Criar Nova Lista
Compartilhe com seus amigos
Personalizar legibilidade

Contos Eróticos

Todos os Direitos Reservados ©

Resumo

Essa obra reunirá uma coletânea de contos eróticos explícitos independentes e poderá abordar temas sensíveis, cenas extremamente gráficas de sexo, palavrões, violência, tabus. Para garantir uma experiência de leitura segura e agradável, recomenda-se fortemente a leitura das notas de conteúdo e dos alertas específicos no início de cada conto antes de iniciar a leitura.

Gênero
Lgbtq,Erotica
Autor
Mihy
Status
há 7 minutos
Capítulos
2
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

Match Proibido (Age Gap)

⚠️ ALERTA DE CONTEÚDO (18+)

• Classificação: +18

• Status: Texto Não Revisado

• Aviso: Contém cenas explícitas e romance com diferença de idade (Age Gap).

• Todos os personagens são maiores de idade (18+).

• Age Gap retratado estritamente entre adultos.

• Conteúdo envolvendo menores é ilegal e estritamente proibido.





Ana entrou no Tinder há duas semanas.

Aos 19 anos, ela és colheu conhecer caras mais velhos. Como uma jovem universitária, ela está a de saco cheio dos caras da sua faixa etária.

Ela ficou duas semanas a fio procurando algo sem saber o que, arrastou tantas vezes para o lado esquerdo que já estava ficando sem saco, eram tantos velhos babões que ela pensou seriamente em l mudar a configuração de idade. Mas então apareceu ele.

Luís, Divorciado, 42 anos , entre as fotos dele, tinha uma jaqueta de couro aberta, peito largo, braços tatuados, abdômen marcado na camiseta preta justa. Gato pra caralho, ele era magro, não era musculoso mas tinha um porte de quem cuida da própria saúde. Ele olhava pra câmera como se soubesse exatamente o poder que tinha com as mulheres

Último detalhe, ela o conhecia, Luís é sócio e melhor amigo do seu pai.


Após um segundo de dúvida, ela clicou no coração ciente de que nada aconteceria. Dois segundos e o match veio, cruzando as fotos dos dois na tela principal e destinando Ana para uma aba de bate papo. Ela piscou, surpresa, entrou no chat e sem pensar muito mandou uma mensagem.


Ana: Oi tio, você por aqui?


Ela mandou a mensagem o chamando assim pois não se sentiu segura sobre as intenções dele e preferiu seguir numa zona segura.

A resposta veio rápida, como se ele estivesse esperando por ela.


Luís: Oi Aninha, não esperava te encontrar aqui também. Pois é, agora que eu tô solteiro, me indicaram esse app.


Ana sentiu um frio na barriga no início mas a conversa não se prolongou muito. Basicamente Ana explicou como funcionava alguns comandos do App. E as borboletas no estômago que ela sentiu quando houve o match, desapareceram.

Luís disse que tinha uma viagem importante e não ia entrar no app, mas que poderiam conversar no sábado à noite no aniversário do seu pai.

Ela se sentiu frustrada, mas ainda havia um fio de dúvida em seu coração, afinal ele sabia quem era ela quando clicou no coração. E se o match dado por um cara de 42 anos que era amigo do seu pai, foi porque a conhecia e ele achava que o tinder era como uma rede social?

Mas também havia a possibilidade dele ter visto ela como algo proibido, e quis pagar para ver.

Não tinha como ter certeza, mas o corpo dela já reagiu. Porque ela o queria. Queria pra caralho.


Sábado


Depois que Ana foi para a faculdade em outro país, ela não ia para casa sempre e por isso não via Luís há 1 ano e meio. Nesse tempo Ana perdeu as feições de adolescente recém saída do ensino médio e ganhou curvas de uma mulher que estava entrando na vida adulta. Ela escolheu um vestido azul curto e leve que realçava seu corpo longilíneo e o decote em coração de alças fininhas, deixavam seus seios empinados e bonitos.

Os cabelos estavam soltos caindo por seus ombros nus em ondas brilhantes. Ela se sentia linda, e sabia que a produção tinha um motivo de 42 anos.

