Sex Slave Of The Apocalypse por Lana Heart em Inkitt
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Escrava Sexual do Apocalipse

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Resumo

Alita é uma adolescente virgem e indefesa quando é capturada para se tornar uma escrava sexual do apocalipse. Em um mundo arruinado pelos mortos-vivos, Rand e seus homens estão livres para fazer o que bem entenderem com a doce e jovem presa. Testemunhe a jornada sexual de Alita, saindo da inocência enquanto Rand a conduz profundamente por uma toca do coelho depravada de prazeres. Este volume reúne os episódios 1 a 10, com cada episódio contendo uma cena HOT e sexy.

Gênero
Erotica
Autor
Lana Heart
Status
Completo
Capítulos
10
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+
Este é um exemplo

Episode 1

Alita estava perdida.

Bem, não exatamente perdida. Ela tinha se separado do grupo.

Ela se sentiu uma idiota. Era um grande acontecimento o fato de ela ter permissão para sair do santuário sozinha.

Ela cresceu no mundo dos mortos-vivos. Era tudo o que ela conhecia.

Ela via vislumbres de como o mundo costumava ser e ouvia histórias dos membros mais velhos da colônia. Mas parecia fantasia, porque o mundo dela não era nada parecido com aquilo em comparação.

Tudo — os prédios, as ruas, as casas — estava em ruínas. Reclamado pela natureza.

As pessoas não iam trabalhar. Não faziam compras. Não havia telefones, nem internet, nem meios de comunicação.

Mas o pior de tudo eram os mortos-vivos.

Depois de tantos anos, uma boa parte deles começou a apodrecer. O número diminuiu, mas eles nunca desapareceriam completamente. Porque, toda vez que alguém morria, fosse de morte natural ou não, eles voltavam. Eles sempre voltavam.

O grupo de Alita consistia em jovens, com idades entre 16 e 20 anos. Todos tentando provar o seu valor no mundo perigoso em que viviam.

Então, lhes foi dada uma missão.

E Alita sentia-se um fracasso.

Sem saber, eles tropeçaram em uma grande horda de mortos-vivos. Como havia tantos, Alita não sabia dizer. Foi um caos, e ela mal conseguiu escapar com vida.

Agora, ela estava sozinha. Completamente sozinha. Ela não sabia onde os outros estavam, ou se estavam bem. Seu namorado, Porter, era um deles. Eles cresceram juntos. Primeiro como amigos, depois a amizade floresceu em algo mais.

Depois dessa missão, eles tornariam o relacionamento oficial. Ela esperava pelo momento certo para se entregar a ele. Queria provar que era um membro capaz da sociedade. Provar que finalmente era adulta.

Ela achava que seria o momento perfeito para os dois.

Agora, ela nem sabia se ele estava vivo.

Por favor, que ele esteja vivo, pensou ela.

Ela seguiu caminho pela floresta. Sob seus pés havia asfalto. Provavelmente onde costumava existir uma estrada. Agora, estava coberto de mato e ervas daninhas.

Ela passou por um monte de metal. O que restava de um carro estava coberto pela vegetação. Mal dava para reconhecer o que era.

Com o cabelo loiro preso em um rabo de cavalo e a mochila nas costas, ela olhou para a bússola. O plano, caso se separassem, era voltar para o acampamento. O acampamento ficava a alguns quilômetros fora do santuário. Era para lá que ela tentava ir.

Mas ela se perdeu no caos. E se não conseguisse encontrar o caminho de volta? E se ela realmente não tivesse o necessário para sobreviver naquele mundo?

Será que foi um erro?

Ela soltou um suspiro e baixou a mão, balançando a cabeça. Precisava ser forte. Ela tinha treinado para isso. Sabia o que fazer e como encontrar o caminho de volta.

Ela ficaria bem.

Todos os outros também ficariam.

Ela os veria novamente. Em breve.

Ela sabia que o acampamento ficava a sudeste, então era nessa direção que ela iria. Ela tinha uma pequena pistola na cintura e, na mochila, um facão. Sabia usar ambos. Tinha comida para durar alguns dias e ferramentas para ajudá-la com qualquer problema que enfrentasse.

Ela estava preparada.

Ela conseguiria.

Soltando um suspiro profundo, ela seguiu em frente, mantendo-se alerta. Esperava por algum sinal dos outros, mas não havia nada. Nada além dos sons da natureza.

Pelo menos ela tinha deixado a horda de mortos-vivos para trás.

Enquanto caminhava, ela se perguntava como havia tantos. Será que alguém em um grupo grande morreu e transformou todos os outros? Ou foram mortos por outro grupo?

