O Retorno dos Sobrinhos

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Resumo

Os rapazes estão de volta e prestes a enfrentar muito mais ação do que na última vez. O que eles vão vivenciar e com quem? Descubra nesta sequência incrível. P Sinta-se à vontade para deixar seus comentários e opiniões, ou envie uma DM, se esse recurso estiver disponível.

Status
Completo
Capítulos
12
Classificação
n/a
Classificação Etária
18+

Os sobrinhos estão de volta

O Ano-Novo estava chegando em poucos dias. Aryan e Imran tinham planejado uma orgia com alguns amigos. Estavam muito animados com o plano. Alguns dias antes, receberam uma ligação do escritório dizendo que precisavam viajar para uma reunião no dia 28. A viagem duraria 14 dias, o que significava que só voltariam no mês seguinte, perdendo o Ano-Novo. Contaram isso para Riya e Janvi.

R: O quê? Tá falando sério? Vocês vão embora antes do dia 31?

A: É, amor, a gente precisa ir.

J: Mas e os nossos planos?

I: A gente pode fazer outro dia?

R: Mas por que vocês têm que ir?

J: É isso mesmo. Não tem outros caras no escritório de vocês?

I: Janvi, a nossa empresa precisa da gente lá. Temos que ir. Você sabe que eu não perderia isso com vocês por nada, se não fosse importante.

R: Mas ainda assim… é o Ano-Novo, gente.

A: Riya, a gente precisa ir. Não tem jeito.

R: Hã… Janvi, acredita nisso? Eles vão nos deixar aqui.

I: A gente não tá te deixando. É só que temos que ir…

A: Espera aí, Imran, posso falar com você um minuto? Acho que tenho uma solução.

Ele leva Imran para um canto, e os dois conversam sobre alguma coisa. Riya e Janvi ficam se perguntando o que eles estão discutindo.

R: O que será que eles estão falando?

J: Não sei… talvez eles vão nos levar junto.

A: Bom, chegamos a uma decisão que pode resolver isso.

R: E qual seria?

I: Bom, como a gente tinha planejado transar naquela noite, que tal…

R: Que tal o quê?

A: A gente deixa vocês duas transarem com quem quiserem. Desde que a gente conheça a pessoa.

R: O quê? Essa é a solução de vocês?

A: É. Quer dizer, a gente tava planejando transar naquela noite, né?

R: Aryan, não é só sobre transar. Era mais sobre a gente passar um tempo juntos.

A: Hmm… tá bom… tenho outra ideia. Que tal vocês duas fazerem anal com quem quiserem?

J: Aryan, tá falando sério? Eu sei como você é possessivo com a bunda dela e as suas restrições sobre ela fazer anal com outros. Você deve estar bem chateado pra permitir isso.

A: É. Quer dizer, é por nossa causa que o plano tá sendo cancelado. E não quero que ela passe o Ano-Novo sozinha.

R: Sério?

A: Claro.

Ela o beija e o abraça forte.

J: Isso foi por ela. E eu, Imran?

I: Você também, amor. Pode fazer anal com quem quiser. Tô de boa com isso. Quero que você se divirta.

J: Você é um fofo.

Todos jantam juntos e se despedem. Alguns dias depois, Riya e Janvi saem para fazer compras. Compram um monte de coisas e depois vão para a casa de Riya. Estavam almoçando quando essa conversa acontece.

J: E aí, Riya, já decidiu? Quem vai ser?

R: O quê? De quem você tá falando?

J: Os meninos prometeram uma coisa pra gente, lembra?

R: Ah, isso. É, mas na verdade tô tendo dúvidas agora. Não quero transar com outros caras.

J: Riya, essa pode ser a única chance de a gente transar sem restrições. Não joga isso fora.

R: É, mas… quer dizer… não consigo imaginar fazendo anal com outros caras além do Aryan e do Imran.

J: Você tem razão. Nem eu consigo pensar em outro na minha bunda além dos dois.

R: Ah, para com isso, você deixou o Faiz e o Saif te comerem no cu.

J: Ah, é. Eu meio que tinha esquecido disso.

R: É.

J: Ah, espera… por que eu não pensei nisso antes? Que tal a gente chamar eles?

R: Quem?

J: O Faiz e o Saif.

R: O quê? De jeito nenhum. Eles são só uns garotos.

