. É uma adolescente inocente.
— Entendo. É uma boa garota... — Sorriu, com ironia.
Não importa o que aconteça, você será minha... pensou o Alfa antes de ver o amigo sair com a filha.
Já haviam se passado alguns dias desde que conhecera a Omega, e ele não conseguia parar de pensar nela, no aroma doce que exalava.
Agora, estava em seu quarto, já de pijama, mexendo no computador para resolver uns assuntos pendentes da empresa. Tomava uma xícara de café americano — afinal, morava sozinho — quando, de repente, o celular tocou.
— Hyunjin! — Alguém falou do outro lado da linha, e era seu amigo.
— O que foi, Bang? Por que está me ligando?
— Preciso de um favor urgente.
— O que aconteceu?
— É que neste fim de semana vou viajar para fora da Coreia a negócios e... — O Alfa já sabia o que vinha pela frente e suspirou. — Preciso que cuide da minha filha... Espero que não se incomode com isso.
Bingo...
Claro que ele ia cuidar.
— Tá bom, Bang, não tem problema nenhum. — Disse, um sorriso malicioso surgindo nos lábios.
— Obrigado, Hyunjin. Você é a única pessoa em quem confio, ainda mais com a minha filha.
— Pode deixar, sua filha vai ficar em boas mãos. — Mordeu o lábio, sabendo que aquela pequena Omega tinha uma dívida com ele. — Vou cuidar muito bem dela. — Tá bom, amanhã à tarde passo na sua casa para deixá-la com as coisas dela.
— Ok, te espero amanhã. — Disse, encerrando a ligação.
Agora você vai pagar, Félix.
No dia seguinte, à tarde, depois de terminar sua rotina no trabalho, Hyunjin estava na sala esperando o amigo chegar com a filha. Sabia que aquela garotinha não saía de sua cabeça. Ouviu a campainha, levantou-se rápido e, ao abrir a porta, encontrou seu amigo. Não passou despercebido o jeito como a Omega mantinha os olhos baixos. O aroma de morango com caramelo invadiu suas narinas, e ele sorriu, malicioso.
— Bang, achei que não ia chegar. — O Alfa se afastou para deixá-los entrar.
— É, o trânsito estava ruim, mas aqui estamos. Não é, filha? — A garota apenas assentiu. — Só vim deixar ela com você, Hyunjin. Confio em você para cuidar dela.
— Não se preocupe, Bang. Somos amigos, eu faria qualquer coisa... Sua filha... Quantos anos ela tem?
— Tem 18. — Respondeu, sorrindo.
— Não vou ter problemas com ela, é só uma adolescente. — Olhou de relance para a Omega loira, que desviou o olhar.
— Certo, vou pegar a mala dela.
— Posso ir com você, pai, não precisa se incomodar. — A garota falou, quase num gritinho, porque sabia que não queria ficar perto do Alfa.
— Não se preocupe, filha, eu vou.
Félix viu o pai sair da mansão e, então, sentiu o aroma de pinho e terra molhada. Olhou de relance para o Alfa, que exibia um sorriso de pura malícia.
— Vamos nos divertir, pequenina. — Começou a acariciar o pescoço dela. — Achou que ia se livrar de mim? Se enganou. Você não faz ideia do que tenho em mente para você.
A Omega ia responder quando ouviu a voz do pai entrando com a mochila e algumas sacolas.
— Bom... Acho que já vou indo. — Aproximou-se da filha. — Félix... Comporte-se com Hyunjin, ele vai cuidar de você enquanto eu estiver fora. Faça o que ele pedir, tá ouvindo?
— Pode pedir o que quiser, Félix. — Sorriu, irônico. — Eu te dou qualquer coisa. — Lançou um olhar lascivo, que só a Omega notou, deixando-a surpresa. — Agora, despeça-se do seu pai.
— Tchau, pai. — Aproximou-se e o abraçou. — Vou sentir sua falta.
— Não vou demorar, filha. — O Alfa riu. — Hyunjin, cuide bem da minha pequena.
— Pode deixar, Bang.
Bangchan sorriu, abraçou a filha mais uma vez e lhe deu um beijo no topo da cabeça. Despediu-se dos dois e saiu da casa do amigo.
Félix viu o pai ir embora com um sorriso, mas por dentro estava triste. Era a primeira vez que ele se afastava por dois dias.
Hyunjin sorriu e se aproximou da garota, posicionando-se atrás dela para soltar seus feromônios.
— Quando quiser algo, Félix, pode me pedir. Qualquer coisa, pequena. — Sussurrou com a voz rouca no ouvido dela, fazendo-a estremecer. — Vamos, vou te mostrar o quarto onde vai dormir. Ou prefere dormir no meu? Porque eu adoraria que fizesse isso, Omega. — Mordeu o lábio.
— E-eu... só me mostre o quarto onde vou dormir. — Falou, cortada, porque sabia como o Alfa a estava afetando.
— Perfeito. — Riu, pegando as coisas dela para levá-las ao quarto. — Boa escolha, pequena, porque eu não aguentaria ter você na minha cama.
Félix engoliu em seco ao sentir, mais uma vez, os feromônios do Alfa misturados ao aroma, atraindo-a e deixando-a em transe. Com passos trôpegos, a Omega seguiu em direção às escadas, enquanto Hyunjin sorria, malicioso, observando a loira tímida.
Oi, gente, subi a história aqui porque o Wattpad me odeia e apagou tudo. Aqui está o primeiro capítulo.
Se tiver algum erro, me avisem, por favor.