No mundo em que Alita cresceu, as pessoas eram tão perigosas quanto os mortos-vivos. Já se foram os dias de ajudar o próximo. Com o fim da civilização, as pessoas tornaram-se frias e egoístas. Não havia leis para manter a ordem. As pessoas podiam fazer o que quisessem. Podiam roubar e matar sem enfrentar consequências.

Era perfeitamente possível que outro grupo tivesse matado aquelas pessoas. Isso era motivo suficiente para ela ficar atenta. Aquelas mesmas pessoas poderiam estar por perto, enquanto ela estava sozinha e vulnerável.

Ela caminhou por horas, ao que parecia. Começava a escurecer e ainda não havia sinais de ninguém. Ela não podia viajar no escuro; teria que passar a noite sozinha.

Parando, ela observou os arredores. Nada além de árvores e arbustos. Teria sorte se encontrasse um abrigo; teria que montar uma barraca.

Ela caminhou mais um pouco até encontrar um lugar adequado. Era uma clareira com algumas máquinas antigas por perto e vestígios de uma estrutura, possivelmente um celeiro, tão em ruínas que a maior parte já tinha caído.

Ela tirou a mochila e começou a montar a barraca. Não demorou muito. Fez uma pequena fogueira e sentou-se perto das chamas para se aquecer antes de dormir. Já era início do outono e o ar estava ficando mais frio.

Amanhã, ela esperava conseguir voltar para o acampamento. Também esperava que seu namorado estivesse vivo. Se algo tivesse acontecido com ele…

Ela balançou a cabeça.

Precisava parar de ter pensamentos assim.

Tudo estava bem.

Tudo ficaria bem.

Ela apagou o fogo e entrou na barraca. Sua arma ficou de um lado do saco de dormir e o facão do outro. Ela se aconchegou no tecido grosso e fechou os olhos.

Não sabia quanto tempo tinha dormido quando um barulho a acordou. Pareciam passos. Vários passos. Havia pessoas do lado de fora da barraca com uma luz. Ela podia ver figuras sombrias se aproximando.

“O que temos aqui, rapazes?”

“Parece que tem alguém acampando.”

“Com certeza.”

“Não é o melhor lugar para montar um acampamento, no entanto.”

“Nem é inteligente acender uma fogueira. Qualquer um poderia ver.”

“É, tipo a gente.”

A mão de Alita deslizou lentamente para fora do saco de dormir e agarrou o cabo da sua arma.

“Quem estiver na barraca, é melhor sair bem devagar. Nós cercamos vocês. E não estamos a fim de brincadeiras, se é que me entende.”

Alita podia ouvir o bater do seu coração dentro da cabeça. O que deveria fazer? Ela não sabia quantos eram, mas pareciam pelo menos quatro ou cinco. Ela conseguia ver as figuras através do tecido fino. Não havia como vencer todos. Talvez conseguisse dar alguns tiros, mas seria só isso. Eles a matariam com certeza.

“O… o que vocês querem?”, perguntou ela nervosa, com os dedos apertando a arma com força.

“Puta merda, ganhamos na loteria, rapazes! É uma garota!”

“Droga, faz tempo que a gente não encontra uma garota.”

“Tempo pra caralho.”

“Sai daí, garota. A gente não vai te machucar.”

Alita sentiu um frio na espinha. Ela não acreditou neles. Sabia que não se podia confiar em estranhos. Pelo jeito que aqueles homens falavam, não era difícil concluir que não eram gente boa.

“E-eu estou armada! Só me deixem em paz”, disse ela, tentando soar durona, séria, embora o medo estivesse evidente em sua voz. Ela estava apavorada e não sabia como sair daquela enrascada.

“É mesmo? Nós também estamos armados. Com um monte delas. Então, quais você acha que são as suas chances?”

Alita respirou trêmula. Pensa, Alita, PENSA.

“Meu grupo não está longe. Se algo me acontecer, eles vão vir procurar. E eles não são do tipo que perdoa. Meu… meu pai é um dos líderes. Ele vai fazer vocês pagarem.”

Um dos homens riu, provocando uma reação em cadeia nos outros. Eles não acreditaram no blefe dela ou simplesmente não se importaram. Merda.

“Se você tem um grupo, por que está por aí sozinha?”

Alita não tinha uma resposta para aquela pergunta. Não havia chance de ela contar a verdade para aqueles homens.

“Eu não estou sozinha. Os outros chegarão a qualquer momento.”

“É?”, disse o homem. “Então vamos ver eles. Eu posso esperar. E vocês, rapazes? Têm tempo?”