J: Garotos? É assim que você chama os caras que já comeram a gente?

R: Não… mas quer dizer, eles são meio novos demais. Acho que não vai ser divertido.

J: Riya, logo vai chegar uma hora em que a gente não vai mais ter garotos novos. Além disso, eles te conhecem bem, vai ser seguro e divertido. A gente pode dominar na cama, você sabe. E dessa vez, você podia deixar o Faiz te comer no cu e fazer o dia dele. Quer dizer, a noite dele (ri).

R: É, sobre isso… acho que não contei pra você.

J: Contou o quê?

R: Da última vez que os meninos estiveram aqui, eu transei com os três juntos. Naquela noite, eles fizeram anal comigo.

J: O quê?

R: É. O Faiz me comeu no cu uma vez, e o Saif já comeu duas.

J: Por que você não me contou?

R: O Aryan me pediu pra não contar. Ele não queria que os outros do nosso grupo soubessem que os sobrinhos dele tinham me comido no cu. Achou que os outros iam começar a pedir também.

J: É, ele meio que tem razão.

R: É. Então é isso.

J: Então tá ótimo. Chama eles, vai ser divertido. Pica nova é sempre boa.

R: Agora que você falou, vamos tentar.

J: É isso aí. Agora sim.

R: Vou ligar pra eles agora.

J: Você tem o número deles?

R: Tenho. Eu mando nudes pra eles todo dia.

J: O quê? Não sabia que vocês eram tão próximos.

R: É. A gente se aproximou muito. A gente se ama, só isso. Vem, vamos ligar juntos.

J: Hã… você acha que tá tudo bem eu falar sobre isso?

R: Janvi, você deixou esses caras te comerem pra caralho e tá com vergonha de falar sobre isso?

J: Você tem razão. Vamos ligar.

Riya faz uma chamada de vídeo, e Faiz atende.

F: Oi, Riya. Tudo bem?

R: Tô ótima, amor. E o Saif?

F: Ele tá bem também. Tá fora com os amigos. Aliás, os nudes que você mandou estavam uma delícia.

R: Obrigada. Tenho alguém aqui comigo. Dá oi pra ela (aponta o celular para Janvi). Lembra dela?

F: Claro que lembro. Oi, Janvi, que bom te ver.

J: Oi, Faiz. Tudo bem?

F: Janvi, eu queria te perguntar uma coisa antes, mas sempre esqueço. O Imran sabe do nosso ménage da última vez?

J: Ah, não. Na época, ele não teria concordado. Mas por que a pergunta?

F: Nada sério. Mas é meio excitante saber que comi a mulher de outro cara. Quer dizer, é um elogio. Você tava muito gostosa.

J: Obrigada (fica vermelha).

R: Então, Faiz, você arrumou alguma garota depois que saiu daqui?

F: Ah, sim. Nós dois arrumamos, na verdade. E isso tudo graças a você, Riya. Você nos ensinou e deixou a gente tão bom na cama.

R: De nada, amor. E quais são os planos de vocês pro Ano-Novo?

F: Nada. Acho que só vou ficar em casa vendo filme.

R: Dá pra gente mudar sua ideia?

F: Tá… tô ouvindo.

R: Bom, o nosso plano de Ano-Novo era fazer uma orgia com o pessoal. Mas o Aryan e o Imran não vão estar aqui.

F: Ah, que merda.

R: Então, pra nos animar, eles deram permissão pra gente transar com quem a gente quiser.

F: Tá… e você quer que eu…

J: Bom, vocês dois. Vocês foram tão legais com a gente. Achei que ia ser divertido com vocês.

F: Que fofo da parte de vocês.

R: Então, o que você acha?

F: Tô dentro. Quer dizer, a gente tá dentro.

R: Ótimo. O Aryan viaja no dia 28. Quando vocês chegam?

F: Então a gente chega no dia 28 também. Vamos ter mais tempo juntos.

J: Ótimo. Mal posso esperar pra ver vocês. E a gente preparou umas surpresas.

F: Ah, Janvi, agora não consigo mais esperar. Tchau, gente. Vou começar a reservar as passagens pro dia 28. Até logo.

R: Tchau, amor.

Eles desligam. Faiz avisa Saif do plano, e os dois começam a arrumar as malas. Contam para os pais que vão passar o Ano-Novo com o Aryan.

