TEASING MY FATHER

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Resumo

Ela aprende que existem consequências para suas provocações.

Status
Completo
Capítulos
12
Classificação
4.8 22 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1

— Por quanto tempo vou ter que ficar no exílio? — Chelsea pergunta à mãe, enquanto seguem pela I-95 em direção à fazenda do avô.

— Você não está no exílio. — A mãe responde, exasperada. — Vai passar algumas semanas na fazenda para... hã... — Ela procura a palavra certa.

— Me afastar dos meus amigos! — Ela explode. — Exílio! — Chelsea resmunga, cruzando os braços com força e se afundando no banco. — Qual é o grande problema?

— Qual é o grande problema? — A mãe grita. — Você ofereceu transar com seu professor em troca de um "A" e isso não é um grande problema? — Ela se irrita, apertando o volante até os nós dos dedos ficarem brancos. — Deve ser algo comum, né?

Na verdade, é, Chelsea pensa, mas decide não contar à mãe sobre os outros quatro professores que aceitaram a proposta. Se não fosse aquele babaca do professor de cálculo, o Sr. Linden, ela teria sido aluna de honra sem nunca ter estudado, pensa, sorrindo sozinha.

Rachel não planejava ter essa conversa com a filha antes de chegarem à fazenda e poder pedir conselhos ao pai. Às vezes, odeia ser mãe solo de uma adolescente.

— Chelsea, já conversamos sobre isso. — Ela diz, tentando controlar a respiração. — Só porque tem 18 anos não significa que pode fazer o que quiser. Seu terapeuta disse que esses comportamentos rebeldes são uma reação ao divórcio do seu pai e eu. Ele sugeriu tirá-la do seu ambiente e colocá-la perto de modelos masculinos melhores. — Explica.

Rachel acha que o terapeuta pode ter razão. Chelsea estava presente quando Rachel flagrou o marido comendo a empregada latina, uma tarde, há cerca de um ano. A jovem, de pele morena, montava no pau do marido e gemia em espanhol quando Rachel abriu a porta do quarto, com os braços cheios de sacolas de compras. Chelsea viu a mãe expulsar o pai de casa e demitir a empregada, que ainda tentava vestir o uniforme.

Chelsea vira o rosto para a janela. Sabe que isso não tem nada a ver com o divórcio dos pais. Sempre foi uma provocadora, desde que descobriu o que era. Não consegue evitar, e aquele terapeuta idiota também não. Nada a excita mais do que levar um cara ao limite e depois ir embora, deixando-o na mão. É uma sensação poderosa ter tanto controle sobre outra pessoa. Seus fluidos correm por horas enquanto se masturba depois de cada encontro.

Há alguns meses, percebeu que as festas estavam atrapalhando os estudos e ia rodar na maioria das matérias. Se isso acontecesse, não se formaria no ensino médio. Nunca tinha provocado um adulto antes, mas logo bolou um plano para testar com seus professores mais vulneráveis. Não chegou a transar com todos eles, bem, não com todos. Provocou-os até colocá-los em situações comprometedoras e depois os chantageou, começando pelo professor de inglês, Sr. Pederson. Ficou impressionada com a facilidade de fazer um homem adulto babar pelo seu corpo adolescente em desenvolvimento.

Enquanto olha pela janela do carro, lembra-se de como o provocou por semanas, vendo-o se remexer e tentar esconder a ereção enquanto ela mostrava um pouco mais dos seios e das coxas a cada dia. Quando a armadilha estava pronta, foi ao banheiro feminino depois da aula, tirou o sutiã e a calcinha e voltou para a sala dele.

— Sr. Pederson. — Chelsea disse, aproximando-se da mesa dele. — Acho que preciso de mais ajuda com aquele trabalho de redação. — Lembra-se de desabotoar a blusa enquanto se aproximava.

— Fico feliz em ajudar, Chel... — A mandíbula do Sr. Pederson caiu quando a viu ali, com a blusa aberta e os seios jovens e firmes saltando, a centímetros do rosto dele. O sangue que sumiu do rosto pareceu correr todo para o pau, enquanto Chelsea segurava o seio direito e oferecia o mamilo rosado e rígido.