“Tenho todo o tempo do mundo, Rand.”

“É, eu também. Posso ficar aqui a noite toda.”

Um suor frio escorria pela testa de Alita. Nada funcionava. Eles não acreditavam nela. Ela teria que atirar para sair dali, mas não havia como sair viva. Ela estava morta, com certeza.

“Só me deixem ir. Se vocês forem embora, ninguém se machuca. Mas, se tentarem me forçar a sair, saibam que eu vou atirar. Vou levar pelo menos um de vocês comigo. Eu juro”, disse ela, em uma última tentativa de assustá-los.

“Eu tenho homens de sobra”, disse Rand. Sua voz era grave e rouca.

“Que porra é essa, Rand?”, disse outro homem, com um tom mais agudo.

“Ela não vai fazer porra nenhuma, Huey. Provavelmente nem tem uma arma”, disse outro.

“Bom, eu não vou tirar ela de lá só na chance de ela ter uma”, disse Huey.

“Ninguém vai tirar ela. Ela mesma vai sair, não é, gatinha? Porque se não sair, não tem a menor chance de sair viva daqui”, disse Rand.

“Talvez não. Mas se eu levar pelo menos um de vocês, então não morrerei por nada”, afirmou ela, mantendo a posição.

“Mas se você sair pacificamente, nem precisa morrer. Pra que tanta hostilidade? Nenhum de nós disse que ia te machucar.”

“Você acha que eu sou estúpida?”, disse ela.

Isso arrancou mais risadas do grupo.

“Ok, rapazes, ela não é estúpida. Então, como a gente tira ela de lá?”

“Eu tenho uma ideia”, disse um homem que ela não tinha ouvido antes. Sua voz parecia calma e controlada.

Alita segurou a arma na frente dela, pronta para atirar em qualquer um que tentasse abrir a entrada da barraca. Mas ninguém tentou. Através do tecido, ela viu algo parecido com uma chama surgir. Alguém tinha acendido uma tocha e a jogou contra a barraca.

Alita gritou quando a barraca começou a pegar fogo. Ela não teve escolha; precisou sair. Rapidamente pegou o facão, e com a lâmina em uma mão e a arma na outra, saiu lentamente da barraca.

Os homens não tinham mentido quando disseram que ela estava cercada. Havia pelo menos cinco deles. Todos homens mais velhos, da idade do pai dela. Seus olhos se arregalaram quando a viram.

“Puta merda…”

“Não acredito.”

“Ela é muito nova!”

Alita apontou a arma nervosamente para cada um deles, enquanto segurava o facão firmemente. “Fiquem longe!”

“Ei, calma. Você tem que perdoar meus rapazes. É que… bem, a gente não vê uma garota tão nova quanto você faz um tempo do caralho. Quantos anos você tem?”, perguntou Rand.

“19. E só porque sou nova não significa que não sei me defender!”, disse ela rapidamente. Ela tentava manter um olhar duro, mas por dentro estava entrando em pânico.

Rand riu. Ele era um homem alto, muito mais alto que Alita. Era robusto também. Não exatamente gordo, mas largo. Tinha uma estatura muito intimidadora, e a barba no rosto apenas reforçava isso.

“Tenho certeza de que sabe. Mas por que você não baixa a arma para a gente conversar?”, disse Rand.

“Conversar sobre o quê?! Só me deixem ir!”, disse Alita, sentindo cada vez mais pânico. Ela podia sentir os homens se aproximando. Ela se virou e rapidamente apontou a arma para um homem à sua direita.

“Calma, calma”, disse Rand. “Isso não vai te levar a lugar nenhum.”

“Ah, é?”, disse Alita. Em um movimento rápido, ela golpeou com o facão um homem à sua esquerda. “Eu não estou de brincadeira! Me deixem ir!”

Rand franziu a testa. “Não pode dizer que eu não tentei. Peguem ela.”

Os olhos de Alita se arregalaram. Ela girou o facão novamente e moveu a arma, mirando em cada um deles. De repente, sentiu alguém atrás dela. Mãos encontraram seu braço, o que segurava a arma. Ela lutou e puxou o gatilho. O tiro disparou para o alto. Ela girou o facão novamente e, desta vez, atingiu o alvo.

“MERDA!”, gritou um dos homens. Sangue jorrava do ferimento em seu braço.

Ela tentou golpear novamente, visando o pescoço dele, mas outra mão agarrou seu outro braço e, antes que percebesse, foi forçada ao chão.

