01
"O mundo é um lugar lindo,
Cheio de gente perigosa."
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"Não! NÃO FAÇA ISSO!" Em um quarto tão escuro que parecia quase uma masmorra, uma mulher, com o corpo amarrado por cordas, gritava com todas as forças sob uma luz fraca que pendia acima de sua cabeça. A mulher chorava, com lágrimas escorrendo como uma cachoeira, desesperada para que o líder da gangue a ouvisse, enquanto os homens ao seu redor permaneciam imóveis como estátuas. "Ela é inocente! Ela não merece nenhuma das suas crueldades! EU IMPLORO! DEIXE MINHA FILHA EM PAZ!"
"Vou provar dela primeiro e depois decido se a sua filha vale a pena ser poupada." Uma voz masculina ecoou, fazendo-a levantar a cabeça angustiada e fixar o olhar em uma figura alta que estava na escuridão.
"Não! Ela é inocente demais para você. Por favor." A mulher suplicou com os olhos marejados, enquanto as consequências terríveis para sua filha invadiam sua mente.
"Eu não pedi a sua opinião." O homem alto na escuridão deu passos em direção à mulher, estalando a língua em sinal de irritação e soltando um ruído de desprezo.
"Não. Por favor, não. Eu te imploro. Deixe minha filha." A mãe, preocupada com a filha, implorou novamente por sua vida. Mas foi inútil, pois o líder da gangue nunca teve piedade de ninguém.
Ele se virou e suspirou, irritado mais uma vez. Caminhou até uma porta e segurou a maçaneta. Então, virou a cabeça para os seus homens e disparou uma ameaça com uma voz profunda e gutural voltada para a mulher desesperada. As palavras foram o suficiente para fazê-la tremer ao pensar no destino de sua própria filha.
"Ninguém me perturba enquanto eu faço a minha refeição." Depois de girar a maçaneta, ele entrou em outro quarto escuro e fechou a porta atrás de si, lambendo os lábios enquanto se preparava para devorar um novo sabor.
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CONTINUA
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