Capítulo 1
O *primal play* é um tipo de BDSM que se concentra nos sentimentos e ações crus despertados por impulsos e desejos naturais.
Todos temos impulsos e desejos. Coisas que queremos ou precisamos, como uma coceira que precisa ser coçada. Para alguns, pode ser dominar outra pessoa; para outros, é a emoção de ser dominado.
Ambas as opções se baseiam em confiança e controle. Confiar em alguém o suficiente para entregar o controle total do seu corpo e mente a essa pessoa, em busca do prazer carnal.
Esse prazer pode vir de viver o momento ou até da espontaneidade da situação. Confiar para onde aquilo vai levar, saborear a adrenalina que vem do desconhecido. O desconhecido do que está por vir. Pode ser uma sensação de êxtase total.
Esse tipo de emoção pode começar cedo na vida. Um simples jogo de pega-pega ou esconde-esconde já nos dá aquela descarga de adrenalina com a emoção da perseguição, ou, para outros, o ato de ser perseguido.
Para mim, tudo começou quando eu era só uma criança. Um simples jogo de perseguição na mata, entre dois irmãos postiços, em uma de nossas muitas viagens de acampamento.
Bernard Covington se casou com a minha mãe poucos meses antes da nossa primeira viagem. Essas viagens viraram tradição de verão para a nossa família misturada, mesmo quando a minha mãe e o Bernard ainda estavam só namorando.
Jackson Michael Covington, filho do Bernard e meu meio-irmão, é um ano mais velho que eu. Nossos pais, ainda na fase de lua de mel, nos mandavam brincar na mata para terem um tempinho a sós. Só anos depois é que a gente descobriu a armação deles.
Lembro daquele dia como se fosse hoje. Eu tropecei num toco, torci o tornozelo num jogo de pega-pega, e o Jax me ajudou a mancar de volta para o acampamento.
Quando a gente chegou perto, a minha mãe estava gritando dentro da barraca. A lona balançava pra lá e pra cá. A primeira coisa que pensei foi que ela estava em perigo.
— Jax! O que está acontecendo?!
Ele me encostou numa pedra grande. — Shhh! Cala a boca, Ellie — disse, me puxando para o chão atrás da pedra.
— Não! Me solta! O Bernard está machucando a minha mãe, tenho que ajudá-la! — Puxei o braço, tentando me soltar do aperto dele.
— Ele não está machucando ela, sua burra — ele riu.
— Está, sim! Ela está gritando! Na época, o Jax tinha quase 17 anos, e eu tinha acabado de fazer 16 dias antes. Ele era o típico garoto da idade, já sabia como era o sexo graças à internet. Eu, por outro lado, tinha acabado de largar as Barbies. Ainda era bem inocente para essas coisas.
— Ele está comendo ela, pirralha. Igualzinho ao que eu vou fazer com você um dia. — Ele sempre me chamava de pirralha. Eu odiava na época, mas hoje virou um apelido carinhoso. Fiquei tão fascinada com o show da minha mãe e do Bernard que nem prestei atenção no que o Jax disse sobre me comer um dia.
A lona da barraca balançava a cada investida do corpo dele. Os pés da minha mãe estavam apoiados nos ombros do Bernard, e as costas dele estavam viradas para nós. Ele estava de joelhos, metendo nela.
Ainda lembro dos sons que ele arrancava dela como se fosse hoje. No começo, assustou, mas depois que ouvi o ato inteiro, incluindo os grunhidos dele, foi a primeira vez que me lembro de ter ficado molhada.
Foi também a primeira vez que vi o Jax com uma ereção. Tentei não olhar, mas a curiosidade foi mais forte. A visão daquela protuberância na calça dele fez minha boca encher d’água. Devia ter imaginado que estava no caminho sem volta para o inferno.
O Jax me observava enquanto a gente assistia e ouvia a minha mãe e o Bernard transando. Nunca vou esquecer o momento em que o Bernard gozou. Como cada músculo das costas dele se contraiu, o corpo todo rígido, encharcado de suor. Aquilo fez minha boceta latejar como se tivesse vida própria.
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— Que delícia, né, Ellie? — Senti os olhos do Jax me devorando enquanto a mão dele esfregava a protuberância na calça. — Cala a boca, seu idiota, é nojento. Você é nojento! São nossos pais naquela barraca.