A arma foi arrancada de sua mão e chutada para longe. O facão também foi tomado. Ao fundo, podia ouvir o som de água sendo jogada no fogo, mas mal conseguia se concentrar nisso, pois estava ocupada tentando lutar contra os homens. Tentava e falhava. Eles eram muito maiores e muito mais fortes que ela.

“Me solta!!”, gritou ela.

“Não vai acontecer”, disse Rand. “Eu te dei o caminho mais fácil. Você não quis.”

“Vocês nunca iam me deixar ir!”, gritou ela, enquanto lutava contra aqueles que a seguravam.

Rand riu. “Talvez não. Mas agora um dos meus caras está sangrando. Você vai pagar por isso.”

“Fode com essa vadia! Ela quase arrancou meu braço!”

Alita virou a cabeça em direção ao homem ferido. Seu braço estava quase coberto de vermelho. Mesmo com a mão cobrindo o ferimento, o sangue continuava jorrando. Isso deveria tê-la feito sentir satisfeita, mas teve o efeito contrário. O que eles iam fazer com ela?!

“Não, eu não vou foder com ela, Phil. Pelo menos não desse jeito”, disse Rand. Ele se aproximou de onde a seguravam e agachou-se ao nível dela. “O que temos aqui é um milagre do caralho, rapazes. Uma garota de 19 anos. Quando foi a última vez que viram uma garota tão nova? Porra, eu nem achava possível uma criança crescer nesse buraco infernal. Mas, de alguma forma, essa aqui conseguiu, e eu não vou deixar um prêmio desses escapar.”

Alita olhou para o homem mais velho e sentiu um calafrio. O jeito que ele a olhava, as palavras que dizia… Era como se ela fosse um pedaço de carne. Ou talvez algum ovo de ouro, como naquelas cantigas de ninar que ela lia quando criança. Ele não a via como pessoa; ela era um prêmio. O prêmio dele. E isso a aterrorizava.

“Por favor, só me deixem ir. Meu grupo… eles VÃO vir me procurar. Eles não vão parar até me encontrarem”, ela implorou, uma última vez.

“Deixa eles virem. Porque eu posso te dizer agora, Gatinha, você não vai a lugar nenhum…” Rand alcançou o rosto dela, e ela virou a cabeça rapidamente. Ele agarrou suas bochechas com força e a forçou a olhar para ele. “Você é minha agora, está ouvindo? Melhor aceitar logo do que depois. Tirem a roupa dela.”

Os olhos de Alita se arregalaram. “O quê?! NÃO!”

Ela se contorceu e lutou enquanto os três homens que a imobilizavam começaram a tirar suas roupas. Em um momento, conseguiu soltar uma mão e socou o nariz do homem de óculos. Ele gemeu enquanto o sangue jorrava das narinas dele, e um pouco caiu sobre ela. Em resposta, ela recebeu um tapa no rosto que a deixou atordoada por um instante. Depois disso, tirar o resto das roupas dela foi muito mais fácil.

Ela podia sentir o chão frio contra suas costas nuas. Seus seios desnudos subiam e desciam com sua respiração ofegante. Todos os olhares estavam sobre seu corpo nu. Ela não suportava olhar para nenhum deles. Queria acordar. Queria que tudo aquilo fosse apenas um pesadelo. Ou, melhor ainda, desejava que Porter aparecesse e desse um tiro na cabeça de cada um daqueles babacas pervertidos.

Nenhuma dessas coisas aconteceu.

“Porra, olha como o corpo dela é firme. É bem melhor do que aquelas vadias caídas que temos em casa”, disse um dos homens.

“Nem me fale”, disse outro, o Huey. “Ela nem tem cicatrizes. A pele dela é perfeita!”

“Ela é perfeita”, disse Rand. Ele se agachou ao lado dela novamente e apertou o seio dela. Alita cerrou os dentes e manteve os olhos fechados com força. “Ela tem peitos bonitos. Uma cintura curvilínea. E sendo tão nova, aposto que essa boceta não viu muita ação. Se é que viu alguma, né, Gatinha?”

Alita não respondeu. Não ia admitir que era virgem. Não ia fazer nada que a tornasse mais tentadora para aqueles homens. Agora, ela desejava ter atirado enquanto estava na barraca. Preferia que eles a tivessem matado do que o que quer que tivessem planejado para ela.

“Não está tão falante agora, hein?”, perguntou Rand. A mão dele deixou o seio dela e desceu pelo seu estômago. As pontas dos dedos percorreram a pele dela, provocando-a, antes de descerem mais. Alita tentou fechar as pernas, mas mãos calejadas a mantiveram aberta. Quando dedos indesejados mergulharam em seus pelos pubianos, ela soltou um gemido.