— Sr. Pederson. — Ela disse, enquanto o mamilo roçava nos lábios dele. Ele engoliu em seco e ficou só olhando, enquanto Chelsea alcançava o cinto dele.

— Será que o senhor poderia me dar um "A" nesse trabalho? — Sorriu, enquanto soltava o cinto. Sentia o pau dele pressionando a frente da calça e passou os dedos por toda a extensão, enquanto abaixava o zíper.

— Mmmmm. — Ele gemeu quando o pau saltou livre e Chelsea o envolveu com a mão pequena.

— O que o senhor me diz, Sr. Pederson? — Chelsea perguntou, ajoelhando-se na frente da cadeira. — O que tenho que fazer para ganhar um "A"? — Sorriu para o professor, enquanto envolvia os lábios na cabeça do pau pequeno, mas inchado. Já tinha feito isso o suficiente para saber como provocar sem precisar engolir porra.

— Aaaggggggghhhhhh. — O Sr. Pederson perdeu o controle, rebolando na cadeira, tentando enfiar mais do pau na boca de Chelsea. Ela manteve a mão no pau e chupou com vontade a cabeça. Quando sentiu as bolas dele se contraírem, tirou a boca e se levantou.

— Como é que eu ganho um "A", Sr. Pederson? — Chelsea perguntou, levantando a saia e dando um passo à frente, revelando a boceta lisa e sem pelos.

— Me come, Chelsea! — O Sr. Pederson implorou, os olhos fixos nos lábios da boceta saltados. — Por favor, me come.

— E o senhor vai fazer o quê? — Chelsea pergunta, fingindo inocência. — Qual é o acordo completo? Me diz o que fazer e o que vai fazer em troca. — Diz, passando um dedo pela fenda molhada e esfregando o líquido na boca do professor.

— Me come e eu te dou um "A"! — O Sr. Pederson solta, o gosto delicioso dela mandando sinais elétricos para o pau duro.

— Nossa, Sr. Pederson! — Chelsea provoca. — O senhor é meu professor! Isso não seria certo.

— Vamos, Chelsea! — O Sr. Pederson ordena, já irritado com a provocação da garota. — Vem aqui e senta no meu pau, que eu te dou a nota que você quiser!

— Não, obrigada! — Chelsea diz, ajeitando a saia e abotoando a blusa. — Não gosto de levar bronca. — Diz, dramática, virando-se e caminhando em direção à porta da sala.

— Chelsea, volta aqui! — O Sr. Pederson grita. — Me desculpa! Não me deixa assim! — Mas era tarde demais; ela já tinha saído da sala, e o Sr. Pederson percebeu que tinha metido os pés pelas mãos. No dia seguinte, ela lhe entregou uma microfita cassete junto com o trabalho. Ele sabia o que estaria gravado.

— Espero mesmo ganhar um "A", Sr. Pederson. — Sorriu, exagerando o rebolado enquanto voltava para o lugar.

Foi assim com todos os professores, até chegar ao de história, o Sr. Gordon. Chelsea se apaixonou por ele no primeiro dia de aula. Ao contrário dos outros, ele era jovem, bonito e usava humor para tornar a matéria chata mais interessante. Ela o provocou sem piedade, como várias outras garotas, e ele só sorria e piscava para elas. Quando achou que tinha despertado o interesse dele, armou a mesma cilada de sempre.

Tudo ia bem até puxar o pau dele para fora da calça. Era tão longo e grosso que mal conseguiu colocar na boca. Dessa vez, era ela quem babava. Aquilo não tinha nada a ver com os paus adolescentes que já tinha visto, nas poucas vezes em que realmente transou. Ficou imaginando como seria ter a boceta preenchida por aquele pau enorme. Os fluidos escorriam sem parar quando se levantou e levantou a saia. Em vez de fazer o Sr. Gordon se incriminar falando no microfone escondido, ficou ali, atordoada, olhando para o pau imenso.