— Esqueci que era a primeira vez que você via esse show. Eu já estou acostumado, eles transam muito. Adoro assistir. Sua mãe tem os peitos mais lindos que já vi, melhores que qualquer outra.
— Aff! Você percebe como isso é doente, né?! Ela é sua madrasta!
— Madrasta, não minha mãe de verdade. Assim como você não é minha irmã de verdade. Mal posso esperar para ver se você vai herdar os peitos dela. Por que não me mostra agora? Quero ver como estão.
— Odeio você, nunca vai ver meus peitos, seu tarado — retruquei.
— Para de bancar a santinha, Ellie. Eu vi como você mordeu o lábio quando o meu pai gozou. Você estava de olho nele — ele disse. Meu coração disparou e minhas bochechas ficaram vermelhas.
— Não estava, não! — sibilei.
Ele se levantou, deixando a protuberância na altura do meu rosto. Eu queria desviar o olhar, juro que queria. Não era certo, e eu sabia disso lá no fundo. Mas meus olhos foram atraídos como ímãs. Será que ele era grande comparado aos outros caras? Será que era bonito? Eu só tinha imaginado como seria um pau de verdade, sempre achei que parecia um cachorro-quente.
Como eu disse, eu era bem inocente. Todo mundo sabe que o coitado do Ken não tem nada na calça para satisfazer a Barbie.
— Eu te mostro o meu se você me mostrar a sua — o Jax disse, com um sorrisinho convencido.
— Seu porco — resmunguei, tentando me levantar. Mas ele me empurrou de volta para baixo e ficou me encarando, levando a mão ao meu rosto.
O polegar dele passou pelo meu lábio inferior. — Posso enfiar meu pau na sua boca, Ellie? — perguntou, se tocando.
— Se tentar, eu arranco fora, seu babaca!
Ele enfiou o polegar na minha boca. — Chupa — ordenou. Havia algo no jeito como ele me olhava, mandando em mim, que fez meu corpo sentir coisas estranhas. Eu queria obedecer, mas não era certo. Ele era meu meio-irmão, pelo amor de Deus!
— Você me ama, Ellie? — perguntou.
— Amo — murmurei, sentindo o peito apertar. Estava com medo, a barriga cheia de borboletas, mas havia uma necessidade me corroendo por dentro, junto com outras partes do meu corpo, de fazer o que ele mandava.
Eu amava o Jax e sempre tentava deixá-lo feliz, porque ele achava que eu era uma pirralha mimada. Então, eu queria agradá-lo mais do que tudo.
— Vamos lá, pirralha, isso vai me deixar feliz — ele disse. Sempre tinha um jeito de adivinhar o que eu estava pensando. Envolvi os lábios no polegar dele e comecei a chupar. Ele esfregou a mão na frente da calça, para cima e para baixo.
— Porra, que delícia, pirralha. Usa a língua, lambe como se fosse um sorvete.
Assim que obedeci, ele puxou o polegar da minha boca e virou o corpo rápido, grunhindo. — Ahhh, meu Deus… UH!
Hoje, olhando para trás, percebo que ele gozou na calça. Na época, achei que tinha machucado ele ou feito algo errado. Ele saiu correndo logo depois e se escondeu na barraca.
Naquela noite, não consegui dormir. Quanto mais pensava no que tinha visto durante o dia, mais incomodada minha boceta ficava.
Tudo doía, eu sentia que precisava ser tocada. Essa agonia torturante durou o dia inteiro. O latejar entre as minhas pernas não dava trégua toda vez que eu via o Jax. Devo ter trocado a calcinha molhada pelo menos três vezes naquele dia.
Saí da barraca para pegar uma garrafa d’água na geladeira. Foi quando notei a barraca do Jax balançando. Então, sentei na mesa de piquenique, tomei um gole e fiquei observando a silhueta dele se mexendo nas sombras.
A cabeça dele estava abaixada, e logo percebi o contorno da mão se movendo rápido para frente e para trás. Fui me aproximando devagar, contornando a barraca. As janelas das barracas davam para as árvores, mas naquela noite, por sorte, a dele estava aberta. Então, me escondi atrás de uma árvore e fiquei observando, conseguindo ver exatamente o que ele estava fazendo.
A mão do Jax estava enrolada no pau dele, deslizando para cima e para baixo. Fiquei fascinada com o tamanho, ele passava por cima da mão. Fiquei olhando os movimentos lentos e metódicos, o jeito como ele apertava com força.
