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Imaginações Picantes e Proibidas

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Resumo

PROIBIDO PARA MENORES (como indicado na capa, apenas para maiores de 18 anos). Estas imaginações trazem diversos tipos de cenas smut e picantes. (SEM ESTUPRO... TUDO É CONSENSUAL, MESMO QUE NÃO SEJA DITO EXPLICITAMENTE).

Gênero
Erotica
Autor
Miranda N
Status
Completo
Capítulos
140
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

maid

A cozinha cheirava a lustra-móveis de limão e algo mais quente por baixo. Marcus estava parado no batente da porta, um copo de água esquecido na mão, observando-a trabalhar.

Elara estava com ele há apenas três semanas. Uma contratação temporária enquanto a mãe dele se recuperava de uma cirurgia. Ela usava o mesmo uniforme todos os dias: um vestido preto curto, avental branco e sapatos de sola grossa que rangiam no piso. Profissional. Eficiente. Invisível.

Até hoje.

Ela estava de quatro, esfregando os rodapés atrás da bancada do café da manhã. A posição levantou o vestido acima dos quadris. Sem calcinha. Apenas a curva suave da bunda, a fenda sombreada e, logo abaixo — quando ela mudou o peso do corpo —, o brilho molhado e rosado da boceta. Aquilo captou a luz do teto como algo precioso.

Marcus parou de respirar.

O pau dele deu um solavanco. Deu um solavanco de verdade. Uma sensação que ele não sentia há dezoito meses. Não desde o diagnóstico. Não desde as pílulas, as injeções, as consultas constrangedoras com especialistas que usavam palavras como “insuficiência vascular”, “fatores psicogênicos” e “vamos continuar monitorando”.

Ele tinha aceitado. O pau mole. Nervos mortos. Um corpo que tinha desistido de desejar.

Agora, seus testículos doíam. Cheios, pesados e, de repente, urgentemente vivos.

Elara olhou por cima do ombro. Não se assustou. Não ficou envergonhada. Seus lábios se curvaram.

— Você está babando no chão — disse ela.

Ele olhou para baixo. O copo. A água escorria pelos seus dedos. Ele o colocou sobre a bancada com um estrondo.

— Você sabia — disse ele. Sua voz saiu rouca.

Ela se virou, ainda de joelhos, ficando de frente para ele. A alça do avental tinha caído de um ombro. Os mamilos dela pressionavam o algodão fino do uniforme. E entre suas coxas, aquele brilho de metal — um pequeno anel prateado em seu clitóris, capturando a luz enquanto ela se movia.

— Sabia o quê?

— Que eu veria.

Elara alcançou as costas e desabotoou o avental. Deixou-o cair. — Eu esperava.

Três passos. Ele atravessou a cozinha em três passos e a segurou pelos braços, puxando-a o suficiente para empurrá-la contra os armários inferiores. A madeira chacoalhou. Uma dobradiça rangeu.

Sua boca encontrou a dela. Sem delicadeza. Dentes e língua e o gosto de café e algo mentolado. Ela soltou um som — baixo, surpreso, e depois nem um pouco surpresa. Suas mãos foram parar no cinto dele.

— Não — disse ele, interrompendo o beijo. — Mãos no chão.

Os olhos dela se arregalaram. Depois se estreitaram. Então ela sorriu.

Ela voltou a ficar de quatro. Mas, desta vez, arqueou as costas, empurrou os quadris em direção a ele e deixou os joelhos deslizarem para os lados no piso. O vestido se amontoou na cintura. A boceta dela se abriu como uma flor, molhada e rosada, emoldurada pelo anel prateado.

Marcus se ajoelhou atrás dela.

Suas mãos encontraram os quadris dela. Seus polegares pressionaram a covinha macia acima da bunda dela. Ela estava quente. Tão quente. E quando ele se inclinou, perto o suficiente para que sua respiração roçasse a pele dela, ela estremeceu.

— Vou enfiar minha cara nisso — disse ele. Não foi uma pergunta.

— Por favor.

Ele não precisava de mais nada.

Sua língua encontrou o clitóris dela primeiro. Aquele pequeno anel estava frio contra o calor dela, e ele o cutucou, gentilmente, só para ouvir o suspiro dela. Ela suspirou. Uma inspiração ofegante. Seus dedos se curvaram contra o piso.

Depois ele desceu mais. Passadas largas entre as dobras dela. Ela tinha gosto de sal e algo doce, como se estivesse esperando o dia todo exatamente por aquilo. As coxas dela tremiam contra as orelhas dele.

— Porra — ela sussurrou. — Porra, sua língua...

Ele empurrou para dentro dela com a língua. Passou pelo anel, pelo músculo apertado, para dentro do calor escorregadio da boceta dela. As paredes úmidas dela o prenderam. Ele gemeu contra ela, e a vibração a fez empinar o quadril contra o rosto dele.