Antes que pudesse se recuperar, ele a ergueu pela cintura e a posicionou sobre o colo. Com um movimento de torção para a esquerda e para a direita, empurrando para baixo e depois levantando, ele a enfiou até a base do pau enorme. Nunca tinha se sentido tão cheia! Por mais molhada que estivesse, ainda demorou um pouco para o lubrificante natural cobrir por completo aquele intruso gigante. Quando finalmente começou a se mexer, o Sr. Gordon manteve as mãos na cintura dela e começou a levantá-la e a descer com força no pau. Ela se tornou sua marionete, deixando-o erguê-la como uma boneca e enfiá-la de volta no pau inchado. Estava tão excitada, tão molhada! Gozou... um orgasmo... dois... perdeu a conta. Quase desmaiou. Por fim, as pernas dele enrijeceram, e ele a desceu com força uma última vez, inclinou-se para a frente e mordeu o mamilo dela enquanto o pau explodia dentro dela. Ela gozou de novo antes de desabar no peito dele.

— Isso merece um "A"! — O Sr. Gordon disse, beijando-a na testa antes de levantá-la do colo. Ela saiu da sala tropeçando, atordoada e confusa. Era para ela estar no controle.

— Quando chegarmos, tenho algumas coisas para discutir com seu avô, sem você por perto. — A voz da mãe a traz de volta à realidade. — Você pode ir para a casa da tia Ruth e passar um tempo com o Chad. — A irmã da mãe, Ruth, é dona da fazenda que faz divisa com a do avô.

Chelsea sorri sozinha ao pensar no primo Chad. Eles têm a mesma idade e lembra como ele tentava esconder a ereção da última vez que esteve lá. Sempre usava as roupas mais curtas perto dele e depois ficava observando como ele ficava sem jeito. Mal pode esperar para provocá-lo de novo.

— Boa ideia. — Diz à mãe. — Está um dia lindo, talvez o Chad e eu vamos nadar. — Fala, sorrindo para si mesma.

— Seu avô tem muitos contatos no governo estadual e local. Vou ver se ele consegue dar um jeitinho para você se formar. — A mãe confidencia. — Então não volta cedo demais, pode ser que eu precise de algumas horas para explicar tudo e convencê-lo. — Diz.

— Tá bom, mãe. Perfeito! Mal posso esperar para ver o Chad, pensa. Talvez a gente vá nadar pelado.

Assim que entram com as malas, Chelsea cumprimenta o avô e sobe para trocar de roupa. Está usando um vestido curto de verão quando sai pela porta dos fundos em direção à fazenda da tia Ruth e do tio Warren. A mãe a observa até quase perdê-la de vista e então segura a mão do pai e o leva para o andar de cima.

— Tem umas coisas que quero conversar com você, mas primeiro as primeiras coisas. — Ela diz, desabotoando a blusa enquanto entram no quarto do pai.

— Tem alguém em casa? — Chelsea chama, batendo na porta dos fundos antes de abri-la e entrar na cozinha da tia Ruth.

— Oi, Chelsea! — Chad diz, saindo da sala e dando um abraço nela. Puta merda! Ele tá bem mais forte desde a última vez que ela o viu. Chad agora passa fácil de um e oitenta, com músculos bronzeados nos braços e o peito firme pressionando contra os peitos macios dela.

— A mãe disse que você vinha hoje. — Ele sorri. — Quanto tempo vai ficar?

— Não sei. — Ela sorri de volta, enquanto os olhos dele passeiam pelo corpo dela, avaliando. Dá pra ver pelo volume na calça que ele gostou do que viu. Ela sabe que o vestido marca suas curvas; foi por isso que o escolheu.

— Vem. — Chad diz, pegando a mão dela. — Vamos descer até o riacho. Perfeito! Ela se deixa ser puxada, admirando como a bermuda justa marca as nádegas dele. Ele virou um homem muito gostoso, pensa. Vou me divertir pra caralho provocando ele! Já sente a boceta ficando molhada.

Enquanto caminham pelo riacho, Chad continua segurando a mão dela e contando sobre os planos para a faculdade. O pai quer que ele assuma a fazenda, mas ele quer ser engenheiro de software. Ela mal escuta, mas consegue sorrir e concordar nos momentos certos.

— Vamos nadar. — Chelsea diz, quando chegam à parte mais larga do riacho, onde pedras do tamanho de rochedos formaram uma piscina natural.

— Claro. — Chad sorri. — Pelados?

— Que tal ficarmos só de roupa de baixo? — Chelsea pergunta, com a timidez mais fingida que consegue. Ela escolheu o sutiã e a calcinha mais transparentes de propósito. Quando molhar, vai ser quase como estar pelada.