A essa altura, minha calcinha já estava encharcada. Os olhos dele estavam fechados, a cabeça inclinada para trás.
Foi naquele momento que olhei além do pau dele e reparei nos músculos abdominais contraídos. Nunca tinha olhado para o Jax daquele jeito. Parecia errado, como se o que eu estava fazendo fosse muito proibido, mas não conseguia parar. Ele era tão bonito, e de repente senti uma vontade avassaladora de tocar no pau dele, de senti-lo. Uma curiosidade enorme brotou dentro de mim.
Ele começou a gemer, movendo a mão mais rápido e com mais força. — Ah, porra, pirralha, lambe meu pau — gemeu. Eu ofeguei, os olhos arregalados de choque ao ouvir aquelas palavras proibidas.
Apertei as coxas e soltei um gemido, lutando contra a vontade avassaladora de me tocar.
No momento em que minha mão escorregou para dentro do short, o Jax grunhiu, igualzinho ao que tinha feito mais cedo perto da pedra antes de sair correndo. A ponta do pau dele escorreu um líquido branco e cremoso que sujou toda a mão. Então, o corpo dele ficou completamente imóvel, só o peito nu subindo e descendo. Ele limpou a mão e o pau numa meia e soltou um suspiro pesado.
Voltei para a minha barraca em silêncio, sentindo um monte de coisas. Confusa, curiosa, molhada, com muito tesão, envergonhada e até meio cansada. Quando entrei no saco de dormir, enfiei meu ursinho favorito, o Sr. Ursão, entre as pernas para tentar aliviar aquele latejar irritante que vinha da minha boceta.
Mas em poucos minutos, o focinho duro dele estava pressionado contra a minha parte íntima, e eu comecei a rebolar para frente e para trás. A necessidade de atrito contra a minha boceta dolorida era demais. Minha respiração acelerou, o coração batia forte no peito, e um nó estranho se formou na minha barriga. Só conseguia pensar na imagem do Jax se tocando.
Agarrei o Sr. Ursão pelas orelhas e o pressionei com mais força contra mim. Mas ainda não era suficiente, então puxei o short e a calcinha para baixo, precisando sentir aquele focinho frio e duro bem na minha pele.
Deslizei ele de volta entre as pernas, rebolando com mais força assim que o focinho encostou na minha pele. — Jax — sussurrei, imaginando que era ele.
O focinho duro roçou bem no meu ponto mais sensível. De repente, uma onda de prazer explodiu pelo meu corpo. O peito apertou, o coração disparou como se quisesse sair pela boca. Gemi e soltei uns sons, o corpo todo tremendo, a boceta latejando.
Tirei o Sr. Ursão do saco de dormir, e uma onda de culpa me invadiu. Eu era doente, devia ter algo errado comigo. O focinho dele estava coberto pela minha umidade, igual à mão do Jax. Fiquei tão envergonhada do que tinha feito, parecia tão sujo.
Puxei o short para cima e saí correndo da barraca, jogando o Sr. Ursão nas brasas do que restava da fogueira. Depois voltei correndo para a barraca antes que alguém me visse.
Na manhã seguinte, o Bernard estava preparando o café da manhã quando acordei. Na mesma hora, meus olhos foram direto para as brasas, procurando qualquer sinal do que tinha acontecido na noite anterior. Graças a Deus, a morte prematura do meu pobre Sr. Ursão passou despercebida.
Tomamos um café da manhã normal em família, mesmo que eu estivesse cheia de culpa o tempo todo pelo que tinha feito com o meu pobre ursinho.
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— Pirralha, vamos brincar no riacho depois do café — o Jax disse, com um sorrisinho malicioso, enquanto um pedaço de cereal caía da boca.
— Ah, não tô a fim — dei de ombros. Eu tinha trazido maiô, mas estava com muita vergonha de usar. A minha mãe tinha comprado para mim alguns anos antes, antes de eu desenvolver peitos.
Agora, estava um pouco revelador demais, ainda mais depois dos comentários do Jax sobre meus peitos no dia anterior. Então, estava me sentindo insegura para usar perto dele.
— Para de ser fresca, eu já te disse que não tem sanguessuga no riacho — ele suspirou.
— Cala a boca, não é por causa das sanguessugas — retruquei.
— Então o que é? Está naqueles dias?
