A Family by Fate
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Destino: Uma Família

Esta história contém temas de: traição, depressão, automutilação, suicídio

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Assistido por IA

Resumo

Aos dezesseis anos, Quinn Newman achava que tinha encontrado o amor eterno. Então, descobriu que estava grávida de seu namorado, Asher Woods. Em vez de se tornar a família com a qual ela sonhava, Asher foi embora. Ele nunca considerou Quinn sua mate, e a verdade era ainda mais cruel: ele só tinha ficado com ela para provar que um lobisomem poderia engravidar uma humana. Deixada sozinha com um bebê e forçada a amadurecer cedo demais, Quinn aprende que a única pessoa com quem sua filha pode contar é ela. Dois anos depois, Quinn aceita um emprego em uma poderosa alcateia, esperando nada além de um recomeço e um lugar seguro para criar sua pequena. Ela não está procurando amor. E certamente não está procurando outro lobo. E ela nunca espera conhecer Xavier Barts. Aos dezenove anos, Xavier já é um Alpha. Após perder sua família aos treze, ele foi forçado a crescer antes de estar pronto. Durante anos, carregou o peso de sua alcateia enquanto buscava secretamente a mate que deveria ter encontrado aos dezesseis. Todos os Baile da Lua terminavam da mesma forma. Sem mate. Sem vínculo. Sem ninguém. Até que Quinn atravessa os portões da alcateia. No momento em que Xavier a vê, seu lobo, Atlas, sabe. Mate. Mas Xavier logo descobre que Quinn não veio sozinha. Ela tem uma filha de dois anos — e um passado doloroso que a faz ter pavor de confiar em outro homem. Xavier passou anos acreditando que encontrar sua mate completaria sua família. Ele nunca esperou que sua mate já tivesse uma menina que precisasse de um pai. Agora, Xavier precisa provar a Quinn que nem todo homem vai embora quando as coisas ficam difíceis. Porque o destino não lhe deu apenas uma mate. Ele lhe deu uma família. E, desta vez, Xavier se recusa a deixar a Deusa da Lua tirá-los dele.

Status
Completo
Capítulos
124
Classificação
4.7 (10 avaliações)
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

Quinn Newman tinha aprendido muito sobre como estar sozinha.

Ela aprendeu a esquentar uma mamadeira com uma mão enquanto fazia o café da manhã com a outra. Aprendeu a trançar cabelos castanhos e cacheados antes que a filha pudesse escapar. Aprendeu a sorrir quando as pessoas a encaravam por ser uma mãe jovem, com uma criança de três anos puxando sua mão.

Mais importante, ela aprendeu a não esperar que alguém voltasse.

Mas, às vezes, quando a filha olhava para ela com aqueles olhos cinzentos familiares, Quinn se lembrava do dia em que tudo mudou.

Ela tinha dezesseis anos.

Dezesseis anos, apavorada, parada no banheiro com um teste de gravidez tremendo entre os dedos.

Duas linhas rosas.

Ela as encarou até sua visão embaçar.

“Não…”

Sua mão foi instintivamente para a barriga.

Não havia nada para ver ainda. Nada para sentir. Apenas a consciência aterrorizante de que toda a sua vida tinha mudado em questão de segundos.

Ela estava grávida.

Do filho de Asher Woods.

Aos dezesseis anos, Quinn achava que Asher seria para sempre.

Ele era seu namorado. Seu melhor amigo. A pessoa que prometeu que nada jamais ficaria entre eles.

Então, depois de passar quase uma hora sentada na tampa fechada do vaso sanitário tentando se convencer de que não estava sonhando, Quinn finalmente encontrou coragem para contar a ele.

Ela o encontrou atrás da escola naquela tarde, onde as árvores bloqueavam a maior parte da luz do sol.

Asher estava encostado no velho muro de tijolos, com os braços cruzados sobre o peito.

“Você disse que precisava conversar.”

Quinn engoliu em seco.

“Preciso.”

Ele a observou por um momento.

“O que aconteceu?”

Ela enfiou a mão no bolso da jaqueta e tirou o teste de gravidez.

Os olhos de Asher caíram sobre o teste.

Sua expressão mudou.

Quinn se forçou a sorrir, embora seu coração estivesse disparado.

“Estou grávida.”

Silêncio.

Ela esperou que ele dissesse algo.

Qualquer coisa.