— Tá bom. — Chad diz, tirando a camisa pela cabeça e jogando-a numa pedra próxima. Ao desabotoar a bermuda, vê a prima puxar o vestido por cima da cabeça. Ele prende a respiração ao encarar o conjunto amarelo-claro de sutiã e calcinha. O sutiã meia-taça mal cobre os peitos, e os mamilos rosados aparecem através do tecido fino. Ela se vira e mergulha na água antes que ele consiga ver se a calcinha é tão transparente quanto o sutiã. O pau dele já está armando a cueca quando pula atrás dela.

Rachel está nua na cama, chamando o pai para subir entre suas pernas bem abertas. Os lábios da boceta dela já brilham com os próprios fluidos, enquanto espera ansiosa pela língua talentosa do papai.

— Vem, papai. — Ela sorri, sedutora. — Ninguém come minha boceta como você. — Earl termina de se despir e vira para admirar o corpo voluptuoso da filha. O pau grosso está duro, apontando direto para a cama, enquanto ele olha para os peitos enormes e o tufo de pelos loiros em volta dos lábios carnudos e suculentos da boceta.

— Você só fica mais linda cada vez que te vejo, Rachel. — Ele suspira, subindo na cama e beijando o caminho pelas coxas dela.

— Mmmm. — Rachel murmura. — Que delícia. — Ela joga a cabeça para trás e fecha os olhos enquanto o papai começa a lamber sua boceta suculenta. Puta que pariu! Ela espera por essas visitas todo mês. Agora que está divorciada, gostaria de poder vir todo fim de semana. O pai mexe os lábios da boceta dela com a língua, atiçando as brasas do desejo que vêm se acumulando desde a última visita.

— Ah, isso! — Ela geme, quando ele enfia a língua na caverna ardente, sorvendo o creme grosso e quente. Enquanto Rachel começa a se contorcer na cama, Earl prende as mãos nas coxas da filha e passa a língua no clitóris inchado.

— Ah, porra, papai! — Ela grita, quando ele suga a pontinha do clitóris. Segurando-a e provocando, ele a deixa louca, mantendo a excitação enquanto o orgasmo cresce.

— Ah! Ah! Ah! Ahhhhhhhhhhh! Tô gozando! — Rachel grita. — Tô goooozaaaando! — Earl continua chupando o clitóris da filha enquanto ela agarra punhados do cabelo dele e levanta os ombros da cama, o rosto contorcido de prazer. Por fim, ela empurra o rosto dele para longe da boceta encharcada e cai de volta na cama, ofegante. Earl sobe sobre ela e enfia o pau duro no buraco fumegante, enquanto enfia a língua fundo na boca aberta.

Rachel ainda está sem fôlego e não se recuperou totalmente do orgasmo quando sente o pau grosso do pai abrindo sua boceta. Ela puxa os joelhos para cima e abre as pernas o máximo que consegue, gemendo na boca dele quando o gosto do próprio gozo chega à língua. Porra! Ela crava as unhas nos ombros dele e recebe as estocadas brutais do pau duro do papai.

O segundo orgasmo vem mais devagar, mas com mais força, enquanto o pai lhe dá exatamente o que ela precisa. Ele conhece o corpo dela melhor do que ela mesma. E deveria! Já faz vinte anos desde a primeira vez que transaram assim, bem, não exatamente assim. Meu Deus! Ela se lembra de como ele estava hesitante da primeira vez.

Estava deitada acordada, ouvindo os pais brigarem. Ultimamente, as brigas pareciam mais frequentes. Consegue entender só algumas coisas, mas claramente é sobre sexo.

— É só nisso que você pensa? — A mãe grita. Era tudo em que Rachel vinha pensando ultimamente, principalmente depois de fazer dezoito anos, alguns meses atrás. A porta do quarto bate, e ela ouve o pai descer para o escritório, batendo a porta também. Sente pena do papai e se pergunta por que a mãe anda tão escrota. Achando que ele provavelmente vai dormir no sofá do escritório, pega os cobertores extras no armário de roupa de cama e desce para levá-los.