Finalmente, o dia chega. Riya leva Aryan e Imran ao aeroporto e vai para a casa de Janvi. Elas arrumam um monte de coisas dela e outras mais. Dirigem até a casa de Riya e organizam tudo lá. Eram umas 10 da manhã, faltava só uma hora para o Faiz e o Saif chegarem na rodoviária.

J: Então, a gente tem camisinha, anticoncepcional, brinquedos sexuais e tudo o que precisa pra durar uns dias. E já deixamos o clima pronto pra uma putaria das boas. Mal posso esperar os meninos chegarem.

R: Os meninos já tão pra chegar. Vou buscá-los.

J: É. Traz eles logo pra cá.

Riya vai de carro até a rodoviária buscar os meninos. Estava de regata e short. Chega e espera alguns minutos. O ônibus chega, e os dois saem. Riya os cumprimenta com um abraço e um beijo. Colocam as malas no carro, e ela volta para casa. Depois de dirigir um tempo, ficam presos num engarrafamento enorme. De repente, o celular de Riya toca. Era Janvi ligando. Ela atende.

J: Riya, os meninos já chegaram?

R: Já, eles tão aqui com…

J: Ah, traz eles logo pra casa, amor. Não aguento mais de vontade de transar.

Riya desliga ao ouvir isso. Mas os meninos escutaram, porque o celular estava no viva-voz.

R: Desculpa, meninos, vocês não precisavam ouvir isso.

F: Ah, não, tá tudo bem. Na verdade, é até bom saber que alguém tá morrendo de vontade do nosso toque.

S: Riya, você tem algum nude da Janvi?

R: Tenho. Toma (passa o celular pra ele), tá na galeria.

F: Então, Riya, como foi que você pensou em nós? Quer dizer, vocês devem conhecer um monte de caras experientes, mas escolheram a gente pra transar?

R: É que eu não tava com vontade de transar no dia 31. Mas a Janvi não queria de jeito nenhum ficar sem sexo. Ela sugeriu vocês, e eu achei que ia ser legal. Então decidimos assim.

F: Valeu, Riya. É muito legal da sua parte lembrar da gente (passa a mão na coxa dela).

R: Vocês foram legais com a gente. Como a gente ia esquecer? E pode me apalpar à vontade aqui também.

(Todos riem.)

F: Mal posso esperar pra chegar em casa.

R: É. Também tô animada. E aí, Saif, como ela tá? Apetitosa o suficiente?

S: Ah, claro. Ela nunca perdeu o posto de mulher mais gostosa depois de você na minha cabeça.

R: Que fofo. A Janvi tá super animada. Ela trouxe um monte de coisas dela pra ficar uns dias aqui. Ela não vai deixar vocês dois saírem, vai esgotar vocês.

S: Já tô ansioso pra isso.

F: Esse vidro das janelas tem aquela película preta?

R: Tem. O Aryan não gosta que fiquem espiando o carro.

O trânsito estava tão ruim que não conseguiam se mexer nem um centímetro há quase 20 minutos. Riya começou a prender o cabelo. Isso fez com que os braços ficassem levantados, mostrando as axilas lisas. Saif viu pelo retrovisor. Não se controlou, inclinou-se para a frente e começou a passar os dedos nas axilas dela.

R: Puta merda… não acredito que você tá com tanto tesão assim.

S: Não consigo me controlar com você tão perto.

F: É, mas no carro não dá pra fazer muita coisa.

R: O que não dá pra fazer?

F: Bom, eu queria chupar seus peitos, mas com esses bancos, acho que não dá, né?

R: Bom, eu tenho uma solução pra vocês. (Ela se vira para Faiz, que estava sentado no banco ao lado, e levanta o braço esquerdo) Olha só, agora você pode lamber minhas axilas, e você (abaixando a blusa para mostrar os peitos) pode brincar com essas belezinhas.

F (os olhos dele ficaram presos nos peitos dela por um segundo): Você é a melhor, Riya. (A beija.)

Dito isso, Faiz começou a chupar os peitos dela, e Saif começou a lamber suas axilas. Ele acariciou as axilas e continuou lambendo. Faiz sugava os peitos dela como um bebê. Adorava os peitos da Riya e fazia tempo que não os chupava. Apertou um e sugou o outro por um bom tempo. Saif então largou a axila dela e começou a chupar o peito. Agora, ela tinha dois garotos chupando seus peitos. Colocou as mãos nas cabeças deles enquanto sugavam.