A festa de 48 anos do pai estava alegre no lado de fora da casa deles. O pai contava piadas no deck da piscina sentado numa cadeira com sua mãe sentada em sua coxa. Os dois riam e se divertiam com familiares e amigos.

Ana estava feliz de estar em casa, mas ainda assim ela sentia uma pontada de ansiedade, porque Luís ainda não tinha aparecido.

Até que, Ana sentiu o ar mudando e entendeu que ele havia chegado. Como um alfa, ele atraía olhares e foi perceptível que ele se tornara um solteiro mais cobiçado do momento. Muitas mulheres, inclusive casadas que se diziam amigas da ex dele, o tocavam enquanto forçavam uma proximidade em meio a risos contidos.

Ana revirou os olhos com a cena que se desenrolava.


Ele estava de calça social e camisa preta dobrada nas mangas, cabelo levemente bagunçado e a barba aparada, o visual de homem rústico ativou a libido de quase todas as mulheres presentes. Com Ana não era diferente.

Ela caminhava com passos firmes e elegantes, cumprimentando a todos que o abordavam, até chegar ao pai de Ana. Aperto de mãos fortes e abraços, antes dele entregar uma caixa de presente que revelou um relógio de uma das marcas mais caras, ele ficou ali conversando e rindo, sem sequer olhar em sua direção.

Uma nova onda de frustração a atingiu, sabia que não deveria sentir isso, afinal ele nunca deu a entender que queria algo, e claramente das opções que Ana tinha, ele acabara de deixar claro que achou que o Tinder era uma rede social e adicionou a "Aninha" filhinha do seu melhor amigo.

Ela sentiu um amargor da raiva na língua e foi para a cozinha dentro de casa.

Todos estavam no quintal, então sabia que não seria incomodada.

Pegou uma taça e se serviu de vinho bebendo de uma só vez, encheu novamente a taça e bebeu com mais calma , tentando tirar aliviar a raiva.

Luís apareceu na porta da cozinha carregando um copo de whisky , Ele parou assim que a viu.

— Oi Aninha— murmurou, com voz rouca.

Ela sorriu de leve mas levou a taça a boca para não precisar responder. Se sentiu infantil, mas estava com raiva.

— Você tá linda nesse vestido.

Ele se aproximou dela na bancada, tão próximo que encostou a lateral do seu braço nela. Ana sentiu o calor dele e se sentiu uma idiota por amar aquela sensação.


— Então, tio Luís já conheceu alguma mulher interessante no Tinder— ela perguntou baixinho, fingindo inocência, mas o escárnio era perceptível.

Ele levou o whisky a boca sentindo o líquido queimar na descida e sorriu olhando em seus olhos.

— Já sim, mas ela sequer me deu um oi hoje — ele respondeu,

Ana levou a taça a boca novamente, irritação subindo pela garganta, ela não queria parecer uma garota tola, mas era assim que se sentia perto dele.


— Você não deveria estar bebendo.— Luís disse pegando sua taça.

Ana riu sem humor.

—Eu posso fazer o que eu quiser, tio. Sou maior de idade caso não lembre— disse pegando de volta sua taça.

Ele sorriu devagar. Seu olhar era quase predatório.

Ele virou de frente para ela e roçou os dedo indicador no quadril dela sentindo o tecido macio.

—Você realmente ficou linda pra caralho nesse vestido Ana.

A menção do seu nome ao invés do apelido que sempre a chamara, fez um arrepio percorrer sua coluna.

—Obrigada Luís— fez questão de pronunciar o nome dele ao invés de falar tio como sempre fazia.


Ela afastou o cabelo que caia por cima dos ombros e ele seguiu o gesto com o olhar.

Ele puxou o tecido do vestido para trazer Ana mais perto e ela sentiu o pau dele já endurecendo contra a lateral do seu corpo e não recuou. Em vez disso, virou-se de frente pra ele, e aproximou seu corpo contra o volume dele por cima da calça.

Ele era uns bons 20 cm mais alto que ela. Então sua ereção encostava na barriga de Ana.