Rachel está vestindo só uma camiseta fina e larga, que costuma usar para dormir, quando gira a maçaneta devagar e empurra a porta do escritório. Fica paralisada ao ver o pau enorme do pai, enquanto ele o acaricia para cima e para baixo. Sobre a mesa, uma revista pornográfica mostra uma garota com peitos pequenos e uma boceta sem pelos.

O coração dela se aperta ao perceber que a recusa da mãe o levou a isso. Não é justo, pensa, entrando no cômodo e deixando os cobertores caírem no chão.

— Meu Deus! — O pai gagueja, tentando puxar a calça para cima. — Rachel… eu… o que você tá fazendo aqui? — Ela atravessa o cômodo em poucos passos e segura o pulso dele para impedi-lo de fechar a calça.

— Não. — Ela diz baixinho. — Deixa eu ajudar, papai. — Sussurra, afastando a mão dele enquanto tenta enfiar o pau duro de volta na calça.

— O quê? Não! — Ele grita, quando a mão dela envolve o pau duro e o polegar espalha o pré-gozo pela cabeça. — Ahhhh! — Ele geme, caindo de volta na cadeira. — Rachel, não podemos, querida. — Diz, sem convicção, enquanto ela se ajoelha na frente dele e aproxima a boca do pau latejante.

— Papai. — Ela diz, lambendo em volta da cabeça. — Não é justo ela se recusar a te amar e te obrigar a fazer isso. — Rachel aponta para a revista na mesa. — Você merece coisa melhor.

— Isso é incesto, Rachel. — O pai choraminga, enquanto empurra o pau contra os lábios dela. Caralho, fazia tanto tempo que a esposa nem pensava em chupar o pau dele. Sente o sangue pulsando no membro enquanto Rachel se levanta e tira a camisola pela cabeça. Ele encara os peitos firmes e redondos da filha e o triângulo loiro, enquanto ela fica nua na frente dele.

— E daí, papai? — Ela diz, desafiadora. — Não sou mais virgem, e você não devia ter que se virar assim. — Diz, ajoelhando-se de novo e enfiando o pau dolorido dele fundo na boca. Quando Earl consegue pensar em uma resposta para a declaração da filha, ela já está bombeando o pau para dentro e para fora da boca quente. A culpa que sentiu quando a filha o pegou se masturbando é substituída por luxúria, enquanto ela trabalha o pau com a boca jovem. Claramente não era a primeira chupada dela, e ele acaricia o cabelo enquanto ela passa a língua com habilidade pela parte de baixo do pau e roça as unhas nas bolas.

— Ah, filha! — Earl geme, enquanto a filha lhe dá a melhor chupada da vida. Ela continua sugando e engolindo enquanto o gozo jorra em espasmos violentos e profundos na boca dela. Engolindo cada gota da porra pesada, ela o lambe até deixá-lo limpo e depois se levanta, sorrindo com malícia.

— Eu te amo, papai. — Diz, acariciando o cabelo dele enquanto encosta o rosto nos peitos nus.

— Eu também te amo, Rachel. — O pai suspira. Ela pega a camisola e sai do escritório. Ele observa as nádegas nuas balançando de um lado para o outro até ela fechar a porta. O que foi que eu fiz?, pensa, sentado ali, no brilho pós-gozo explosivo.

Na manhã seguinte, depois que a mãe sai para o trabalho, Rachel entra na cama do pai e se aconchega nua contra ele. O pau de Earl reage na hora ao calor da pele de Rachel. Mesmo sabendo que é errado, fica em silêncio enquanto ela o empurra de costas e passa a perna por cima das coxas dele. Erguendo-se nos joelhos, esfrega a cabeça do pau do pai nos lábios da boceta algumas vezes antes de se abaixar sobre ele. Enquanto balança o corpo e cavalga com um ritmo constante, Earl se entrega ao prazer imenso da boceta faminta da filha.

Depois daquele primeiro dia, Earl nunca mais olhou para trás. Ele e Rachel viraram amantes apaixonados, transando quase todos os dias até ela se casar, dois anos depois.

— Chega! — Chelsea diz, jogando água em Chad. Já estão na água há mais de meia hora, nadando, brincando e se afogando. Chelsea aproveitou cada oportunidade para "acidentalmente" roçar no pau duro de Chad.

Continua...