R: Ah, sim… Agora entendo o que a Janvi falou sobre garotos novos… continuem chupando.

Faiz parou de chupar os peitos dela e começou a beijar seu pescoço. Depois subiu, segurou a nuca dela e começou a beijá-la. Deslizou a língua devagar dentro da boca dela. Eles se beijaram por um bom tempo, enquanto Saif chupava os peitos dela. Ficaram nisso por um tempo, até que ouviram carros buzinando atrás deles. Voltaram aos seus lugares, e Riya retomou a direção.

R: Uau, foi um ótimo aquecimento, não foi?

F: Ah, com certeza.

R: Eu até daria uma punhetinha pra vocês, mas o Aryan não gosta de uma mancha sequer no carro, e eu teria que limpar tudo.

S: Ah, não se preocupe. Temos tempo de sobra pra isso.

Dirigiram por mais meia hora e chegaram em casa. Tocaram a campainha, e Janvi abriu a porta. Ela abraçou os dois, e eles entraram.

J: E aí, garotos, como foi a viagem?

F: Bom, não somos muito fãs de viajar, então foi um pouco chato, acho.

J: Ah, deixa pra lá. Vamos animar vocês. Vamos almoçar, devem estar com fome.

Os garotos se arrumaram e almoçaram juntos. Depois de descansar um pouco, se reuniram no quarto da Riya para decidir o que fazer naquele dia.

R: Bom, acho que vocês já sabem pra que estamos aqui.

S: Ah, sim.

J: Temos novidades pra vocês. O Imran e o Aryan liberaram tudo.

R: É. Então, dessa vez, podemos fazer anal.

S: Sério? Isso vai ser muito divertido.

J: É. E vocês também podem sugerir coisas. Quero dizer, fiquem à vontade pra qualquer coisa.

F: Eu tenho uma sugestão… já que não vamos sair nos próximos dias, que tal a gente ficar sem roupa?

R: Não é má ideia. Vamos tirar a roupa, então.

Todos tiraram as roupas e ficaram sentados na cama, completamente nus.

F: E aí, o que vocês têm em mente?

J: Sexo, muito sexo, sexo selvagem… nada além de sexo pelos próximos dias.

R: Vamos começar com um sexo simples, um de cada vez, hoje, e amanhã a gente experimenta outras coisas.

S: Tá, mas quem vai fazer com quem?

F: É. Quer dizer, não dá pra escolher entre vocês duas.

J: Eu tenho uma solução. Vou escrever meu nome e o da Riya nesses dois papéis.

R: E, Saif, como você é o mais novo aqui, vai escolher um.

S: Tá. (Ele pega um papel da mão da Janvi e abre.) É você, Riya.

J: Então, sou eu e o Faiz.

R: Tá. Vocês podem fazer aqui, eu e o Saif vamos pro outro quarto. Vamos, amor.

S: Que tal (levanta a Riya nos braços) eu te levar pra lá?

R (o beija): Tá, divirtam-se. Eu já fui.

Saif a carregou para o outro quarto. Janvi não perdeu tempo e começou a beijar Faiz com paixão. Ele retribuiu o beijo e deslizou a língua devagar na boca dela. Ela respondeu com a língua, e eles se beijaram por um bom tempo. Depois, ele a deitou de costas e se posicionou em cima dela. Beijou suas bochechas e desceu beijos pelo pescoço. Depois foi para os peitos e começou a chupá-los. Sugou e apertou os dois por um bom tempo, depois desceu para a barriga. Parou no umbigo e olhou para ela. Ela o encarava com os olhos cheios de desejo. Ele começou a lamber o umbigo, e ela gemeu de prazer. Ele enfiou a língua dentro do umbigo e lambeu cada cantinho.

J: Aaah, Faiz… você é tão bom… aaah.