— Filho! Chega! Deixa a Ellie em paz, se ela não quer ir, não encha o saco dela — o Bernard repreendeu.
“Não, tudo bem, Sr. Covington, eu vou”, suspiro.
“Querida, já faz 3 anos, eu te disse, pode me chamar de Bernard ou de pai”, ele sorri, pegando na minha mão. Não foi de um jeito esquisito, mesmo que agora eu sinta um frio na barriga depois de ver ele e minha mãe transando. Não sei se vou conseguir olhar para o Bernard do mesmo jeito outra vez.
“Pai”, dou risada, corando.
“Anda logo, merdinha, troca de roupa antes que esquente demais aqui fora”, Jax resmunga, me dando um tapa na cabeça.
“JACKSON! Peça desculpas agora mesmo!”, Bernard grita.
“De jeito nenhum, é pra isso que servem irmãszinhas, pra encher o saco”, ele ri enquanto corre para a barraca dele.
Meia hora depois, Jax e eu estamos na margem do riacho. Ele tira a camiseta e mergulha na água. Eu, por outro lado, fico ali parada, sem jeito, tentando decidir se nado de camiseta ou tiro e arrisco os comentários dele.
“Anda logo, sua peste! Não me faça ir aí te jogar”, ele grita, espirrando água em mim.
“Me deixa em paz, seu babaca!”, resmungo, mexendo na barra da camiseta. Pra me provocar, Jax começa a cantarolar uma música de stripper e faz uma cara safada, mexendo as sobrancelhas.
Pulo na água com a camiseta ainda vestida. “Ah, qual é! Já te vi de biquíni antes, sua boba. Tira essa camisa!”, ele diz, puxando a parte de trás dela, tentando arrancar por cima da minha cabeça.
“PARA, JAX!”
Mas ele é mais forte, arranca a camiseta num puxão rápido. Mergulho na água e me escondo.
“Ah, não vai não”, ele ri, agarrando meus pulsos. Depois me puxa para fora da água, forçando minhas mãos para trás das costas e me apertando contra o peito dele.
Na mesma hora, os olhos dele baixam e param nos meus peitos. “CARALHO, PESTE! De onde diabos saiu isso?!”
“Me solta, Jackson!”, grito.
“Deixa eu tocar, por favor!”, ele implora.
“Não, seu pervertido nojento!”, grito, tentando me soltar dos braços dele.
Ele me empurra e me afunda na água. Volto à tona tossindo e engasgando.
“SEU BABACA!”, grito, jogando água na cara dele.
“Sua peste do caralho! É melhor correr, Ellie! Se eu te pegar antes de chegar no acampamento, vou agarrar essas tetas deliciosas!”, ele ameaça.
“Deus, você é um cretino do caralho!”, rosno, furiosa.
“Cinco segundos de vantagem, Ells! Corre!”, ele sorri como um louco. “5… 4…”, começa a contar.
Saio correndo da água, os pés mal tocam a terra da margem e já disparo, molhada e descalça, pela mata.
“3! 2! 1! Lá vou eu, pestinha!”, a voz dele ecoa entre as árvores, em algum lugar atrás de mim.
Corro mais rápido do que nunca na vida. A cada passo, o chão treme sob meus pés. Meus pulmões queimam com o calor do verão, que seca rápido a água do riacho no meu biquíni. Mas, infelizmente, outro tipo de umidade se forma.
Quanto mais meu coração acelera, mais molhada minha calcinha fica. Começo a sentir a mesma coisa que senti ontem à noite, quando o Sr. Ursão estava entre as minhas pernas. Então paro, procurando um lugar pra me esconder. Meus olhos vasculham a paisagem até que avisto uma caverna.
“Você é péssima nesse jogo, maninha. Tô seguindo o rastro de água”, Jax grita, chegando perto de mim.
Corro para a caverna em busca de abrigo. Está escuro, mas o ar lá dentro é bem mais fresco do que na mata.
Me enfio mais para dentro, encostando as costas na parede, tentando controlar a respiração ofegante.
“Isso é moleza, Ells! Fácil demais. Caralho… Mal posso esperar pra pôr as mãos nesses peitinhos gostosos! Talvez eu até chupe eles. Se você for boazinha”, ele berra da entrada da caverna.
Prendo a respiração, torcendo para que ele não me ouça enquanto se aproxima da entrada.
