Capítulo 1
Ponto de vista de Renu
,* trim trim *
Uma mão se estendeu para o despertador, que marcava 7 horas. Com um leve empurrão, o despertador caiu da mesa de cabeceira e parou de tocar.
Um rosto espiou debaixo do cobertor, revelando olhos castanhos arregalados que encaravam o teto diretamente. Depois de alguns minutos lutando para sair de um sono profundo, bocejei e olhei com preguiça para o despertador. Meus olhos se abriram mais.
"Merda! Vou me atrasar para a escola!" Com pressa, pulei da cama, corri até o meu armário, peguei meu uniforme e entrei apressada no banheiro.
Hoje é o primeiro dia de aula depois das férias de verão. Estamos passando de série e, agora, como aluna do segundo ano, preciso ser responsável.
"Primeiro dia, primeiras impressões... turma nova, amigos novos. Tenho que dar o meu melhor este ano."
Amarrando os cadarços às pressas enquanto me olhava no espelho, verifiquei meu uniforme: uma camisa branca com uma saia azul-escura que chegava aos meus joelhos. Parecendo apresentável, peguei minha mochila, pesada com livros de todas as matérias.
Está tão pesada! Posso acabar caindo de bunda no chão, mas, como uma campeã, estou carregando 10 quilos de livros nas costas!
Saindo do meu quarto, fui direto para a cozinha e preparei um sanduíche para o almoço. Como toda a minha família ainda estava dormindo, tive que preparar meu próprio lanche. Mas não estava reclamando, já que também ganho dinheiro do meu pai.
: Lá estava ele, esperando na porta e meio dormindo em pé.
Então ouvi a buzina do ônibus escolar. Meu pai acordou assustado. Balancei a cabeça, sorrindo levemente, e fui até ele. Ele me deu meu dinheiro para despesas. Me despedi e saí.
Enquanto me sentava no ônibus, metade dos assentos ainda estava vazia, pois o ônibus continuava a pegar alunos pelo bairro. Olhei para fora e acenei para o meu pai, que me fez um sinal de positivo desejando boa sorte. Respondi com um aceno.
Ao chegar à escola, meu coração começa a bater rápido e me sinto nervosa. Espero que tudo corra bem, já que é uma escola muito conhecida. Respirando fundo, passei pelo grande portão preto. Ele parece clássico com suas curvas bonitas. Lá dentro, cada aluno olha em volta procurando suas salas. Não sou a única nervosa. Alunos veteranos ajudam os novos a encontrar suas salas.
Ofegante, finalmente chego ao terceiro andar, com as pernas ardendo por causa da subida.
Encontro minha sala e um sentimento de alívio me invade. Ao entrar na sala de aula, me deparo com uma cena de caos organizado; todos os assentos estão ocupados por alunos conversando animadamente. Varrendo o local com o olhar, vejo um banco vazio lá no fundo. Enquanto vou até lá, sem ser notada, afundo no assento exatamente quando o sinal da escola toca, indicando que as aulas estão prestes a começar.