“Não acho que ela esteja a fim, Rand”, riu Huey.

“Não?”, disse Rand. “Aposto que consigo fazer ela mudar de ideia.”

“Acho que todos nós conseguimos fazer ela mudar de ideia”, disse outro homem em um tom sugestivo.

“Eu quero ser o primeiro a foder ela!”, disse o homem com o nariz quebrado. Sua voz estava tensa e seus olhos apertados. “Ela quebrou meu nariz, porra! Preciso ensinar uma lição a ela!”

“Você? Ela… ela cortou meu braço…”, disse Phil. Sua pele estava pálida devido à perda de sangue.

“Cala a porra da boca!”, disse Rand de repente. Isso fez Alita dar um pulo. “Só cala a porra da boca. Ninguém vai tocar nela agora, só eu. E, quando eu terminar, ela vai estar implorando pelo meu pau.”

Huey zombou. “Rand, você não pode ficar com uma gracinha dessas só para você. Você conhece as regras. Nós dividimos o espólio.”

Com essas palavras, Alita sentiu uma mão nova em seu peito. Essa a apalpou com muito mais força que Rand e apertou seu mamilo. Apertou com força suficiente para causar dor. Ela gemeu novamente e tentou empurrá-lo, mas seus braços estavam presos firmemente ao chão.

“E quem foi o filho da puta que fez essas regras?”, rebateu Rand. Ele deu um tapa rápido na mão de Huey, afastando-a dela. “Fui eu, foi quem. Então, se quer sua vez, você vai ter que esperar a porra da sua vez.”

“Ai, caramba”, murmurou Huey. Ele esfregou o braço onde Rand o atingiu. “Tudo bem. Vamos ver, então. Faça a vadia gritar pelo seu pau.”

“Não me peça duas vezes”, disse Rand, com arrogância no tom de voz.

Alita estava mortificada com o que estava acontecendo. Ela tentou pensar em uma solução para fazê-los parar. Qualquer jeito de escapar daquilo. Mas ela estava literalmente presa. Eles a imobilizaram. Ela estava nua e vulnerável. Não tinha armas. Não tinha ninguém para salvá-la. E agora aquele babaca sádico dizia que faria ela implorar pelo pau dele. Como se isso fosse acontecer.

Em circunstâncias normais, ela jamais faria isso, e não havia chance de trair seu namorado.

Não, ele estava sonhando. Não havia nada que pudesse fazer para ela implorar. Ela não queria aquele pau imundo perto dela!

Durante a conversa com os homens, Rand havia tirado a mão do meio das pernas dela, mas com aquelas palavras arrogantes, sua mão agarrou o monte sensível dela. Ela se contorceu em resposta. Não porque fosse bom, mas porque era desconfortável. Ela só tinha tido a mão do namorado entre as pernas. Ela não queria aquele velho nojento tocando nela!

Mas o que ela queria não importava. Ela não podia fazê-lo parar. Só restava ficar ali enquanto ele a molestava. Primeiro, ele apenas acariciou a fenda, esfregando o comprimento dos dedos contra as dobras delicadas dela. Depois, ficou mais ousado. Seus dedos começaram a acariciá-la. Brincando com as dobras dela. Massageando-as, abrindo-as, um dedo grosso fazendo cócegas em sua entrada quente.

Alita balançou a cabeça e gemeu em desespero. Era muito nojento ser tocada por um completo estranho. Ela queria que ele parasse!

“Parem! Parem de me tocar!”, ela disse, levantando a cabeça do chão de terra para olhar para ele. Ela travou os olhos nos do canalha. Seu olhar era cheio de ódio. Ela sentia tantas emoções diferentes. Mas, naquele momento, foi atingida por uma raiva repentina. Ela queria matar aquele homem. Nunca quis matar alguém tanto quanto queria matá-lo agora!

“O que você estava dizendo mesmo, Rand? Que ela estaria implorando por isso?”, riu Huey.

Rand lançou um olhar fuzilante para ele. “Eu ainda não terminei porra nenhuma, terminei?”

Rand puxou a mão e se abaixou até o chão. Alita não tinha certeza do que ele faria. Quando ele moveu a cabeça para o meio das pernas dela, ficou óbvio.

“Não, não faça isso!”, ela disse rapidamente. Ela já tinha sido estimulada com dedos antes, mas Porter só tinha tentado fazer sexo oral nela uma vez. Não foi muito bom. Ela não gostou. E certamente não ia gostar de ver aquele canalha fazendo aquilo!