“Um, dois, o Jackson vem te pegar, três, quatro, vou te comer como uma puta…”, ele canta e solta uma gargalhada.
A gente tinha assistido *A Hora do Pesadelo* semana passada, então ele acha graça em cantar isso. Mas suas palavras parecem um raio cortando meu corpo, me eletrizando bem entre as pernas.
“Você não consegue se esconder de mim, Ellie, eu sempre vou te achar. É uma promessa. Por mais que você corra ou se esconda bem, seu irmão mais velho sempre vai estar à espreita”, ele murmura, chegando mais perto.
Então ele para, a poucos passos de mim. Ainda não consegue me ver, escondida contra a parede, mas estou ficando sem ar de tanto prender a respiração. A pulsação entre as minhas pernas está piorando e é irritante pra caramba.
A caverna fica em silêncio, minha visão começa a escurecer nas bordas, estrelas explodem nos meus olhos e tudo fica meio zonzo. Não consigo mais lutar… então respiro. A partir daquele suspiro, minha vida nunca mais seria a mesma.
Jax me agarra pela cintura, me prende contra a parede áspera e fria da caverna e cola os lábios nos meus. Meu primeiro beijo, e é do meu próprio irmão postiço.
Minha boca fica aberta de choque, a língua dele invade, deslizando contra a minha. É uma sensação estranha, que faz a pulsação entre as minhas pernas ficar mais forte, agora completamente incômoda. A boca e a língua dele são quentes e molhadas, meu coração dispara e meu estômago dá cambalhotas.
Naquele momento, Jax, mais uma vez, parece ler minha mente. Ele empurra o joelho entre as minhas pernas, me dando o alívio que meu corpo tanto precisa. Esfrego-me contra ele, balançando os quadris, e enlaço os braços no pescoço dele.
Ele desliza as duas mãos até meus peitos. “Ah, peste, essas tetas são lindas pra caralho”, ele geme, parando de me beijar.
Depois olha para o meu peito, os dedos afundando nas minhas curvas. Adoro como o toque dele é diferente de quando eu mesma me toco. A sensação estranha faz meus quadris pressionarem com mais força o ponto certo contra o joelho dele.
Ele afrouxa o aperto, as mãos recuam, e agora meus mamilos estão duros, aparecendo através do tecido do biquíni. Ele os belisca de leve com dois dedos, e eu gemo.
Os olhos dele ficam fixos no meu rosto o tempo todo. Balanço os quadris mais rápido, esfregando-me no osso do joelho dele, gostando da sensação de pressão. Então, naquele momento, sinto o pau dele cutucando minha coxa.
“Caralho, Ellie, olha como seu corpo precisa de mim. Você deixou meu pau duro pra cacete”, ele geme, me beijando de novo. Os dedos dele brincam com meus mamilos, depois empurram o biquíni para os lados, deixando meus peitos completamente expostos.
“Não, Jax”, gemo, mas na minha cabeça estou gritando SIM, SIM, SIM, MAIS!
Ele morde meu lábio inferior e sussurra no meu ouvido: “Põe a mão no meu pau, peste. Veja o que você faz comigo.” Estou apavorada de tocar, não pelo que pode acontecer — isso me excita —, mas porque tenho medo de gostar. Ele pega minha mão e a guia para dentro da frente da sunga dele.
Primeiro, meus dedos roçam a ponta, que está molhada, vazando um líquido. Depois descem mais, e a sensação é estranha. A pele dele é macia, mas por baixo tem um músculo duro. Veias grossas sobem pelos lados como cipós.
“Agarra ele, Ellie, envolve a mão toda em mim”, ele geme, com a respiração trêmula. Mais líquido escorre da ponta, deixando minha mão escorregadia enquanto começo a esfregá-lo.
Agora as mãos dele seguram meus quadris, guiando-os para controlar meu movimento contra o joelho dele. “Foi te perseguir que me deixou assim. Eu sabia que, quando te pegasse, ia poder fazer o que quisesse com você, e isso me deixou duro pra caralho!”
Aperto ele com a mão. De repente, sinto aquela sensação familiar que o nariz do Sr. Ursão despertou em mim ontem à noite. Meu estômago se contrai, e fica difícil respirar.
“Jax, o que está acontecendo?”, pergunto, em pânico.
“Você vai gozar pra mim, maninha.”