— Vai chamar essa mulher para sair? — sussurrou ela, olhos nos dele, que estavam quentes de desejo. A mão dele desceu devagar. Dois dedos roçaram a calcinha fina e já molhada. Ele grunhiu aprovando como ela moveu os quadril em direção ao seu toque.

— Faça a pergunta certa Ana, pergunte se vou trepar com ela.— disse perto do ouvido dela.

Ana engoliu em seco.

—Você vai?— disse baixinho.

—Vou, ainda mais que agora eu sei que ela tá pingando de tesão pra mim. — ele murmurou, puxando a calcinha pro lado.

Ele roçou os dedos na boceta que estava quente e muito molhada, circulando o ponto de prazer dela.

Ana mordeu o próprio o lábio inferior pra não gemer alto, e suas pernas tremiam. Ele chupou o pescoço dela, língua traçando a jugular, enquanto os dedos brincavam num ritmo preguiçoso e molhado.

— Porra... tá tão molhada... — ele gemeu.

— Vai gozar pra mim Ana.—sua voz era tão baixa e tão rouca.

Ela esfregou mais os quadril no dedo dele, estava possuída por tanto desejo que gozou rápido e forte. O corpo inteiro convulsionando e seu gozo quente escorrendo pela coxa fazendo uma bagunça. E ele não parou de mover os dedos, devagar, torturando a buceta dela, prolongando o orgasmo.

—Você já deu essa bucetinha linda pra alguém? — perguntou no seu ouvido. Quando ele deslizou os dedos melados para sua entregada e forçou só um pouquinho.

Ela olhou para ele implorando.


— Ana o seu pai tá te procu...

A secretária do pai que também é amiga de sua mãe entrou na cozinha e parou no mesmo instante que os viu.

Luís tirou os dedos no mesmo segundo.

Ana estava com rosto corado, pernas ainda tremendo.

— Ele estava só pegando gelo, né? — ela disse, voz trêmula, tentando fingir que não tinha gozado na mão dele.

Ela se sentiu novamente um pirralha que não sabia sequer dar uma desculpa após ser pega no flagra.

— Exatamente— Luís riu baixo, ainda com o pau duro na calça.

—Estava falando pra Ana que provei a sobremesa antes do jantar— ele levou os dedos que estavam na buceta dela e colocou na boca como se estivesse saboreando os resquícios de algo que tinha comido.

—Gostosa pra caralho, você deveria provar Sil, está na mesa de doces.— ele riu

E Ana queria morrer de vergonha e tesão ao ver ele se lambuzar com seu gosto.

Sil era muito discreta, deu meia volta com um sorriso cúmplice e saiu da cozinha

Ana queria morrer.

—Acho melhor voltarmos—disse ela sem fôlego.

Ele pareceu frustrado mas concordou.

Eles saíram da cozinha como se nada tivesse acontecido. Ana pegou sua taça, Luís pegou o gelo.

O jantar seguiu tranquilo, Ana estava sentada longe de Luís mas trocavam olhares e sorrisos vez ou outra. Alguns casais dançavam na pista improvisada e outros bebiam e falavam de negócios, então o celular de Ana vibrou.

Uma mensagem no Tinder.


Luís: me encontra no meu carro, em 5 minutos.


Ana sequer respondeu, e cinco minutos depois os dois estavam no estacionamento a 30 metros de onde a festa estava acontecendo. Ana entrou e sentou no banco do passageiro do carro dele. O motor estava desligado, mas tinha uma iluminação baixa e os vidros com película somados a escuridão do local onde ele estacionou não permitia ninguém ver nada ali dentro. Luís puxou o banco dela pra trás e ajeitou o banco dele.

— você não me respondeu minha pergunta Ana — ele disse, voz grossa distribuindo beijos por seus ombros e colo, a barba arranhando sua pele macia.

—Que pergunta?—ela sussurrou trêmula de excitação.

—Você já deu essa bucetinha pra alguém?