“Você disse para não tocar, gracinha. Não disse nada sobre lamber…” Com essas palavras, a língua quente de Rand roçou suas dobras sedosas, e aquela ação enviou uma onda de sensações quentes pelo corpo dela.

A respiração de Alita falhou. Suas mãos se fecharam em punhos. Ela balançou a cabeça novamente. “Eu estou falando sério! Pare!”

Mas Rand não tinha intenção de parar. O movimento da língua dele era lento e torturante. Era como um pintor, onde a língua de Rand era seu pincel. Como um pincel, cada toque era preciso. Ele lambia a fenda sensível dela, cobrindo sua boceta com sua saliva quente. E aquele calor que percorria seu corpo estava ficando mais intenso…

E mais quente…

Alita estava confusa. Porque, quanto mais Rand lambia sua boceta, mais ela começava a… gostar. Começou a parecer *bom*. Mas por que pareceria bom? Sendo que não foi com o namorado dela? Ela não deveria ter gostado com ele e não com esse cara doente?!

“Eu disse PARE!”, ela gritou, sentindo-se em conflito.

Rand não ouviu. Na verdade, foi o oposto. Ela mandou parar e ele ficou mais vigoroso. Aqueles movimentos lentos de pincel mudaram para algo mais forçado e determinado. Ele não estava mais provocando e massageando; sua língua mergulhou dentro dela. Quando ele a puxou para fora, ele chicoteou a ponta contra o ponto mais sensível dela.

Foi aí que aconteceu.

Alita não conseguiu se conter.

“Oh…”, ela soltou baixinho, enquanto uma onda de prazer dominava sua mente racional. Por que parecia tão bom?! O que aquele homem estava fazendo com ela?!

“Puta que pariu”, disse Huey. “Ele conseguiu! Vocês ouviram isso?! Faça ela gemer mais alto, Rand! Você deixou ela no ponto agora!”

Uma onda de calor subiu ao rosto de Alita. Ela estava envergonhada. Ela nem queria que aquele gemido saísse! Simplesmente aconteceu! Ela não conseguiu impedir!

“O que eu disse para vocês, garotos?”, disse Rand, ao subir para respirar. “A gracinha não resiste, né, garota? Bem, tudo bem. Eu não provava uma boceta tão fresca desde antes do surto.”

Rand baixou o rosto de volta para a xana dela e continuou de onde tinha parado. Ele lambia rudemente a abertura, forçando a língua para dentro da caverna doce dela antes de retirá-la e estimular o clitóris com várias lambidas rudes. Foi o suficiente para levar Alita à loucura. Mas ela não queria gemer novamente. Ela não queria dar a esses homens essa satisfação!

Ela mordeu o lábio. Mordeu tão forte que começou a sangrar. No entanto, por mais que tentasse, ela não conseguia controlar a reação do seu corpo. A forma como sua boceta reagia. Lubrificante natural inundou suas entranhas. Suas dobras incharam de tesão. Sua respiração estava ficando rápida.

Ser tão jovem e inexperiente a deixava super receptiva. Ela nunca tinha recebido esse tipo de atenção de um homem antes. Aprender como o namorado inexperiente a satisfazia pela primeira vez não era nada comparado a esse homem maduro que sabia exatamente o que estava fazendo.

Era… demais.

Muito demais para uma adolescente virgem.

Ela tentou lutar contra isso, mas não adiantou. Rand a estimulava da maneira mais prazerosa possível. Levando-a a um estado de êxtase. Levando-a a um orgasmo muito poderoso.

Quando atingiu o ápice, sua boca se abriu e um gemido misturado com um lamento desesperado e conflituoso escapou. Mais sons de prazer se seguiram. Até que ela estava ofegante e gemendo enquanto seu corpo inocente era bombardeado por sensações extremamente prazerosas.

Aplausos a cercaram. Misturados com gritos de comemoração.

“Porra, olha só ela!”

“Ela está adorando!”

“Caralho, ela parece tão gostosa!”

“Você conseguiu, Rand! Você fez ela gozar!”

Alita ainda estava tentando entender o que tinha acabado de acontecer quando Rand se afastou. Ele limpou o rosto com as costas do braço e ficou de joelhos. Com um sorriso presunçoso no rosto.

“O que eu disse? Agora ela está pronta para o meu pau, não está, gracinha?”, disse ele, olhando para baixo como se ela fosse uma espécie de troféu.