Ele ficou ali. Minutos ou horas — ele não saberia dizer. Seu maxilar doía. Seu nariz estava enterrado na bunda dela. Ele não se importou. Lambeu e chupou e a bebeu até que seu queixo estivesse encharcado e seu pau estivesse tão duro que doía.

Elara gozou uma vez. Uma contração repentina, uma inundação de umidade, um grito fino e agudo que ecoou nos armários. Ele não parou. Ele a lambeu durante o processo e continuou.

— Espera — ela arquejou. — Espera, eu quero...

Ela se afastou. Virou-se. Seu rosto estava corado, o cabelo uma bagunça de cachos escuros grudados na testa. Ela olhou para o volume nas calças dele e riu.

— Você está duro.

— Eu sei.

— Você está muito duro.

— Eu sei.

Ela alcançou o zíper dele. Ele segurou o pulso dela.

— Vira — disse ele.

— Marcus...

— Vira. De costas.

Ela obedeceu. Mãos no chão de novo. Bunda para o alto. Boceta brilhando. E desta vez, quando ele se ajoelhou atrás dela, não usou a língua.

Ele usou o pau.

A primeira investida foi lenta. Apenas a cabeça. Ela estava tão molhada que ele deslizou facilmente, mas estava apertada — Deus, tão apertada. As paredes dela latejavam ao redor dele, puxando-o para mais fundo, e ele teve que parar na metade só para respirar.

— Mais — disse ela.

Ele deu a ela mais. Uma estocada longa até seus quadris tocarem a bunda dela. Até estar enterrado até a raiz. Até poder sentir o pulso dela ao seu redor, vibrante e quente.

Então ele começou a se mover.

A cozinha se encheu de sons. O estalo da pele. O som úmido da boceta dela. Seus gemidos, baixos e rítmicos, pontuados pelo ranger da porta do armário que abria a cada estocada. Uma garrafa de azeite rolou pela bancada e caiu no chão.

Nenhum dos dois percebeu.

Marcus agarrou os quadris dela e a puxou contra si. Mais forte. Mais rápido. Seus testículos se contraíram, tensos e cheios, e ele soube que não aguentaria muito tempo. Dezoito meses de nada, e agora isso — esse calor úmido, perfeito e acolhedor — ele ia gozar tão forte que veria estrelas.

— Dentro — disse Elara. — Dentro, dentro, dentro...

Ele não perguntou se ela tinha certeza. Ele não conseguia. Seu cérebro tinha parado de funcionar. Tudo o que podia fazer era fodê-la, cada vez mais fundo, até que sua visão ficasse branca, seu pau desse um solavanco e ele despejasse tudo o que tinha dentro dela.

Jato após jato. Quente e espesso, inundando o colo do útero, enchendo-a até transbordar pelas laterais e escorrer pelas coxas dela. Ela gozou com ele — pela segunda vez —, sua boceta o ordenhando com pulsações rítmicas e gananciosas.

Ele desabou sobre as costas dela. Ambos ofegantes. O piso estava frio contra seus joelhos. O cheiro do lustra-móveis de limão não significava mais nada.

Elara virou o rosto. A bochecha pressionada contra o chão. Ela sorriu.

— A cirurgia da sua mãe — disse ela. — Ela volta para casa em três dias.

Marcus piscou. — O quê?

— A agência de temporários. Ela não me contratou.

Seu pau ainda estava dentro dela. Ainda dando solavancos. Ainda duro.

— Ela me enviou — disse Elara. — Ela disse que você precisava de um motivo para levantar da cama de manhã.

Ele saiu devagar. O gozo veio junto — um rastro branco e espesso descendo pela parte interna da coxa dela. Ela alcançou atrás e pegou com os dedos, depois os levou à boca e os limpou.

— Amanhã no mesmo horário? — ela perguntou.

Marcus encarou a poça no chão. O azeite. A porta do armário ainda aberta. A mulher de quatro na sua cozinha, a boceta ainda rosada, aberta e brilhando.

Seu pau não tinha amolecido nem um pouco.

— Vou cancelar a agência — disse ele.

Elara riu. — Homem inteligente.

Ela se levantou, ajeitou o vestido e caminhou até a pia. Seus pés descalços deixavam marcas úmidas no piso. Ela abriu a torneira e começou a lavar as mãos, cantarolando algo suave.

Marcus ficou de joelhos. Duro. Doendo. Pronto.

E quando ela olhou para trás, por cima do ombro — com aquele mesmo sorrisinho, aquele mesmo brilho de prata entre as pernas —, ele soube exatamente o que faria a seguir.

Capítulos
1. maid
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Boa Escrita

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Enredo Envolvente

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Personagem Ótimo

3

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Diálogo Forte

5

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