Ele cobre minha mão com a dele, movendo-a para cima e para baixo no pau dele mais rápido. “Ah, caralho, Ellie, esfrega essa boceta com mais força em mim”, ele grunhe. As palavras grosseiras fazem as borboletas na minha barriga baterem asas mais rápido.
Estou começando a gostar quando ele fala sacanagem pra mim. Mexo os quadris mais rápido e com mais força, até me desmanchar, gritando e ofegando. Meu corpo todo treme, e a calcinha do biquíni está ainda mais molhada do que antes, agora também grudenta.
“Isso foi muito gostoso, não para de mexer a mão, peste, continua esfregando meu pau”, ele diz, ofegante, fechando os olhos. Mexo a mão mais rápido e com mais força, então me inclino e o beijo. A mão livre dele segura meu rosto, e o hálito quente dele ofega na minha boca.
“Você me ama, Ellie?”, ele pergunta, mal conseguindo falar.
“Amo, Jax”, respondo entre beijos. “Diz, fala o quanto você ama seu irmão mais velho.”
“Eu te amo, Jax!”, declaro.
Assim que digo isso, o pau dele jorra um líquido branco e cremoso, que cai na minha mão e na barriga.
“Puta merda! Isso foi muito gostoso!”, ele ri, ofegante. Passa o dedo no líquido na minha barriga e o leva até a minha boca.
“Prova”, ele diz, passando nos meus lábios.
“ECA! NÃO!”, resmungo, empurrando a mão dele.
“Se você me ama, vai provar, peste”, ele sorri.
O jeito como os olhos azuis dele brilham no escuro enquanto me encara faz eu sorrir. É nesse momento que percebo que faria qualquer coisa que meu irmão postiço me pedisse. Eu o amo, mas agora esses sentimentos são muito mais profundos e complicados.
Lambo o creme salgado dos lábios, pego os dedos dele e os levo à boca, chupando tudo. Os olhos dele se arregalam, então ele segura meu rosto e me beija de novo.
“Gostoso, né?”, ele sussurra contra a minha boca. Assinto, mordendo o lábio inferior, envergonhada. Sei que o que acabamos de fazer é errado, em tantos níveis, mas gostei. Gostei do jeito que fazer coisas proibidas com o Jax me faz sentir.
“Peste, você tem que jurar que não conta pra ninguém, isso tem que ser nosso segredinho. A Gail e o meu pai não podem saber. A gente vai se ferrar se eles descobrirem. Você sabe que vão nos separar. Não quer isso, quer?”, ele pergunta.
“Não, mas tenho medo. Não quero que eles descubram. Minha mãe vai me mandar morar com meu pai se eu aprontar”, choramingo.
“Eles não vão descobrir, Ellie. Não vou deixar ela fazer isso, vou te proteger. Mas você tem que ficar de boca fechada, entendeu?”, ele pergunta.
Então segura meu rosto para eu olhar para ele. “Entendi”, respondo, assentindo.
“Ótimo. Agora mostra o quanto você me ama tirando os braços, pra eu poder beijar seus peitos”, ele empurra meus braços para longe do peito. Dou risada, tentando me livrar dele, mas ele segura meus pulsos, prendendo-os contra a parede.
Ele se inclina e envolve um dos meus mamilos sensíveis com os lábios, chupando e girando a língua. “Jax!”, gemo, arqueando as costas enquanto meus ombros se cravam na parede de pedra.
Depois faz o mesmo com o outro, mas dessa vez prende o mamilo entre os dentes, mordendo de leve. Um choque elétrico percorre meu corpo, disparando direto para a minha boceta.
“JAX!”, grito.
“Mmm… adoro seus peitos, peste”, ele geme, mostrando a língua. Depois lambe cada um dos meus mamilos. Gostei de como foi quando ele mordeu, mas a lambida também é boa.
Com as mãos dele prendendo as minhas contra a parede enquanto ele brinca com meu corpo, minha calcinha fica molhada de novo. De repente, ele se levanta e me solta.
“Puta merda! Meu pau tá duro de novo”, ele ri.
“Vamos, arruma o biquíni. Vamos voltar pro riacho pra você se limpar. Tá na hora do almoço”, ele diz, me puxando da parede.
Me jogo nos braços dele, e ele levanta meu queixo, me dando um beijinho rápido. “Sempre me ame, Ellie, e eu sempre vou te proteger”, ele diz.