Faiz beijou a barriga e o umbigo dela. Depois desceu até a boceta. Beijou os lábios vaginais e as coxas. Mordeu de leve as coxas e passou as mãos no clitóris dela. Ela estava ficando excitada com cada toque. Ele começou a lamber a boceta dela devagar e com cuidado. Os gemidos da Janvi aumentaram. Ela fechou os olhos e mordeu os lábios. Fazia tempo que não era tão bem agradada por um garoto tão novo. Ele beijou o clitóris e começou a enfiar os dedos na boceta. Fez isso com força, e ela começou a gemer alto. Ele continuou lambendo e dedando por um bom tempo. Depois, virou-a de quatro e começou a lamber o cuzinho dela. Ela adorou a língua dele no ânus e deixou que ele fizesse o que quisesse. Ele apertou as nádegas e continuou lambendo o cu. Deu um tapa na bunda dela e começou a enfiar os dedos no cuzinho com força. Janvi começou a gemer alto. Ele fez isso por um bom tempo. Depois, começou a enfiar mais dedos no cu dela. Por fim, tinha o punho inteiro dentro do ânus dela. A essa altura, Janvi gritava de dor.

J: Aaaaah… vai se foder… meu cu… aaaah… Faiz… aaaaah… Aaaaaah.

Os gritos dela eram tão altos que Riya e Saif ouviram do outro quarto. Foram correndo ver o que estava acontecendo. Abriram a porta, e a primeira coisa que viram foi Janvi de quatro e Faiz com o punho no cu dela.

R: O que está acontecendo?

F: Nada. Por que vocês estão aqui?

R: Íamos começar, mas ouvimos os gritos e vim ver o que era.

J: Ah… seu sobrinho vai acabar com o meu cu, Riya. É isso que está acontecendo… aaaah.

R: Então é de prazer que você está gritando?

F: Mas vocês ainda não começaram?

R: É, a gente estava tirando umas fotos pra mandar pro Aryan.

F: Ah, tá.

R: Tá bom. Divirtam-se vocês dois. E, Faiz, espero que você faça o mesmo comigo.

F: Ah, pode deixar. Vou fazer você gritar.

R: Por favor, faça isso. (O beija.)

S: Hem… posso fazer você gritar agora?

Todos riram, e Riya e Saif voltaram para o quarto deles. Faiz continuou mexendo o punho no cu da Janvi. Fez isso por um tempo e depois a virou de costas, deitando-a. Subiu em cima dela e começou a beijá-la com a língua. Depois, colocou o pau nos lábios vaginais e o enfiou devagar. Eles se olharam enquanto ele entrava. Depois, começou a meter devagar. Ela ficou deitada embaixo dele, gemendo de prazer. Ele começou a meter com mais força, e os gemidos dela aumentaram.

J: Aaah… isso… aaaaah… porra… aaah… aaaaah.

Ele enterrou o rosto no pescoço dela e continuou metendo. Beijou e lambeu o pescoço enquanto a comia. Ela passou os braços em volta dele e o puxou para mais perto. Passava as mãos nas costas e na cabeça dele.

F: Ah, isso, amor… porra, sim…

Ele também estava adorando o corpo dela. Começou a meter com mais força e ia mais fundo a cada estocada. Foderam por um bom tempo, e então Faiz se levantou. Tirou o pau e fez ela chupar. Segurou a cabeça dela enquanto ela sugava.

F: Aah, sim… prova o gosto da sua boceta, sua vadia.

Ela chupou e brincou com o pau dele por um tempo. Depois, ele a segurou pelos cabelos e a puxou para cima. Começou a beijá-la com paixão. Beijou e lambeu o pescoço dela e depois começou a chupar os peitos. Ela fechou os olhos e curtiu a boca dele nos peitos. Depois, ele se deitou, e ela subiu em cima para cavalgar. Desceu devagar no pau dele e o guiou para dentro. Ela suspirou e sorriu quando o pau entrou. Ele passou as mãos nos peitos dela e apertou. Depois, ela começou a pular no pau dele devagar. Faiz manteve as mãos na cintura dela enquanto ela pulava. Parou o movimento e se inclinou para a frente. Beijou-o. Ele passou os braços pelas costas dela e começou a comê-la. Ela interrompeu o beijo e começou a gemer.

J: Ah, sim… aaaaah… porra… aaaaah… merda.

Ele beijou as bochechas dela e continuou metendo. Foderam por um tempo, e então ele parou. Ainda estava dentro da boceta dela. Beijou o pescoço dela, e ela beijava o peito dele. Passou as mãos nas costas dela enquanto ela estava deitada em cima dele.

J: Vamos fazer 69.