Ela balançou a cabeça concordando. Já tinha transado antes com alguns ficantes da faculdade, mas ela sabia que aquilo que eles faziam não poderia ser chamado de sexo. Basicamente os caras usam garotas para se masturbar. Gozavam e caiam fora.

—Ótimo, porque não quero me segurar com vc minha querida.

Ele a beijou ferozmente, estava faminto de desejo, e ela queria tudo, mordiscou o lábio inferior dele e se sentiu poderosa com o gemido rouco que ele deu, agarrou a camisa abrindo os botões quando ele apertou sua bunda e a puxou para seu colo. Ele tirou o vestido dela com uma calma torturante, mas sua calcinha não teve a mesma sorte, um puxão e o tecido fino se destruiu. Ela ergueu o quadril para que ele pudesse descer o zíper e baixar a calça e cueca até metade das coxas, seu pau era grosso e cheio de veias pulsantes.

Ana engoliu em seco.


Ele tinha vasectomia. Os dois se cuidavam e, de comum acordo, dispensaram qualquer cerimônia. Sem mais preliminares, Ana esfregou a cabeça grossa do pau dele em sua entrada úmida. Estava encharcada, mas ele era grande demais para entrar de uma vez. Foi devagar, centímetro por centímetro, esticando-a com uma lentidão deliciosa até preenchê-la por completo.

Ana gemeu alto dessa vez, unhas cravadas no banco do carro.

Luís a beijou e segurou seus quadris com firmeza, incentivando-a a se mexer.

—Tão apertada minha querida.— suas sobrancelhas estavam juntas demonstrando a tensão que ele sentia.

Ana rebolou, e começou a cavalgar nele num ritmo lento e sensual. Ele segurava os seios, polegar roçando os mamilos. A outra mão desceu até o clitóris, fazendo círculos enquanto ela cavalgava.

— Goza pra mim de novo, Ana. Quero sentir você apertando meu pau.

Ele abocanhou um mamilo entumecido e chupou, lambuzou, mordiscou.

Luís erguia os quadril contra as investidas dela gemendo o quanto ela era quente apertada e perfeita pra ele.

Ana gozou tão forte que seu corpo tremeu inteiro, boceta sugando ele. Luís moveu novamente mais fundo o orgasmo dela desencadeou o seu próprio ápice, jatos quentes enchendo ela, transbordando pelas coxas enquanto ele continuava penetrando elmais lento agora.

Eles ficaram ali, colados, ouvindo as próprias respirações pesadas e a música da festa que soava longe.

Ele beijou seus lábios docemente.

Se vestiram e voltaram para a festa.

Ana sentia a porra quente dele escorrendo pelas coxas enquanto caminhava pela calçada de pedras da sua casa a brisa beijava a pele quente e exposta embaixo do vestido.

Luís foi pelo outro lado, fingindo que estava numa ligação.

Os convidados estavam se reunindo para cantar os parabéns. Ninguém notou nada.

Timing perfeito ela pensou.

Momentos depois do pai assoprar as velas, Ana viu Luís apertando a mão do pai e o abraçando num comprimento amigável, após o pai discursar sobre o quanto seu amigo era importante.

Ana riu pensando que o pai não tinha ideia de que seu melhor amigo havia acabado de foder sua filha amada.

Deixe Mihy saber o que você pensou sobre este capítulo!
Amo isso

0

Amo isso

Engraçado

0

Engraçado

Picante

0

Picante

De Suspense

0

De Suspense

Emocional

0

Emocional

Profundo

0

Profundo

Tocante

0

Tocante

Chocante

0

Chocante

Boa Escrita

0

Boa Escrita

Enredo Envolvente

0

Enredo Envolvente

Personagem Ótimo

0

Personagem Ótimo

Diálogo Forte

0

Diálogo Forte

Outras Recomendações

RAINHA BLACK

RAVELLE D’AYS: Uma história impactnte para quem lê, eu amei a leitura e todo os contecimentos, e a família unida independente de tudo o que aconteceu o amor e a confiança entre eles foi d+, foi muito bom escrevê-la🫶

Leia Agora
A Mãe do Miguel

Matheus Marchioretto: Conto gostoso demais

Leia Agora