Embora Alita se sentisse incrível, ela não tinha se perdido totalmente. O que aconteceu não era algo que ela quisesse. Estava fora de seu controle. Ela era jovem, inexperiente e extremamente receptiva. Mas ela não queria aquilo. E não queria o pau dele também!

“Eu… eu não quero você… perto… de mim…”, ela disse, entre respirações ainda pesadas.

“Ora, não é o que sua boceta está dizendo, né? Olhem só, garotos. Ela está ensopada!”, disse ele. Ele retirou um pouco do lubrificante com os dedos e mostrou aos homens.

“É, a vadia só não quer admitir”, disse um dos homens.

“Mas aposto que ela não vai reclamar quando você enfiar dentro dela”, disse Huey com uma risada.

“Deixa eu fazer, Rand. Você deixou ela no ponto. Deixa eu foder ela”, disse o cara do nariz quebrado.

“Isso mesmo, Benny, eu que a deixei no ponto. *Eu* a deixei molhada e pronta para *o meu* pau. O melhor que você pode fazer é assistir e aprender”, disse Rand.

Suas mãos foram para o cinto. Ele o soltou e abriu o zíper da calça. Enquanto ele se livrava da roupa, o pânico tomou conta de Alita. Não importava o que ela dissesse, aquilo ia acontecer. Mas… mas… ela nunca tinha feito sexo antes! E se doesse?! Ela não podia deixar isso acontecer. Ela precisava fazer algo!

“Você… você conseguiu o que queria, tá bom? Eu… eu gostei… Mas pode parar agora. Você não precisa… Eu… Não faz isso…”, ela implorou.

Rand puxou a cueca para baixo. “Você continua dizendo não… mas seu corpo diz sim. Não se preocupe, gracinha, eu vou te foder direito. Vou te foder tão bem que você nunca mais vai querer o pau de outro homem.”

“Não…”, gemeu Alita. Com a cueca fora do caminho, seus olhos caíram sobre o pau dele. Parecia *enorme*. Talvez fosse apenas porque ela nunca tinha visto um antes. Ela não tinha com o que comparar, e isso só a deixou com mais medo. “Por favor!”

“Olhem só, garotos, ela está implorando depois de tudo. Melhor dar a ela o que ela quer”, disse Rand com um sorriso arrogante.

O homem mais velho subiu nela. Alita sentiu-se sufocada. Ela tentou empurrá-lo, mas seus braços ainda estavam sendo contidos pelos outros. Ela virou o rosto apenas para encontrar o olhar de um deles, e o olhar doentio no rosto dele a fez virar de volta para Rand.

Acima dela, ele sorria. Não de um jeito caloroso e amoroso, mas de um jeito insano. Isso a assustou. O que a assustou ainda mais foi quando ele levou a mão ao meio dos corpos deles. Ele agarrou o pau e pressionou a cabeça bulbosa contra sua entrada molhada.

Novamente, Alita tentou escapar. Ela tentou se afastar do pau dele. As mãos que a seguravam apertaram mais.

Com o pau alinhado, Rand empurrou os quadris para frente e enterrou seu comprimento dentro da boceta virgem dela.

“OH!”, Alita gritou de dor e surpresa. Em um instante, ela foi preenchida até a borda com o pau de Rand. Em apenas uma estocada, ela perdeu a virgindade. Perdeu para um estranho assustador, não para seu amado namorado.

Ela se sentiu culpada. E envergonhada.

Será que Porter a perdoaria por isso? Será que ele conseguiria olhar para ela do mesmo jeito?

Pensamentos sobre seu namorado preencheram sua mente enquanto Rand começava a fodê-la.

“Porra, garotos, ela é apertada…”, disse ele. Ele começou devagar. Puxou seu pau enorme quase todo para fora do buraco apertado dela antes de forçá-lo lentamente de volta para dentro, dando tempo para que os lábios da boceta dela se ajustassem à sua grossura.

Enquanto ele a fodia, ela podia sentir sua boceta esticando. Seus lábios vaginais envolviam seu membro, enquanto as paredes internas eram forçadas a aceitar a grossura carnuda dele. Nunca antes algo estivera dentro dela. Era uma sensação estranha.

Alita sentia todo tipo de sensações estranhas.

Culpa, vergonha, medo…

Nojo, raiva, fúria.

Mas, enquanto o homem mais velho a fodia, também começou a parecer bom.

Talvez não no começo. No início, foi doloroso. Ela não teve tempo de se acostumar com a foda. Ele apenas forçou para dentro dela com uma estocada rude. Mas, depois de um tempo, a dor diminuiu. Porque, querendo ou não, seu corpo tinha sido preparado para isso. Rand a preparou com a língua. E seu corpo fértil e receptivo estava mais do que pronto para o pau dele.