Ele sorriu e a beijou. Ela então se levantou, colocou a bunda no rosto dele e começou a chupar o pau. Ele começou a lamber o cuzinho dela e a enfiar os dedos. Ela gemia de prazer. Brincou com as bolas dele enquanto chupava o pau. Lambeu bem e depois saiu de cima do rosto dele. Foi até as bolas dele e começou a chupá-las. Faiz estava adorando. Os movimentos da língua dela ao redor das bolas o deixavam excitado. Depois, desceu e começou a lamber o cu dele. Faiz estava no paraíso. O que mais gostava era de ter o cu lambido por uma garota. Janvi lambeu o cu dele por um tempo. Depois, ele se levantou e começou a beijá-la. Virou-a de quatro e começou a lamber a boceta dela por trás. Lambeu e enfiou os dedos com cuidado. Depois, colocou o pau nos lábios vaginais e começou a meter devagar. Ela sorria enquanto ele a comia. Ele deu um tapa na bunda dela e começou a beijar e lamber as costas. Depois, virou o rosto dela para si e a beijou. Voltou a meter. Adorava comer na posição de quatro. Metia na boceta dela com cuidado, enquanto enfiava os dedos no cuzinho. Depois, começou a meter com mais força, e os gemidos da Janvi aumentaram.

J: Aaah… sim… isso… porra… aaaaah.

Ele continuou dando tapas na bunda dela e metendo com mais força. Ela gemia alto. O som da voz dela o deixava mais excitado, e ele se empolgou, continuando a meter. Depois, parou e tirou o pau. Começou a lamber o cuzinho dela. Ela sabia que ele queria anal agora. Lambeu e enfiou os dedos no cu por um bom tempo. Colocou o pau no cuzinho dela e começou a empurrar. Empurrou com um pouco mais de força e entrou. Ela respirava fundo. Ele começou a meter devagar.

J: Aaah, sim, amor… aaah… aaaaah… isso… aaah… porra.

Ele ouviu isso e começou a puxar o cabelo dela. Ela começou a gritar. Faiz meteu com mais força e deu tapas na bunda dela. Continuou, e ela gritava. O pau dele adorava aquele cuzinho apertado.

F: Agora vou te foder até não aguentar mais.

Dizendo isso, começou a meter no cu dela com tudo. Ela não conseguia controlar os gritos. Faiz se inclinou para a frente, passou o braço em volta do pescoço dela e começou a enforcá-la. Continuou metendo com força enquanto a enforcava. Os sons de engasgo dela o deixavam mais excitado. Soltou o pescoço e continuou metendo no cu dela com tudo.

J: Aaaaah… porra… Aaaaah… aaaaah… isso… aaah… aaaaah… merda.

Faiz adorava fazê-la gritar. Deu mais um tapa na bunda dela e tirou o pau do cu. Começou a lamber e a enfiar os dedos na boceta. Fez isso por um tempo e depois a virou de costas, deitando-a. Abriu as pernas dela e colocou o pau no cuzinho. Ela o olhava enquanto ele encarava o cu dela com desejo. Sabia que ele ia ser bruto. Empurrou o pau para dentro, e ela suspirou. Começou a meter, e Janvi sentia o pau entrando e saindo do cu.

J: Ah, merda… ah… Aaaaah… Aaaaah… porra.

Ele se inclinou para a frente e chupou os peitos dela por um bom tempo. Continuou metendo por um tempo e ouviu os gemidos dela ficando mais altos. Parou e tirou o pau do cu dela. Foi até o umbigo e começou a lambê-lo. Ela passou as mãos na cabeça dele enquanto ele explorava cada cantinho do umbigo com a língua. Depois, deitou-se ao lado dela e a puxou pela cintura. Queria fazer conchinha agora. Enfiou o pau devagar na boceta dela e começou a meter. Faiz sabia que não ia durar muito, então começou a fazer devagar. Apertou os peitos dela enquanto metia. Depois, gozou dentro da boceta dela. Estremeceu enquanto gozava. Janvi também sentiu o gozo dentro da boceta e fechou os olhos, ficando ali deitada. Os dois recuperavam o fôlego. Faiz segurou o rosto dela e a beijou com a língua.

F: Pô, Janvi… como foi?

J: Você foi ótimo. (Sorri.)

Ela o beijou de novo, e depois se abraçaram e dormiram juntos.