Em vez disso, ele encarou o teste como se fosse algo que ele não reconhecesse.

“Vamos ter um bebê”, sussurrou Quinn.

O maxilar de Asher se contraiu.

“Você tem certeza?”

Quinn assentiu.

“Fiz três testes.”

Três.

Ela estava tão assustada quando fez o primeiro que se convenceu de que devia estar errado. O segundo mostrou o mesmo resultado.

O terceiro destruiu a última gota de esperança que ela tinha de que fosse um erro.

“Eu sei que somos jovens”, ela disse rapidamente. “Eu sei que isso não foi planejado, mas podemos resolver. Nós podemos—”

“Quinn.”

Algo no tom de voz dele a fez parar.

Ele não estava sorrindo.

Ele não estava empolgado.

Ele não estava com medo do jeito que ela estava.

Ele parecia quase… decepcionado.

“O quê?”, ela sussurrou.

Asher se desencostou da parede.

“Eu preciso te contar uma coisa.”

O estômago dela deu um nó.

“Ok.”

“Eu nunca achei que você fosse minha mate.”

Quinn piscou.

“O quê?”

“Eu fiquei esperando.”

Ele olhou para o chão.

“Pensei que talvez acontecesse eventualmente. Pensei que o vínculo apareceria.”

Quinn o encarou.

Ela sabia do que ele estava falando. Todo lobo em seu mundo sabia sobre mates. A pessoa que o lobo deles supostamente reconhecia como aquela com quem estavam destinados a ficar.

Mas Quinn era humana.

Ela sempre soube que isso tornava as coisas diferentes.

Ela só não tinha percebido o quanto.

“Então… o que isso tem a ver com o bebê?”

Asher finalmente olhou para ela.

“Eu queria saber se eu conseguia.”

O rosto dela ficou pálido.

“Se você conseguia o quê?”

“Ter um filho com uma humana.”

As palavras doeram mais do que qualquer coisa que Quinn já tinha ouvido.

Ela o encarou, esperando pela piada.

Não havia nenhuma.

“Você está dizendo…”

“Eu queria ver se era possível.”

Os dedos de Quinn apertaram o teste de gravidez.

“Então era só isso que eu era?”

Asher não respondeu.

Seus olhos se encheram de lágrimas.

“Você estava apenas testando se conseguia engravidar uma humana?”

“Eu não sabia que realmente aconteceria.”

“Mas aconteceu.”

A voz de Quinn falhou.

“Você me engravidou, Asher.”

Ela pressionou a mão trêmula contra a barriga.

“Existe um bebê aqui dentro.”

“Eu sei.”

“Não.” Ela balançou a cabeça. “Você não pode dizer isso como se não significasse nada.”

Ele desviou o olhar.

Quinn tinha imaginado contar a ele de cem maneiras diferentes.

Ela imaginou ele a abraçando.

Ela imaginou os dois chorando juntos.

Ela imaginou ele prometendo que resolveriam tudo.

Ela nunca imaginou ficar sozinha enquanto o garoto que ela amava dizia que a filha deles tinha começado como um experimento.

“Você sequer me ama?”, ela sussurrou.

Asher ficou em silêncio.

E, de alguma forma, aquele silêncio foi a resposta dela.

Quinn limpou as lágrimas com a manga da jaqueta.

“Então eu farei isso sozinha.”

“Quinn—”

“Não.”

Ela deu um passo para trás.

“Você queria saber se um humano poderia ter o filho de um lobo.”

Sua voz tremeu, mas ela se forçou a continuar.

“Agora você sabe.”

Ela virou as costas para ele.

“E nunca mais precisará se preocupar conosco.”

Dois anos depois, Quinn ainda se lembrava do som dos passos dele indo embora.

O que ela não sabia na época era que outra pessoa apareceria em suas vidas.

Alguém que não veria sua filha como um experimento.

Alguém que não iria embora.

Um Alpha que passou a vida inteira acreditando que nunca teria uma mate.

Até que a lua o guiasse diretamente para Quinn Newman.

Deixe Amanda Bowman saber o que você pensou sobre este capítulo!

Mom2Crazy
Mom2Crazy

WOW, Asher is a jacka** Happy she was brave and strong enough to do it on her own. Well, there might be more of a backstory. 

2 meses
1
Nessa
Nessa

wow, he is such a bad****d, he could have told her that in a milder way. Good heavens she is strong

um mês
1

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