Enquanto os outros homens assistiam, Rand aumentou o ritmo.

Seus quadris bombeavam mais rápido. Alita podia sentir o pau dele deslizando rapidamente para dentro e para fora de sua caverna sedosa. Quanto mais rápido ele forçava para dentro e para fora, melhor começava a parecer.

Sem pensar, ela começou a balançar os quadris para encontrar as estocadas dele.

Também sem pensar, ela começou a ofegar.

O suor começou a brotar em seu corpo. Seus mamilos ficaram duros. Ela podia sentir as pequenas pedras rosadas contra o peito suado e peludo dele, e de alguma forma isso também parecia bom.

Logo, ela estava gemendo de prazer enquanto o homem mais velho a fodia profundamente. Ela não conseguia se controlar. Parecia tão bom. Tão bom, porra! Ela nunca imaginou que pudesse ser tão bom assim!

“Isso, gracinha. Você adora, não é?”, Rand ofegava acima dela.

Alita não respondeu a ele. Talvez… talvez naquele momento, ela até adorasse, mas no fundo, ela sabia o que era aquilo. Era algo indesejado. E quando tudo terminasse, ela não estaria implorando por mais, como ele queria. Ela iria matá-lo.

Se tivesse a chance, ela mataria cada um deles.

Rand se movia ainda mais rápido. Os sons carnais e úmidos da união deles ecoavam pela floresta. Seu pau bombeava para dentro e para fora do buraco virgem dela com um propósito, e apenas um propósito: gozar dentro dela. Enchê-la com sua semente.

Um orgasmo intenso irrompeu nela. As sensações mais fortes começaram na boceta e rapidamente se espalharam pelo resto do corpo.

Ela estava gritando.

Gritando de prazer enquanto sua boceta pequena e apertada convulsionava e tremia em torno do pau grosso de Rand. Sem querer, ela ordenhou o homem mais velho até o fim.

“OHHhh…”, gemeu Rand acima dela. Seu corpo ficou tenso, seus quadris pararam e Alita pôde sentir algo quente se espalhando dentro dela.

Ela era inexperiente demais para perceber o que era. No momento, ela achou que parecia bom. Parecia certo.

Minutos depois, acabou e Rand estava saindo de dentro dela. Ela foi deixada no chão, um trapo suado e usado. Ela nem percebeu que os homens a tinham soltado. Aquela foi a primeira vez que ela foi fodida, e ela estava sentindo tantas sensações novas e estranhas.

“Olhem só aqui”, disse Rand. “Ela era virgem. A pequena gracinha acabou de receber um pau pela primeira vez!”

Alita olhou para ele, e ele estava mostrando os dedos ensanguentados para o resto dos homens.

“Caramba, cara, você só pega as bocetas boas!”, disse Huey, soando com inveja.

“Porra, uma virgem?! Eu não acredito!”

“Certo, você já se divertiu, agora é a minha vez!”, disse Benny, o do nariz quebrado.

Ele caminhou até ela, e Alita se encolheu rapidamente em uma bola defensiva. Todos eles iam fodê-la agora?! Ela não suportaria isso!

“Benny, recua!”, disse Rand. Ele puxou a roupa de volta e rapidamente ficou de pé. “Você terá sua vez. Mas, agora, vamos levá-la de volta ao estádio. Estamos vulneráveis aqui fora. E se ela realmente tem um grupo que virá procurá-la, precisamos estar preparados para eliminá-los.”

Benny zombou. “Nós podemos dar conta deles. Assim como demos conta daquele outro grupo.”

“Não com seu nariz quebrado e… porra, o Phil morreu?”, Rand perguntou, olhando para o cara com o braço sangrando.

Os outros voltaram sua atenção para ele. Ele estava no chão, desabado. Sem vida nos olhos. Então começou a gemer. Um gemido desumano que só os mortos-vivos faziam.

Um tiro soou, assustando Alita.

“Agora ele está morto”, disse Rand, sem nenhum remorso. Ele se abaixou e agarrou o braço de Alita.

Quando foi puxada para ficar de pé, ela notou que suas pernas estavam fracas. Sua boceta também parecia estranha, como se estivesse… estranhamente… vazia. Era uma sensação que ela não conseguia descrever, mas antes que pudesse pensar muito sobre isso, Rand estava jogando seu corpo nu sobre o ombro.

Com um tapa na bunda dela que a fez dar um pulo, ele disse: “Vamos levar você para o seu novo lar, gracinha. Você vai adorar.”

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